Como a Matrix/DNA quer levantar 1 bilhão e 600 milhoes de humanos que estão na miseria absoluta.

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E’ possivel a um humano comecar a mudar o mundo?

Um eficiente agente da Grande Causa segundo o que sugere a Matrix/DNA como tratamento aos mais pobres dos guetos, teria que ser capaz, nas reuniões nos guetos, de instalar a confiança e o estado de espirito pelo qual cada favelado diria:

“… pela primeira vez eu sabia que eu não estava só. Eu aprendi e confiei na verdade do agente e constatei que todos os outros que como eu, tinham perdido tudo, tambem desejaram e se comprometeram com aquela verdade. Nós juramos lealdade de um com os outros, construímos uma especie de Sagrada Familia Universal ( onde todos os irmaos são meus irmaos, todos os pais são meus pais, todos os filhos são meus filhos, etc.) que ocupou cada recanto daquele gueto, dos parques, sob pontes, em bares de encontros e estendemos nosso sucesso para todos os outros guetos do mundo inteiro. Nós mantivemos e mantemos as promessas que fizemos. Só compramos em nossas cooperativas de consumo, só trabalhamos associados em nossas proprias instalações, sem lideres, patrões ou empregados. Produzimos desde nosso feijão e arroz, as nossas roupas e sapatos, e vamos produzir aviões para depois mandar-mos naves para o espaco. Nós conseguimos fazer crescer uns aos outros, salvando-nos a todos de maneira que nenhum outro cidadão de fora do gueto , nenhum assistente social or agencia, jamais conseguiria.”

Agora, resta a Matrix/DNA encontrar ou construir tal agente… eu sou candidato… Ao menos ja tive a experiencia de Serra Pelada e sei que e’ possivel. Quando voce chega não limpinho e perfumado, não apenas pregando com a fala, mas de mangas arregradas e sujando-se, calejando as maos, cavando buracos para construir algo que não seja para si, e sim para todos, ao mesmo tempo demonstrando pela voz que conhece o mundo do progresso, eles observam, desconfiam, se aproximam, e pegam em picaretas dispostos a mover montanhas. E possivel sim, mudar o mundo!

Inspirado no texto baixo:

“… for the first time I knew that I wasn’t alone. I learned the beginnings of trust from other kids who had lost everything. We swore allegiances to one another, built families in the back rooms of that youth center, in parks, under bridges, in punk houses. We kept the promises we made. We grew each other up, saving one another in ways no adults, no social workers or agencies ever could.” – Sassafras Lowrey

https://polarisproject.org/blog/2016/11/16/staying-safe-new-resource-helps-lgbtq-youth-protect-themselves-human-trafficking

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