Porque a diferente interpretação do mundo – Matrix/DNA – e’ necessariamente pratica

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( Artigo inacabado faltando ver o nome da molécula em portugues)

Um exemplo de como uma diferente interpretação dos fenômenos naturais – em relação `a interpretação acadêmica oficial, dita “científica”, pode atuar na pratica:

As várias áreas de estudos do cérebro e seus produtos, como os pensamentos, notadamente a neurologia e a psicologia academicas, estão cada vez mais se baseando na teoria de que o pensamento humano, que pode receber os nomes abrangentes de “mente” ou “consciência” sao produtos genuínos e diretos da evolução do cérebro. vai totalmente contra a ideia cartesiana de mente separada do cerebro. Por consequencia, todos recursos cientificos estao dirigidos a busca de mais dados restritos e limitados a este paradigma, seja na pesquisa sobre doenças mentais, na computação em busca da inteligência artificial, etc.

Por outro lado, a minha diferente teoria – ou diferente interpretação geral dos fenômenos naturais – faz as mesmas pesquisas mas baseada num diferente paradigma. Neste o cerebro e’ visto como hardware e a mente, ou conciencia, com o software. Esta dupla existiria em todos os sistemas naturais  como os anteriores `a existencia dos seres vivos, porem, nos nao vivos, o software e’ entendido como a simples entidade sistemica que regula internamente homeostase e demais fenômenos termodinâmicos. Ora, o hardware nao produz seu software, e apesar de possivel, tambem aparentemente o software nao produz seu hardware. O que existe e’ um processo paralelo evolutivo dos dois, em que um avança mais que o outro produzindo informações que serão absorvidas pelo outro que ao seu ver dara um passo a frente exigindo nova evolução do primeiro. Um longo processo de feed-back.

Não vou aqui citar as dezenas de analogias com fenômenos reais naturais e nem a s milhares de evidências ja reunidas para esta teoria e amplamente divulgadas no website. mas vou rapidamente mencionar um objeto de pesquisa agora que e’ intuído pela minha teoria mas nunca o será pela teoria acadêmica.

Trata-se da atuação na célula de uma molécula denominada ( …..). Esta evidente que esta molecula esta sendo formada e dirigida por alguma força a nível da totalidade do sistema, que nao pode estar resumida e ser emitida por apenas uma das partes do sistema. Esta molécula esta sendo o instrumento fisico adequado ao meio celular para executar funções intermediárias entre esta força sistêmica e as proteínas. Na minha teoria esta força sistêmica e’ definida como entidade abstrata dentro do sistema cujo outro nome e’ software. Se o conjunto cerebro-mente for realmente uma analogia ao conjunto computacional hardware-software, a mente será uma força que atua sobre a matéria física do corpo através de um instrumento intermediario, o qual corresponderia a esta molecula no caso celular. A partir desta possibilidade, passamos a procurar no cerebro quem seria este instrumento.

Enquanto isso, a teoria acadêmica baseada na visão diferente jamais terá qualquer razão para pensar num instrumento intermediário e portanto jamais o irá procurá-lo enquanto permanecer neste paradigma.

Tudo bem, ninguem tem provas definitivas de quem está certo ou errado. Mas se eu estiver certo, e se tiver as condições e recursos necessários experimentais, eu ou a quem herdar esta cosmovisão poderá um dia fornecer `as ciencias academicas o que ela necessita para seu grande salto evolucionário na solução de apenas algumas destas doenças mentais a milhares de anos vem torturando humanos sem que se tenha encontrado soluções em nenhum paradigma.

 

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