A NASA Acusa Uma Mãe Exemplar de Ser Um Monstro Canibal!

Um telescópio acoplado a um satélite da NASA captou uma cena difusa e incomum a 4 bilhões de anos-luz de distância. Um “flash” de raios gama mais brilhante que qualquer outro visto pelos astronomos. A novidade deve-se ao fato que o evento não é a típica emissão de radiação de elevada energia que frequentemente acompanha o aparecimento de uma supernova. Porque nêstes casos o brilho se apaga em poucos dias e nêste evento agora o flash continua forte apesar de já terem passados 2 meses e meio.
A noticia foi publicada com a figura abaixo feita por artistas os quais se basearam nas orientações e interpretações dos astronomos. Dois “papers” de divulgação científica foram publicados no Science Journal providenciando uma explicação para esta luminosa surprêsa. ” O flash – diz os documentos – é radiação de alta energia produzida por uma estrêla caindo num buraco negro no centro da galáxia.  A razão do flash ser tão brilhante é que o jato de luz está apontado direto na direção da Terra. E o flash é sustentado porque o buraco negro está consumindo a estrêla gradualmente.”
The Birth or Death of a Star?
             
Bem, esta é a interpretação de humanos que viram na tela do computador um sinal forte de luz nas imediações do nucleo de uma galáxia a 4 bilhões de anos-luz daqui. O evento foi confrontado com o modêlo da Teoria Nebular, a teoria  atualmente aceita no meio acadêmico.
Mas…

                     Os modêlos da Teoria da Matriz/DNA estão sugerindo uma interpretação exatamente contrária: um buraco negro está dando á luz uma nova estrêla.        

                                                  
Observe a figura a seguir que foi feita por mim a muitos anos atrás. Observe à esquerda, onde está o Sugar1, a incrível semelhança entre com a figura da NASA. 

 

E na figura abaixo, também feita por mim a 20 anos atrás quando registrei os originais da teoria, a mesma cena se repete no circulo menor referente ao ciclo vital dos astros. Aqui, o buraco negro nuclear dentro de um quasar emite esferas luminosas de material incandescente com elevado teor energético, esferas estas que serão os germes de um novo astro que mais tarde será uma estrêla supernova e depois uma gigante como o nosso Sol.

Ciclo Vital Humano e Astronomico

 Eu não quero acreditar que estou certo e a NASA esteja equivocada por que não me alegra que a mente humana nua e sózinha seja mais eficaz  que muitas mentes apoiadas num enorme potencial tecnológico. Ciência verdadeira só se faz com instrumentos cientificos. Mas…

O conflito entre meus modêlos e os da NASA não é um conflito cientifico. A Ciencia aqui se resume ao fato do registro do flash, da direção e da esparsa localização. A Ciência termina aqui. Como noutro dia meu rádio captou o ruído de uma forte explosão. Sabendo que a rádio transmissora fica numa cidade a 100 km deduzo a área onde ocorreu a explosão. Comparando o ruído com outros que já ouví minha opinião foi a de explosão de um bujão de gás em alguma casa. Meu vizinho acha que foi o depósito de dinamites da pedreira, outro ainda pensa que foi apenas um trovão porque logo depois choveu. Eu e meus vizinhos estamos tendo um conflito cientifico? Claro que não.

Qualquer mínima mudança no Cosmos deve demorar milhões de anos, por isso nós nunca vimos um processo astronomico completo,  seja o nascimento de um novo astro, seja a formação de um buraco negro, etc. Tudo o que temos são esparsos dados registrados e o resto é teoria. A teoria cosmológica acadêmica que está sendo ensinada nas escolas compreende a teoria do Big Bang para a origem do Universo e a teoria Nebular para a formação dos sistemas e corpos astronomicos. Esta teoria foi formulada com um pensamento igual aos dos filósofos gregos antigos que acreditaram na geração espontânea de micróbios e portanto de tôda a Vida. Nesta teoria não existe uma fórmula , um projeto prévio, atuando sôbre uma nebulosa de gas, poeira e energia para surgir uma galáxia ou um sistema estelar, assim como os gregos não sabiam que existe uma fórmula, um projeto prévio, que é o DNA, e acreditaram que bastaria uma camisa suja num canto para surgirem seres vivos. Já a teoria da Matriz/DNA sugere que existia o projeto prévio e apresenta a fórmula da Matriz.

Eu vou apelar para que oleitor se concentre um momento e pense numa noite estrelada. Agora lembre-se do que a teoria acadêmica está dizendo. Tente imaginar que no céu estrelado esteja ocorrendo cenas de estrêlas sendo devoradas por buracos negros. Em outros pontos estrêlas estariam explodindo, como diz a teoria para explicar as supernovas. Ou seja, a imagem do céu, tranquilo, eterno, imutável que vês é uma ilusão, diz  a teoria, pois ali estão ocorrendo continuamente cenas violentas. Você aceita o que lhe dizem? Sem que nunca ninguém lhe mostrou uma imagem sequer de qualquer violência no Cosmos? Como posso aceitar como verdadeiro quando outros dizem que existe um Deus do tipo descrito por tal religião sem no entanto nunca me mostrarem êsse Deus, senão por um ato de fé e não por uma operação da minha Razão?

Aqui na superficie da Terra existe violência. Aqui presenciamos a Natureza em estado de caos. Mas será que a Natureza Universal, ou seja, a Natureza na sua totalidade, só possue a face do caos? Não existiria tambem o estado de ordem? E se existir o estado de ordem, porque o Cosmos não estaria estabilizado nêste estado? Eventos podem ocorrer, o céu não é imutável, mas as interações e transformações se dão de forma mecânica, harmonicas. Por que não?

Porque, mesmo que no Cosmos não exista violência, o homem as inventaria, assim como se não existisse Deus, o homem o inventaria à nossa imagem e semelhança. Nós somos filhos do caos, fomos produzidos numa biosfera caótica vendo leões devorarem ovelhas, nosso cérebro está hard-wired, pré-programado, para inserir a violência em qualquer reino distante que tenhamos notícia. Então é normal que auto-projetemos nossa natureza na interpretação de regiões onde não podemos ver um evento completo sequer. 

Na figura da NASA aquela esfera oval menor que representa a causa do flash indica aos astronomos que uma estrêla gigante se move ou é movida pela atração gravitacional, no sentido espaço>buraco negro.  Mas esta indicação não parte do fato, do dado cientifico. Na verdade os dados realmente cientificos não registram movimento algum, alem de uma emissão de raios gama na região. A indicação foi produzida pela crença de que existem buracos negros tal como diz a teoria, que são os canibais do espaço pois devoram estrêlas.

Na  figura da Matriz/DNA, a esfera menor representa realmente um corpo esférico, composto de uma espécie de magma incandescente. Mas êle estaria no sentido contrário, ou seja, nucleo galáctico>espaço exterior. Isto porque a teoria diz que : ” quando existe uma nebulosa de poeira, ela gira sôbre si mesma formando um rodamoinho central e  isso é o que chamam de buraco negro. Quando uma velha estrêla termina seu combustivel ela se desfaz em poeira, esta é arrastada na direção do tornado central, adentrando-o. Girando no interior como ocorre num liquidificador, a poeira mais os cometas energizados se amlgamam em bolotas, esferas, e quando atingem certo peso sobem à superficie daí sendo expelidas para o espaço exterior. Ora, o material que sai da fornalha é incandescente com alto teor energético e pode emitir flashes de raios gama. Quando se distancía do vórtice, a esfera é coberta pela poeira que fica ao redor do vórtice e como e essa poeira no espaço interestelar é congelada, forma-se camadas densas em torno do material incandescente, quanto então cessam as emissões de raios gama.

Quem ou o que indicou isso para mim? 30 anos de calculos teóricos envolvendo de átomos a galáxias a DNA. Eu resolví manter sob testes esta indicação porque ela se assemelha surpreendentemente com o processo que nós humanos geramos nossos babies. E eu não acredito que nós inventamos este processo. Acredito que ele seja resultado de uma evolução na qual os astros foram nossos ancestrais, portanto, os principios, as fôrças, as leis naturais que fizeram a cena que vejo aqui entre nós quando nasce um bebê,  já deveriam estar de alguma maneira representada em todos nossos ancestrais, como a Via Láctea. 

Seja como for, os dados cientificos que possuímos até agora sugerem fortemente a existência de algo no nucleo galáctico. Para a Teoria Nebular, trata-se de algo que jamais quereríamos vendo se aproximar de nosso sistema solar, pois seríamos todos devorados, a nossa História terminaria para sempre. Para a Teoria da Matriz/DNA trata-se de algo que executa uma função no sistema galáctico, a mesma função que uma mulher gravida executa aqui: a geração de um novo filho do sistema, da espécie. Não creio que uma estrêla esteja sendo devorada e sim que uma nova estrêla está nascendo. 

Mas vamos dar tempo ao tempo, pois o tempo será o unico juiz autorizado a resolver este conflito de interpretações. 

A seguir algumas menções aos artigos publicados:          

SCIENCE – AAAS

ScienceShot: Powerful Jet Being Produced by Star-Eating Black Hole
by Yudhijit Bhattacharjee on 16 June 2011, 2:00 PM
On 28 March, NASA’s Swift satellite observed a flash of gamma rays brighter than anything astronomers had seen before. It soon became evident that the event wasn’t a typical gamma ray burst, an emission of high-energy radiation that often accompanies a supernova explosion. The flash didn’t die out but was sustained for weeks, and although it has faded in intensity, it is still going strong 2½ months later. Two papers published online today in Science provide an explanation for this luminous surprise. The flare is in fact a high-energy jet of radiation produced by a star falling into a black hole at the center of a galaxy 4 billion light-years away. The reason the flare is so bright is that the jet is pointed straight in the direction of Earth. And it’s sustained because the black hole is consuming the star gradually. “That’s because as the black hole rips the star apart, the mass swirls around like water going down a drain, and this swirling process releases a lot of energy,” says Joshua Bloom, an astronomer at the University of California, Berkeley, and lead author of one of the two papers. Bloom expects the flare to fade out over the next year.
xxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxxx

Scientists ID mysterious flash in distant galaxy

http://www.newsvine.com/_news/2011/06/16/6874732-scientists-id-mysterious-flash-in-distant-galaxy

E o site da Nasa da Missão Swift:

http://www.nasa.gov/mission_pages/swift/main/index.html

E aqui, no artigo abaixo publicado alguns dias depois do anuncio da NASA, está um exemplo de como uma simples hipótese especulativa imediatamente ganha ares de verdade sacramentada na imprensa. Assim fizeram nas escolas com a teoria da Evolução segundo Darwin, com a teoria do Big Bang, sôbre as quais os textos dos livros escolares começam dizendo que é uma teoria mas a partir da metade do curso para frente a menção de teoria desaparece e passam a afirma-la como verdade sacramentada. Como a teoria está incompleta e não pode ser cientificamente provada, e  devido ela instigar ao ateísmo, foi prejudicada pelo enorme bombardeio dos contras, religiosos, e agora ela tenta se defender sem ter as armas decisivas para tal.

Gamma-ray flash came from star being eaten by massive black hole

Published: Thursday, June 16, 2011 – 13:36 in Astronomy & Space
http://esciencenews.com/articles/2011/06/16/gamma.ray.
flash.came.star.being.eaten.massive.black.hole

A bright flash of gamma rays observed March 28 by the Swift satellite may have been the death rattle of a star falling into a massive black hole and being ripped apart, according to a team of astronomers led by the University of California, Berkeley. When the Swift Gamma Burst Mission spacecraft first detected the flash within the constellation Draco, astronomers thought it was a gamma-ray burst from a collapsing star. On March 31, however, UC Berkeley’s Joshua Bloom sent out an email circular suggesting that it wasn’t a typical gamma-ray burst at all, but a high-energy jet produced as a star about the size of our sun was shredded by a black hole a million times more massive.

Careful analysis of the Swift data and subsequent observations by the Hubble Space Telescope and the Chandra X-ray Observatory confirmed Bloom’s initial insight. The details are published online today (Thursday, June 16) in Science Express, a rapid publication arm of the journal Science.

“This is truly different from any explosive event we have seen before,” Bloom said.

What made this gamma-ray flare, called Sw 1644+57, stand out from a typical burst were its long duration and the fact that it appeared to come from the center of a galaxy nearly 4 billion light years away. Since most, if not all, galaxies are thought to contain a massive black hole at the center, a long-duration burst could conceivably come from the relatively slow tidal disruption of an infalling star, the astronomers said.

“This burst produced a tremendous amount of energy over a fairly long period of time, and the event is still going on more than two and a half months later,” said Bloom, an associate professor of astronomy at UC Berkeley. “That’s because as the black hole rips the star apart, the mass swirls around like water going down a drain, and this swirling process releases a lot of energy.”

Bloom and his colleagues propose in their Science Express paper that some 10 percent of the infalling star’s mass is turned into energy and irradiated as X-rays from the swirling accretion disk or as X-rays and higher energy gamma rays from a relativistic jet that punches out along the rotation axis. Earth just happened to be in the eye of the gamma-ray beam.

Bloom draws an analogy with a quasar, which is a distant galaxy that emits bright, high-energy light because of the massive black hole at its center gobbling up stars and sending out a jet of X-rays along its rotation axis. Observed from an angle, these bright emissions are called active galactic nuclei, but when observed down the axis of the jet, they’re referred to as blazars.

“We argue that this must be jetted material and we’re looking down the barrel,” he said. “Jetting is a common phenomenon when you have accretion disks, and black holes actually prefer to make jets.”

Looking back at previous observations of this region of the cosmos, Bloom and his team could find no evidence of X-ray or gamma-ray emissions, leading them to conclude that this is a “one-off event,” Bloom said.

“Here, you have a black hole sitting quiescently, not gobbling up matter, and all of a sudden something sets it off,” Bloom said. “This could happen in our own galaxy, where a black hole sits at the center living in quiescence, and occasionally burbles or hiccups as it swallows a little bit of gas. From a distance, it would appear dormant, until a star randomly wanders too close and is shredded.”

Probable tidal disruptions of a star by a massive black hole have previously been seen at X-ray, ultraviolet and optical wavelengths, but never before at gamma-ray energies. Such random events, especially looking down the barrel of a jet, are incredibly rare, “probably once in 100 million years in any given galaxy,” said Bloom. “I would be surprised if we saw another one of these anywhere in the sky in the next decade.”

The astronomers suspect that the gamma-ray emissions began March 24 or 25 in the uncatalogued galaxy at a redshift of 0.3534, putting it at a distance of about 3.8 billion light years. Bloom and his colleagues estimate that the emissions will fade over the next year.

“We think this event was detected around the time it was as bright as it will ever be, and if it’s really a star being ripped apart by a massive black hole, we predict that it will never happen again in this galaxy,” he said.

Source: University of California – Berkeley

Tags: , , ,