Os efeitos de nos deixar dominar em nossas tribos atuais

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Publicado no Facebook em 20 do 06 de 18:

Em que estou pensando? Ontem fui caminhar na Park Avenue, lado alto de New York (Uptown East Side), porque queria ver com meus próprios olhos o ambiente dos maiores bilionários do mundo e ver se bate com o que esta’ escrito no livro “Primates of Park Avenue”. Exatamente como esta’ no livro, as Queens of the Queen Bees ( as rainhas da rainha da colonia de abelhas) ao caminharem nas ruas de seu ambiente tribal passam como tanques de guerra dando uma mensagem; ” Você é nada, ninguém, saia de meu caminho!”. Hoje fui a outra região ( maioria de pretos e hispanos), tudo diferente, porem,… também é uma tribo fechada em si, difícil se relacionar com eles. E isso me esta’ dando o que pensar…

Hoje, todas as pessoas pertencem ao menos a uma tribo.E’ a tribo dos operários da fabrica, ou a tribo da escola, ou da vizinhança, ou da turma de sair para as festas, etc., cada uma com seu próprio e distinto código. A mente destas pessoas vivem concentradas em : primeiro, seus problemas pessoais e seus pertences, seus egocentrismos; segundo, suas famílias e pertences; terceiro, o ajustamento ao ambiente que vive e sua tribo, como se relacionar e adaptar de forma social nestas clãs. Não sobra nada, nem um tiquinho, de mente para pensar na aldeia global, muito menos para se lembrar que se esta pisando na superfície de um perdido planetinha rodando em volta de uma perdida e velha estrelinha que esta rodando em volta do núcleo de uma insignificante galaxia… Muito menos para pensar no sentido e significado da sua existência e da existência destas pessoas `a volta… como anda e o que esta fazendo o DNA da humanidade em relacao as pessoas que vemos, em relacao a seu comportamento social ou com natureza imediata. Apenas,… creio, dão um salto para fora do umbigo tribal quando em casa `a noite veem algum vídeo, ou noticias da tv. mas isso é sempre virtual, sem consistência mental.

E’ preciso entender que todos os lugares onde se formaram as tribos de hoje foram iniciadas por um grupo de pioneiros que sempre surgem divididos em três instintos: para grandes ou médios predadores ou para presas. Os grandes predadores assumiram de imediato o governo do ambiente e dos outros dois grupos, foram eles que desenharam as cidades, as ruas, as praças, ou seja, eles colocaram cada qual, segundo seu instinto, em seu lugar, para as vantagens e conveniências da classe dominante. Então quando vamos a lugares diferentes da nossa tribo, encontramos os robots nas ruas e lugares públicos, sempre insatisfeitos porque estão forçados a se ajustarem a um desenho de vida que não foi feito por e para eles. e isto significa que todos os ambientes terão que serem deitados abaixo e reconstruir tudo de novo quando a humanidade superar estes instintos herdados dos animais e que resultam nesta divisão de classes imitando a divisão de classes na selva. Em seguida encontramos os mais ocultos predadores, do tipo ” saia do meu caminho, aqui mando eu”) que são também robóticos sem saberem, como se torna robótica e igualmente prisioneira a rainha das abelhas, dirigida pela entidade invisível do sistema que não é humana, mas sim a formula natural para sistemas que veio deste fechado sistema astronomico que nos criou.

Tudo isto torna a vida humana o absurdo dos absurdos, mas, se existe algum Deus, estaria explicado que Ele sabe o que esta’ fazendo, dando corda para quem cometeu um absurdo erro egocêntrico na forma de nosso ancestral não-biológico, pois esta alienação e miserável condição de existência conduz os humanos lentamente a perceberem a sua tendencia egocêntrica absurda e assim aos poucos irem se afastando do gosto ao “grande pecado original”. Lendo-se o livro dos primatas bilionários percebe-se como são prisioneiros realizando auto-sacrifícios apesar da abundancia ao seu dispor…

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