Constelação Sistêmica: Será verdade?

Existe aqui um importante assunto para pensar e pesquisar. Na técnica para produzir hologramas, quando se corta ao meio uma foto de uma maçã, cada metade do filme ainda contem a maçã inteira (ver final do segundo artigo abaixo). Acontece que o filme não mostra a olho nu a foto da maçã, mas sim um conjunto de ondas como as formadas na água de um lago após cair uma pedra. Isto se chama “Interferência”, ou seja, o quadro de ondas é produzido pelo encontro e colisão de dois feixes de luz. Os estudiosos até hoje nunca explicaram o fen6omeno, só se sabe descrever o que acontece, o que se vê. Talvez a Matriz tenha descoberto o mecanismo do fenômeno, quando explica como a metade esquerda da face da Matriz se reproduz como face direita porque tôdas as informações da face direita estão contidas na esquerda e vice-versa. Eu precisaria muito assistir essa esperiência pois acho que descobriria coisas importantes sôbre as ondas de luz. Assim apenas mentalmente não consigo figurar o processo. 

Constelação Sistêmica é o nome de uma crença que aplica um método que se diz terapêutico. Tendo o website abaixo, o qual não lí tudo, há um interessante vídeo sôbre a autora Vera Bassoi mostrando uma sessão terapêutica onde se sugere que a doente foi curada. Um dos principios da crença é que cada pessoa tem em si o registro de tôda sua familia e de todas as familias suas antepassadas, e muitos dos problemas patológicos dessa pessoa são causados por traumas ocorridos com outras pessoas destas familias. Tem dois artigos interessantes, copiados abaixo, com dicas que interessam à Matriz.

Assim numa breve análise e sem conhecer a causa dessa comunidade, eu não concordei com a sugestão de que uma ocorrência em passado muito distante, numa geração distante, onde uma pessoa foi traumatizada, faz com que as almas de todos os envolvidos estejam sofrendo as consequencias. E que uma simples sessão feita agora pela senhora Vera resolveria o problema em todaas estas almas, alem do paciente vivo. Isto seria chamar as almas de burras, inaptas e isoladas. Como então alguém está sofrendo por milhares de anos e não buscou a causa, nada fêz? E a solução seria tão fácil?! Isso não faz sentido. Mas esta narrativa pode conter alguma jóia. É possível que todos os antepassados estejam registrados no DNA do paciente, inclusice psiscologia. Então um antepassado registrado com um trauma faz com que aquela região genética não funcione bem, causando os sintomas como no caso da paciente do vídeo. Porem ainda fica a questão de como seriam registradas as experiencias de vida de cada antepassado. Pois a partir do momento que uma nova cópia do DNA familiar constituiu-se formando um novo membro, essa cópia deslocou-se do tronco principal e nada o que vai acontecer com ela seria registrado de volta no tronco. Mas pode ser que as experiencias de vida, principalmente aquelas com marcante trauma, vão sendo registradas na cópia, e quando a pessoa tem um filho, aí sim as experiencias de vida, os fortes traumas são incorporados no tronco. mas isto só valeria para traumas ocorridos antes da pessoa ter filhos, o que significa que traumas ocorridos na velhice nunca serão incorporados. By the way, teria-se que provar que os traumas são registrados no DNA, que fatos e operações mentais ( como por exemplo, a exclusão de um membro da familia) sejam registrados, etc. Mas a principal pergunta a ser respondida aqui é: a paciente realmente foi curada? Se sim, então essa idéia deve ser registrada e considerada. Por isso ela está aqui registrada no blog. vejamos os dois artigos (notas importantes grifadas por mim em vermelho):

 Comunidade Brasileira dos Consteladores Sistêmicos

http://www.consteladoressistemicos.com/index.php/artigos/54-os-principios-da-fisica-quantica-aplicados-nas-constelacoes

Os princípios da Física Quântica aplicados nas Constelações Sistêmicas – por Vera Bassoi

Quando explico o que é uma constelação familiar e como é o uso da técnica, percebo que existe uma grande dificuldade das pessoas entenderem como se dá esse processo.

Por ser muito recente a introdução das constelações no Brasil e por ser, também,   completamente diferente dos padrões convencionais de técnicas psicoterápicas, a dificuldade maior existe por falta do conhecimento de determinados princípios fundamentais da Física Quântica que embasam os fenômenos energéticos.

A constelação ocorre dentro de um campo de energia (campo quântico) que se forma com a participação de um grupo de pessoas que entram em sintonia com a energia do sistema familiar daquele que vem em busca de soluções para as suas dores pessoais. É preciso lembrar que dentro de um sistema familiar existem pessoas vivas e outras que já morreram.

Para entrar em sintonia não é preciso fazer nada, a não ser estar ali presente e perceber as sensações que ocorrem no seu corpo, como também as emoções que poderá sentir em determinado momento. É importante deixar a razão de lado e conectar-se tão somente às sensações e emoções.

• O primeiro ponto a ser compreendido e aceito é o fato de que a nossa mente não está localizada no cérebro, portanto, ela é “não local” (princípio quântico da não-localidade dos elétrons como ondas), portanto, a mente é energia e os pensamentos são ondas emitidas que circulam pela atmosfera.  Como uma onda de rádio, de televisão ou de celular pode ser captada a distância, assim também é possível captar os pensamentos, sentimentos e dores emocionais daqueles que fazem parte de um determinado sistema familiar.

Por sinal, a Parapsicologia já provou a telepatia há muito tempo. Só que nas constelações, vamos além da telepatia, dado que acessamos não só os pensamentos, mas também as dores físicas, emocionais e espirituais do sistema como um todo, incluindo os antepassados, não importando a quantas gerações haja se formado um nó energético que enredou aqueles que vieram depois e que foram atraídos por vibrarem na mesma freqüência das ondas eletromagnéticas transgeracionais.

• O segundo ponto a ser compreendido é que nós não somos apenas este corpo físico visível com o qual nos identificamos.  Como todas as coisas que existem na Natureza, somos constituídos de energia. A parte visível é a energia condensada que os nossos olhos vêem e que podemos sentir através do tato. Nosso corpo físico é tridimensional o que, naturalmente, nos leva à compreensão de que os olhos enxergam tudo que está na terceira dimensão. Entretanto, a maior parte do que somos é invisível aos olhos porque é energia sutil, não condensada, e está em todas as dimensões simultaneamente. Portanto, além do corpo físico temos um campo bio-eletromagnético que permeia e contorna o físico e que é invisível aos olhos comuns. Esse campo energético é conhecido pelo nome de “aura”.

Desde a antiguidade que os povos do oriente têm conhecimento da “aura” e encontramos esse conhecimento registrado em muitos livros por diversos autores. Pessoas que possuíam o dom de ver além do físico, as chamadas clarividentes, relataram suas observações que mais tarde foram comprovadas através de aparelhos de radiestesia, pela foto Kirlian ou bio-eletrografia e hoje, com aparelhagem mais sofisticada, pode ser vista e analisada em tempo real através da tela de computadores preparados para tal. Portanto, não há mais como duvidar da existência da energia que constitui a maior parte do ser humano. (Nota: Trabalhei durante 15 anos com a bio-eletrografia, analisando as chamadas fotos kirlian. No entanto, acompanhando o avanço tecnológico dentro desse campo, não pude deixar de mudar para o biosensor quântico que mostra, não só a aura, como também os sete chackras principais, ao vivo e a cores, na tela do computador – é fantástico! ).

• O terceiro princípio da Física Quântica, que é primordial  e deve ser considerado nas constelações, é a questão do tempo, ou seja, o presente, o passado e o futuro estão ocorrendo simultaneamente no aqui/agora.

Sei que essa questão é muito difícil de ser interpretada pelo fato de que sempre consideramos o tempo linearmente, ou melhor, sempre pensamos que o tempo pode ser representado por uma linha reta horizontal onde o passado fica a esquerda, o presente é um ponto central e o futuro fica a direita.

Essa idéia está tão fortemente enraizada que dificulta a mudança de parâmetros quando lidamos com o passado, principalmente um passado distante, trazendo-o para o aqui e agora no presente, com o intuito de apaziguar a alma daqueles que foram injustiçados, daqueles que morreram com mágoas no coração, daqueles que levaram culpa em suas almas, daqueles que foram excluídos do seio familiar, que morreram nas guerras sangrentas, que foram abandonados, traídos, não amados, abortados, acidentados cuja vida foi ceifada prematuramente, etc…

A meu ver, o que a constelação familiar faz de mais espetacular, e que até agora não vi nem ouvi nenhum colega da área comentar, mesmo  em todos os cursos que já freqüentei com especialistas consteladores, e que vejo constantemente acontecer, é a cura das almas dos antepassados, aliás, de muitas almas, além da cura das feridas emocionais daquele cliente que trás a questão a ser trabalhada e, ainda mais, com o efeito dominó que essa cura tem em todos os membros do sistema familiar atual. Esse efeito dominó também atinge aqueles que vêm depois, ou seja, as futuras gerações.

Portanto, as constelações, quando feitas com amorosidade, não só mostram para o cliente onde aquele determinado nó teve início, como mostra que não podemos absolutamente julgar ninguém, muito menos aqueles que tiveram destinos pesados. E isso cura a alma do cliente quando ele entende que por um amor cego, inconsciente, a alma dele resolveu assumir algumas dificuldades que eram de alguém que foi excluído do seu sistema familiar tendo causado um desequilíbrio e uma grande dor na alma da família; portanto, por uma causa maior, para que se restabeleça o equilíbrio rompido, a alma dele (cliente) se entregou em sacrifício.

A partir daí eu o esclareço que seu sacrifício inconsciente não foi suficiente para estabilizar ou repor a ordem dentro do sistema, mas que é possível conscientemente fazer isso agora, desde que o passado, o presente e o futuro estão acontecendo neste instante. Então, no devido momento, os excluídos são novamente incluídos no seio familiar, as reconciliações são feitas, os antepassados são honrados, e todo o sistema vai se acertando, novamente, com a participação do representante do cliente que, na verdade, representa a alma dele.

Todas as dores vão desaparecendo, cada um vai encontrando o seu devido lugar, a consciência se modifica dando lugar a uma ordem do amor.

É nítida a transformação que ocorre em cada um, principalmente no cliente que, no final, entra no lugar onde estava o seu representante. E dali ele tem a visão de todo o sistema rearranjado. Sente-se leve e feliz.

xxxx

O Cérebro Como Holograma – Onde se Localiza a Memória? – (Vera Bassoi)       

Seg, 13 de Dezembro de 2010 11:01 

 (resumo feito por Vera Bassoi do capítulo 1 – sub-ítem 1 – do livro “O Universo Holográfico” de Michael Talbot – edição esgotada)

 ONDE SE LOCALIZA A MEMÓRIA?

  Karl Pribam foi um iminente neurofisiologista da Universidade de Stanford e autor do clássico livro de neurofisiologia “Linguagens do Cérebro”.

Nos anos 40, Pribam realizou um trabalho pioneiro sobre o sistema límbico, uma região do cérebro envolvida com as emoções e o comportamento.

Acreditava-se, de uma maneira geral, que as lembranças estivessem localizadas no cérebro, em algum lugar específico.

Os registros de um fato, gravados na memória, foram chamados de ENGRAMAS e, embora ninguém soubesse do que os engramas eram feitos, os cientistas acreditavam que eles estavam lá e que, um dia, seriam achados. Havia razões para essa certeza, pois pesquisas lideradas pelo neurocirurgião canadense Wilder Penfield, nos anos 20, apresentavam provas convincentes de que lembranças específicas tinham localizações específicas no cérebro. Ainda no período de sua residência como neurocirurgião, Pribam não tinha nenhuma razão para duvidar da teoria do engrama de Penfield. Mas, então, aconteceu algo que mudou seu pensamento para sempre.

 Em 1946, Pribam foi trabalhar com o grande neuropsicólogo Karl Lashley, no laboratório de Biologia, na Florida.

Por cerca de 30 anos Lashley esteve envolvido em sua pesquisa sobre os mecanismos responsáveis pela memória. O que surpreendeu Pribam e o próprio Lashley, foi o fato de que suas pesquisas faziam cair por terra a teoria dos engramas de Penfield.

O que Lashley fazia era treinar ratos para realizar uma variedade de tarefas, tal como percorrer um labirinto para encontrar o pedaço de queijo, tão desejado.

Lashley removia cirurgicamente, várias porções do cérebro das cobaias e tornava a testá-las. Para sua surpresa, ele descobriu que não importava qual porção do cérebro cortasse, não conseguia erradicar a memória dos ratos. Muitas vezes ficava prejudicada a habilidade motora dos ratos, mas mesmo com porções maciças do cérebro removidas, a memória das cobaias permanecia intacta.

Para Pribam, isso era uma descoberta incrível, inacreditável! A única resposta possível, parecia ser que as lembranças não se encontravam em lugares específicos do cérebro, mas deveriam estar, de alguma maneira, espalhadas ou distribuídas pelo cérebro como um todo.

 Como isso seria possível?!

Nem ele, nem Lashley sabiam a resposta.

Em 1948, Pribam foi trabalhar na Universidade de Yale e continuou a considerar a idéia de que as lembranças estavam distribuídas por todo o cérebro, e quanto mais ele pensava sobre isso, mais convencido ficava.

Enquanto isso, ele observava que os pacientes que tinham tido partes do cérebro removidas por razões médicas, nunca sofriam a perda de lembranças específicas. Mesmo a remoção de partes de lobos temporais, a área do cérebro que figurou com tanto destaque na pesquisa de Penfield, não criava nenhuma lacuna nas lembranças de uma pessoa.

Interessante notar que nem Pribam, como também nenhum outro pesquisador do cérebro foi capaz de reproduzir os resultados de Penfield. Inclusive o próprio Penfield verificou que só conseguia aqueles resultados em pacientes epilépticos.

Foi em meados de 1960 que algo veio como solução para o enigma de Pribam – o holograma.

 O QUE TORNA A HOLOGRAFIA POSSÍVEL É O FENÔMENO CONHECIDO COMO INTERFERÊNCIA.

Interferência é o padrão de linhas cruzadas que ocorre quando duas ou mais ondas, como as ondas de água, perpassam uma através da outra. Dessa colisão entre as ondas resultam cristas e depressões que se arranjam de tal maneira que criam um padrão de interferência.

Por ser a luz laser uma forma coerente e extremamente pura de luz, é particularmente boa na criação de padrões de interferência. Foi com a invenção do laser que os hologramas tornaram-se possíveis.

 Um holograma é produzido quando um único raio laser é dividido em dois feixes separados. O primeiro feixe de luz é projetado no objeto a ser fotografado.Com a ajuda de espelhos, deixa-se que o segundo feixe de luz colida com a luz refletida do primeiro.

Quando isso acontece, eles criam um padrão de interferência que é, então, registrado num pedaço de filme (ou chapa).

A olho nu, a imagem no filme não se parece nada com o objeto fotografado. Olhando para a chapa só conseguiremos ver anéis concêntricos iguais quando um punhado de pedras é jogado numa lagoa. Mas, assim que um outro feixe de raio laser (ou apenas uma fonte de luz), brilhe através do filme, uma imagem tridimensional do objeto original reaparece no espaço.

Muitas vezes essa imagem é tão convincente que seremos capazes de esticar as mãos para tocar o objeto. Nesse caso, as mãos flutuarão de um lado ao outro da imagem e, então, descobriremos que não existe nada ali.

Agora vem a parte mais interessante do que caracteriza um holograma: – Se um pedaço de um filme holográfico contendo a imagem de uma maçã for cortado ao meio e, em seguida, iluminado por um raio laser, cada metade do filme ainda conterá a maçã inteira. Mesmo se as metades do filme ainda forem recortadas várias vezes, uma maçã inteira ainda poderá ser reconstruída a partir de cada pequeno pedaço do filme (embora as imagens fiquem mais nebulosas à medida que os pedaços ficam menores).

 Foi exatamente esta característica do holograma que fez com que Pribam finalmente encontrasse a tão esperada resposta: – as lembranças estão distribuídas no cérebro todo, ao invés de estar em um determinado lugar.

Concluiu que: Se era possível para todas as partes, de um pedaço de filme holográfico, conter toda a informação necessária para criar uma imagem completa, então parecia ser igualmente possível para todas as partes do cérebro conter toda a informação necessária para ter uma memória completa.

xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Tags: , , , , , ,