Tecnologia pela Matriz: Motor de Carro

O artigo “Motor a Vapor”, piblicado nesta mesma categoria, deve ser lido antes deste, o qual apenas será registrado pois não tenho tempo agora para desenvolvê-lo.

O propósito do motor de um carro é fazer o carro andar. Vamos traduzir isso na linguagem da Natureza. Mais exatamente na linguagem do espirito que jaz sob a Natureza, denominado aqui de Matriz. Para o carro se mover basta dota-lo de rodas e rodas auto-girantes (entendendo-se que elas giram movidas por alguma força que substitua cavalos e homens). Rodas girantes é um fenômeno que tem suas raízes nas órbitas dos sistemas naturais, nos quais existe um nucleo como eixo girante. ( como o nucleo do átomo ou o sol no sistema solar) . Como a natureza produz um nucleo que gira eternamente sobre si mesmo? No átomo, a particula pion indo do proton ao neutron faz esse trabalho num mecanismo que ainda não entendí muito bem, e se eu não entendí, ninguem mais, pois na cabeça de mais ninguem iria se passar esta idéia, enquanto ninguem mais conhece os modelos da Matriz. Suspeito que o mecanismo é o mesmo do motor a vapor quando o braço que sai do cilindro empurra a roda para a frente. O segredo do giro auto-sustentavel estaria na intercalada expressão entre face direita e face esquerda. No átomo, proton torna-se neutron e neutron torna-se proton, dependendo onde se encontra o pion. Em LUCA, o fluxo sistêmico que imita o pion, quando está percorrendo o lado esquerdo expressa este lado da face e portanto este lado da face imita o proton, enquanto o outro lado que não está sendo expressado imita o neutron. Pegou o espirito da coisa? Er… parece que desvendamos o mecanismo do giro auto-sustentável. Expressar uma face, ou um lado da face, significa por esse lado à frente. Porque? É o mesmo caso do atleta que sempre vence a maratona, mas era uma maratona em que ele era o unico, de um atleta só, pois não tem ninguem atras dele. Assim, se apenas um lado de uma face é expressado, ela vai estar sempre na frente. Quando o pion muda, passando a expressar a face direita, ele a situa na frente pelo mesmo motivo: não existe a face esquerda como concorrente. Assim uma roda gira: intercalando a expressão dos lados de uma face. Mas gira sem sair do lugar.

Bem, o que interessa é fazer uma roda girar por alguma maneira que não seja usando a força do homem, e essa roda deve mover-se e carregar um imóvel denominado “carro”. A Natureza deu a dica e o homem percebeu que através de valvulas ele pode imitar o vai-e-vem do pion. Assim, quando o vapor entra de um lado e empurra o pistão que empurra um ponto da roda situado à direita ou atras, para a frente e depois puxa esse mesmo ponto para traz afim de empurrar a parte de traz para a frente, é puro movimento pionico atômico.

Mas tem um problema. No espaço, rodas giram eternamente. Sistemas estelares, galaxias, e mesmo planetas tem esse movimento peculiar. Porem eles não se movem do lugar e muito menos transportam coisa alguma. Nós humanos precisávamos reproduzir estas esferas girantes, mas que movessem do lugar e transportassem carcaças. Como saímos dessa?

Por um golpe genial! As esferas celestes não se movem porque estão isoladas no espaço. Não estão apoiadas sobre coisa alguma. Mas se eu pusesse ( abram caminho para um cientista louco… e perigoso, pois posso alterar as coisas no céu)… se eu pusesse uma tábua embaixo do sistema solar… o sistema solar sairia caminhando. Ou melhor, rodando. Claro! Nem mesmo se a roda girante tivesse vontade própria, conseguiria-se impedir-se que ela se movesse sobre a tabua. Foi esse o golpe genial: botamos uma estrada em baixo da roda. E com isso inventamos o automovel! Tão simples! Me descabelo todo pensando porque não tive essa idéia antes do inventor, mesmo que Arquimedes já tivesse dado a pista com sua “dê-me uma tábua – digo – dê-me uma alavanca e moverei o mundo”. Quando ele disse mundo acho que ele pensava apenas no planeta, mal sabendo ele que poderia perfeitamente ter dito “moverei a galáxia”.   

O motor do carro consegue sua força queimando gazolina, produzindo vapor e movendo as rodas. O sistema natural fechado em si mesmo, representado pelo corpo de LUCA, queima a face direita para expressar a esquerda e assim manter o fluxo em movimento. Depois ele divide a face esquerda em energia e massa para que volte a expressa-la.  A roda gira eternamente. A Natureza fez isso e nosso unico acrescimo foi botar uma estrada embaixo da roda. Ou, em outras palavras, reproduzimos aqui na Terra e com nossos materiais, as rodas girantes que víamos no céu, porem, quando o fizemos, sem querer trouxe-mos as rodas girantes isoladas no espaço sideral para a superficie da Terra, a qual foi a tábua que faltava. A alavanca de Arquimedes.

Bem, daqui para a frente vamos analizar detalhe por detalhe do motor do carro sempre comparando com os modelos da Matriz para daí tentar obter idéias que aprimorem estes motores, ou inventem coisas novas ainda não imaginadas. Por ora, basta olhar o desenho do motor funcionando no website sugerido no artigo anterior e ir procurando qual parte do motor representa qual parte da matriz natural.

Tags: , ,