Carbono: Até que enfim a Ciência acordou para a importância dêsse elemento para a Vida.

Porque foi o átomo de carbono escolhido para constituir o corpo do Senhor da Terra, dentre os mais de duzentos tipos de átomos existentes?!

Segundo os modêlos da Teoria da Matriz/DNA estão sugerindo, isto aconteceu porque dentre todos os tipos de átomos, o carbono é o mais fiel precursor do DNA, a cópia fiel e mensageira da Matriz. Vejamos como…

O carbono é um dos elementos químicos mais importantes para os seres humanos. Ele forma a base da vida como a conhecemos, é o ingrediente central em muitas fontes de energia e desempenha um papel fundamental no nosso clima. Em uma máquina de escala planetária chamado ciclo do carbono, o elemento circula entre os oceanos e a atmosfera, para dentro e para fora da crosta terrestre, e através de seres vivos que o digerem, processando-o quimicamente, e redepositando-o de volta no planeta. Mas, mesmo neste imenso ciclo, pensa-se que apenas possa conter uma pequena parte da quantidade total de carbono do nosso planeta, o restante estará nas profundidades por baixo da superfície. Mas não muito se tem estudado êste elemento em relação à Vida. Agora uma equipe de cientistas financiada pela Alfred P. Sloan Foundation criaram o projeto  Deep Carbon Observatory já prevendo dez anos de pesquisas.

 “Quando se faz uma retrospectiva e ao fazer perguntas fundamentais sobre o carbono na Terra“, disse Russell Hemley, também do Laboratório de Geofísica e co-líder do programa, ”percebemos que há muita coisa que não sabemos sobre esse importante elemento“. Agora, no primeiro ano de sua existência planeada para uma década, o DCO visa reformular a nossa compreensão do papel fundamental do carbono na biologia, química e física do interior da Terra. Alguns dos instrumentos previstos para o observatório nem sequer existem. A equipa de cientistas espera desenvolver um dispositivo que é um detector de pequeno porte. Este poderá ser colocado em um vulcão activo para medir a quantidade de carbono que liberta. Outros instrumentos vão extrair dados de recursos existentes, nos poços e minas mais profundas.

Comentário da Matriz/DNA:

O carbono tem sido dentre todos os átomos o que mais ocupa a pesquisa dentro da Teoria. Porque foi o carbono escolhido para compor o corpo do senhor da Terra? Conforme sugerem os modêlos, a fôrma de sistema matricial perfeito que veio dos astros para produzir a Vida na Terra apresenta seis funções em seu circuito externo total.  A sétima função, a de numero 5, não seria utilizável nas combinações atômicas das primeiras moléculas orgânicas, pois primeiro porque não se trata de reciclar átomo algum e segundo porque tinha que se evitar uma cópia de sistema fechado. Sabendo-se que essa fôrma veio antes dos átomos para a galáxia, supomos que o átomo com seis partículas deve ser o que melhor representa a Matriz dentre os átomos, seria êle a cópia fiel, o principal veiculo de sua propagação no mundo atômico.  Nêle o código cósmico se implantou em primeiro lugar para a partir dêle iniciar as combinações com outros átomos ( note que o carbono está no centro de todos os 20 aminoácidos que foram utilizados pela Vida). Observe-se que os outros átomos ditos de pêso médio que foram convocados para fazer parte da Vida, como o nitrogênio tem numero atômico oscilando perto dessa base 6. O oxigênio, com onze será justamente o elemento deflagrador da entropia do sistema biológico, por isso êle é oxidativo. De qualquer maneira o mundo atômico ainda não foi abordado devidamente pela pesquisa da teoria, por falta de tempo, mas já se produziu um novo modêlo de átomo enriquecido com algumas propriedades biológicas que difere do modêlo atual oficial, o qual está em outro artigo. Nesta categoria vamos iniciar a compilar toda informação importante e relacionada à Matriz que encontrar-mos.

A seguir o texto em Inglês registrado para futuras pesquisas e aguardando tradução.

 The Hunt For Earth’s Missing Carbon

An international team of scientists begins a ten year survey of the ‘most important element’

Feb 20, 2011

By Eric Betz, ISNS Contributor

Inside Science News Service

 (ISNS) — Deep beneath the surface of the Earth, a vast and unseen community of strange, microscopic lifeforms quietly subsists on the heat rising from our planet’s interior.

In its total mass, this life might rival all that walks, crawls, stands, swims and soars above it, but scientists don’t know for sure. Life has already been found in the deepest layer of Earth’s crust, nearly one mile down, but scientists expect to find life thriving even deeper. Studying mysteries like this one is a task for the Deep Carbon Observatory, a new project that will search out not just life but everything carbon-related that lies beneath our feet.

“Twenty years ago, the idea that there was a deep underground biosphere would have been laughed at,” said Robert Hazen, a research scientist at the Carnegie Institution of Washington’s Geophysical Laboratory in Washington, D.C., and leader of the Deep Carbon Observatory. “But we now know there is, because anywhere you drill you find life.” He spoke about the project on February 20 during the American Association for the Advancement of Science meeting in Washington, D.C.

Now in the first year of its planned decade-long existence, the Deep Carbon Observatory aims to reshape our fundamental understanding of carbon’s role in the biology, chemistry, and physics of Earth’s interior. Unlike typical astronomical observatories, which consist of a single instrument at a fixed location, the Deep Carbon Observatory will be a distributed operation, requiring a wide variety of instruments installed at locations around the world.

“We really don’t know to a factor of 20-30 how much carbon there is in our planet,” Hazen said. 

Carbon is among the most important chemical elements to humans. It forms the basis of life as we know it, is the central ingredient in many energy sources and plays a key part in our climate. In a planetary-scale machine called the carbon cycle, the element circulates among the oceans and atmosphere, into and out of the Earth’s crust, and through living creatures that take it up, chemically process it, and redeposit it back into the planet. But even this immense cycle is thought to contain only a small part of total amount of carbon in our planet, with the rest locked deep beneath the surface.

“When you step back and ask fundamental questions about carbon in the Earth,” said Russell Hemley, also of the Geophysical Laboratory and co-leader of the program, “you realize there is a great deal that we do not know about this important element.”

Scientists believe that the subterranean microbes, some of them isolated from Earth’s surface since before the dawn of humanity, crucially influence the engines that drive our planet’s interior. The microbes process carbon relatively quickly, making them an important step in the carbon cycle. But the team behind the Deep Carbon Observatory says the project could also answer questions about many other issues.

The observatory is being funded by the Alfred P. Sloan Foundation, which has previously supported similarly large and ambitious science projects. The Sloan Digital Sky Survey, for example, has investigated the mysterious, universe-filling dark matter and dark energy, which are thought to be responsible for invisible effects of gravity and the cause of the increasing rate of expansion of the universe, respectively. The Census of Marine Life recently completed a survey of the abundance, diversity, and distribution of ocean life. Together, these programs cost hundreds of millions of dollars.

Still in its infancy, the Deep Carbon Observatory has yet to make any big discoveries. Efforts so far have mostly focused on galvanizing interest and participation by governments, industry, and geoscientists across the globe.

Some of the instruments envisioned for the observatory don’t even exist yet. One device the scientific team hopes to develop is a small detector that can be placed on an active volcano to measure the amount of carbon it releases. Other instruments will extract data from existing resources, like the world’s deepest drillshafts and mines.

“We want to see if we can get microbiologists on site at every deep drilling site in the world so we can collect samples before they can be contaminated,” Hazen said. “We’re learning fascinating things about a biosphere that lives in very different conditions than we’re familiar with.”

The goal of the project is to answer basic science questions, but industry already has its eyes on the research. In the past year, two of the world’s largest natural gas reserves have been discovered off the coasts of Israel and Brazil. Hazen says his team has plans to study these methane reservoirs to see if the gas has its origins in biological processes underground, or high-pressure chemical reactions occurring at great depths. Last summer, scientists from the Shell Oil Company, which is a participant in the project, hosted a Deep Carbon Observatory workshop aimed at identify research directions.

“Science is not cataloging all the things we know, it’s exploring the things we don’t,” said Hazen. He suggested that discoveries by the Deep Carbon Observatory could lead to Nobel Prizes in chemistry and physics ten years from now. “We want to find the carbon equivalent of dark energy,” Hazen said

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