Luz é gerada a partir do nada… e já vem com o Código da Vida?

Recapitulando artigos anteriores,  nós da Matrix/DNA  chegamos num impasse que parece intransponível: a fórmula da Matriz desvenda tudo o que existe no Universo material, o mundo material não tem mais segrêdos para nós e tudo de novo material que for-mos encontrando daqui para a frente se encaixará na história da Matrix. Tentando avançar além da matéria – porque aqui não encontramos as respostas ultimas à razão da existência – de repente descobrimos que um espectro de luz natural contem o código da vida, assim como é o animador dos ciclos vitais.  Nêste ponto o mundo ruiu a nossos pés, pois somos bons em desvendar os segrêdos do mundo que de alguma forma conseguimos sentir,  ver, apalpar, manipular, mas a luz natural é algo tão imaterial, tão abstrato, tão fantasmagórico, que em nada podemos tocá-la. Terá a resposta suprema sido ocultada de nós para sempre, por tras da luz natural?  O que existe além da luz?  Qual é a fonte dessa luz? Porque ela é tão complexa a ponto de ter a fórmula da criação? A Luz seria o braço, as mãos, de Deus?

Eu particularmente pensei em desistir de tudo, mandar o mundo parar porque quero descer. Não há para mim razão ou motivação alguma para continuar a viver nesta forma de eterno ignorante d aprópria existência.   Mas como meu cérebro não suporta ficar sem trabalhar de policia, continuei a dar uma olhada de soslaio no que  aparece nas noticias sôbre a luz, e mais algumas coisas que deixaram pontos de interrogação,  como a mente, holografia, cérebro, e claro, a dimensão quântica. Portanto criei aqui uma categoria para cada um dêsses assuntos e aí vou registrando e pensando no que vai surgindo de novo.  Agora vêm me dizer que criaram luz do… nada!  Claro, isso só poderia ser brincadeira.  Mas chegaram perto: um aparelho no vácuo quântico parece materializar fotons de luz!  Tais fotons podem ser arrancados do aparelho pelas fôrças do vácuo quântico ou pode ser, como apostam os pesquisadores, terem sido criados pelo vácuo quantico.

Mas os pesquisadores não tem êsse problema de saber que na luz está o código da criação.  Acho que para êles, luz é apenas luz, nada mais. Se for como eles pensam, é racional supor que apenas as vibrações do vácuo podem criar de si mesmas a luz.  Mas se a luz for o que penso que é,  o vácuo quântico é apenas a ponte entre nós, o nosso mundo real e a fonte criadora do nosso mundo.  Portanto, por tras do vácuo quântico e fomentando aquelas vibrações está o supremo mistério da nossa existência, o qual vai se materializando na forma de fotons – os quais são –  segundo a Matriz/DNA – particulas informação da coisa que nos criou.

Portanto fica aqui registrado êste artigo de muita importancia nêsse novo reino da nossa busca pela Verdade Última… se houver uma.  

http://www.inovacaotecnologica.com.br/noticias/noticia.php?artigo=luz-gerada-partir-nada&id=010815110606

Redação do Site Inovação Tecnológica – 06/06/2011

O estranho mundo quântico Se você não entende nada de física quântica, não se avexe: Richard Feynman, um dos mais aclamados físicos do último século, dizia que ninguém entende de física quântica.

 A realidade, contudo, é que ela está lá e, de forma bem prática, é a física quântica que explica o funcionamento dos computadores, dos supercondutores, dos microscópios eletrônicos, das comunicações por fibra óptica, enfim, de quase tudo o que nos leva a chamar o período em que vivemos de “era da tecnologia”.

 Mas que a física quântica é estranha, isso ela é, sobretudo porque, nas dimensões atômicas e subatômicas, as coisas se comportam de maneiras que ferem nossa intuição, fundamentada no que chamamos de “mundo clássico”, explicado pela “física clássica”.

 Vácuo quântico

 Um exemplo típico da estranheza do mundo quântico é o vácuo: faça um vácuo perfeito, eliminando tudo de um determinado espaço, até a última molécula e o que você terá? Nada?

Não exatamente: você terá o vácuo quântico.

O vácuo quântico é um estado com a menor energia possível, uma espécie de sopa de campos e ondas de todas as frequências, o que inclui as forças eletromagnéticas, mas também as ondas que representam as partículas.

Nessa sopa real, partículas saltam continuamente entre a existência e a inexistência.

Essas partículas são tão efêmeras que os físicos as chamam de “partículas virtuais”, embora elas tenham efeitos sobre o mundo real.

É por isso que os físicos afirmam que a matéria é resultado das flutuações do vácuo quântico.

Eles acreditam também que corpos celestes extremos podem atuar diretamente sobre o vácuo quântico, produzindo energias capazes de interferir até com fenômenos astrofísicos.

 Estrela de nêutrons pode acordar o vácuo quântico

Faça-se a luz

 A maior parte dessas explicações ainda está no reino das hipóteses e das teorias. Ou, pelo menos, estava.

Pela primeira vez, uma equipe de físicos afirma ter conseguido gerar coisas desse “nada” quântico. Mais especificamente, eles fizeram com que vácuo quântico gerasse fótons reais. Ainda mais claramente, tentando trazer isso para o senso comum, eles emitiram luz do nada.

Será necessário esperar que outros grupos refaçam o experimento; mas, se confirmado, esta certamente se transformará em uma das experiências científicas mais bizarras e famosas da história, e uma importante prova prática da validade da mecânica quântica.

Realizando o virtual

Ora, se o vácuo quântico é uma sopa na qual pululam partículas virtuais, deve ser possível detectar ou mesmo capturar essas partículas. Foi isto o que motivou Per Delsing e seus colegas da Universidade Tecnologia de Chalmers, na Suécia.

Os cientistas já sabiam como detectar indiretamente as partículas virtuais “emitidas” pelo vácuo quântico usando dois espelhos, colocando-os muito próximos um do outro.

Essa proximidade limita a quantidade de partículas virtuais que podem vir à existência entre os dois espelhos. Como passam a existir mais partículas virtuais fora dos espelhos do que entre eles, cria-se uma força que empurra um espelho na direção do outro.

Esse empurrão, conhecido como Força de Casimir, é forte o suficiente para ser medido pelos instrumentos atuais.

Luz do nada

Mas os teóricos previam que as coisas poderiam ficar mais interessantes se fosse usado um espelho só, que poderia absorver energia das partículas virtuais e, sendo um espelho, reemití-las na forma de fótons reais.

O problema é que, para isso dar certo, o espelho teria que se mover a uma velocidade próxima à velocidade da luz, algo impraticável com a tecnologia atual.

Delsing e seus colegas deram um jeito de sair desse impasse usando um sensor extraordinariamente sensível a campos magnéticos, chamado SQUID (Superconducting Quantum Interference Device), e fazendo-o funcionar como um espelho.

Quando um campo magnético atravessa o SQUID, ele move-se ligeiramente. Alterando-se o sentido do campo magnético vários bilhões de vezes por segundo força-se o SQUID-espelho a sacudir velozmente – tão rápido que ele atinge cerca de 5% da velocidade da luz.

E essa velocidade parece ter sido suficiente.

Segundo os físicos, o espelho gera um chuveiro de fótons, que saem desse nada chamado vácuo quântico, refletem-se no espelho, e surgem para o mundo real, onde podem ser detectados por fotocélulas.

Luz é gerada é partir do nada

Luz de Feynman

No estágio atual, com este experimento pioneiro, ainda não é possível prever alguma aplicação para o efeito, uma vez que a luz gerada é muito fraca para fins práticos.

Mas pode ser uma luz suficiente para clarear as esquisitices da mecânica quântica e, quem sabe, tirar a razão de Feynman: quem sabe dos cientistas já não estejam começando a entender “alguma coisa” de mecânica quântica?

Se este for o caso, logo poderá ser dada razão a um outro grupo de físicos que, em 2006, previu que será possível, no futuro, construir nanomáquinas alimentadas pela energia do “nada”.

Veja outras pesquisas sobre o vácuo quântico:

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