Montanhas da Criação ou A Placenta Celeste?

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A Placenta Celeste pela Teoria da Matriz/DNA Universal

Continua a controvérsia entre a Teoria da Matriz/DNA e a Teoria Nebular. O Spitzer, um telescópio que navega no espaço sideral nos manda esta foto. Estas massas de gás frio e de poeira cósmica ficam situadas numa região de formação de estrelas designada por W5, na constelação da Cassiopeia. O pessoal da NASA, que conhecem apenas a Teoria Nebular e desconhecem os modelos astronomicos da Teoria da Matriz/DNA, interpretam que estas massas são criadoras de estrelas e por isso deram o nome á foto de “Montanhas da Criação”. Enquanto isso a Teoria da Matriz/DNA interpreta a foto de outra maneira e sugere outro nome: A Placenta Celeste. E explica:

“No Vórtice existente nos nucleos galácticos ou naqueles “buracos brancos” formados pela poeira de estrelas velhas e em decomposição, surgem as esferas chamejantes constituidas principalmente de ferro e quando são expelidas ou abortadas  pelos vórtices estas esferas atravessam o horizonte de eventos que é constituído pela massa de gás, debris, detritos de astros e estrelas desfeitas. Nestas regiões frias o caldo chamejante da esfera se enrijece e seu magnetismo atrai as massas da região, as quais se agregam e cobrem a esfera. Assim, a esfera inicial torna-se nucleo adormecido de uma esfera maior, a qual vai se tornar as camadas geológicas ou crostras de rochas e os oceanos, e nesta fase os astros são por nós humanos denominados como “planetas”. Dormitando como o germe dormita na semente de um grão de milho, o nucleo vai ser despertado quando o planeta cair na órbita de uma estrela, cuja energia vai se infiltrar no solo do planeta e alcançar o germe nuclear. Quando ele é despertado tem inicio as reações nucleares, ou seja ele começa a se alimentar das particulas de energia dos atomos que constituem o seu envoltório. Por isso, assim como em todos os embriões vivos, aquela massa nutritiva vai nutrir a formação do germe e então ela faz o mesmo papel da placenta para os seres vivos. Quando termina a energia contida na placenta, o planeta tem sua superficie coberta por gigantescos vulcões em erupção, tornando-se o que denominamos “pulsar”, e então tôda a atmosfera colapsa-se e o astro desabrocha mil vezes mais crescido e luminoso, na forma de uma estrela supernova, como filha da estrela que a amamentou. Os modelos da Teoria Nebular estão baseados apenas na mecânica celeste Newtoniana, a qual se aplica razoavelmente aos sistemas estelares, porém, quando estes sistemas evoluiram para sistemas galácticos tornaram-se semi-mecânicos/semi-biológicos, e é esta superficial cobertura de Vida que rege o Cosmos que continua despercebida para a astronomia moderna humana.”    

 O Spitzer, ao estar equipado com câmaras de infravermelho, consegue penetrar nestas nuvens escuras e detectar esferas luminosas que eram desconhecidas até agora e com isso interpretam-nas como novas estrelas em formação. Segundo a Matriz, de fato as esferas estão envolvidas no processo da formação de estrelas, mas porém, não são estrelas jovens, como dizem. Estas esferas estão, para as estrelas, assim como aquele germe branco na ponta de um grão de milho está para o envoltótio amarelo e nutritivo do grão de milho.  Ou assim como um feto humano está para um adulto humano. Antes de serem estrelas, elas serão nucleos de planetas e depois, pulsares.

O Sptizer consegue esta façanha porque a luz infravermelha consegue viajar através da poeira, enquanto que a luz visível é bloqueada por ela. Além disso, a própria poeira é aquecida pela luz das estrelas circundantes e emite no infravermelho.

Bem,… vamos esperar o tempo – que é o maior e unico gabaritado juiz nestes casos – decidir se o nome daquilo será as Montanhas da Criação ou A Placenta Celeste. ( Raios, não consigo engolir aquele nome; voces já viram montanhas onde ocorre criação de alguma coisa?! Eu nunca ví…)

O fato é que a Teoria Nebular, eleita mundialmente na falta de outra melhor na época, e que está sendo ensinada nos bancos escolares formando a cosmovisão de nossos filhos, parece-me eivada de misticismo e destituída de lógica e racionalidade. Nela a Evolução Cosmógica durante 10 bilhões de anos não tem os atributos e propriedades que expliquem o que o Cosmos produziu realmente: o fenômeno dos sistemas biológicos, cognominados de “seres vivos”, nos ultimos 3,7 bilhões de anos. Assim a História Universal está dividida em dois blocos sem conexão racional entre si ( A História Cosmológica e a História Biológica), não se detecta os principios que regem a evolução biológica que existiram na evolução cosmológica e vice-versa, não se identifica e nem se demonstra as forças e elementos fisicos que existiam no estado do mundo nos momentos antes das origens da Vida e que expliquem estas origens. Entre as duas Histórias criou-se um abismo de trevas e para contentar a curiosidade da mente humana ainda infantil criaram estórias fantasiosas de monstros e dragões alados, tais como o hipotético e fantasmagórico buraco negro canibal a devorar mundos inteiros. Por outro lado, os modelos da Teoria da Matriz/DNA Universal foi um ato rebelde mais adulto contra esta mística, forjado sob tortura nos infernos da selva amazônica em nichos jamais tocados pelo homem branco e portanto uma parte da biosfera que permanece ainda virgem e testemunha dos eventos nas origens da Vida, eventos estes que revelam ou sugerem um surpreendente porem racional reino astronomico nos envolvendo, dentro do qual existimos e pelo qual fomos gerados. Nestes modelos a fria mecânica celeste Newtoniana começa a  revelar uma cobertura ainda primitiva e selvagem de leis biológicas, os astros surgem como nossos reais antepassados e adquirem inclusive um principio do ciclo vital, cujas produções eliminam totalmente a crença moderna na geração espontanea e casuística de planetas e estrelas. A Teoria da Evolução Darwiniana descobre-se como a descrição de um mero ciclo micro-evolutivo da macro-evolução universal e suas tres variaveis ou postulados universais conhecidos como Variação, Seleção Natural e Hereditariedade tomam um banho de termodinamica, ganhando mais quatro variáveis para tornar-se a verdadeira Evolução Universal e assim inclusive explicar e preencher as lacunas na teoria darwiniana. O modelo dos building blocks dos sistemas astronomicos são tratados pela Natureza pela técnica da nanotecnologia – assim como ela faz quando transforma um corpo adulto humano numa microscópica célula que reinicia a reprodução de novo corpo – e assim sistemas astronomicos se reproduzem como sistemas microscópicos como são os “nucleotideos”, que são as unbidades fundamentais de informação ou “building blocks” dos sistemas biológicos. E assim nós, humanos, entendemos nnumrelance nossa intima e inquebrantável ligacão com o Cosmos, pois ele adentra nossa carne e nel;a instala sua semente, o DNA, que melhor seria denominado “O Código Cósmico Humano”. Enquanto isto, a descoberta do ancestral de RNA’s e DNA’s e portanto do primeiro ser vivo que moveu-se neste planeta, como sendo um ser astronomico, desloca a idéia de LUCA – the Last Universal Common Ancestral – da superficie da Terra e o situa no Céu, com isso obrigando-nos a mudar drasticamente nosso entendimento sobre nossa existência, inclusive reabrindo as portas do racionalismo materialista lógico para a a possibilidade da existência de Inteligencias Superiores, que parecem ocuparem-se em  criar universos brincando com softwares quanticos, ou então, que tal como nós, se fragmentam em seus bits-informação e se reproduzem como novos universos, o que daria um significado sublime e imortal para nossa existência como auto-consciencias. Mas como disse acima, os modelos estão sob testes e fotos como estas do Spitzer são duras provas pelos quais eles tem que passarem, e a resposta final está com o tempo. 

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