Cientistas identificaram o Relógio Biológico de todos seres vivos

Cientistas identificaram pela primeira vez, o ritmo circadiano de 24 horas, de todas as formas de vida.

Artigo publicado em: OUGET

http://www.tecnologiasdeultimogrito.com/identificaram-relgio-biolgico-seres-vivos/

( Nota dêste autor: o que é ciclo circadiano:

WIKIPEDIA 

(Redirecionado de Ciclo circadiano)

Ritmo circadiano, ou ciclo circadiano, designa o período de aproximadamente um dia (24 horas) sobre o qual se baseia todo o ciclo biológico do corpo humano e de qualquer outro ser vivo, influenciado pela luz solar. O ritmo circadiano regula todos os ritmos materiais bem como muitos dos ritmos psicológicos do corpo humano, com influência sobre, por exemplo, a digestão ou o estado de vigília, passando pelo crescimento e pela renovação das células, assim como a subida ou descida da temperatura. O “relógio” que processa e monitora todos estes processos encontra-se localizado numa área cerebral denominada núcleo supraquiasmático, localizado no hipotálamo na base do cérebro e acima das glândulas pituitárias. Pesquisas recentes expandiram o sentido do termo, demonstrando que os ritmos circadianos estão também relacionados às marés, ao ciclo lunar e também à dinâmica climática da Terra através das correntes eólicas e marítimas, em especial se observado com relação aos animais migratórios. Dessa forma, a dinâmica circadiana não se reduz a uma questão fisiológica, mas também a uma conjuntura astronômica, geológica e ecológica.

O núcleo supraquiasmatico(NSQ)encontra-se em cima, ou seja “supra” do quiasma óptico, recebendo a luz pela via retino-hipotalamica.

Sabe-se que os ciclos circadianos são controlados em sua maioria nos mamíferos nos núcleos supraquiasmáticos do hipotálamo e estes, por sua vez, estão sob controle temporal por agentes sincronizadores, como a luz)

File:Biological clock human.svg

 

 The first modern observation of endogenous circadian oscillation was by the French scientist Jean-Jacques d’Ortous de Mairan in the 18th century; he noted that 24-hour patterns in the movement of the leaves of the plant Mimosa pudica continued even when the plants were kept in constant darkness.

( Importante anotar isto. Parece que o relógio biológico não depende de conexão direta entre um corpo e as fôrças da luz solar, pois êle funciona tambem quando o corpo é mantido na escuridão.)

xxx

(continuação do artigo da OUGET)

Esta descoberta, vem revelar o mecanismo que controla o relógio biológico interno dos seres vivos (desde os humanos às algas), desde os primórdios da sua existência na Terra.

A pesquisa vem fornecer importantes informações, acerca de problemas de saúde relacionados com a desregulação dos relógios biológicos das pessoas, como por exemplo: os pilotos, os trabalhadores por turnos, entre outros.

O ritmo circadiano de 24 horas foi identificado nas células vermelhas do sangue. Esta informação é particularmente importante, porque até agora pensava-se que o relógio biológico estaria relacionado com a atividade do ADN e genética, mas ao contrário das outras células do corpo, os glóbulos vermelhos não têm ADN.

( Nota dêste autor: O que são “células vermelhas do sangue”:

WIKIPEDIA:

Hemácia

(Redirecionado de Células vermelhas do sangue)
 

Hemácias.

Da esq. para a dir. Hemácia, um trombócito e um leucócito.

Glóbulos vermelhos são unidades morfológicas da série vermelha do sangue, também designadas por eritrócitos ou hemácias, que estão presentes no sangue . São constituídas basicamente por globulina e hemoglobina (composta de 4 moléculas protéicas de estrutura terciária e 4 grupamentos heme que contém o ferro (cada íon ferro é capaz de se ligar frouxamente a dois átomos de oxigênio), um para cada molécula de hemoglobina), e a sua função é transportar o oxigênio (principalmente) e o gás carbônico (em menor quantidade) aos tecidos. Os eritrócitos vivem por aproximadamente 120 dias.

Red blood cells  take up oxygen in the lungs or gills and release it while squeezing through the body’s capillaries. These cells’ cytoplasm is rich in hemoglobin, an iron-containing biomolecule that can bind oxygen and is responsible for the blood’s red color. In humans, mature red blood cells are flexible biconcave disks that lack a cell nucleus and most organelles.  The cells develop in the bone marrow (medula óssea) and circulate for about 100–120 days in the body before their components are recycled by macrophages.  Approximately a quarter of the cells in the human body are red blood cells. Human red blood cells take on average 20 seconds to complete one cycle of circulation.)

(Nota: As células vermelhas vão aos pulmões e branquias onde recolhem o oxigênio e começam a circulação. Isto está indicando que a respiração está ligada ao relógio biológico, ao ritmo do sistema astronomico? Estas células são produzidas na medula óssea: sendo o esqueleto a estrutura do corpo, estaria êle conectado ( ou representando) com a estrutura da galáxia?)

 

File:Erytrocyte deoxy to oxy v0.7.gifAn animation of a typical human red blood cell cycle in the circulatory system. This animation occurs at real time (20 seconds of cycle) and shows the red blood cell deform as it enters capillaries, as well as changing color as it alternates in states of oxygenation along the circulatory system. (Mas só vai na perna esquerda? E a direita, como fica, coitada!? Obs.: Não é que eu sou chato, eu sou um cientista que exige exatidão nas coisas. Se eu disse perna esquerda e todos os outros humanos corrigem dizendo que aquela é a direita eu pergunto: “Quem disse que é direita? É direita em relação a quê? Ao Polo Norte? E quem disse que aquêle Polo é o norte? Porque não pode ser o sul?  A Terra é redonda e gira, não tem lados esquerdo e direito! Então… o lado direito do corpo é direito segundo qual ponto de referencia? O poste da esquina? Se eu quero dizer que aquela é a perna esquerda, ninguëm tem nada com isso! Ora bolas!)

Vejamos onde estas células são produzidas:

File:Caput femoris cortex medulla.jpg

A femur with a cortex of cortical bone and medulla of trabecular bone showing its red bone marrow and a focus of yellow bone marrow.

The stroma (the connective, functionally supportive framework of a biological cell, tissue, or organ)  is indirectly involved in hematopoiesis, since it provides the hematopoietic microenvironment that facilitates hematopoiesis by the parenchymal cells. For instance, they generate colony stimulating factors, affecting hematopoiesis.

( Êpa! Colony stimulating factors? Isto parece relaciona a ciclos. Vejamos o que é:

Colony-stimulating factor

Colony-stimulating factors (CSFs) are secreted glycoproteins which bind to receptor proteins on the surfaces of hemopoietic stem cells and thereby activate intracellular signaling pathways which can cause the cells to proliferate and differentiate into a specific kind of blood cell (usually white blood cells; for red blood cell formation see erythropoietin).

( Este é o nosso problema estudando a natureza sob o ponto de vista sistêmico: para se investigar um determinado ítem temos que dar uma volta ao Universo e na sua idade total, pois tudo está conectado. Agora vemos que as células vermelhas contem colesterol em sua membrana, então o colesterol pode estar relacionado com o relógio biológico e estas doenças derivadas do mal colesterol pode ser uma desritmia devido a stress que é incorporada pelo colesterol e levada a todo o corpo, pois ele está dentro das células vermelhas do sangue. Vejamos algo da membrana destas células:

Membrane lipids

  
The most common erythrocyte cell membrane lipids, schematically disposed as they are distributed on the bilayer. Relative abundances are not at scale.

( Repare como a Matriz-software de Sistema Perfeito é desfigurada, torcida e retorcida, fragmentada e reajuntada, ao nível molecular. A cruz no centro das moléculas é a reprodução da Matriz em forma de pentágono espiralado, mas aqui – devido as moléculas serem trechos da Matriz e portanto são “pedaços de circuitos”, abertos, um átomo representando uma Função Universal se liga a átomos externos elaborando longas cadeias, como é o caso do phosphatid Inositol)

The erythrocyte cell membrane comprises a typical lipid bilayer, similar to what can be found in virtually all human cells. Simply put, this lipid bilayer is composed of cholesterol and phospholipids in equal proportions by weight. The lipid composition is important as it defines many physical properties such as membrane permeability and fluidity. Additionally, the activity of many membrane proteins is regulated by interactions with lipids in the bilayer.

 

File:RBC membrane major proteins.png

Red Blood Cell membrane major proteins

(Vamos acompanhar estas proteínas com a maior atenção… se é que a membrana destas células tem a ver com o relógio biológico)

Both PS and phosphatidylinositol-4,5-bisphosphate (PIP2) can regulate membrane mechanical function, due to their interactions with skeletal proteins such as spectrin and protein 4.1R. Recent studies have shown that binding of spectrin to PS promotes membrane mechanical stability.

( Êpa! Membrane Mechanical Function and Stability ! Relógio biológico é isto: Regulação  Mecânica do Organismo. Por isso nosso Ciclo Cardiano interage e/ou é produzido pelo sistema astronômico: êste é puramente mecânico e esta propriedade foi trasferida à sua cria, os sistemas biológicos, atuando diretamente sôbre a estrutura mecânica do organismo.) 

xxx

  

Segundo Akhilesh Reddy, estudante da Universidade de Cambridge e principal autor do estudo, “As implicações disto para a saúde, são múltiplas. Nós sabemos que os relógios desregulados (causados por trabalhos por turnos e jet-lag por exemplo) são associados a doenças metabólicas como diabetes, problemas de saúde mental e até mesmo cancro.

Reddy disse ainda que, “Com o conhecimento de como funcionam as células do relógio biológico a nosso favor, esperamos começar a ver claramente as ligações com estes distúrbios. Isto (a longo prazo) levará a novas terapias que há um par de anos atrás, não teria sido sequer possível imaginar.

Método de estudo

Os investigadores descobriram o ritmo de 24 horas nas amostras de peroxirredoxinas, tanto para as células vermelhas do sangue, como nas algas. As amostras foram mantidas no escuro e tiradas em intervalos regulares durante vários dias.

( Hummm… Então as Peroxirredoxinas são importantes no inteiro processo do relógio biológico. Vejamos o que é isso:

Wikipedia:

Peroxiredoxin

Structure of AhpC, a bacterial 2-cysteine peroxiredoxin from Salmonella typhimurium.
 
( Está aí! A forma do circuito da Matriz astronômica! Esta é uma enzima que está dentro das células vermelhas do sangue que desempenham função decisiva no relógio biológico ou ciclo arcadiano que se constitui num ritmo sincronizado que afeta tôdas as coisas dentro so sistema solar. Ora, se vemos que o mesmo circuito no nivel astronomico se repete no nivel microscópico então estamos presenciando um fenômeno de “fractais”. Se realmente existe essa hipótese, se for provado que existe “fractologia”aqui, estarão provadas a existência do software natural Matriz/DNA e o nosso modêlo cosmológico! Raios, temos que nos aprofundar nessa pesquisa.) 

Peroxiredoxins  are a ubiquitous family of antioxidant enzymes that also control cytokine-induced peroxide levels and thereby mediate signal transduction in mammalian cells.

 Recent research has found that they are the oldest common mechanism responsible for the 24-hour internal clock of almost all life on earth.

Plant 2-Cys peroxiredoxins are post-translationally targeted to chloroplasts [10], where they protect the photosynthetic membrane against photooxidative damage [11].

Nuclear gene expression depends on chloroplast-to-nucleus signalling and responds to photosynthetic signals, such as the acceptor availability at photosystem II and ABA

( Cloroplastos estão ligados a luz solar e emitem sinais ao nucleo o que produz expressão de genes… muito interessante! )

Conclusão

Tanto nas amostras com os glóbulos vermelhos como nas amostras com algas, foi encontrado o ritmo biológico de 24 horas, mesmo quando o ADN já não estava ativo.

Andrew Millar, liderando o estudo na Universidade de Edimburgo Escola de Ciências Biológicas, disse que, Esta pesquisa pioneira mostra que os relógios do corpo são mecanismos antigos, que têm permanecido connosco ao longo de um bilião de anos de evolução. Estes devem ser muito mais importantes e sofisticados, do que previamente se pensava. Serão necessários mais estudos, para determinar como e por quê, de estes relógios se desenvolveram nas pessoas (e em todos os outros seres vivos na Terra) e qual o papel que eles desempenham no controlo dos nossos corpos.

Outros estudos relacionados têm sido publicados, e revelam por exemplo: indícios de que o relógio circadiano controla os padrões de atividades diárias e sazonais, desde os ciclos de sono às migrações de borboletas.

Fonte: University of Cambridge

XXXxxxXXX

Artigos nêste Website Relacionados ao Relógio Biológico (clicar no titulo do artigo leva direto ao artigo)

Cérebro: a notável semelhança entre o Oscilador Circadiano e o Diagrama da Matriz – terça-feira, novembro | 30 | 2010 – Categoria: pesquisas da Matriz

Fótons: Luz do Sol influenciando Organismos e Sistemas Biológicos – novembro | 14 | 2010 – categoria: Fóton

Relógio Molecular ou Relógio Astronomico ? Mais um indicio favorecendo a Teoria da Matriz/DNA Universal – julho | 2 | 2009 – categoria: Teoria do Relógio Astronomico

XXXxxxXXX

E aqui mais uma versão (original) do artigo, a ser estudado na próxima ocasião:

University of Cambridge

http://www.admin.cam.ac.uk/news/dp/2011012601

Ancient body clock discovered that helps to keep all living things on time

26 January 2011

 

The mechanism that controls the internal 24-hour clock of all forms of life from human cells to algae has been identified by scientists. Not only does the research provide important insight into health-related problems linked to individuals with disrupted clocks – such as pilots and shift workers – it also indicates that the 24-hour circadian clock found in human cells is the same as that found in algae and dates back millions of years to early life on Earth.

Two new studies out tomorrow, 27 January, in the journal Nature from the Universities of Cambridge and Edinburgh give insight into the circadian clock which controls patterns of daily and seasonal activity, from sleep cycles to butterfly migrations. 

One study, from the Institute of Metabolic Science at the University of Cambridge, has for the first time identified 24-hour rhythms in red blood cells. This is significant because circadian rhythms have always been assumed to be linked to DNA and gene activity, but – unlike most of the other cells in the body – red blood cells do not have DNA. 

Akhilesh Reddy, from the University of Cambridge and lead author of the study, said: “We know that clocks exist in all our cells; they’re hard-wired into the cell. Imagine what we’d be like without a clock to guide us through our days. The cell would be in the same position if it didn’t have a clock to coordinate its daily activities. 

“The implications of this for health are manifold. We already know that disrupted clocks – for example, caused by shift-work and jet-lag – are associated with metabolic disorders such as diabetes, mental health problems and even cancer. By furthering our knowledge of how the 24-hour clock in cells works, we hope that the links to these disorders – and others – will be made clearer. This will, in the longer term, lead to new therapies that we couldn’t even have thought about a couple of years ago.”

For the study, the scientists, funded by the Wellcome Trust, incubated purified red blood cells from healthy volunteers in the dark and at body temperature, and sampled them at regular intervals for several days. They then examined the levels of biochemical markers – proteins called peroxiredoxins – that are produced in high levels in blood and found that they underwent a 24-hour cycle. Peroxiredoxins are found in virtually all known organisms. 

A further study, by scientists working together at the Universities of Edinburgh and Cambridge, and the Observatoire Oceanologique in Banyuls, France, found a similar 24-hour cycle in marine algae, indicating that internal body clocks have always been important, even for ancient forms of life. 

The researchers in this study found the rhythms by sampling the peroxiredoxins in algae at regular intervals over several days. When the algae were kept in darkness, their DNA was no longer active, but the algae kept their circadian clocks ticking without active genes. Scientists had thought that the circadian clock was driven by gene activity, but both the algae and the red blood cells kept time without it. 

Andrew Millar of the University of Edinburgh’s School of Biological Sciences, who led the study, said: “This groundbreaking research shows that body clocks are ancient mechanisms that have stayed with us through a billion years of evolution. They must be far more important and sophisticated than we previously realised. More work is needed to determine how and why these clocks developed in people – and most likely all other living things on earth – and what role they play in controlling our bodies.” 

Additional funding for the studies was provided by the Biotechnology and Biological Sciences Research Council, the Engineering and Physical Sciences Research Council, the Medical Research Council, the French Agence Nationale de la Recherche, and the National Institute of Health Research.

Tags: , , , ,