Planetas Solitarios: Evidencia prevista no modelo da Matrix/DNA

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O nosso modelo teorico astronomico indica que – ao menos no primeiro metodo de formacao dos astros – eles sejam forjados apenas como nucleos dentro de vortices nucleares em meio a poeira cosmica e emitidos ao espaco livre onde sofrerao as mudancas de formas tal como corpos humanos passam por mudancas de formas ao longo de seu ciclo vital. Entao a 30 anos atras quando registramos o copyright da Matrix/DNA, fomos o primeiro a sugerir que tal estranheza exista, ou seja, planetas solitarios vagando no cosmos sem estarem atrelados a nenhum sistema estelar. Claro, na epoca isto parecia uma aberracao ilusoria aos astronomos, pois era impossivel de acordo com a teoria academica. mas recentemente ocorreu a surpreendente descoberta de um planeta em tais condicoes e depois outros mais foram descobertos. O artigo a seguir fornece informacoes sob a perspectiva da teoria academica.

http://imagensdouniverso.blogspot.com/2014/08/planetas-andarilhos-os-planetas.html

Planetas andarilhos, os planetas solitários que vagam pelo universo

Planetas solitarios ou andarilhos

Um planeta andarilho (ou planeta de livre flutuação) é, geralmente, um corpo do tamanho de Júpiter que habita o espaço entre as estrelas, sem estar ligado pela gravidade a qualquer uma delas (como a Terra está ligada ao Sol, por exemplo). Isso significa que é um planeta sem uma estrela-mãe. Os cientistas creem que estes planetas são formados diretamente a partir do colapso de nuvens de gás interestelares (como estrelas) sem massa para inflamar (como uma anã marrom), ou que são formados em um sistema planetário e de alguma forma “superam” a gravidade de sua estrela e ficam livres dela (na verdade, são expulsos do sistema). Essa segunda opção ocorre quando um planeta, que normalmente é de grande massa, migra em direção à sua estrela-mãe. No processo, passa através dos materiais que sobraram da formação daquele sistema. Naturalmente, todos os planetas entre o planeta migrante e a estrela-mãe serão afetados. Alguns mudarão sua órbita (movendo-se para mais perto ou mais longe da sua estrela hospedeira), outros podem entrar em uma rota de colisão com um objeto diferente (uma lua ou outro planeta) e serem destruídos, e ainda outros podem ser ejetados do sistema, e se tornarem “andarilhos”. Vamos dizer que o planeta que se dirige a sua estrela-mãe tem cinco vezes a massa de Júpiter. Ele pode gravitacionalmente ejetar um planeta menor, mesmo que este tenha a massa de Júpiter (o que é muito grande). Isto implica que pode haver vários planetas andarilhos que foram ejetados de todos os sistemas que tem um “Super Júpiter” (planetas grandes e quentes) orbitando de maneira muito próxima sua estrela-mãe. Na verdade, esse cenário é bem provável. Pesquisadores descobriram recentemente que estes planetas livres são muito comuns. Pode haver quase o dobro deles em comparação com o número de estrelas. Só que, infelizmente, eles são muito difíceis de observar, uma vez que a maneira mais simples de encontrar um planeta é estudando o efeito que ele tem em sua estrela-mãe – quando um planeta passa na frente de sua estrela, obscurece sua luz por um momento. Para acompanhar esses planetas andarilhos, os cientistas monitoram o céu, observando o efeito que eles têm nas estrelas que estão muito, muito mais distantes do que os próprios planetas. Eles entortam essa luz das estrelas de fundo, fazendo com que se amplie e brilhe mais forte. Porém, essa técnica faz com que seja quase impossível observar planetas andarilhos menores, com a nossa tecnologia atual. E, mesmo se encontrarmos um, vai ser extremamente difícil de rastreá-lo. O que é um pouco triste, visto que tecnicamente devem ser mais numerosos do que os corpos do tamanho de Júpiter. Quanto à habitabilidade desses planetas solitários, eles são extremamente frios, mas talvez não tão frios quanto seria de se esperar, visto que frequentem o abismo que é o espaço interestelar. Certos gigantes gasosos, como Júpiter e Saturno, emitem mais energia do que recebem do Sol. Além do calor gerado durante a contração do núcleo do planeta, o decaimento radioativo é uma fonte de calor que captura uma quantidade considerável de calor gerado durante a criação do planeta. Então, qualquer um destes planetas nômades pode permanecer gasoso, apesar do frio intenso. Também é possível (mas improvável) que alguns desses planetas mantenha a sua lua (ou luas) após a expulsão do sistema. O aquecimento provocado pelas marés do satélite seria uma outra fonte de calor para o planeta. No entanto, seria mais óbvio dizer que eles são, em geral, frios demais para abrigar a vida como a conhecemos.

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