Nova descoberta cientifica sugere que mutações no DNA não são tanto devido ao acaso como acreditam. Mais um ponto a favor da minha teoria que havia previsto isso.

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Veja abaixo como esta descoberta afeta a Matrix/DNA Theory:

Mutating DNA caught on film

https://www.sciencemag.org/news/2018/03/mutating-dna-caught-film?utm_source=sciencemagazine&utm_medium=facebook-text&utm_campaign=mutatingdna-18432

Ver video em:

https://www.youtube.com/watch?v=Vi38IqxkW68

O parágrafo do artigo que mais nos interessa esta aqui:

” These changes occur at about the same rate over time—as opposed to in bursts—and only about 1% are deadly, the researchers report today in Science. Moreover, all bacteria in a given strain seem to have about the same mutation rate—about one mutation per 600 hours in normal bacteria, and about 200 mutations per 600 hours in bacteria engineered to mutate at a faster rate—they note”

Estamos cansados de ver os teóricos da teoria acadêmica dizerem que as mutações no DNA são obras do acaso. Seriam devido a erros no momento da replicação ou transcrição. Sim, porque se as mutações não forem por acaso isto implica que exista algum prévio desenho, o qual seria imediatamente comemorado pelas teorias religiosas do Intelligent Designer, e seria contrario a atual visão de mundo acadêmica. Por nosso lado, notamos que muitos dos resultados ( mais de 2.000 deles) destas mutações conduzem o organismo a ser copia mais fiel da formula universal para os sistemas naturais, a qual veio do nosso ancestral astronômico. Isto nos levou a deduzir que um processo tendente a reproduzir o ancestral sistema astronômico na forma biológica e aqui na Terra estaria sendo a causa de muitas mutações. Quer dizer, mutações ocorrem, algumas por acaso, outras pre-desenhadas ou forçadas pelo processo reprodutivo cosmológico. As mutações ao acaso, a priori seriam prejudiciais, pois acidentes ao acaso destroem, não constroem situações mais complexas que as anteriormente existentes – isso é o que deduzimos depois de ver todos os acidentes vistos e conhecidos. Porem, pode acontecer que uma mutação ao acaso seja justamente igual a mutação que estava previamente suposta a ocorrer pelo processo de reprodução cosmológico. Nesse caso a mutação ao acaso torna o organismo mais adaptável ao meio ambiente e por isso ela se mantem, mas também porque ela foi selecionada naturalmente. Ela apenas evitou um trabalho da Natureza. não se trata de prévio desenho devido a algum fator sobrenatural e sim devido a um fator puramente natural.

Quando descobrimos que existe uma razão matemática na relação entre o numero de mutações e o tempo, somos conduzidos a pensar que existe algo mais ai’ do que o acaso. Esta informação favorece a previsão da Teoria Matrix/DNA e se torna mais um conflito interno para a teoria acadêmica, conflito este que não foi lembrado no artigo.

E quando a descoberta revela que apenas 1% das mutações são destrutivas, mortais, reforça mais ainda nossa teoria. Isto sugere que são poucas as mutações por acaso. Mais um ponto para nossa teoria.

Um comentario postado no Youtube chama atencao para mais um importante detalhe:

” … My intuition in studying biology so far is also that more stressful conditions should lead to more mutations. Why does it not? Could it be the recurrence rate of mutations is a regulated by the cell itself? Is stress as we think of it not a factor because the cell self-regulates DNA repair? This is a very interesting finding.

Sim, considerando-se o que este estudante tem aprendido na escola, o stress deveria provocar mais mutações ao acaso. E a descoberta sugere o contrario. Isto nos leva a supor que exista um mecanismo desconhecido regulando as mutações, talvez de maneira que o stress produza muitas mutações as quais não são expressadas por que um mecanismo regulador desconhecido as eliminam antes. O mecanismo regulador, segundo a teoria da Matrix/DNA existe, ele advêm do processo cosmológico de reprodução, e como a teoria sugeriu antes, a formula da Matrix/DNA esta tanto dentro do organismo, no próprio DNA e na sua anatomia, como esta fora do organismo, modelando o meio-ambiente, o qual indica que alem do mecanismo de auto-reparação da própria célula, existe também o mesmo mecanismo no contexto epigenético. Atacando por dois fronts ao mesmo tempo, não admira que a eliminação das mutações no stress ocorram tão rápido antes que elas se expressem.