Mais argumentos se a teoria da Matrix/DNA e’ pseudociência, ciência, ou ideia filosófica sim/ou/não-cientifica

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Baseado no artigo:

https://universoracionalista.org/entendendo-a-ciencia-e-a-pseudociencia/

Entendendo a ciência e a pseudociência

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Uma ideia não-científica pode ser filosófica ou mesmo pseudocientífica. Por exemplo, sabemos que toda investigação científica pressupõe certos princípios filosóficos ou mesmo metafísicos (p. ex., a existência de uma realidade externa e acessível aos indivíduos em alguma medida). Então, certamente, o nosso problema não será voltado em criticar o conhecimento não-científico da filosofia visível em minha teoria, uma vez que a filosofia é o princípio e também o ethos que norteia a investigação científica.

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Meu comentario enviado ao artigo em Mar/12/18 aguardando moderacao:

Falta lembrar aqui que muitas teorias que se revelaram de extrema importância eram ideias filosóficas não-cientificas, apesar de terem seguido a risca o dez requisitos científicos, porque estas teorias foram elaboradas por autores sem diplomas científicos e `a margem das academias cientificas. Por isso muitas foram e são consideradas pseudociências. Eu citaria aqui a teoria heliocêntrica quando defendida por Copérnico, a teoria genética quando defendida por Mendell, e outras. Por exemplo a minha “Teoria da formula Matriz/DNA para todos sistemas naturais e ciclos vitais”, apesar de ter incansavelmente avisado que ela não tem pretensão cientifica enquanto esta sob testes, tem sido combatida como pseudociência. Mas observando os dez requisitos acima eu notei que os preenchi a todos na elaboração da teoria. Então como ficamos? Ora, e’ uma valida teoria filosófica. Mas, enfim, a Ciência lida apenas com objetos, ela não produz teorias ou hipóteses sobre causas que não estão sobre a mesa do laboratório, teorias são produzidas por humanos, que não se confunda-as com a Ciência. E a Ciência não precisa de defensores, ela e’ per se, esta briga e’ uma questão mais ideológica, apesar de que sera boa ideologia combater as fantasias inconsequentes produzidas pela mente coletiva da Humanidade nesta ainda sua infância.

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Porque a teoria da Matrix/DNA e’ quase cientifica, sendo portanto uma teoria filosofica formal nao-cientifica:

Para estipularmos uma definição de “pseudociência”, temos que analisar algumas características daquilo que consideramos ciência. Por exemplo, sabemos que o conhecimento científico se inicia com uma hipótese formalizada, baseada em um fundo de conhecimento anterior e que segue determinados procedimentos exigidos durante a investigação científica. Basicamente, aquilo que podemos tomar como algo próximo de um método científico consta com:

(1) levantamento de um corpo de conhecimento (ou fundo de conhecimento anterior);

Resposta da Matrix/DNA: ” Isto foi feito durante no minimo 15 anos de forma multidisciplinar, antes de iniciar a elaboracao da teoria.”

(2) escolha do problema neste corpo de conhecimento;

Matrix/DNA: Duas principais eram as principais teorias sobre as origens da vida e suas implicacoes sobre o sentido das existencias da humanidade e do mundo: a deista judaico/crista e a casuistica teoria baseada no conhecimento cientifico. Mas foi notado principalmente que o primeiro ser vivo (uma celula biologica completa e funcional) e’ um sistema natural; foi notado que sistemas biologicos se reproduzem pelo processo genetico. E nenhuma das duas grandes teorias indicavam qual teria sido o sistema natural anterior que teria geneticamente produzido a primeira celula viva. Este era um problema no corpo do conhecimento.

 

(3) formulação ou reformulação do problema;

Matrix/DNA: A formulacao e reformulacoes do problema foi a representacao de todos os fatos reais devidamente comprovados arrolados como evidencias nas duas teorias de todos em forma de tiras de papel espalhados sobre o solo em busca de conectar estes dados segundo as leis e processos naturais conhecidos em busca de elucidar o quadro final do grande quebra-cabecas. Estas peças foram mentalizadas e durante muitos anos mentalmente calculadas e recalculadas.

(4) aplicação ou invenção de uma abordagem para tratar o problema;

Matrix/DNA: Aplicacao do metodo de anatomia comparada entre os sistemas naturais dito nao-vivos conhecidos e existentes antes das origens da primeira celula viva e os sistemas vivos derivados desta celula, resultando em logngas listas de semelhancas e diferencas entre os dois grupos de sistemas naturais.

(5) solução tentativa (hipótese, teoria, projeto experimental, instrumento de medida, etc.);

Matrix/DNA: a solucao tentativa foi a aplicacao dos mecanismos ou variaveis da teoria da evolucao amalgamada com a teoria da transmissao genetica sobre todos estes sistemas para detectar a correta linhagem evolutiva universal e entender as diferencas decorrentes da evolucao assim como as semelhancas conservadas por essa evolucao.

 

(6) aferir a solução tentativa;

Matrix/DNA: A afericao ocorreu quando notamos que haviamos aplicado os mecanismos do processo da evolucao biologica sobre a evolucao cosmologica e aparentemente as mesmas falhas surgiam nos dois tipos de evolucao, sugerindo que aqueles mecanismos nao eram os corretos ou entao estariam incompletos. Foi entao estudado a evolucao entre os sistemas termodinamicos da era cosmologica, levantado seus mecanismos e entrelacos aos mecanismos da evolucao biologica. Finalmento percebemos que o resultado da evolucao biologica podia ser aferido pelo acrescimo da evolucao cosmologica e vice-versa

(7) avaliar a solução tentativa à luz do teste e do conhecimento básico;

 

(8) revisão ou repetição de quaisquer dos passos prévios;

 

(9) estimativa do impacto sobre o conhecimento básico;

 

(10) avaliação final (até nova informação).

 

E acresecentada por mim”

11) Os autores devem ter diplomas cientificos e desenvolverem seu trabalho dentro das instituicoes cientificas.

Resposta: Nao tenho diploma cientifico e a selva amazonica onde foi realizado o trabalho nao esta dentro de nenhuma instituicao cientifica. Portanto nao e’ uma teoria cientifica.

 

Então, de acordo com essas características, podemos tomar a definição de ciência do físico e filósofo da ciência Mario Bunge, publicada na obra La Ciencia: Su Método y Su Filosofía (1985), em que argumenta que “a ciência é um corpo de conhecimento que pode ser caracterizado como racional, sistemático, exato, verificável e, portanto, falível”. Assim, qualquer ideia que pretenda descrever algo sobre a natureza, mas rechace qualquer um desses procedimentos na estruturação e formalização de sua hipótese pode ser considerada não-científica.

E porque a Matrix/DNA nao e’ pseudociencia:

Uma ideia não-científica pode ser filosófica ou mesmo pseudocientífica. Por exemplo, sabemos que toda investigação científica pressupõe certos princípios filosóficos ou mesmo metafísicos (p. ex., a existência de uma realidade externa e acessível aos indivíduos em alguma medida). Então, certamente, o nosso problema não será voltado em criticar o conhecimento não-científico da filosofia, uma vez que a filosofia é o princípio e também o ethos que norteia a investigação científica.

A pseudociência, diferentemente da ciência e da filosofia, possui características notórias que a fazem divergir de ambos os campos de investigação. Mario Bunge, em sua obra Cien Ideas (2014), diz que a pseudociência possui pelo menos duas das dez características seguintes:

(1) invoca entes imateriais ou sobrenaturais inacessíveis ao exame empírico (não inclui entes ideais tais como números e sistemas lógico-matemáticos);

 

(2) é crédula porque não submete suas especulações à prova alguma (p. ex., a ufologia afirma que extraterrestres estão visitando a Terra e fazendo círculos nas plantações, mas ela não faz nenhum esforço para comprovar ou refutar essa hipótese);

 

(3) é dogmática porque não muda os seus princípios quando falham;

 

(4) rejeita a crítica (p. ex., psicanalistas rejeitam qualquer criticismo à psicanálise);

 

(5) não encontra e nem utiliza leis gerais;

 

(6) seus princípios são incompatíveis com alguns dos princípios mais seguros da ciência (p. ex., a telecinesia contradiz o princípio de conservação de energia);

 

(7) não interage com nenhuma ciência propriamente dita (p. ex., a parapsicologia não se atualiza com os dados da psicologia e da neurociência);

 

(8) é fácil porque não requer larga aprendizagem;

 

(9) só a interessa o que possa ter uso prático (p. ex., não busca a verdade desinteressada que é uma das características da ciência básica);

 

(10) mantém-se à margem da comunidade científica. Assim, qualquer campo que tenha duas ou mais das características mencionadas acima pode ser caracterizado como pseudocientífico.