Algumas doenças são devido à promiscuidade dos átomos do corpo humano!

Descobrimos porque os sêres humanos são promíscuos: não, não é    porque  Adão e Eva foram promíscuos ao comer a maçã, mas sim porque os átomos que constituem nossos corpos jã o são.

Descobriram que o RNA erra muitas vêzes a leitura do DNA, quando sempre se acreditou que era feita com  notável precisão. É uma descoberta importantíssima pois esta pode ser a causa de  muitas doenças. O debate já começou em torno de muitas hipóteses mas  como sempre, os modêlos da Matriz/DNA sugere uma diferente hipótese a qual vai transcrita a seguir como cópia do comentário postado no artigo da Revista Veja, que vai copiado logo a seguir. 

Matriz/DNA: Não se trata de êrros mas sim de resultados das relações promíscuas das bases nitrogenadas com substâncias externas. Isto já estava previsto pela fórmula da Matriz/DNA (http://theuniversalmatrix.com). O DNA é constituído de unidades fundamentais de informção, as quais são constituídas de um par paralelo de nucleotídeos. Esta unidade foi herdada do modêlo astronômico de sistema fechado ao qual a Terra e o Sol pertencem. No sistema fechado não existe êrros de reprodução da informação, mas nos sistemas abertos,com o DNA, as partes se relacionam com o mundo externo e assim permitem a inclusão de novos elementos quando são reproduzidas, copiadas pelo RNA.
É portanto uma questão sôbre sistemas, e tôda a dificuldade nêste estudo deve-se ao fato que o estudo e pesquisas de sistemas (no caso, biológicos) está parado ou desviado pela Física, pela Matemática e orientado para a cibernética.

Artigo da Veja:

Leitura ‘errada’ ou programada?

Mayana Zatz

Genética

http://veja.abril.com.br/blog/genetica/sem-categoria/leitura-errada-ou-programada/#comment-8671

Não estou me referindo aos livros do MEC, embora esse assunto tenha ocupado muito espaço na mídia. E com razão. Estou falando da leitura do DNA pelo RNA, e uma nova pesquisa que acaba de ser publicada na revista Science ( 19 de maio).

Segundo o dogma central da biologia molecular, que todos aprendemos na escola, as informações ou sequências de bases do nosso DNA, as famosas letrinhas Adenina, Guanina, Timina e Citosina são lidas pelo RNA e determinam as sequências de aminoácidos que formam as proteínas correspondentes. Como sempre se acreditou que essa leitura é feita com precisão, é possível prever, a partir do DNA, como será a proteína codificada por aquela seqüência de DNA.

Às vezes ocorrem erros, ou mutações, e descobrir quando esses erros têm conseqüências patológicas, isto é, são responsáveis por doenças genéticas ou não, tem sido objeto constante de inúmeros estudos. Mas uma nova pesquisa parece questionar esse dogma sugerindo que o RNA não é tão fiel assim ao copiar o DNA.

Erros de cópia parecem não ser tão raros

Pesquisadores liderados pela cientista Vivian Cheung e seus colegas, da Universidade da Pensilvania, publicaram um trabalho onde mostram que as cópias feitas pelo RNA não são tão precisas assim. As trocas parecem ser muito mais comuns do que se imaginava. O seu grupo estudou o sangue de 27 pessoas não aparentadas e observou quase 29.000 diferenças nas leituras, espalhadas por cerca de 1/3 dos nossos genes. Chamou essas diferenças de RDD (do inglês RNA-DNA-Differences ou RNA-DNA-diferenças, em tradução livre).

As RDD não seriam erros ao acaso

Todas as RDD foram encontradas em pelo menos duas pessoas, e 80% delas repetiam-se em metade dos indivíduos, incluindo crianças e adultos. Essas diferenças foram encontradas em vários tipos de células: neurônios, células da pele, células embrionárias, células cancerosas. Mas o mais interessante é que os erros se repetiam nos mesmos lugares nas diferentes pessoas. Seria como se o RNA tivesse que ler a palavra SER, mas fizesse sempre a leitura como SEU ou LER.

E as proteínas codificadas por esses genes?

As pesquisadoras foram então verificar o que ocorria com as proteínas codificadas por esses genes. Observaram que algumas correspondiam a sequência “trocada” do RNA e não ao DNA original. As consequências eram, às vezes, a troca de um único aminoácido. Mas pelo menos em um caso, a alteração resultou em uma proteína muito mais longa com 55 aminoácidos a mais.

O debate já começou

Como era de se esperar, especialistas em sequenciamento já estão questionando esses resultados. Será que essas trocas são tão frequentes? Ou há muitos erros na interpretação ? O assunto é muito importante. Se realmente as RDD não forem raras, prever a partir do DNA a seqüência de aminoácidos de uma proteína será muito mais impreciso. De qualquer modo, a pesquisa da revista Science abre um leque de novas questões. Como são produzidas as RDD? A troca ocorre quando o DNA está sendo copiado ou o RNA é “editado” depois disso? Qual é o efeito dessas RDD no nosso organismo? Será que são transmitidas para gerações seguintes? Para quem trabalha com doenças genéticas, como eu, as dúvidas são ainda maiores. Será que as RDD explicam, pelo menos em parte, porque pessoas com a mesma mutação no DNA podem ter quadros clínicos tão diferentes? Ou porque alguns tecidos são afetados e outros não?

Tenho um pôster com um macaco coçando a cabeça e que diz: quando aprendi todas as respostas, mudaram todas as perguntas. Pelo menos não podemos nos queixar de monotonia.

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