Cresce no mundo cientifico a intuição de que a derrota para as grandes doenças se deve a um erro na visão acadêmica do mundo. E a minha diferente visão do mundo esta sugerindo outra estrategia de combate. Veja aqui.

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E’ preciso lembrar que esta e uma questão fundamental para a humanidade agora, uma questão de vida e morte: dependemos do conhecimento correto para eliminar estas doenças milenares que continuam nos torturando e matando aos milhões.

O trecho a seguir foi inspirado na seguinte frase que obtive no trailler do documentário:

Atacando um  tigre pelas costas

(Os correntes dogmas da biologia são: que a vida e mecanicista e nos somos predeterminados pelos nossos genes, e como estes dogmas são disseminados através da mídia e as instituições dominantes. A questão a ser perguntada é : ” E se o nosso fundamental conhecimento do funcionamento da vida estiver errado?”

(” On the back of an tiger”

” The current dogmas of biology: that life is mechanistic and we are predetermined by our genes, and how all this is disseminated­ through the media and establishment. The question is then asked:

What if our fundamental knowledge of the workings of life is wrong?)

http://perceivethinkact.com/

Um indicio de que o dogma reducionista não deve ser apropriado é o seguinte…

Um paciente entra no consultório do medico e desfila uma lista de sintomas: falta de apetite,desanimo, suor frio, desinteresse sexual, depressão, etc. O medico houve tudo aquilo e reduz a uma solução simples, receitando uma droga feita de serotonina, uma substancia neurotransmissora. Na maioria dos casos o paciente termina com a erupção de algo realmente grave, como um Alzheimer, um câncer, etc. Isto não esta’ funcionando.

Pelo paradigma da Matrix/DNA e corpo humano é um sistema natural, e complexo, mas este sistema é configurado ‘a imagem e semelhança da mesma formula do building block do código genético. Como sabemos que o organismo inteiro foi construído por aqueles buildings blocks, não é surpresa que o corpo todo imite o building block, pois o organismo é uma auto-projeção ampliada do seu criador. O corpo-sistema apresenta seis ou sete órgãos principais, cada qual com uma função especifica, os quais imitam cada uma das seis ou sete moléculas e suas funções especificas no building block genético, isto o que encontrei no desenvolvimento desta teoria.

Mas acontece que na Matrix/DNA – apesar de buscarmos conhecer todos os dados obtidos pelo método reducionista, que desvendou o corpo internamente ao nível molecular, nos adicionamos o paradigma sistêmico. Então, nos olhamos para um corpo humano e tentamos desenhar mentalmente o que é invisível, as sinapses dos fios de conexões que saem do corpo e entram no ambiente externo, e o inverso, as conexões, influencias, do meio externo sobre o organismo. E acontece que a Matrix/DNA esta’ sugerindo que o ecossistema que nos envolve tem uma configuração, um circuito sistêmico de interações, cuja imagem e funcionamento é exatamente a imagem e funcionamento da mesma formula que esta na estrutura do corpo todo conectando órgãos e substancias, e esta no seu nível microscópico molecular, o mesmo building block do DNA. E assim suspeitamos que qualquer variação na configuração do corpo-sistema, que cause um desvio ou uma interrupção ou um ponto de carga congestionado, tira o corpo organismo da sintonia, da mesma vibração e funcionamento dos sistemas microscópicos e macroscópico ambiental. Ai estaria a causa destas doenças mortais como câncer, Alzheimer, e por isso os sintomas são muitos pois a formula do sistema modelando o meio-ambiente tem muitas características, e bastante complexa. Um ponto de disfunção no circuito de um sistema, perturba o fluir no circuito do sistema todo e pode leva-lo a se desintegrar totalmente.

Então o que estaria causando estas doenças seria mais algum tipo de comportamento irregular do ser humano, seja mal habito alimentar, seja algum vicio ou algum elemento químico no alimento, no ar, ou uma soma de varias irregularidades. Elas surgiriam da distorção no circuito sistêmico do corpo, ou no circuito sistêmico do meio-ambiente, ou ambos. Como tenho a formula sobre a qual esta construída a biosfera terrestre e o organismo humano, se desenvolver-mos os instrumentos de medição e observação adequados, mais especializados na captação de fótons e suas networks, iniciaremos uma nova abordagem cientifica que pode nos levar a vitoria.

Mesmo sem os recursos tecnológicos, já estou prevendo com algumas intuições alguns aspectos do planeta com essa biosfera, modelados pela formula, que pode lhes dar uma ideia do nível de grandeza que estamos entrando. Por exemplo, a crosta terrosa foi sendo modificada assim como internamente vão sendo modificados os tecidos e Órgãos de um feto humano, e se no final o organismo tem seis a sete órgãos com funções especificas, o planeta também acabou se configurando com sete ilhas-continentes, cada uma com características sutis inclusive a nível de campo magnético. Porque? Uma mesma e unica formula modela astronomia, biosfera e biologia. Para o berço de um exemplar individual humano a formula construiu a placenta que tem sua imagem de pera com um cabilho que são os tubos de nutrientes adentrando a placenta; depois , com a evolução, para construir o berço do coletivo destes indivíduos, ou seja, a humanidade, a formula modelou os continentes na forma de pera tendo como cabilho as foz dos grandes rios que adentram os continentes deflagrando a produção dos nutrientes. E assim vai, podemos vencer estas doenças malignas que tento tem torturados nossos irmãos e irmãs em especie, ou ao menos avançar com a nova estrategia ao mesmo tempo que vamos conhecer mais do mundo a nossa volta o que poderá nos servir para tratar de uma nova doença fatal e gigantesca, que não afeta o individual mais vem para afetar o coletivo total, que e a doença no planeta e sua biosfera, a mudança climática.

Mas enquanto tudo isto estiver apenas na minha cabeça e eu estiver sozinho e sem os recursos técnicos, resta-me continuar assistindo a carnificina e ver diminuir nossas esperanças de que venhamos a vencer as batalhas finais.

 

 

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