A Foto de “Baby Stars” e a Teoria da Matriz

                             GRANDE   VITORIA   PARA  A  TEORIA  DA  MATRIZ !!!

 

Foto do Spitzer Space Telescope sobre baby stars

(Veja traducao abaixo) . This infrared image from NASA’s Spitzer Space Telescope shows three baby stars in the bustling center of our Milky Way galaxy. The three stars are the first to be discovered in the region — previous attempts to find them were unsuccessful because there is so much dust standing between us and our galaxy’s core. Spitzer was able to find the newborns with its sharp infrared eyes, which can cut through dust.

The center of our galaxy is a hectic place. It’s stuffed with stars, gas and dust. Astronomers have long wondered how stars can form in such chaotic circumstances. While they have known that stars are born there, they weren’t able to see the stars forming until now. Astronomers plan to search for more newborn stars in the region, and ultimately learn more about stellar births at the center of the Milky Way.

Traducao: (…)

Comentario da Matriz:

Simplesmente sensacional! Mais uma vez agradecemos o heroico esforco na busca de dados e a gentileza de nos ceder estes dados, ao mesmo tempo que ficamos embevecidos com a tecnologia humana. 

Mas… e agora? A Teoria da Matriz foi derrubada? O modelo de “A face de LUCA” nao correspondia `a realidade e nao passou de um mero devaneio na cabeca de Louis Morelli? Ou os metodos de investigacao aplicados com tanto sacrificio em longos 7 anos no inferno selvagem da Amazonia, os quais conduziram Luis Morelli a  calcular e modelar uma nova teoria astronomica, diferente de todas as que existiam, foram metodos errados ou aplicados erroneamente?  Tudo nao passou de um lindo sonho onde se viu “namoros no ceu entre astros, resultando em maes gravidas e gerando rebentos astronomicos pelo mesmo processo de embriogenese que sao gerados os seres vivos”?

E como fica a minha cara agora que existe registrado na Internet a minha intervencao em foruns questionando os experts sobre sua crenca na teoria oficial que relata nascerem as estrelas por geracao espontanea e ao acaso em simples aglomerados de poeira cosmica, ao mesmo tempo que informava-os de uma nova teoria e convidava-os a verem-na neste web site? E depois de reclamar publicamente que nao estavam sendo responsaveis e honestos os academicos astronomos que forneceram ao governo a Teoria Nebular como sendo cientifica, ensinando aos alunos como se fosse verdade cientifica que estrelas nascem assim se nunca ninguem havia visto o nascimento de uma estrela e que por muitos milhoes de anos ainda nunca ninguem podera’ ve-lo? Com esta foto fica perfeitamente claro que no nucleo de galaxias nao existem buracos negros e que a “Funcao 1″ nao existe… certo?

Errado! Os modelos sofreram um duro golpe, um baque tremendo, mas sobreviveram e retornam ainda mais fortalecidos! Foi sim constatado que havia um erro, mas nao de essencia, e sim apenas de “nomes”. O nome “buraco negro” devera’ ser mudado no modelo da face de LUCA, para algo como “Buraco Branco”. Mas o formato, a funcao e os eventos sugeridos pelo modelo, sao todos comprovados nesta foto.

Na verdade, quando eu tive que dar um nome para aquele aparato que surgia no modelo como nucleo do building block astronomico, veio-me `a mente o nome “buraco negro” por varias razoes:

1) Falava-se na existencia de buracos negros, eu procurei o livro mais famoso na epoca, do Stephen Hawkings, li apressadamente tudo o que pude a respeito, notei que tais fantasmas nao haviam sido observados, apenas detectaram determinadas manifestacoes em certas regioes do espaco, mas a matematica estava bem desenvolvida na elaboracao da teoria. Porem, notei tambem que as manifestacoes registradas que serviam de base para a crenca na existencia dos tais buracos negros se aplicavam tambem ao que deveriam ser as manifestacoes ao redor do nucleo do meu modelo. E como um dos meus graficos sugeriam que a linguagem matematica sempre extrapolava os limites naturais de determinada fase de um ciclo historico natural, devido aos matematicos se excederem na atividade mental muito alem dos dados reais, pensei que aquele fantasma do espaco nao existia daquela forma, e como os unicos dados disponiveis sobre buracos negros tambem podiam levar a uma modelacao teorica igual `a que eu tinha em maos, entao deveria aproveitar aquele nome. Mas nunca, jamais, o meu “buraco negro” se pareceu com o teorizado pelos fisicos encabecados por Hawkings. O nome nao me agradava porque eu via ali um vortice no espaco repleto de poeira energizada e luminosa, mas tive que engoli-lo, pois o modelo teria que conter todos os astros existentes, e nao havia no modelo nenhum buraco negro tal como o pintavam, mas como as bases de dados “batiam”, resolvia-se esta incomoda questao usando o mesmo nome;

2) O nucleo galactico, como aparece em meu modelo, tem a forma e a funcao de um utero, o qual se encontra ” num “buraco”, mais exatamente dominado orificio ou canal vaginal e portanto no escuro, portanto, nao se diria errado que para alcancar um ovulo, o espermatozoide tenha que atravessar um “buraco negro”. Isto reforcou minha decisao em usar o nome;

3) O nucleo galactico aparece no meu modelo como sendo “luminoso”. Minha ideia nesta epoca optava pelo nome “buraco branco”. Isto vai contra a ideia de buraco negro. Porem, ele e’ luminoso para um observador que estivesse situado dentro dele ou muito proximo ao seu redor, podendo ve-lo a olho nu. O nucleo e’ todo circundado pela poeira e detritos que desprendem  de cadaveres estelares, e isto formava – no modelo – um denso e opaco anel circular ou mesmo conico, o que impediria um observador situado muito distante de ver o nucleo luminoso. Ele deveria ver apenas uma regiao escura, sem forma, o que, mais uma vez sugeria a ideia de um buraco no espaco e ainda, negro. Ou seja: o buraco tanto pode ser visto como negro e como branco, e’ uma questao relativistica, apenas dependendo do ponto no espaco em que estao situados os observadores.  

Enfim, com a nova foto, descubro que cometi um grande erro, e mesmo um erro de etica, moral, pois intencionalmente eu procurei me aliar a uma ideia que me cheirava a corrupta. O excesso da matematica e’ uma corrupcao dentro da Ciencia, as figuras sugeridas por este excesso devem ser denunciadas, questionadas, nunca consentidas e muito menos, promovidas. Mas eu ia ter que enfrentar uma batalha sem ter recurso nenhum: como um semi-selvagem recem-saido da selva iria gritar ao mundo que esta historia de buraco negro agindo como canibal do espaco, devorador de estrelas e galaxias inteiras, monstro alado e invisivel,… nao existe, e nao poderia existir, pois nao constava de meus modelos feitos na selva… ?!

Mas se o modelo nao tivesse ali um elemento com o nome “buraco negro”, seria ainda muito menos atraente e muito mais ridicularizado. Eu confiava que o tempo e novos dados iriam destruir aquele fantasma, mas ate’ la’, eu ja’ teria morrido e meus modelos iam comigo para o tumulo… por isso vendi a alma ao diabo e agora pago o pato, tendo que mudar duas palavras na imagem da Face de LUCA e torcer para que a imagem antiga desapareca da Internet. Enfim, nao existe alternativa: a Funcao 1 e’ executada pelo “buraco branco”, por mais feio e estranho que seja este nome.

Para se ter uma ideia de como se encontra a controversia entre eu, de um lado, representando os modelos da Matriz, e os astronomos oficiais, do outro lado, reproduzo a seguir uma questao feita por um internauta e respondida por um astronomo, no site “Curious about Astronomy? Ask An Astronomer.” Porque esta questao foi feita por mim muitas vezes e esta resposta sempre foi a mesma:   

Has anyone ever seen a star “turn on”?

Internauta: ” What actual observational evidence has been collected for star birth? My friend states that no one has actually seen a star being born, but I told him that observation over a long time in star birth regions would show a star shining one day when it was not there earlier. Is there anything like that?”

Astronomer Ryan Anderson: ” I don’t think anyone has ever observed a star “turning on” like a switch has been flicked. Even though star formation can happen quite “quickly” compared to other astronomical events, it still can take hundreds of thousands of years for a molecular cloud to collapse and form stars. That time scale totally dwarfs a human lifespan, so the likelihood of looking at the exact place in the sky where a star begins fusion, and looking with a powerful enough telescope, is extremely low.

That said, we have seen stars at every stage in their evolution, because there are so many of them! I like to make the following analogy: Imagine that you are an alien scientist visiting the earth for one day, and you need to learn about the life cycle of humans. You can’t witness one human’s whole life in one day, but if you observe many many humans at different stages of life, you could piece together how humans are born, live, and die. ( Nao posso esperar pela traducao antes de levantar de meu tumulo gritando: “E porque entao nao te imaginas como um alien astronomer que nao conhece e nunca viu o aparecimento de nenhum tipo de astro celeste, e tenha a calma suficiente antes de tirar precipitadas conclusoes de geracoes espontaneas, para observar calmamente as varias formas dos astros e verificar se nao existe uma conexao entre estas formas, tal como a conexao do tempo que levaria uma forma a se transformar na outra e assim descobririas que tambem no ceu os astros nascem, vivem e morrem como os humanos?!” 

With telescopes like the Spitzer infrared space telescope, which can look through dust clouds and which detects infrared light like that given off by stars even before they begin fusion in their cores, we can take stellar “baby pictures”. (Check the Spitzer website for some spectacular examples)

For more information about star formation, check these links (the second one has cool videos of computer simulated star formation):

Wikipedia : Star Formation – Observations
UK Astrophysical Fluids Facility (cool movies!)”

 Comentario da Matriz:

Na descricao da Nasa, logo abaixo da foto, explica-se que nunca havia sido observada uma baby star, porque a densa area de poeira em volta delas era impenetravel aos nossos instrumentos opticos, mas felizmente o novo telescopio ultrapassou esta barreira. Bem… tudo isto estava previsto no modelo da Matriz. Mas o modelo da Matriz diz que existe um vortice turbilhonar naquele centro, que ali penetram cometas, que ali existe todo um processo definido em tres fases, que se assemelham as fases da formacao de seres vivos. E porque a foto nao capta tudo isto? Porque nada disso existe? Eu confesso que nestes momentos sempre ponho a Teoria da Matriz sob suspeita, `as vezes ate’ mesmo quase chegando `a mesma reacao que deve ter tido todo mundo, ou seja, jamais acreditar naquilo. Mas o acumulo de evidencias em 30 anos, suportando o modelo, e que so’ eu as tenho, me fazem persistir no estudo e consideracao do modelo. A explicacao seria talvez, ate’ muito facil: o “infrared” pode captar as poderosas fontes de energia dentro do vortice, (e estas esferas de energia constam do modelo da Matriz), mas nao pode captar as linhas espirais do vortice, as quais sao meramente correntes ou forcas magneticas. Para captar estas teremos que desenvolver novas tecnologias. E’ certo que, segundo o modelo da Matriz, estas correntes ou linhas de forca espiraladas arrastem consigo muita poeira e detritos adjacentes, o que deve criar uma figura conica mais visivel, ou seja, um cone meio-escuro dentro da molecular nebulosa de poeira externa, e esta formaria finalmente uma figura arrendondada. Mas se o infrared atravessou, ignorou mesmo, a parede externa de poeira, como ele poderia se deparar e registrar a parede menos densa e conica interna? Portanto, a foto por infrared nao pode anular a hipotese da existencia do cone nuclear.

Em seguida, poderiamos argumentar que o infrared nao registrou os dados que revelariam o processo embriogenetico que estaria produzindo todas aquelas esferas que denominaram de baby stars. Ora, jamais ele poderia captar este processo, pois ele deve demovar centenas de milhares de anos ou mesmo de milhoes de anos. Pode-se ver varias diferentes esferas mas nao pode-se ver a ligacao temporal que une uma morula a uma blastula e esta a um feto…  Este contra-argumento nao faz sentido. 

A descricao diz ainda que o centro galactico e’ um lugar agitado. O modelo da Matriz disse isso a 30 anos atras. Tudo o que esta’ dentro de um turbilhao quente e a girar, esta’ sendo agitado. Diz tambem que e’ um lugar caotico. O modelo da Matriz disse que os cometas e detritos maiores que penetram o turbilhao sao triturados primeiro na base inferior do cone, devido serem lancados uns aos outros, o que os leva a se fragmentarem. Por isso inclusive se usou a analogia com os liquidificadores. Portanto, a Matriz tambem falou nesse caos a 30 anos atras.

Mas esta’ sendo cometido um grande equivoco na interpretacao da foto pelos astronomos da Nasa, segundo o que diz a Matriz. Refiro-me `a ideia ligada ao nome “baby stars”.  Isto devido pensarem que estao vendo estrelas reais ja’ nascendo como estrelas. Mas nao se assistiu ainda o que vai acontecer a seguir. Aquelas esferas estao mesmo se transformando em estrelas normais? Ora, esta transformacao leva outros milhoes ou bilhoes de anos, ninguem podera’ jamais assisti-las para afirmar que sejam assim ou assado. Nao preciso repetir aqui o que os modelos da Matriz dizem a respeito, basta ver a imagem da face de LUCA.  Mas elas sao claras ao indicarem que estas esferas fotografadas vao, antes de tornarem estrelas adultas, serem expelidas da nuvem de gaz, vao se revestirem de poeira congelada e se tornarem nucleos de planetas, os quais vao se transformar em pulsares e so’ entao se tornarao estrelas adultas.  Este detalhe – este trecho que vai desde aquelas esferas fotografadas ate’ a final formacao de uma estrela adulta - e’ muitissimo importante pois ele esta’ na base da formacao das duas cosmovisoes – da cosmovisao astronomica e academica moderna, e da cosmovisao da Matriz. Astros por mera geracao espontanea ao sabor do acaso antes das origens da Vida, ou astros sendo gerados por processos primitivos vitais? Observe que nem uma das duas cosmovisoes tem suporte cientifico, pois aquele trecho nao foi observado e nao pode ser comprovado, ainda. nao me venham dizer que a teoria academica e’ cientifica e a da Matriz nao e’, pois isto nao e’ verdade e todo mundo sabe disso! 

QUANTO AO TEMA DA PERGUNTA E RESPOSTA ACIMA:

Os amigos do internauta parece terem caido do ceu, pois ate’ agora eu pensava que era o unico que tinha observado este detalhe – de que nao existe teoria cientifica sobre formacao de estrelas ja’ que qualquer teoria nao e’ testavel, pois o processo nao pode ser observado - e atormentava os fanaticos crentes na Teoria Nebular. Ao menos nunca tinha visto ninguem mais fazer esta pergunta ou escrever esta observacao em algum lugar. Mas se os amigos do internauta estao do meu lado nesta pergunta, o internauta (que parece discordar dos amigos) erra quando supoe que um dia poderemos ver uma estrela brilhando onde antes nao existia nenhuma, pois se nos a ver-mos brilhando, nos nunca teriamos visto aquele ponto sem estrela brilhando nele. Talvez ele tenha sido engando pela leitura da biografia de Galileu. Diz-se que certa noite Galileu, que talvez fosse o unico homem na Terra a ter aquelas lentes poderosas na observacao do ceu, ja’ que ajudou a desenvolve-las – saiu altas horas da noite `a rua, apenas vestindo ceroulas, e gritando enquanto apontava para o ceu: ” Vejam, apareceu uma nova estrela no ceu que nao estava nos mapas! Isto significa que o Universo nao e’ estatico e imovel como diz a Biblia! Nele acontecem eventos, ele se move!” Exageros `a parte, se a estrela que Galileu viu e que os antigos nao teriam visto poderia ter sido uma supernova, originaria da implosao de um pulsar. Os modelos da Matriz sugerem que este evento pode ser realmente rapido: desde a bilhoes de anos atras o nucleo do astro vai comendo ou sugando os atomos ao seu redor que formam a crostra geologica do astro, vem comendo de dentro para fora, e chega um tempo em que a crosctra se tornou tao fina que pode de repente se colapsar toda e entao o astro revela no seu espelndor o seu nucleo tao efersvecente que se torna luminoso. Mesmo assim estou propenso a pensar que este colapso e essa revelacao tomaria um tempo muito grande para ser visto por inteiro dentro de umas poucas geracoes humanas. Mas… pode ser.  Porem neste caso a nova estrela brilhante nao teria sido formada naquele instante pela nuvem de gaz, nao teria vindo diretamente de uma baby star e sim seria uma supernova vindo da forma de um pulsar. 

Porem, ainda para mim, em particular, a mais emocionante e alvissareira parte desta noticia, nao esta’ praticamente na foto que confirma a Matriz, nem mesmo na noticia em si, e sim na questao e pergunta que fui encontrar atraves desta noticia. Me refiro ao astronomo tendo a ideia de se imaginar um extraterrestre observando humanos em varias formas diferentes sem saber que eram todas formas de um unico ser humano e assim descobrindo que temos um ciclo vital. Ele esta’ tendo a mesma ideia que tive numa madrugada em que estava trepado na copa da arvore mais alta do meu nicho na selva, para observar a linda e inigualvael noite estrelada da Amazonia e tentando penetrar seus segredos, a 35 anos atras… E isto promete que ele vai chegar onde cheguei, por si so’… Aleluia! 

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Outro Artigo sobre a materia. Os trechos em vermelho sao comentados pela Matriz, a seguir.

Baby Stars Finally Found in Jumbled Galactic Center

http://www.spitzer.caltech.edu/Media/releases/ssc2009-13/release.shtml

For Release: June 10, 2009

PASADENA, Calif. — Astronomers have at last uncovered newborn stars at the frenzied center of our Milky Way galaxy. The discovery was made using the infrared vision of NASA’s Spitzer Space Telescope.

The heart of our spiral galaxy is cluttered with stars, dust and gas, and at its very center, a supermassive black hole. Conditions there are harsh, with fierce stellar winds, powerful shock waves and other factors that make it difficult for stars to form. Astronomers have known that stars can form in this chaotic place, but they’re baffled as to how this occurs. Confounding the problem is all the dust standing between us and the center of our galaxy. Until now, nobody had been able to definitively locate any baby stars.

“These stars are like needles in a haystack,” said Solange Ramirez, the principal investigator of the research program at NASA’s Exoplanet Science Institute at the California Institute of Technology, Pasadena. “There’s no way to find them using optical light, because dust gets in the way. We needed Spitzer’s infrared instruments to cut through the dust and narrow in on the objects.”

The team plans to look for additional baby stars in the future, and ultimately to piece together what types of conditions allow stars to form in such an inhospitable environment as our galaxy’s core.

“By studying individual stars in the galactic center, we can better understand how stars are formed in different interstellar environments,” said Deokkeun An of the Infrared Processing and Analysis Center at Caltech, lead author of a paper submitted for publication in the Astrophysical Journal. “The Milky Way galaxy is just one of more than hundreds of billions of galaxies in the visible universe. However, our galaxy is so special because we can take a closer look at its individual stellar components.” An started working on this program while a graduate student at Ohio State University, Columbus, under the leadership of Ohio State astronomer Kris Sellgren, the co-investigator on the project.

The core of the Milky Way is a mysterious place about 600 light-years across (light would take 600 years to travel from one end to the other). While this is just a fraction of the size of the entire Milky Way, which is about 100,000 light-years across, the core is stuffed with 10 percent of all the gas in the galaxy — and loads and loads of stars.

Before now, there were only a few clues that stars can form in the galaxy’s core. Astronomers had found clusters of massive adolescent stars, in addition to clouds of charged gas — a sign that new stars are beginning to ignite and ionize surrounding gas. Past attempts had been unsuccessful in finding newborn stars, or as astronomers call them, young stellar objects.

Ramirez and colleagues began their search by scanning large Spitzer mosaics of our galactic center. They narrowed in on more than 100 candidates, but needed more detailed data to confirm the stars’ identities. Young stellar objects, when viewed from far away, can look a lot like much older stars. Both types of stars are very dusty, and the dust lying between us and them obscures the view even further.

To sort through the confusion, the astronomers looked at their candidate stars with Spitzer’s spectrograph – an instrument that breaks light apart to reveal its rainbow-like array of infrared colors. Molecules around stars leave imprints in their light, which the spectrograph can detect.

The results revealed three stars with clear signs of youth, for example, certain warm, dense gases. These youthful features are found in other places in the galaxy where stars are being formed.

“It is amazing to me that we have found these stars,” said Ramirez. “The galactic center is a very interesting place. It has young stars, old stars, black holes, everything. We started mining a catalog of about 1 million sources and managed to find three young stars — stars that will help reveal the secrets at the core of the Milky Way.”

The young stellar objects are all less than about 1 million years old. They are embedded in cocoons of gas and dust, which will eventually flatten to disks that, according to theory, later lump together to form planets.

Other collaborators include Richard Arendt of NASA’s Goddard Space Flight Center, Greenbelt, Md.; A. C. Adwin Boogert of NASA’s Herschel Science Center, Caltech in Pasadena; Mathias Schultheis of the Besancon Observatory in France; Susan Stolovy of NASA’s Spitzer Science Center, Caltech in Pasadena; Angela Cotera of SETI Institute, Mountain View, Calif.; and Thomas Robitaille and Howard Smith of Harvard Smithsonian Center for Astrophysics, Cambridge, Mass    

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