Com esta nova descoberta da NASA, a Matriz/DNA nos leva a tocar os pés de Deus!

Galaxia com a Forma do DNA

A recente bombástica revelação da NASA foi a de que existem galáxias com a mesma forma do DNA! A 20 anos atrás eu estudava a biosfera do Amazonas e notei que havia um padrão repetitivo em todos os sub-sistemas conhecidos, desenhei êsse padrão na forma de uma fórmula, um diagrama de software, e denominei-a de “Matrix/DNA”.  A “Matrix” parece ser uma fórmula que surgiu inicialmente como um vórtice e vem evoluindo, sendo o DNA a sua face biológica. Ela tem organizado a matéria na forma de sistemas, desde antes das origens do Universo, criando assim, átomos, galáxias, árvores e corpos humanos. Portanto, naquela época apresentei esta teoria dizendo: ” as galáxias tambem possuem DNA, se êstes resultados estiverem corretos”. Claro, ninguém poderia tê-lo entendido sem conhecer o método utilizado e o desenvolvimento da pesquisa.

O fato é que a Matrix/DNA tem explicado desde então tudo o que de material existe por nós conhecido, e vem explicando tudo o que vai sendo descoberto. A ponto de eu ter chegado à conclusão de que nada mais nêste mundo material é segrêdo, está tudo elucidado. Não está aqui, nêste universo material, ainda, o tesouro supremo, a resposta para o sentido e significado da nossa existência. Porem, como a Matrix revelou que êste universo é uma produção genética – o que indica que seu criador é algo simplesmente natural, ainda havia a esperança de que, na continuidade da busca, chegássemos cada vez mais perto dêle.   

Porém, então aconteceu a dois mêses atrás, quando observava um gráfico do espectro da luz ( como ela se divide em frequências e períodos, e como cada divisão apresenta uma cor diferente), e meu fraco coração desembestou a bater quase me saindo pela bôca: estava ali,na luz, o início de tudo, as origens primordiais do código da vida e do processo dos ciclos vitais! A luz muda de cor,do violeta para o infra-vermelho, pelo mesmo mecanismo que nosso corpo muda de forma, da criança para o adulto. Tudo é produto de um código feito de luz!

Se existe Deus, a Luz é seu braço, é seu toque nêste Universo, é sua varinha mágica. Nela e através dela, Deus dissemina o código criador de mundos. Se não existe Deus, de qualquer maneira, o que veio de seja lá o que foi que deflagrou a existência dêste universo material, o fêz através da luz. 

Isto me fêz desmoronar intelectualmente. Porque eu posso lidar com a matéria, desvendar seus ultimos segrêdos, pois a matéria é palpável, acessível aos sofisticados instrumentos cientificos que são extensões dos nossos sentidos. Mas com a luz, não. A luz é uma abstração como é a mente,  algo intocável. Sei que um facho de luz  foi transformado em corrente elétrica por uma das mais fascinantes experiências cientificas recentemente, mas mesmo assim, ela continua sendo um fantasma. Como trabalhar com um fantasma?

Se agora a resposta fundamental, a solução suprema para a questão da nossa existência e da existência do mundo jaz em algo não acessível ao toque, à manipulação, isto significa que a espécie humana nunca terá a resposta. Foi para mim um golpe mental mortal. Tôda uma vida dedicada exclusivamente com tôda minhas energias numa busca de vida ou morte… e descubro que o tesouro que procuro está oculto atrás e além da luz, é definitivamente inalcançável, ao menos para nossa tecnologia materializada.  Sinceramente, a partir de então passei a desejar a paz da morte, sumir de um mundo que me quer como escravo ignorante até sôbre a minha própria existência. Nada me apega a êste mundo a não ser esta missão, e ela é irrealizável, então, nada mais tenho a fazer aqui. 

Mas… enquanto a morte não vem, e como sou teimoso, não pude evitar de pensar o seguinte… “Já que meu cérebro não pode parar de pensar enquanto a benfazeja morte não vem, porque não – apenas a título de passar o tempo e por mera curiosidade – procurar o que a Humanidade sabe ou diz sôbre as quatro ultimas fronteiras onde estacionei: a luz, hologramas, o cérebro e a mente.

Por isso me bateu forte esta noticia da NASA:

Magnetic forces at the center of the galaxy have twisted a nebula into the shape of DNA, a new study reveals. The double helix shape is commonly seen inside living organisms, but this is the first time it has been observed in the cosmos.

“Nobody has ever seen anything like that before in the cosmic realm,” said the study’s lead author, Mark Morris of the University of California at Los Angeles. “Most nebulae are either spiral galaxies full of stars or formless amorphous conglomerations of dust and gas — space weather. What we see indicates a high degree of order.” These observations, made with NASA’s Spitzer Space Telescope, are detailed in Thursday’s issue of the journal Nature.

My God! É  justamente isto, cem por cento exato, o que a Matriz/DNA previu a 20 anos atrás: “ O DNA que existe como essência dos seres vivos é meramente a forma biológica de uma Matriz Extra-Universal, que tem moldado desde átomos a galáxias! Ela é responsável pelos estados de ordem, do mais simples aos mais complexos.”

Fôrças eletro-magnéticas são campos gerados no escôpo da luz, e parece-me, vice-versa. Não faz parte do processo da Evolução que a fórmula da Matriz modele galáxias à sua imagem e semelhança. Isto não teria utilidade alguma. A forma do DNA, ou melhor, de sua unidade fundamental de informação ( um par vertical e horizontal de nucleotideos),  apenas precisa estar sedimentada na estrutura da galáxia, que é o sistema resultante dos sete tipos de astros se conectados entre si. Mas nada impede que – após ter completado seu trabalho na estrutura fundamental – as emanações eletro-magnéticas de uma porção cósmica de luz, que contem o código da existência, continue a influenciar o arranjo da galáxia inteira.  

O leitor não pode imaginar o grau de profundidade de conhecimento do que estou dizendo, por falta de treino nesta área. Descobrir que o nosso DNA está relacionado com galáxias… como indicou esta foto, é algo tão espetacular no nosso pequenino mundo mental de tantos labores filosóficos e cientificos, que a Humanidade ainda não captou ou não conseguiu digerir o significado desta noticia. Tem-se acreditado que a vida surgiu por força da acumulação de eventos protagonizados por simples fôrças naturais, porque isto teria que acontecer um dia, estatísticamente. Mas estas fôrças sempre foram buscadas a nivel microscópico, pois segundo ainda o que se tem acreditado, a vida surgiu microscópicamente numa pequenina porção de sôpa primordial em algum lugar nas profundezas de algum oceano. Mas agora estamos vendo a essência da vida a nível “MACROSCÖPICO”! Do tamanho de galáxias!

Os meus modêlos sugeriram a 20 anos atrás que a Natureza joga com o invisível pequeno da mesma maneira que com o absurdamente grande, passando de um nivel ao outro sem o menor escrúpulo, sem se distorcer ou sentir qualquer impacto. Até criei uma nova palavra: “giantologia”. Para esquematizar os processos naturais em que a Natureza aplica nanotecnologia e, vive-versa, ou seja, giantologia. Nosso corpo faz isso perante nossos olhos: êle se miniaturiza dentro de um espermatozóide, ou óvulo, sem se deformar ou perder qualquer detalhe, e depois se agigantesca a partir destas suas micro-formas. Assim sugerí um mecanismo genético o qual teria feito com que a célula seja a cópia miniaturizada fiel do DNA que paira no céu. 

Os meus modêlos viram dentro das galáxias que existe uma essência no mesmo formato do nosso DNA. Pela primeira vêz deixei de imitar os quimicos positivistas a se ajoelhar na beira dos pantanos remexendo a lama na busca do cêpo original que deflagrou a vida na Terra, e olhei para cima, na direção da Milk Way. Posso ser um zumbí morto-vivo a quem Deus nunca deu sequer um metro de terra meu mesmo para descançar meus ossos, sempre tendo que trabalhar duro no dia para pagar o quarto da pensão à noite. Posso ser um cadáver ambulante que sonha com a morte libertadora por não aguentar os limites que me foram impôstos ao nascer.  Mas… êsse prazer, essa indescritível satisfação, de ter lutado contra meu algoz pela liberdade, de ter visto esta foto tirada pela Nasa ontem, a 20 anos atrás quando do meio da selva amazônica levantei os olhos da mente para o céu… vale mais que tôdas as riquezas e posses nêste planeta.

Certa vez, ouvindo à volta da fogueira as revelações do curandeiro nativo que se embebedava com suas poções feitas à moda do Santo Daime, êle tentou explicar que em estado de transe saía dêste nosso mundo e entrava numa outra realidade. Mas era uma realidade pobre, simples demais, pois era tôda constituída de luz, uma luz muito forte, contínua, que se perdia de vista. Do meio da sua nova realidade êle olhava para nosso mundo e via um mundo de sombras. A luz era real, êle sentia isso, o nosso mundo era uma fantasia incongruente. O nosso mundo tôdo estava assentado sôbre êste oceano de luz. Mas – prosseguia êle a dizer – nós não vemos a luz com nossos olhos porque ela é demasiado forte para nós e nos cega, por isso vemos como fundo do céu, a escuridão. Quando na verdade seria o contrário. Lembrei-me então do efeito sentido quando na escuridão da selva de repente apontava o facho de luz da lanterna para meu rosto. Ficava cego repentinamente. O que o índio dizia fazia sentido, porem fui burro ao não perceber a profundidade do que êle estava dizendo. Não o percebí porque não acreditava no que êle dizia, um mero nativo selvagem. Preferí levar a coisa na brincadeira e pensar numa piada, lembrando de Platão descrevendo as sombras da caverna e me perguntando se tambem Platão não estaria bêbado quando disse aquilo. Mas acho que aquela conversa ficou gravada no inconsciente e me fêz 30 anos depois descobrir o código na luz. Pois me lembrei novamente da conversa do índio quando lí pela primeira vêz uma matéria sugerindo que 95% do Universo parece ser algo como uma “dark energy”, uma matéria escura. Não seria o caso de que o que os cientistas estão pensando ser escuro seja exatamente a luz na sua mais elevada essência e pureza? Isto agora faria sentido: o Universo está assentado sôbre uma fôrma de um sistema natural, funcional e caminha para ser reproduzido nesta forma.  

Se Deus nos fêz pequenos para nos recolher-mos aos nossos limites e insignificância, que Êle se cuide, pois a  mente dêste ser pequenino está crescendo a ponto de já conseguir alcançar Suas galáxias antes mesmo que nossos tentáculos materiais! E isto lampeja como uma centelha de luminiscência, uma esfuziante alegria alicerçada na quase certeza de que nossas futuras gerações vão conseguir com a mente que hoje ajudamos a evoluir, a tocar Sua luz e desvendar o código final que nos libertará de todos os limites. Pois se com a mente apenas conseguimos ver o que estava invisivel numa galáxia, isto levanta a esperança de que esta mente será capaz de ver o que está oculto além da luz.

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