Gaia e’ a descida da galaxia semi-viva sobre um planeta sem vida para impor-lhe a semi-vida aceitando adaptar-se `a vida total emergente

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E’ preciso investigar se isso e’ necessario ou o menos contribui para a placenta geologica envolvendo o germe de estrela que a Terra nutre em seu nucleo. Ou se o sistema solar e mesmo a Via Lactea for da segunda geracao de galaxias, o processo de desenvolvimento dos germes foram modificados. E isso tem a ver com mudancas climaticas, a busca de vida em outros astros, e a busca de sincronizacao saudavel entre o humano e sua natureza, alem do que. evitar a nossa extincao.

Quem mais se aproximaram deste intrincado segredo foram James Lovellock e Lynn Margullis com a Teoria Gaia. Na busca de maior compreensao do fenomeno, vamos aqui analizar a Teoria Gaia. primeiro trazendo o paper pelo qual Lovellock apresentou a sua anterior hipotese Gaia tentando evolui-la para teoria.

A possibilidade da existencia da Matrix/DNA viria trazer o elemento chave que faltou a Lovellock para transformar a teoria em fato. Ele defendeu, resumidamente que a biosfera na superficie controla e mantem a composicao, temperatura, etc., da atmosfera para se manter viva, e demonstra como evidencia que o normal dos planetas e’ terem atmosfera esteril que nao suporta vida. Obviamente esta ideia e’ dificil de digerir quando nos lembramos que vida e’ nada mais nada menos que minusculos corpos arrastando-se na superficie de um gigantesco astro, e o pior, corpos que na maioria sequer tem consciencia da existencia da atmosfera. Se isto ocorre asim foi um fatal golpe do acaso. Porem, com a Matriz/DNA apontando para rudimentares propriedades da vida inseridas nos sistemas astronomicos, e sugerindo que os sistemas naturais possuem uma identidade , e sugerindo ainda que a entropia nestes sistemas os fragmentam em bits-informacao que sao internalizados e podem se reencontrarem e refazerem com mutacoes o sistema na superficie de um planeta, entao surge a hipotese de que Gaia e’ uma entidade do sistema “superficie/vida/atmosfera” que produz o mesmo resultado termodinamico de controle dos sistemas. Se for assim, a unusual performance da superficie e atmosfera terrestre – diferente dos demais conhecidos estereis planetas – deve-se a que o sistema ancestral astronomico se insere por dentro da vida na forma de DNA e vem por cima da vida na forma de entidade da galaxia. Como as duas forcas apontam na mesma direcao e se amalgamam, estaria explicado inclusive o feed-back que vem ocorrendo nas adaptcoes da vida as mudancas no meio planetario como as adaptacoes do meio planetario `as mudancas da vida.

http://www.jameslovelock.org/gaia-as-seen-through-the-atmosphere/

VBy J. E. Lovelock, Coombe Mill Experimental Station, St Giles on the Heath, Launceston, Cornwall, England PL15 9RY.Published in P. Westbroek and E. W. deJong (eds.), Biomineralization and Biological Metal Accumulation, pp.15-25. Copyright © 1983 by D. Reidel Publishing Company.

Abstract. Life can flourish only within a narrowly circumscribed range of physical and chemical states and since life began the Earth has kept within this range. This is remarkable for there have been major perturbations such as a progressive increase in solar luminosity, extensive changes in the surface and atmospheric chemical composition and the impact of many planetesimals. The anomalous and chemically unstable composition of the Earth’s atmosphere when compared with those of the other terrestrial planets was the first indication of homeostasis by the biota to maintain conditions favourable for their continued survival. This paper will discuss recent evidence in support of the Gaia hypothesis and present a simple model of a planetary ecosystem in which homeostasis is a direct and automatic result of the characteristic properties of life.

(continuar)