Luz Liquida, o Condensado de Bose-Einstein: Fótons Retornando ‘a Fonte no Big Bang?

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Fótons da luz dispersos e reunindo-se

Fótons da luz dispersos e reunindo-se

Varias previsões que fiz a 30 anos atras baseado nos modelos teóricos que resultaram na Matrix/DNA Theory, encontram neste artigo muitas evidencias e comprovações.

Mas como eu abordo o fenômeno “luz” por uma perspectiva bem diferente da dos cientistas – porque os modelos teóricos surgidos enquanto eu construía a teoria observando a natureza virgem da selva me obrigaram a esta abordagem – interpreto as experiencias e informações aqui de maneira que os cientistas não pensam. Por exemplo, Bose e Einstein abordaram o fenômeno baseados em dados de laboratórios e calculados pela logica Matemática, e sua interpretação final foi da existência da luz no estado de um superfluido, chamado de Condensado de Bose-Einstein (BEC). No meu método de abordagem, utilizei os poucos dados de laboratorio que conhecia, e acrescentei os métodos aplicados na elaboração da teoria geral, tais como anatomia comparada, logica formal, observação dos parâmetros factuais naturais, o calculo do reverso da evolução iniciando pelo ápice da complexidade ( a autoconsciência e a biologia humana) e retornando ao ápice da simplicidade no Big Bang, e minha interpretação final foi da existência de um fluxo de retorno da onda de luz original sendo reconstruída por suas partículas dispersas, os fótons, que assim utilizam a energia e a massa, ou seja a matéria, criando os sistemas naturais materiais. Como veremos aqui, são muitos os pontos em comum entre as duas interpretações.

Vários fatos da luz, no que chamam de estado superfluido, são evidencias ou comprovações das minhas previsões, tais como:

a) A “luz líquida” é uma substância muito peculiar. Não é sólida nem plasma e tampouco se comporta exatamente como um líquido ou um gás. Os cientistas a chamam de Condensado de Bose-Einstein (BEC). 

( Obs: na Matrix/DNA, o que chamo de ” luz original”, deve ser uma substancia ainda desconhecida porque não é captada nem por nossos sensores cerebrais nem pelos instrumentos científicos. O principal indicio que ela existe é porque ela faz o conjunto resultante das sete radiações – registradas no gráfico do espectro eletromagnético – funcionar como o ciclo vital sugerindo que ela contem o código para produzir sistemas naturais, como a Vida. Neste sentido, a luz original e’ como a entidade abstrata existente na genética que os acadêmicos denominam de “comando de instruções ao DNA”. Essa “luz liquida, ou superfluido, ainda não é a luz original, e sim a substancia que os fótons dispersos no fim da onda original vão formando quando encetam o caminho do retorno para recompor a onda original. Seria a luz negativa, se considerar-mos, aluz original emitida com o Big Bang como sendo a luz positiva. )

b) Nesse estado, as partículas se sincronizam e se movem em harmonia, formando um “superfluido”. É parecido com qualquer outro líquido ou gás, mas com propriedades especiais, uma das quais é que todas as suas partes estão relacionadas. Elas têm um “comportamento coletivo”, diz Sanvitto. “É como um grupo de bailarinos fazendo os mesmos movimentos ou uma onda de pessoas marchando no mesmo compasso.”

( Obs: Exatamente como previsto. Na onda original, todas as partes, partículas, estão alinhadas numa sequencia cronológica e sistemática, como é a sequencia cronológica observável nas continuas transformações do corpo humano. Ambos acontecem devido a força do ciclo vital. Portanto, na onda original, cada ponto ou partícula tem dois vizinhos imediatos: o primeiro da esquerda, anterior, e o primeiro ‘a sua direita, o posterior. Portanto, de fato, previ que todas as partes devem estar relacionadas e a reunião delas se da em harmonia. Com a final fragmentação da onda em partículas-fótons, estes inicialmente se encontram dispersados, porem procuram e se conectam aos antigos vizinhos primeiro, assim reconstruindo a mesma sequencia da onda original, no eterno retorno.)

c) A  luz, sob condições especiais, pode se comportar como um líquido que flui e ondula em torno dos obstáculos que encontra, como a corrente de um rio entre as pedras.

( Obs: Vamos imaginar os fótons no retorno como uma boiada caminhando por um campo limpo, conduzida por vaqueiros. De vez em quando no meio do campo aparece uma mancha de boa relva. As vacas que estando no meio da boiada se deparam com a relva tendem a parar e formam um grupo ali estacionado. As outras que vem atras e dos lados tem que contornar o grupo e seguir adiante. Pois no retorno dos fótons isso pode acontecer de duas maneiras. Quando a onda original avança, é possível que ela se quebre em suas faixas de frequências e se assim quebram a substancia da dark matter em porcões, e como cada faixa é uma forma do ciclo vital, cada porcão + faixa de luz tem propriedades e funções, tendencias, especificas. Isto vai se materializar e gerar os sistemas naturais. Quando retornam os fótons se deparam com estas partes solidas, objetos, e tem que contorna-los. Mas é possível também que os fótons no retorno criem eles mesmos os objetos-obstáculos que os demais tem que contornar.)

d) Os superfluidos não criam ondas e não experimentam fricção ou viscosidade.

( Obs: essa a fricção prevista na minha teoria, com a diferença que na minha teoria esta fricção da luz original ao avançar na substancial espacial é o que gera as energias. Porem, na minha teoria, a substancia do retorno cria ondas, pois ela reconstrói a onda original. Acontece que a onda original tem as dimensões do universo, assim a onda sendo reconstruída pelo “superfluido” também terá as dimensões universais. E nós, microscópicos humanos, estamos num ponto demasiado minusculo do Universo, estamos dentro de uma onda, e quem esta dentro de um sistema ou processo não pode saber a verdade do sistema porque não pode vê-lo do exterior.)

e) “Se você enviar um jato desses contra a parede, ele a escalará em qualquer direção e, eventualmente, voltará a se conectar depois do obstáculo”

( Obs: Exatamente como sugeriram os modelos e cálculos teóricos da Matrix/DNA)

f) Esta luz liquida, ou superfluido é vista como 5º estado da matéria

( OBS: Observando o gráfico do espectro eletromagnético segundo a teoria da Matrix/DNA:

Light-The-Electro-Magnetic-Spectrum by MatrixDNA THeory

Temos que a quinta dimensão seria aquela revelada pela faixa “infra-vermelho”. Segundo a Matrix/DNA, nossos sensores visuais e tactils apenas captam os objetos revelados pela faixa da luz visível com suas propriedades especificas, como nível vibracional, etc. E segundo esta teoria, com a evolução vamos desenvolver estes sensores e/ou adquirir mais sensores para ver esta dimensão. Se isto estiver correto, veremos a olho nu, no futuro, esta luz liquida.)

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Artigo da BBC:

O que é luz líquida, vista como 5º estado da matéria

https://www.bbc.com/portuguese/geral-45029867

Cientistas que estudam fenômenos quânticos demonstraram que a luz, sob condições especiais, pode se comportar como um líquido que flui e ondula em torno dos obstáculos que encontra, como a corrente de um rio entre as pedras.

Figura 1 – À esquerda: a luz encontra um obstáculo antes de se tornar um superfluido. À direita: a luz encontra um obstáculo depois de se tornar superfluido (DANIELE SANVITTO)

Superfluido

A “luz líquida” é uma substância muito peculiar. Não é sólida nem plasma e tampouco se comporta exatamente como um líquido ou um gás.

Os cientistas a chamam de Condensado de Bose-Einstein (BEC, da sigla em inglês) e a consideram o “quinto estado da matéria”.

Nesse estado, as partículas se sincronizam e se movem em harmonia, formando um “superfluido”.

“É parecido com qualquer outro líquido ou gás, mas com propriedades especiais, uma das quais é que todas as suas partes estão relacionadas”, diz Daniele Sanvitto, pesquisador do Instituto de Nanotecnologia da Itália.

Os superfluidos não criam ondas e não experimentam

fricção ou viscosidade.

(Obs: esta é a primeira vez que vejo mais uma previsão da Matrix/DNA a 30 anos atras sendo também citada por algum outro humano. Fricção da Luz. Na minha teoria, a luz original se expande no Universo no meio da dark matter, produzindo uma friccao entre as duas, da qual é produzida a energia.)

Eles têm um “comportamento coletivo”, diz Sanvitto. “É como um grupo de bailarinos fazendo os mesmos movimentos ou uma onda de pessoas marchando no mesmo compasso.”

Assim, um líquido comum, ao esbarrar numa parede, saltaria, mas um superfluido, como a luz líquida, circularia ao longo da parede.

“Se você enviar um jato desses contra a parede, ele a escalará em qualquer direção e, eventualmente, voltará a se conectar depois do obstáculo”, explica Sanvitto.

Para que serve a luz líquida?

Até poucos anos atrás, os superfluidos só podiam ser alcançados em temperaturas próximas ao zero absoluto (-273 °C), mas, em 2017, Sanvitto e seus colegas conseguiram produzir luz líquida à temperatura ambiente.

Um processador

Eles fizeram isso usando misturas de luz e matéria chamadas polaritons.

(Obs: pesquisar o que e’ POLARITONS)

“Este é o primeiro passo para ter aplicações desse líquido no dia a dia”, diz Sanvitto.

Até agora, os experimentos com BEC foram feitos somente em pequena escala nos laboratórios, mas os pesquisadores vêem um grande potencial para transmitir informações e energia sem desperdício.

( Mais uma evidencia da previsão da Matrix/DNA: fótons registram, carregam, e transmitem informações… como os genes)

Um exemplo seria a criação de computadores ópticos, que possam aproveitar a interação das partículas de luz sem o problema da dissipação ou aquecimento de computadores comuns. Isso os tornará muito mais rápidos e consumirá menos energia.

Essa tecnologia também pode revolucionar o manuseio de lasers e painéis solares. Como o cientista Michio Kaku mencionou em uma entrevista ao portal This Week in Science, há quem pense que, no futuro, o BEC poderia estabelecer as bases para se teletransportar objetos.

(Obs: Procurar o This Week in Science, e Michio Kaku )

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