Tecnologias pela Matriz

Nesta categoria iniciaremos nossa incursão pelos campos das diversas tecnologias, como a tecnologia dos motores, dos circuitos, dos sensores, etc. É preciso entender que a Teoria da Matriz/DNA trouxe ao nosso conhecimento o modelo de uma máquina quase-perfeita ( a perfeição só não é absoluta devido a existência da entropia, a qual determina sua morte), ou do motor auto-sustentável, portanto este modelo deve ser comparado com tôdas nossas produções de máquinas e motores para buscar maneiras de aplicar melhorias que nos beneficiem. Quase certeza que não terei tempo para desenvolver esta tarefa porem pretendo na medida do possivel deixar registrado os primeiros insights e vislumbres que às vezes me acometem nas raras incursões por este ramo das atividades humanas. Por exemplo, logo a seguir vem, nesta mesma categoria, um primeiro artigo-esboço da tecnologia dos motores. Este pode ser o ponto de partida para os estudiosos e profissionais que obram nestas áreas.

Surpreendentes idéias vão surgir aqui, pois apenas a breve incursão pela tecnologia dos motores já nos conduziu a duas conclusões jamais imaginadas:

1) Copiamos a galáxia e o sistema solar na forma de rodas com eixos, raios e aros, mas fomos mais longe que a estraordinária engenharia astronômica. Enquanto as rodas cósmicas girantes praticamente não se movem do lugar e são impossiveis de serem dirigidas, nós, apenas botando uma estrada embaixo dessa roda, criando uma superficie, conseguimos move-las e dirigi-las para onde quisermos!

2) Tôda a parafernália em que consiste nossos motores cujo propósito ultimo é mover carros, são resumidos pela Natureza em apenas uma microscópica particula, a qual consegue o mesmo efeito porem aplicando o mesmo mecanismo!  Me refiro à particula píon que liga o próton ao neutron no nucleo atômico. Mas aí a engenharia natural é fantástica: tomando uma cabeça humana como alegoria, considerando a face como proton e a nuca como neutron, o píon faz o nucleo atômico girar empurrando para a frente um ponto fixo da cabeça expressando a face, e a seguir empurra o mesmo ponto expressando a nuca… e assim a cabeça, digo, o atomo gira eternamente… (pelo mesmo mecanismo que o motor a vapor faz girar as rodas de um trem!). Bem, isso ainda precisa ser averiguado, mas essa simples conjectura ainda vai dar panos para manga… e talvez grandes novidades tecnológicas. 

Mas estamos ainda apenas começando…