Matemática: Porque não é a logica da Natureza

xxxx

Muitos acadêmicos estão me cobrando a matemática que apliquei para desenvolver a Matrix/DNA Theory, alegando que sem matemática não tem valor cientifico. muitos não-acadêmicos mas intelectuais curiosos por Natureza ficam de olhos arregalados me perguntando de onde tirei estas ideias. ” Nunca houve origens da vida neste Universo”, ou ” não existe código genético”, ou na galaxia tem astros executando funções de machos e de fêmeas”, ou ” uma onda de luz contem o código da vida”, etc., realmente são frases nunca proferidas por outro ser humano. E nas explicações do porque destas frases, os ouvintes ficam boiando. E eu não tenho palavras para responder a resposta pois é algo relacionado ao funcionamento da psique que ainda não entendemos. Apenas sei dizer que os sete anos na selva me fez uma lavagem cerebral da cultura da civilização humana e neste estado regredido de mente vazia a selva com sua natureza bruta tratou de preenche-la. Eu não usei matemática, apenas me deitava na terra e ficava com os ouvidos colados nela tentando ouvi-la. Assim fiz com as arvores, com animais, a atmosfera, os rios e tudo o mais. Captei com o coração, não com a logica acadêmica. E como não tenho certeza se captei certo ou errado… fica tudo para o tempo responder a estes acadêmicos e intelectuais. Mas tenho a impressão que o mundo se explica por um segredo que não conhecemos ainda, e não pela logica matemática.

Vamos começar com um exemplo.

Desenhe uma esfera. Divida a esfera em 3 partes iguais. Para cada parte os humanos recorrem ao que eles inventaram e chamam de matemática, e dizem que vale 1/3, ou 0,333… Mas se você somar três vezes 1/3, obtém, 3/9. A esfera toda dizem que vale 1 inteiro. Ora, 3/9 não é 1. Ou então dizem que cada parte vale 0,333…. Some três vezes 0,333. Obtem 0.999…. O que não é 1.  Podes dizer que o pedacinho da esfera que ficou faltando vai aparecer quando você estender o numero, como 0,33333333… e por diante por todo o infinito. Não adianta, você sempre vai obter o 0,99999999…. Então, onde esta’ o pedacinho faltante?

Não tem pedacinho faltante, a Natureza não faz desaparecer pedacinhos no nada. Foi você que começou tudo errado, não a Natureza. Ela não fala matemática, não funciona pela logica matemática e não quer saber de matemática, ela é o que ela é, e a logica dela, ou ausência de logica alguma, não é a logica da matemática do cérebro humano.

Mas então como vamos resolver este problema de fazer 3 partes iguais ser igual a 1? Continuas errando. Ja disse que a Natureza, que é a inventora de esferas, não fala, não calcula com números e logica matemática. Você insistiu em dizer 3, 1, assim não vai a lugar algum. Tem que existir uma outra maneira de fazer o cérebro se sincronizar com a figura da esfera,  e com uma esfera dividida em 3… ( epa, olha eu escorregando na manteiga também), quer dizer, uma esfera dividida do jeito que você dividiu no desenho e exprimir isso com outro simbolo, outra logica que não matemática.

Um outro exemplo, se refere ao interessante fenômeno natural de muitas estruturas apresentarem uma bi-lateral simetria, o que produz o que denominamos de “beleza”. Procurando o segredo por tras disso, humanos perceberam nestas arquiteturas existe um padrao repititivo com uma razao proporcional e medindo este padrao com base na matematica encontraram o numero 1,618. Assim surgiu o mistico numero Phi e toda vez que os academicos observam o fenomeno suas mentes correm imediatamente para o Phi e pensam o fenomeno matematicamente. Sabe qual o resultado? Se cegam assim para um dos mais belos segredos da Natureza. Observando este fenomeno na selva e sem pensar com logica matematica mas sentindo-o como natural selvagem eu acabei descobrindo que aquele padrao e’ o mesmo que se repete toda vez que existe na Natureza um processo de reproducao de alguma coisa. Por exemplo, a meia haste esquerda do DNA se reproduz confeccionando a outra meia face `a direita. Mas quem executa todas estas reproducoes ‘e um flusxo de energia/informacao que corre dentro do cirtcuito dos suistemas. Quando ele nao esta ativo fica parado sempre num mesmo local. E sem usar matematica, mas curioso do porque humanos veem matematica onde nao existe matematica e sim um simples frnomeno vital, olhei o ponto de repouso dpo elemento em relacao ao tamanho da esfera do cirdcuito e vi o numero 1,618. Incomodado pequei reguas, medidores, desenhei o circuito da formiula e medi tudo. Agora tinha a certeza matematica de que, para os matematicos, aquele ponto e’ um numeo, o 1,618. Para mim sempre que ver tal fenomeno vou pensar em funcionamento sustemico, principio vital, o mecanismo das reproducoes, nunca num numero. Assim, temos duas diferentes visoes do mundo, com dois significados opostos entre si.

” Ora, mas é claro que a Natureza tem a ver com matemática. Nos colocamos um satélite em orbita de Marte, fizemos um robot descer na atmosfera no angulo corretíssimo para não ser queimado, tudo baseado na matemática.”

” Errado! A prova disso é que a tecnologia produzida pela humanidade esta’ se tornando cada vez mais desumana e anti-natural, confrontando, trombando com a Natureza.  Agora você vai ter lixo de ferro e borracha em Marte, para não dizer outros efeitos negativos para Marte. Existe outra maneira de obter conhecimento sobre Marte, que se sintoniza com o significado ultimo da Natureza. Existe outra forma de fazer tecnologia de maneira que um objeto levantar voo com sua própria energia, voe na ausência de gravidade ao senti-la e procurar o jeito, e entre na atmosfera atravessando-a, acompanhando as ondas do campo eletromagnético ou orbitando de acordo com as camadas de densidades da atmosfera até pousar no solo,… sem usar matemática, apenas os seus sensores de sentir a Natureza e se adaptar a cada lugar ou composição dela. Mas sabe porque mesmo esta’ errado? Quando você vai representar matematicamente cada uma das três partes de uma esfera, você cai numa dizima periódica que tende ao infinito. Então esta’ errado, porque a esfera não tem nada de se estender ao infinito, ela é um fenômeno que surgiu agora feita por você e continua aqui e agora, ela começa aqui e termina aqui,  nada tem a ver com infinito. Isto quer dizer que a continuação da dizima não pode se estender ao infinito, ela tem que parar antes de alguma forma. E como ela para? Não para,… ela se transforma.

Você vai dividindo uma coisa, um fenômeno natural concreto do aqui e agora, digamos, um átomo. Começa dividindo em duas partes. Depois das duas você faz 4. Das 4 faz 8… e continua. Chega a um ponto que não tem mais massa para dividir, você estará dividindo energia, o objeto não é mais um átomo. E nesse ponto você caiu na dimensão submicroscópica que é estudada pela mecânica quântica, onde as leis não são as leis do nosso mundo aqui e agora. Não sabemos ainda entender esse mundo de outras leis, mas de uma coisa temos certeza: ele é o suporte, é a base, a infraestrutura do mundo dos fenômenos aqui e agora. Estes fenômenos aqui e agora são construídos em cima daquela base, mas como não obedecem as leis da base, ele é um edifício como um castelo de areia, não tem apoio na realidade ultima.

“São nestes fenômenos irreais do aqui e agora, na construção do castelo de areia sobre areia movediça, que a matemática acerta. A matemática é uma logica errada em relacao ao mundo real ao mesmo tempo que é uma logica certa em relacao a um mundo ilusório. Se você quiser captar a logica do mundo real, procure a logica do mundo do mundo real. A matemática não nos fornece o sentido, o significado ultimo, a visão correta do mundo na sua totalidade, apenas uma visão desta nossa efêmera e imediata parte do mundo. Por isso a visão de mundo da Matrix/DNA se aproximou mais da tradução correta das verdadeiras leis, descobriu os mecanismos e amplos processos: por não ter usado a logica matemática e sim, ao observar a esfera dividida daquele jeito, apenas a memorizou daquele jeito, evitando a tentação de julga-la matematicamente como os humanos fazem normalmente.”

Tags: