Luz: A Fórmula Para Criar a Vida?

LUZ Criando Vida: A Maior Descoberta de Todos Os Tempos?

( translation from Portuguese to English by Google translate)

Esta descoberta aconteceu dia 03 de março de 2011, às 03;00 da manhã. Eu penso que é uma das maiores descobertas de todos os tempos. Nós e tudo o mais no Universo somos criados pela Luz!

Já descobrí a Matriz/DNA Universal, descobrí LUCA, encontrei a fórmula para um Sistema Natural Fechado Perfeito, e muitas outras coisas mais. Mas essa da LUZ sinto que foi a descoberta mais importante de tôdas,  foi quando eu cheguei mais próximo da fonte criadora de tudo e sinto que daqui não tem mais como avançar com esta forma e inteligência precária humana.

Será Deus? Pois quem, ou o que, criou, emitiu, a LUZ,  é a Fonte da LUZ, é o Supremo Criador!

Um raio de luz é algo vivo! Tal como nós, humanos! Porem mais do que nós, êle é um código genético, como o DNA! Aliás, êle criou o DNA. Êle é a Matriz universal! Um raio de luz tem um período de existência e durante êsse período êle apresenta um ciclo vital. Como nós, êle passa pelas formas de embrião, bebê, criança, jovem, adulto e morre, se desfazendo em fragmentos como um cadáver! Isto é fenomenal!

Estamos tocando as vestes de Deus! 

A Luz é como um DNA puro que na primeira vez que se moveu na substância primordial gerou a primeira partícula, a qual já era um sistema natural, e a qual evoluiu para a forma de átomo, de galáxias, de células vivas, de plantas e animais, de homens, e agora da auto-consciência!

Até ontem já sabiamos como foi tôda essa evolução, mas a fonte das origens permanecia desconhecida, estávamos parados nos vórtices quânticos pipocando no espaço mesmo antes do Big Bang, mas qual era a fonte dêstes vórtices, o que realmente eram êstes vórtices que já apresentavam em si as sete propriedades vitais na forma das fôrças naturais primordiais? Agora descobrimos: não são apenas vórtices, são as ondas de uma LUZ! 

Então a LUZ existe antes do Universo! E veio de algo, de algum lugar além do Universo e já veio com a fórmula para criar tudo o que aqui existe hoje!

É a presença de uma mensagem operativa em código, e a recente presença da auto-consciência como ultimo produto dessa evolução que não me deixa outra alternativa senão a de concluir que a FONTE dessa LUZ é uma Inteligência!

Meu Deus… nêsse momento é indescritível o estado de maravilhamento em que me encontro! E orgulhoso; cheguei aos pés de Deus condizindo-me pela minha inteligência e no maior dos sacrifícios. Um menor abandonado que cresceu ao relento e ficou raquítico pela fome e que chega aos 50 anos sem nada, tão nu como veio ao mundo, mas foi uma luta de gigante!e a FONTE é Deus e êle está me permitindo tocar seus pés… êle porque êle testemunhou e decidiu que eu mereço.

Perdoe-me o desabafo.

Agora me admiro porque eu estudei a vida tôda sem parar, todas as áreas de tôdas as Ciências mas exatamente quando chegava na Física da LUZ eu não me aprofundava, passava por cima. Tinha o pré-julgamento que a luz é algo tão imaterial, tão intocável, abstrato, que ela não deveria ter nenhuma influência importante nas origens e evolução. Quantas vêzes me passou perante a cara o gráfico do espectro eletro-magnético e nunca lhe dediquei mais que um piscar do olhar! Mas o segrêdo supremo estava ali! Só fui olhar com curiosidade para o gráfico ontem quando lia o artigo abaixo e o autor disse a palavra “biofóton”. Biofóton… era a mesma imagem, a mesma solução que meus calculos haviam produzidos e aos quais denominei “genes semivivos”. Oriundos da radiação estelar. O circuito do ciclo vital estava flutuando em minha mente quando olhei o gráfico e de repente, tudo se esclareceu…

A LUZ! A chama criadora de Deus! seja êle um ser onipotente ou ser natural, mortal, tão frágil como eu, mas assim o amaria ainda mais! Assim o perdoaria tudo, como Pai e/ou Mãe ausente e irresponsável que tem sido.  o Perdoarei e o amarei se sempre continuar ausente, porque errar é do natural. Porque é o meu criador, o que me gerou, o carrego em minhas veias, e isso basta saber.      

Observe a figura acima. O Espectro eletro-magnético, ou seja, o campo da  LUZ, é uma onda que se amplifica formando ondas sucessivas, e isto é registrado no gráfico na forma da linha serpenteante. Tudo começa com uma fonte, que produza uma vibração. No inicio a frequência da luz é a mais elevada e a linha avança diminuindo a intensidade de vibração. Mas seja em qualquer meio que ela se propaga, digamos, no éter, as mudanças de frequência geram as várias côres, em primeiro lugar. Mas se propagando em alguma substância mais densa, estas mudanças produzem efeitos diferentes, profundos, na substância. essa substância, seja éter, matéria escura, amnion universal, ou mesmo matéria mais densa, vai sendo modelada e apresentando o que na sua dimensão representa as formas de feto, criança, adulto, ou seja, é animada por um ciclo vital.

Antes já tinha percebido como a Natureza gera um novo sistema natural, seja um átomo, uma galáxia, ou uma célula. Ela dispõe inicialmente de uma porção qualquer de substancia informe, como por exemplo, de poeira estelar. Adensando gravitalmente se no espaço sideral ou pela força de atração entre os fragmentos da substância se na ausencia de gravitação, e formando uma espécie de bolota qualquer ela lhe aplica a dinâmica do ciclo vital, o qual está bem explicito na fórmula da Matriz/DNA. Sob o ciclo vital a esfera se transforma a cada momento como nosso corpo se transforma tôdo segundo quando morre uma célua ou desaparece uma partícula, ou surge outra. Assim a forma original apresenta diversas diferentes formas que são fractais derivados de uma matriz inicial. mas a natureza não faz isso apenas uma vez. Ela faz muitas bolotas e mistura-as espalhando-as no espaço. De maneira que a probabilidade de que diferentes individuos que se encontram num mesmo local e num mesmo momento apresentando as diferentes formas físicas se conectam e formam um sistema. Assim um unico micro-organismo pode ter nascido na forma de um lisossomo, cresceu e tinha a forma de ribossomo, o qual continuou  e apresentou a forma de mitocondria, se encontraram vários dêles e em diferentes idades numa sôpa primordial qualquer e por simbiose se interconectaram dando origem ao primeiro sistema celular, o primeiro ser vivo!

Não olhe e não pense na luz artificial da lâmpada. Nem mesmo preste culto ainda á luz natural do Sol. Esta é uma herdeira, uma descendente muito distante, depois de incontáveis gerações. Pense na primeira. Quando a Luz chegou e ainda aqui tudo eram trevas.  

Raios, lá se vão não sei quantas noites sem dormir e não me lembro agora a quantos dias tive uma refeição normal. Para que continuar esquentando a cabeça para saber como explicar a quem vai receber tudo isso de mão beijada? Que vá nas formas aqui mesmo nêste site e entenda o resto. Para mim chega: o Universo está desvendado! Não há mais a minima brecha na sua História Total, de 13.7 bilhões de anos. Ainda fui um pouco mais alem disso, antes dêle nascer. Já tenho a idéia para onde isto vai. Agora só resta conhecer a FONTE. Mas esta, tudo indica, está muito aquém da minha capacidade. Serei louco se emprregar o resto da vida nessa busca. Eu paro por aqui. Boa noite!      

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Luz, Biofótons, Genes Semivivos: Registros para Pesquisas (Fazer Artigo)

http://mondovista.com/dnax.html

Is the DNA the Next Internet? Are humans really beings of light?

Dan Eden for viewzone.com

I get lots of suggestions for stories, and I really appreciate them. But some of them are too good to be true. An example of this was a story of a giant human skeleton — maybe 40 feet tall — that was discovered by a Russian archaeological team. The story had photos and links accompanying it and looked promising. But when the links were researched they went in a circle. Each link used the other link as the source. Finally the elements of the photos turned up and we recognized a good Photoshop job had fooled everyone.

I had this same experience this week when I was sent an article where a Russian (again) scientist, Pjotr Garjajev, had managed to intercept communication from a DNA molecule in the form of ultraviolet photons — light! What’s more, he claimed to have captured this communication from one organism (a frog embryo) with a laser beam and then transmitted it to another organisms DNA (a salamander embryo), causing the latter embryo to develop into a frog!

But this was just the beginning.

Dr. Garjajev claims that this communication is not something that happens only inside the individual cells or between one cell and another. He claims organisms use this “light” to “talk” to other organisms and suggested that this could explain telepathy and ESP. It was like human beings already had their own wireless internet based on our DNA. Wow!

I tried to find a scientific journal that had this experiment. All I could find were blogs and other websites that carried the same story, word for word, without any references. That is until I stumbled on the work of Fritz-Albert Popp. Then everything I had just read seemed very plausible.

Fritz-Albert Popp thought he had discovered a cure for cancer. I’m not convinced that he didn’t.

It was 1970, and Popp, a theoretical biophysicist at the University of Marburg in Germany, had been teaching radiology — the interaction of electromagnetic (EM) radiation on biological systems. Popp was too early to worry about things like cellphones and microwave towers which are now commonly linked with cancers and leukemia. His world was much smaller.

He’d been examining two almost identical molecules: benzo[a]pyrene, a polycyclic hydrocarbon known to be one of the most lethal carcinogens to humans, and its twin (save for a tiny alteration in its molecular makeup), benzo[e]pyrene. He had illuminated both molecules with ultraviolet (UV) light in an attempt to find exactly what made these two almost identical molecules so different.

Why Ultra-violet light?

Popp chose to work specifically with UV light because of the experiments of a Russian biologist named Alexander Gurwitsch who, while working with onions in 1923, discovered that roots could stimulate a neighboring plant’s roots if the two adjacent plants were in quartz glass pots but not if they were in silicon glass pots. The only difference being that the silicon filtered UV wavelengths of light while the quartz did not. Gurwitsch theorized that onion roots could communicate with each other by ultraviolet light.

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Unlocking the secrets of a plant’s light sensitivity

http://dpb.carnegiescience.edu/article/unlocking-secrets-plant%E2%80%99s-light-sensitivity

Article | December 13, 2010

Palo Alto, CA— Plants are very sensitive to light conditions because light is their source of energy and also a signal that activates the special photoreceptors that regulate growth, metabolism, and physiological development. Scientists believe that these light signals control plant growth and development by activating or inhibiting plant hormones. New research from Carnegie plant biologists has altered the prevailing theory on how light signals and hormones interact. Their findings could have implications for food crop production.
It was previously known that a plant hormone called brassinosteroid is essential for plant’s responses to light signals. This crucial steroid-type hormone is found throughout the plant kingdom and regulates many aspects of growth and development. Surprising new research from a team led by Carnegie plant biologist Zhi-Yong Wang shows that light does not control the level of brassinosteroid found in plants as was expected. Instead brassinosteroid dictates the light-sensitivity of the plant. It does this by controlling the production of a key light-responsive protein.

( Bem… isto parece ter implicações filosóficas e até religiosas. Deus est;a no ar, êle não força sua entrada em sua mente, é você quem escolhe ser receptivo a êle ou não. O que o artigo diz é que a luz está no ar, ela não é a responsável por produzir maior ou menor capacidade da planta para capta-la, e sim é a planta que determina, através de um estado (o estado de um hormonio) sua disponibilidade para a luz entrar ou não).
The team’s findings on interactions between brassinosteroid and light in sprouting seedlings have changed the prevailing model for understanding the relationship between light conditions and hormone signals in regulating photosynthesis and growth. Their results are published in Developmental Cell on December 14.
While under the soil’s surface, in the dark, plant seedlings grow in a special way that speeds the process of pushing the budding stem out into the air, while simultaneously protecting it from damage. This type of growth is called skotomorphogenesis. Once exposed to light, seedlings switch to a different, more regular, type of growth, called photomorphogenesis, during which the lengthening of the stem is inhibited and the leaves expand and turn green.
Many components are involved in this developmental switch, including brassinosteroid. Previous studies showed that mutant plants created to be deficient in brassinosteroid grew as if they were in the light, even when in the dark. Research also showed that many genes responded to stimulation from light and brassinosteroid in opposite ways. But scientists were unsure how this antagonistic process worked, especially after they found the levels of brassinosteroid in plant cells were not significantly different between plants grown in the dark or in the light.

Não entendo. Afinal o brassinosteroid não é o responsável pelo nível em que a planta se dispõe a receber a luz, como diz a frase acima?)

The Carnegie team’s new research identifies a protein called GATA2 as a missing link in this communications system. This protein tells developing seedlings which type of growth to pursue.
GATA2 is part of the GATA factor class of proteins, which are found in plants, fungi and many animals. GATA factors promote the construction of a variety of new proteins, the recipes for which are encoded in DNA. It does this by switching on and off different genes. In Arabidopsis, the experimental mustard plant used in this study, there are 29 genes for different members of the GATA factor family. Some of these have been demonstrated to play a role in flower development, the metabolism of carbon and nitrogen, and the production of the green pigment chlorophyll.
Wang’s team found that GATA2 switches on many genes that are turned on by light but turned off by brassinosteroid. It then showed that brassinosteroid inhibits the production of GATA2 and light stabilizes the presence of GATA2 protein in plant cells.

(Ok. Luz tem o poder de forçar sua entrada acionando ou expressando GATA2 que seleciona alguns genes relacionados ao crescimento das plantas. Mas então entra em ação os brassinosteroids que inibem estes genes. Com isso a luz estabiliza ou desacelera a produção da proteína GATA2 nas células das plantas.)
First, the team showed that GATA2 functions to turn on select plant growth genes in the presence of light. The scientists genetically manipulated Arabidopsis plants to cause the GATA2 protein to be overproduced. As a result, the plants started to show patterns of growing in light, even when they were in the dark. This manipulation demonstrates that GATA2 is a major promoter of light-type growth.

(Então a luz influenciando a planta está dentro da planta, em GATA2, e não no espaço exterior?)
What’s more, this is the same reaction that was produced when plants were genetically manipulated to be brassinosteroid-deficient. This means that the over abundance of GATA2 had the same result as the scarcity of brassinosteroids. These results show that GATA2 proteins and brassinosteroid hormones have antagonistic effects on developing plants.
Next, the Carnegie team showed that brassinosteroid is actually involved in inhibiting the actions of GATA2. Brassinosteroids turn on a protein that prevents GATA2 from working when the seedling is in the dark. This inhibition of GATA2 is stopped by exposure to light. This likely happens due to the involvement of yet another protein—one that is widely involved in light-signaling— although further study is needed to be sure.
Together all these results show that GATA2 is an important factor in signaling light-type growth. It also serves as a communications junction between internal plant systems that are turned on by light and those that are turned on by brassinosteroids.
“Brassinosteroids and light antagonistically regulate the level of GATA2 activity, and thus the creation of proteins stimulated by GATA2,” says Wang. “As a result, GATA2 represents a key junction of crosstalk between brassinosteroid and light signaling pathways.”
The framework created by this research leaves plenty of avenues for further study of the various components of light signaling in plants. Some other members of the GATA class of proteins may be involved, as well as other light (?)-

( Qual outra luz?!)

This study was supported, in part, by grants from the National Institute of General Medical Sciences, National Science Foundation of China, and Ministry of Agriculture of China.

The Carnegie Institution for Science (carnegiescience.edu) is a private, nonprofit organization headquartered in Washington, D.C., with six research departments throughout the U.S. Since its founding in 1902, the Carnegie Institution has been a pioneering force in basic scientific research. Carnegie scientists are leaders in plant biology, developmental biology, astronomy, materials science, global ecology, and Earth and planetary science.

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Phycociyanin/Cyanobateria é o maior captador de energia solar (bio-fótons), ou produtor de bio-fótons, pois foi a principal produtora de oxig6enico para formar a atmosfera terrestre, através da fotossintese. Notar suas propriedades relacionadas a cores da luz e comprimentos de ondas.

Ficocianina

Phycocyanin

From Wikipedia, the free encyclopedia

Phycocyanin is a pigment from the light-harvesting phycobiliprotein family, along with allophycocyanin and phycoerythrin. It is an accessory pigment to chlorophyll. All phycobiliproteins are water-soluble and therefore cannot exist within the membrane as do carotenoids, but aggregate forming clusters that adhere to the membrane called phycobilisomes. Phycocyanin is a characteristic light blue colour, absorbing orange and red light, particularly near 620 nm (depending on which specific type it is), and emits fluorescence at about 650 nm (also depending on which type it is). Allophycocyanin absorbs and emits at longer wavelengths than Phycocyanin C or Phycocyanin R. Phycocyanins are found in Cyanobacteria (previously called blue-green algae). Phycobiliproteins have fluorescent properties that are used in immunoassay kits.  The product phycocyanin, produced by Aphanizomenon flos-aquae and Spirulina, is used in the food and beverage industry as a natural coloring agent ‘Lina Blue’ and is found in sweets and ice cream.

The phycobiliproteins are made of subunits having a protein backbone to which a linear tetrapyrrole chromophores are bound.

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TGDAILY
Team produces weird optical phenomena – and rewrites the rules of refraction

http://www.tgdaily.com/general-sciences-features/58245-team-produces-weird-optical-phenomena-and-rewrites-the-rules-of-refr

Posted on September 2, 2011 – 06:26 by Kate Taylor

Researchers at the Harvard School of Engineering and Applied Sciences (SEAS) have induced light rays to behave in a way that defies the laws of reflection and refraction – and produced some weird fun-house images on the way.

The discovery has meant a rewriting of the rule books for the centuries-old mathematical laws that predict the path of a ray of light bouncing off a surface or traveling from one medium into another.

“Using designer surfaces, we’ve created the effects of a fun-house mirror on a flat plane,” says co-principal investigator Federico Capasso.

“Our discovery carries optics into new territory and opens the door to exciting developments in photonics technology.”

The conventional laws governing the way light moves from one medium to another – from air to glass, say – predict the angles of reflection and refraction based only on the incident (incoming) angle and the properties of the two media.

But while studying the behavior of light impinging on surfaces patterned with metallic nanostructures, the researchers realized that the usual equations didn’t cover the bizarre phenomena observed in the lab.

Essentially, the group’s discovered that the boundary between two media, if specially patterned, can itself behave like a third medium.

“Ordinarily, a surface like the surface of a pond is simply a geometric boundary between two media, air and water,” explains Nanfang Yu, a research associate in Capasso’s lab.

“But now, in this special case, the boundary becomes an active interface that can bend the light by itself.”

What makes the difference is an array of tiny gold antennas etched into the surface of the silicon used in Capasso’s lab and structured on a scale much thinner than the wavelength of the light hitting it.
This means that, unlike in a conventional optical system, the engineered boundary between the air and the silicon imparts an abrupt phase shift – a phase discontinuity – to the crests of the light wave crossing it.

Each antenna in the array is a tiny resonator that can trap the light for a given amount of time before releasing it. A gradient of different types of nanoscale resonators across the surface of the silicon can effectively bend the light before it even begins to propagate through the new medium.

The resulting phenomenon breaks the old rules, creating beams of light that reflect and refract in arbitrary ways, depending on the surface pattern.

The textbooks now need to be changed, adding a new term to the equations – the gradient of phase shifts imparted at the boundary.
“By incorporating a gradient of phase discontinuities across the interface, the laws of reflection and refraction become designer laws, and a panoply of new phenomena appear,” says Zeno Gaburro, a visiting scholar in Capasso’s group.

“The reflected beam can bounce backward instead of forward. You can create negative refraction. There is a new angle of total internal reflection.”

Comentário da Matriz/DNA: (estudar isso melhor)

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