Os Fotons Escuros Luminosos: E a Dadiva do Poder do Mais Elevado Conhecimento

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A posição humana em relação `a busca do conhecimento sera’ melhor entendida se imaginar-mo-nos agora situados no centro da Terra. O conhecimento nos espera nos quatro quadrantes a partir do centro: a sudeste e sudoeste, a noroeste e nordeste. Para o sul vamos  cada vez mais descendo no microscópico e para o norte vamos subindo no macrocosmos.

No momento que pensei nesta analogia, descobri algo muito curioso: o cérebro humano esta’ construído exatamente nesta configuração dos quadrantes, como se fosse previamente desenhado para conquistar e armazenar todo o conhecimento universal.

Senao, vejamos: se nos situar-mos no centro do cérebro, mais próximo ao hipocampo, vemos a nossa esquerda o hemisfério esquerdo, que corresponde ao lado geográfico compreendido por sudoeste e noroeste; e vemos a nossa direita o hemisfério direito, que corresponde ao lado geográfico compreendido por sudeste e nordeste. Acima da nossa posição geográfica esta’ o Polo Norte, abaixo o Polo Sul. Tambem no cérebro, na parte baixa esta’ o cerebelo, a morada dos eus inferiores que herdamos dos instintos animais; enquanto na parte alta do cérebro esta’ o córtex, a região de onde emana a auto-consciência e se constrói o nosso eu superior.

Depois de dar a volta por todo Universo e chegar a suas ultimas fronteiras desvendando os segredos do mundo físico material, a cosmovisão da Matrix/DNA esta’ agora parada nas duas regiões fronteiriças, a de cima, e a de baixo. A microscópica e a macrocósmica. Na macrocósmica paramos no oceano escuro de matéria negra e na onda de luz original que banha este oceano, a radiação cósmica de fundo. Nas regiões microscópicas estamos parados nas partículas ultimas desta onda de luz, os fótons.

Porque já sabemos que a onda universal carrega em si as sete funções de todo sistema natural completo e funcional, e como ela gera o atrito ao passar pela matéria negra criando as energias, e dividindo tudo nestas sete funções para gerar todos os sistemas naturais. Enquanto não desenvolver-mos os nossos atuais sensores naturais e tecnológicos sera’ difícil avançar no conhecimento desta quase abstrata entidade cósmica. Nossos olhos então estão mais voltados para as regiões microscópicas, as partículas fótons.

Partindo do nosso campo visual normal, fomos avançando pelas ondas na hierarquia das dimensões escalares, descendo pelo nível das minusculas células, dos átomos, e depois de suas partículas, chegamos `a dimensão quântica. Mas nessa dimensão a realidade novamente se dobra e escurece as regiões abaixo onde estão os fótons. Podemos imaginar o mundo físico boiando sobre um oceano de pontinhos escuros moventes, e só’. A unica coisa que podemos inferir e’ que estes corpúsculos escuros são fótons, de intensa luminosidade, tao intensa que seu brilho nos cega e vemos a escuridão. Mas ai esta’ o segredo mais poderoso para a especie humana hoje, pois se conseguíssemos adentrar o mundo dos fótons, dominaríamos todos os aspectos da matéria, da energia, do mundo físico.

Sabemos que cada fóton e’ a copia completa da onda de luz universal. Portanto eles são sistemas em si, e funcionais. Em si mesmos são ondas comprimidas no microcosmos, portanto constituídos de sete faixas de frequências/vibrações diferenciadas entre si. E o mais importante: sabemos que eles se conectam em redes, networks, que eles adentram os elétrons dos átomos e assim – como os vírus fazem com as células – eles assumem a maquinaria e administração dos átomos, conduzindo-os a se combinarem para formarem sistemas, sempre modelados pela formula da Matrix/DNA, que e’ a forma da onda de luz universal.

Precisamos de alguma maneira limpar o negrume que esconde estes fótons, precisamos ver como estão formando o tórax humano, o sistema galáctico, o cérebro, cada célula, cada molécula, etc. e etc. Assim podemos ajuda-los a vencer os obstáculos que causam os defeitos nestes sistemas. As doenças nos humanos. As intempéries nos planetas e sistemas astronômicos…

Quando dois fótons se conectam devem criar uma ponte entre eles. De que sera’ feita esta ponte? Da mesma substancia deles? Serão extensões deles? Nas moléculas orgânicas os átomos se conectam através das pontes do semi-átomo, o primeiro a se formar como protótipo de átomo, o mais primitivo, o hidrogênio. Existira’ um tipo de fóton mais simples, mais primitivo, disponível no meio da material, que e’ capturado entre dois fótons superiores para formar seus elos de conexões?

As boas teorias sempre vão na frente das grandes descobertas. Elas tem guiado os humanos para as descobertas. Porque uma teoria gera uma vontade incansável na mente humana de buscar sua confirmação, de encontrar o objeto teorizado. Quando Lemaitre iniciou a teoria do Big Bang, tanto ele como a mente de muitos sentiram o desejo enorme de encontrar algo que fosse evidencia, e este desejo oculto na mente de dois radiotécnicos fê-los perceber que o ruido nos seus aparelhos estariam relacionados com o Big Bang. Quando Einstein elaborou suas teorias fantásticas mencionando espaços curvos encurvando a luz ele guiou mentes sedentas de encontrar evidencias a mentalizar uma experiencia e aproveitar a oportunidade unica de uma eclipse, para verem o objeto dos sonhos, a luz se encurvando.

Mas existem as teorias erradas, e nao sabemos se esta e’ uma boa teoria ou uma errada. Mas mesmo assim, quando se trata da evolução do conhecimento humano, melhor uma teoria errada do que teoria nenhuma. Os índios não formulavam estas teorias, e vemos no que deram. Quando uma teoria esta’ errada ela serviu de grande beneficio para nossa evolução, pois nosso conhecimento tem evoluído na base da tentativa e erro. Cada erro sofrido vai sendo eliminado das possibilidades e assim vamos cada vez mais nos aproximando do acerto.

Portanto, temos uma teoria, e temos agora uma vontade incansável de alcançar o reino fantástico dos fótons, um reino que revela os calcanhares da onda de luz original que veio junto ou deflagrou o Big Bang. Que extrapola as fronteiras do nosso universo perceptível e nos leva aos limiares da Criação… e talvez aos calcanhares do Criador. Estamos procurando agora uma maneira de mergulhar-mos nas trevas que antecede o reino dos fótons, isto nos ocupara’ a mente dia e noite, premissa necessária e suficiente de que vamos chegar la’.

 

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