Entropia:O Maior Inimigo da Humanidade…e o Que Fazer Para Vencê-la

A maior maldição que paira no mundo à espreita da Humanidade é essa fôrça destruidora que ataca a matéria fragmentando objetos e corpos até a morte final. Ela é a causa de tudo degenerar, envelhecer, apagar, emperrar, adoecer. Vivemos ás voltas tentando resolver os problemas que ela causa e por fim ela nos vence a todos, principalmente nos dias de hoje, com essa parafernália de objetos que inventamos e sem os quais não sabemos mais viver. É o motor do carro quase novo que começa a dar problemas, o modêlo de tv que fica ultrapassado, a roupa que suja, se descora e rasga, a porta da casa que já não fecha direito como antes, a sola do sapato gastando… os dentes se deteriorando… e ficamos como baratas tontas conserta daqui, arranja ali, trabalhamos feito loucos para comprar e repôr o que não está servindo mais, e para completar, começa os olhos a precisar de óculos, o estômago a doer por qualquer exagerinho que antes passava tranquilo, a unha crescendo e precisando cortar… eu já não aguento mais! Parem o mundo que eu quero descer! 

Mas o que é “entropia”? Como Deus estava cego ou dormindo quando ela surrupiou alguma brecha e foi entrando sorrateiramente na criação que Êle não a viu? Era um belo plano, um belo desenho, o mundo do paraíso projetado para o homem e a mulher habitarem, mas por causa dessa vacilação de Deus, êste mundo ficou um desenho meio porco, qualquer engenheiro humano da Universidade de Uganda faria coisa melhor.

Para entender num rápido olhar o que é entropia basta dar uma olhada na cara da Matriz/DNA, no seu modo de sistema perfeito, que deve ter sido a fórmula automática que Deus usou na Criação, pensando qie com ela estava tudo resolvido e não poderia ter uma falha sequer. Nunca é demais repetir aqui a fórmula e revê-la:

Matriz/DNA

 Matriz/DNA: Fórmula Universal como Diagrama/Software na Transformação do Caos em Ordem

Nesta fórmula tudo o que existe nêste mundo feito de matéria movente existe como por exemplo o corpo humano: nascemos na Função 1, somos bebês na Função 2, crescemos como adolecentes na 3, começamos a amadurecer e ter aquelas idéias de jerico sexual na 4, passamos a iluminar a humanidade com a luz da sabedoria como adulto de meia-idade na 6, envelhemos na 7 para os fragmentos do cadáver rodear de novo a 1 fornecendo matéria para começar outro bebê, tudo de novo. Mas onde entrou a entropia, quem é capaz de vê-la aí? Simples! Como uma pilha de livros meia torcida e em pé, o DNA é uma pilha de genes e quando nascemos os que primeiro começam a trabalhar são os da base. Ã medida que cada qual vai terminando sua missão os outros acima vão despertando e se levantando para trabalhar. No ser humano, o ultimo mais atrazado é o danado que faz o bigode… quer dizer, isso no homem, certo? Na mulher deve ser o que fabrica os depiladores elétricos. Mas se representar-mos o fluxo da energia dessa sequência num gráfico vamos ter uma linha senoidal que começa na linha de base e vai subindo como uma curva até que atinge uma altura e daí começa a cair. É justamente aí, quando atinge o ultimo pico na altura que a famigerada agarra o desavisado como carrapato e suga-lhe tudo até o coitado desaparecer por completo. É quando o ultimo gene terminou sua missão, por volta dos 17 ou 18 anos no ser humano, ou quando a ultima função construtora da Matriz terminou de levar um astro à forma de planeta finalizado. Nêsse momento começa a queda da energia, a degeneração, o envelhecimento. Sêres humanos conseguem contornar seus efeitos e enganar as aparências por alguns anos a mais porque se alimenta de energia nova a qual tenta segurar o corpo numa plataforma horizontal por sem queda, mas isso só por uns quatro ou cinco anos.

Se não existisse a entropia o mundo seria configurado como essa fórmula de motor perpétuo eterno. Perfeito, seria o verdadeiro Paraíso do Éden para todo mundo, até para as cobras, pois não existiria êsse negócio de presidentes bebâdos como o Bush e o Lula pisando no rabo delas. Você só teria que trabalhar algumas poucas horas para comprar um vídeo-casstte e nunca mais precisaria comprar outro, pois êle seria sempre novo e funcionando como uma beleza! Não teria que cortar cabelo e por tinta para esconder os fios que perdem a cor. Não teria que plantar um segundo pé de milho, pois era só colher uma espiga e outra já vinha ocupar seu lugar. Tá certo que muita gente ia perder o emprêgo, por exemplo os da fábrica de óculos…e os frentistas que tem que encher todo dia o mesmo tanque por que todo dia ele esvazia. Sim… está desmascarada a nossa maior inimiga, a maior terrorista de todos os tempos. A tal da entropia.

Mas conhecer o inimigo, desmascara-lo, é princípio da nossa vitória, pois agora sabemos enquadrar o bicho e traçar planos, começar a experimentar estratégias, até que um dia acabamos com êle. Nessa escalada já vamos obtendo benefícios, como diminuindo as doenças, prolongando a vida das engenhocas que inventamos e do nosso planeta, diminuindo a quantidade do nosso lixo, etc. Isso aqui não é brincadeira, é coisa séria. É a maior necessidade da Humanidade hoje, para evitar que a entropia a pegue tôda, levando-a à morte.  

Na verdade, deixa-me esclarecer algo rápido aqui que nestas alturas os físicos já devem estarem se descabelando de indignação e querendo meu escalpo: o nome da coisa não é bem entropia, pois entropia é o nome da medida que mede essa força de decaimento. Mas os católicos chamam ela de “diabo”, os indios de “aquilo que não é porã”, os mecânicos de “quilômetros  rodados” ou o pêso da quilometragem.

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