Modêlo Cosmológico de Brasileiro Ganha do Modêlo Internacional Ensinado Nas Escolas!

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Galáxias Distantes Reforçam a Teoria da Matriz/DNA

Na imagem, o amontoado de pontos vermelhos mostra grupo de galáxias mais distantes já encontrado.

Bilhões de estudantes – incluindo todos nós dessa geração –  podem ter aprendido  na escola uma teoria equivocada que foi ensinada não como sendo teoria, mas verdade comprovada! Se isto for realmente comprovado em breve, repetir-se-á o que ocorreu por volta de 1500, quando por milhares de anos a Humanidade acreditou que era o Sol que girava em torno da Terra, um simples estudioso que não seria considerado nem um astronômo amador nos tempos modernos, ousou dizer que estava tudo ao contrário! Mas os fatos não permitem que um engano dure por muito tempo, e novos fatos reais fazem com que se começa a descobrir a verdade. No curriculum escolar de todo o mundo ensina-se que depois do Big Bang se formaram galáxias e depois os sistemas estelares, quando há uma nova teoria de um autor brasileiro que não é astronômo sugerindo que foi ao contrário. Ao invés da galáxia mecânica e matemática dos físicos o novo modêlo sugere uma galaxia semi-mecânica/semi-biológica que preenche os requisitos necessários para o mundo ter gerado os sistemas biológicos, ou seja, os seres vivos. O brasileiro passou seis anos na selva amazônica  estudando sistemas naturais e foi conduzido pelos resultados de seus calculos  baseados na biosfera da selva virgem a se interessar pelo sistema astronômico à nossa volta, pois seus resultados apontavam para o céu onde estaria a fonte das fôrças que geraram a Vida na Terra. Mas a solução exigia que o céu fôsse diferente do que transmite a denominada Teoria Nebular Astronômica, que faz parte da Standard Theory, a qual é mundialmente aceita em tôdas as academias de Ciências. 

O brasileiro têve que registrar no Brasil e nos Estados Unidos a 25 anos atrás os direitos autorais de uma fórmula e como argumento a favor tinha que incluir seu modêlo cosmológico, muito a contragôsto porque astronomia, cosmologia, não eram suas especialidades e não podia acreditar que seus modêlos estavam certos e o mundo errado. Mas nos ultimos 25 anos tem acompanhado de perto tôdas as noticias astrônômicas e descobertas científicas publicadas e a cada nova descoberta sempre acontece o mesmo: os textos dizem algo como “este novo fato ou novo mecanismo não se encaixa adequadamente nas correntes teorias e indica que devem serem revisadas”, ou então, principalmente em astronomia é comum a cada nova foto ou elemento capturado no espaço vir com a ressalva de que tal fato contraria a Teoria Nebular. Mas para surprêsa do brasileiro, tôdas as fotos, todos os novos fatos veiculados se encaixam em seus modêlos e reforçam sua teoria indicando que ela têve incrível capacidade de previsão. Isto não apenas em astronomia, e sim em tôdas as áreas cientificas. Mas como tratava-se de um pesquisador solitário na selva, não tendo ligação com o mundo cientifico e intelectual externo, e por ser extremamente exigente em relação a seus resultados, apenas fêz como Darwin, ou seja, permaneceu 30 anos revisando seus dados e calculos, reunindo evidências, testando-os com os fatos reais antes de divulgar sua teoria publicando um livro. O brasileiro até agora limitou-se a registrar uma síntese da teoria num website na Internet onde está a cada dia registrando mais evidências, mas como continua isolado e nada fêz para divulgar o site, e ainda porque sua teoria é tão diferente de tudo que foi feito e pensado até hoje, parece que ninguém quer entendê-la e assim permanece quase desconhecida. Existe um exército de até 15.000 visitantes mensais vendo o website, pessoas de tôdas as partes, notadamente dos USA, Russia, Alemanha, etc., mas não se sabe como chegaram no website já que nada foi divulgado e o que lhes está interessando nêle.

Agora a ultima noticia que chega ao autor o fêz postar comentários em alguns blogs. Trata-se do artigo abaixo. A recente foto de galáxias muito distantes sugerem que há algumas galaxias surgidas a apenas 3 bilhões de anos depois da origem do Universo, porem suas estrêlas, que deveriam ainda estar em formação algumas e as outras serem muito jovens, segundo os modêlos teóricos da Teoria Nebular,  são na realidade maduras, velhas! Como se explica isso, pela Teoria Nebular? Não se explica, não há como explicar, e os astrônomos no artigo dizem que os modêlos terão que serem recalculados.

Mas então o autor brasileiro em seu comentário sugere que a ordem da criação do mundo, na Teoria Nebular, pode estar ao contrário. Ela indica que primeiro se formaram as nebulosas das galáxias e sómente depois, dentro delas, se formaram as estrêlas e os sistemas estelares, como o nosso Sistema Solar. Após solicitar que apresentem os fatos reais que os levaram a construir esta teoria e não ter recebido respostas, êle supõe que estes modêlos são resultados de puros calculos teóricos e portanto podem estarem equivocados. Por outro lado seus modêlos estão sugerindo o contrário: que primeiro se formaram as estrêlas, os sistemas estelares, e foi da evolução d6estes que surgiram as galáxias tal como se apresentam hoje. E agora? E o Sol que gira em torno da Terra, como as escolas da antiguidade ensinaram durante mais de mil anos, ou é a Terra que gira em torno do céu, como se atreveu a afirmar um obscuro astronomo amador chamado Nicolau Copérnico?

Louis Morelli adverte que esta parte distante da história cosmológica em seu modêlo não está bem esclarecida ainda por êle, a leitura dos mapas pode induzir a êrros, mas a seu favor está a lógica da macro-evolução universal. Sistemas estelares são mais simples, sistemas galácticos são mais complexos. A evolução tem caminhado sempre do mais simples para o mais complexo, e não o contrário. Sistemas estelares são mais simples porque são constituídos de poucos tipos de astros: estrêla, planeta, e talvez cometas, se estes forem gerados dentro do sistema. Mas existem vários outros tipos de astros, como os quasares, os pulsares, buracos negros, e as fotos recentes tem indicados muitos outros que ainda não se sabe como catalogar. Estes astros não foram encontrados até agora dentro de sistemas estelares, mas está comprovado que estão dentro de sistemas galácticos. Ora, um sistema que possua maior diversidade de elementos, de “peças”, forçosamente é o mais complexo.

Segundo, afirma o autor, astros, sejam quais forem os primeiros a aparecerem, foram inicialmente formados por átomos e átomos leves. Estes constituiram por exemplo estrêlas, as quais, e sómente então produziram novas espécies de átomos, mais pesados e complexos.E sómente então surgiram os demais tipos de astros, com os novos átomos. Ora, a evolução não dá saltos inexplicáveis e não vai para a frente retornando para tras para depois recomeçar. Sempre, na evolução, vale o velho ditado popular: filho de peixe, peixinho será. Certamente não será uma girafa ou uma águia. isto afirma que mesmo considerando extremas mutações, sempre que um novo sistema é gerado, êle mantem as configurações parecidas com o sistema que o gerou. E sistemas estelares são muito mais parecidos com sistemas atômicos que os sistemas galácticos. Foi uma nebulosa de átomos que gerou os primeiros astros, os primeiros sistemas. É de se supor que a fórmula de sistema que existia a nível micro-cósmico tenha sido a fórmula projetada a nivel macrocósmico para organizar a colônia de átomos em novo sistema. Ora, átomos são formados de um nucleo e elétrons à volta, muito mais parecido com sistemas estelares que os mais complexos galácticos. Novamente a lógica sugere esta ordem cronológica.

Terceiro, o autor brasileiro foi obrigado a calcular e desenhar um modêlo cosmológico a partir do que indicava uma fórmula obtida pelo método da anatomia comparada entre sistemas vivos e não-vivos, após muitas novidades ter aprendido observando os sistemas da biosfera amazônica. Os modêlos teóricos cientificos de como teria sido o estado do mundo a 4 bilhões de anos atrás não tinham as fôrças e elementos necessários para produzir, dentro de uma galáxia, o primeiro sistema celular biológico. Mas a fórmula que se encaixava como produtora de tôda a abiogênese, desde a matéria orgânica, as primeiras moléculas como aminoácidos, as primeiras proteínas, o primeiro RNA e daí para o primeiro DNA, tinha a aparência de um sistema astronomico. Mas bem diferente da teoria acadêmica, praticamente tudo ao contrário: enquanto a teoria acadêmica diz, por exemplo, que buracos negros surgem da morte de estrêlas, a fórmula da vida na Terra indicava de que de onde ela veio, estrêlas são geradas por buracos negros! Que buracos negros não são os fantasmas e monstros canibais sugeridos pela teoria acadêmica, ao contrário, são simples vórtices magnéticos compostos de fragmentos de cadáveres estelares que desempenham um papel muito semelhante ao feminino na vida, como gerador de novos rebentos, e após turbilhonar e energizar bólidos dessa poeira na forma de germes de estrêlas, se dissolvem. A fórmula sugere algo totalmente inusitado: os sistemas galácticos foram formados pelo mesmo processo simbiôntico e evolutivo entre organelas que formou as primeiras células. Um unico e primeiro tipo de astro, que pode ter sido na forma de estrêlas, passou por sucessivas transformações exatamente como os corpos humanos passam por transformações produzidas pelo ciclo vital. Foi a fixação de sete diferentes formas de um unico tipo de astro numa rêde de interconexões que gerou o primeiro sistema galáctico. Assim como as diferentes organelas da célula podem ter sido resultado das transformações de um unico tipo inicial de micro-organismos, e depois, por simbiose, foram conectadas num sistema.

Seja como for, o modêlo cosmológico do brasileiro é tão diferente de tudo que se tem imaginado que êle nunca iria acreditar que podia ser o correto, apenas a enorme avalancha de dados astronomicos que tem sido captados recentemente e todos indo se arranjarem exatamente como previu sua fórmula o está fazendo prestar mais atenção a seus modêlos. Quanto á fórmula, que parece ser o código cósmico que a Vida recebeu na forma de DNA, está igualmente sendo a cada dia comprovada pelos novos dados fornecidos pelas Ciências nas outras áreas. Mas tambem a idéia da evolução biológica era diferente de tudo que se tinha imaginado antes, e Darwin temia publica-la, correndo o risco de errar e ser ridicularizado. Vamos acompanhar com atenção os próximos avanços, os novos dados que forem coletados, tanto no nivel astronômico como no biológico, pois tambem estamos ficando cada vez mais atraídos por essa nova cosmovisão que o autor intitulou “A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais e Ciclos Vitais” cuja pequena parte ‘foi incluida no site theuniversalmatrix.com.

A seguir o artigo a que nos referimos agora:             

Galáxias distantes podem implicar em revisão de teorias

09/03/2011

http://ultimosegundo.ig.com.br/ciencia/galaxias+distantes+podem+implicar+em+revisao+de+teorias/n1238144657957.html

Grupo de galáxias ‘maduras’ está com a mesma estrutura de quando o universo tinha apenas três bilhões de anos

Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).

“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.

“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.

Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.

Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.

No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.

“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat. 

Astrofísicos descobriram grupos de galáxias distantes que parecem “jovens”, apesar de serem “maduras”, o que pode obrigar uma revisão das teorias do início do universo, segundo um estudo divulgado nesta quarta-feira pela American Association for the Advancement of Sciences (AAAS, na sigla em inglês).

“Medimos a distância até os grupos de galáxias mais distantes jamais encontrados”, afirmou Raphael Gobat, que liderou a pesquisa do Observatório Europeu do Sul.

“O surpreendente é que muitas delas não se parecem às usuais galáxias com estrelas em formação observadas no princípio do universo”, explicou Gobat.

Os astrofísicos realizaram estas medições a partir do Very Large Telescope (VLT) do Observatório de La Silla, no Chile, e do telescópio Subaru, no Havaí.

Os conjuntos de galáxias, que se reúnem por meio da gravidade ao longo do tempo, em teoria não existiriam durante a primeira formação do universo.

No entanto, os resultados mostraram que as estruturas localizadas estão do mesmo modo como eram quando o universo tinha apenas três bilhões de anos, ou seja, menos de um quarto de sua idade atual. Estes conjuntos de galáxias não são compostos por estrelas em formação, como se supunha, mas por estrelas de mais de um bilhão de anos unidas por uma nuvem de gás quente. Portanto, a conclusão da equipe de astrofísicos é que “os conjuntos de galáxias já existiam quando o universo era muito mais novo”.

“Se futuras observações encontrarem muitas mais, nosso entendimento dos primeiros períodos do universo deverá ser revisto”, afirmou Gobat.

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