A Matriz sugere: “Superposição em Mecânica Quântica é o mesmo que Ciclo Vital”.

O mundo quântico está criando o niilismo e ateísmo entre cientistas, professores e estudantes ao passar a idéia de que existimos sôbre um pantano de areia movediça e portanto não temos futuro nem sentido para a existência. Mas a fórmula da Matriz/DNA está sugerindo o contrário, que o mundo quântico é uma plataforma sólida sob nossos pés e no qual estão os códigos basilares inclusive já determinando nossa transcendência. Aqui vamos apontar alguns d6estes indícios.

Meu estado mental nêstes dias é o seguinte:”A fórmula da Matriz/DNA explica tudo o que existe no mundo perceptivel aos meus sentidos. Ela chegou ao ponto de arremeter-nos para alem das fronteiras deste Universo e apontar na direção de sua causa criadora: um sistema normal, natural, material, porem, inteligente, consciente. Agora tenho dois caminhos. Primeiro é aplicar essa fórmula tecnológicamente, para transformar o meio-ambiente num sistema perfeito para a manutenção do corpo humano; segundo…é procurar se não existe algo mais alem da matéria, porque a falta de um propósito nesta nova visão do mundo é decepcionante. Mas essa busca me causou um repentino mal-estar, quando dias atrás descobrí que na luz estgá o principio do ciclo vital, e ao que parece, o principio do código genético. O mal-estar vem da suposição que a luz é algo tão tênue e abstrato, intocável, que interrompe aí qualquer possibilidade de pesquisa. Seja qual for a fonte emissora ou criadora de universos materiais, ela usa uma substnacia, que é a luz. mas a luz é um abismo entre nós e essa causa primeira, então retornamos à estaca zero, sem uma resposta para a questão do que é a existência, para que existimos, porque estamos aqui, etc.

Mas continuarei a pesquisa, aliás, por varias vêzes eu tinha me deparado antes com obstaculos que pareciam o fim mas sempre conseguí ultrapassa-los. Continuo devagar, aleatóriamente, captando algo aqui, pensando algo acolá, resignado e sem esperança mas que a qualquer momento pode estourar. E assim captei o trecho abaixo, em inglês, que lança mais uma luz sôbre o estudo da luz, da luz como onda, etc.:

“Schrödinger and Heisenberg independently uncovered dual descriptions of particles and atoms. Later, the theories proved equivalent. Then in 1926 Heisenberg’s previous advisor, Max Born, discovered why no one had found a physical interpretation for Schrödinger’s wave function. They are not physical waves at all; rather the wave function includes all the possible states of a system. Before a measurement those states exist in superposition, wherein every possible outcome is described at the same time. Superposition is one of the defining qualities of quantum mechanics and implies that individual events cannot be predicted; only the probability of an experimental outcome can be derived.”

http://seedmagazine.com/content/article/the_reality_tests/P2/

Ora, eu já tinha percebido que a incerteza de Heisenberg se explica porque não posso ver a Maria em todos os estados de seu corpo de 30 anos num só instante. Num instante em que olhei para Maria ela era um baby de um ano. Noutro instante ela era uma adulta de 40 anos. Afinal qual é a maria real? A do primeiro instante ou a do segundo? Se eu fôsse um gigante do tamanho do sistema solar, minha dimensão de tempo seria uma tão lenta de maneira que ao olhar para Maria veria seu mundo e movimentos em vertiginosa velocidade e em dois minutos meus observando-a a veria inicialmente como baby e no final dos meus dois minutos já a estaria vendo como adulta. De maneira que na confusão das imagens, eu não acreditaria que a Maria adulta era a mesma particula que ví no inicio na forma de baby. isto aconteceu com Heisenberg. Quando êle começou a medir alguns dados como velocidade, massa, de Maria baby tentando fixa-la num ponto, ela escorregava de suas mãos. Se ele media volume e partia para medir a massa, o volume já tinha mudado e de maneira que ele podia perceber, mas como êle não sabe que a particula está se transformando sob ciclo vital, quando obtinha a massa acreditava que era outra partícula. jamais obtinha todos os dados de um instante.

Mas a mudança de formas do corpo humano é justamente o que Bohr chama de “diferentes estados de um sistema”. Movimentos, reações, função familiar, de um baby, tudo em conjunto revela um estado de um corpo; o mesmo conjunto de um adulto mostra outro estado. Ele nunca têve a intuição de que os sistemas observados são “vivos”. Quando observamos uma particula podemos ver num instante todos as diferentes formas de seu ciclo vital num só instante porque para nós, o tempo de vida de uma particula é um instante. Por isso, em superposição, todos os possiveis estados passados e os a vir podem ser descritos num só mesmo tempo.

Max Bohr descobriu porque ninguém tinha achado uma interpretação física para a função de onda de Schrödinger: porque ela não têm uma consistência física… apesar de estar presente no mundo fisico. É o mesmo problema que estou tendo para provar a existência e entender realmente a Matriz na sua forma astronômica. Ela não têm uma consistência física. A Matriz astronomica é um sistema que resulta da conexão dos sete tipos de astros. Mas cada tipo é apenas uma forma temporária e quando um está existindo, os outros seis não existem. Assim como quando a Maria está existindo com 33 anos, não existe a Maria de um ano, de 10, nem de cinquenta. Como vou provar a existência de uma coisa que existe mas não existe?

Então de que vale uma coisa que não existe fisicamente? Para que saber sôbre a Matriz? Ora, se eu conseguisse tirar uma cópia de cada nova forma de Maria e as pusesse de lado, no final juntando estas formas na mesma ordem cronológica eu teria um sistema familiar perfeito (se Maria fôsse hermafrodita). Mas o que faria a conexão entre as formas, e de tal maneira que as conectasse tão rigidamente, tão forte, que à volta do conjunto se formasse uma casa, o lar nuclear? Ora, os laços do tempo: o tempo é a conexão invisivel entre o eu adolescente e o eu adulto. Quando se junta as sete cópias num unico ponto do espaço, os sete tempos tornam-se um só. Setenta anos num instante. Todos os canais funcionam ao mesmo tempo. Assim a Natureza colocou as sete organelas/estruturas dentro de uma redoma membranosa e inventou a célula viva! Cada organela era um microorganismo separado vivendo por sua própria conta. Acontece que a mitocondria estava para o ribossomo como o homem está para o macaco: um laço evolucionario, um canal invisivel de tempo. O corpo do robossomo é o mesmo da mitocondria. Os dois se complementam, um depende mortalmente do outro para existir. Se não tivesse havido um adolescente chamado Luis, eu adulto não estaria existindo agora e se eu adulto não existisse agora, o adolescente Luis teria desaparecido sem deixar nem mesmo um cadaver. Isso é a fórmula da Matriz, aqui está a importância de saber que ela existe sem se mostrar: sem ela não existiria nenhum sistema natural, nada de células, nada de humanos.

Diz-se também que a superposiçào no mundo qu6antico faz com que um evento não possa ser previsivel (Superposition implies that individual events cannot be predicted; only the probability of an experimental outcome can be derived.). Pois bem. imagine que um individuo humano está sentado dentro de casa perto de uma janela e v6e através da vidraça um outro individuo entrando furtivamente na casa. Temos tr6es alternativas:
1) É possível prever com total exatidão o que vai acontecer?
2) É possível prever com ao menos 50 % de acêrto?
3) Qulaquer opinião será totalmente ao léu, pois existem milhões de possíveis resultados.

A terceira alternativa será a correta se nada sabemos sôbre o individuo dentro da casa. Se for um baby, o desfêcho será totalmente diferente do que aconteceria se fôsse um homem, adulto e militar fortemente armado. Nosso problema com a superposição que confunde uma partícula e tudo ao redor é que vemos o baby, o adulto, um homem, uma mulher, tudo ao mesmo tempo, e no final só vemos um vulto. Então a alternativa correta dentre as três acima é apenas uma questão de tempo, depende do nosso nível de conhecimento do mundo quantico. Hoje a alternativa mais sensata será a terceira, mas amanhã será a segunda e no futuro será a primeira. Aí vamos ver que o pantano não existia, que o mundo quantico, êle mesmo, nunca foi niilista e nunca disse que a existência se assenta no acaso absoluto.

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