Buracos negros estudados num tanque com água e o parecer da Matrix/DNA

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A formula da Matrix/DNA nos conduz a formular uma teoria nítida sobre o que existe no centro dos building blocks dos sistemas astronômicos. Esta teoria resulta ser bastante diferente da teoria acadêmica sobre buracos negros, que é o que dizem existir no centro das galaxias. Não me interesso muito em discutir isso porque o que existe ou não no centro da galaxia não ajuda nem atrapalha nosso objetivo imediato que e buscar soluções para melhorar minha vida na Terra e a de quem mais se simpatizar com estas soluções e se inscrever como sócio participante, e também a de estender os benefícios de tais soluções a quem delas necessitar. Mas como um dos objetivos principais nesta busca de soluções indicou que os valores humanos decorrentes de cosmovisões interferem na minha vida, e a crença numa cosmologia gera valores que são praticados pelos donos do poder prejudicando minha vida, devo investir algum tempo criticando o modelo acadêmico.

Minha dificuldade primeira é que o meu modelo não é sobre atuais galaxias e sim sobre os sistemas astronômicos que geraram galaxias e sistemas estelares. Assim como a célula vital teve dois métodos para se formar ( a primeira célula se formou por simbiose e as demais por auto divisão/reprodução), assim aconteceu na evolução dos sistemas astronômicos. E ainda não tenho calculado as mudanças ocorridas entre a primeira fase e a segunda fase para ter um modelo mais exato do que existe no centro das galaxias hoje. Mesmo assim, o simples fato de ter um modelo diferente nos habilita a fazer o que ninguém mais faz, ou seja, olhar a teoria acadêmica reinante com um olhar mais cético, analisando suas premissas e a logica nas suas conclusões. Existem muitos cientistas opositores do modelo reinante, mas eles vem de diferentes perspectivas, não a mesma que a minha. E tenho encontrado a meu ver muitos pontos falhos na teoria acadêmica, o que me motiva mais ainda a inquirir e criticar. A meu ver a teoria acadêmica peca por “masturbação Física e Matemática” ao extrapolar os limites da Matemática a campos em que ela não traduz a realidade. Quando vejo, como neste artigo abaixo indicado, que cientistas estão descendo do pedestal do imaginário para por mais os pés no chão, usando agora a realidade de um tanque com água para elaborar teorias, fico mais satisfeito.

No meu comentário abaixo do seguinte link, explico mais:

O que se pode aprender sobre buracos negros ao simulá-los em um tanque d’água? 

https://noticias.uol.com.br/ciencia/ultimas-noticias/bbc/2019/02/24/o-que-se-pode-aprender-sobre-buracos-negros-ao-simula-los-em-um-tanque-dagua.htm

Meu comentário enviado ao UOL (esperando moderação?):

Bem,… eu elaborei um modelo teórico astronômico mais baseado no que a astronomia produziu como efeito do que ela e’: a vida. Esse modelo acadêmico separa a natureza cosmológica da natureza biológica, sem nenhum elo evolucionário entre as duas e não consigo aceitar isto. Vai dai que meus cálculos apontaram a existência de um vórtice rotacional no centro do sistema, mas a partir dai eles estão sugerindo algo muito diferente do teorizado pelos acadêmicos. O vórtice turbilhonar e’ o ancestral astronômico do aparato feminino de reprodução e tem por efeito produzir os germes de novos astros, nada tem desse fantasmagórico buraco negro. Então a energia re-transmitida pelo vórtice sai junto com massa, da poeira estelar que forma o horizonte de eventos, assim como no ralo de água ela sai misturada com água. E buracos negros não tem cordas esticadas, que e’ isso!? Se alguém se interessar por outra teoria podemos debater aqui?

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