REFORMANDO A ARVORE DA VIDA NA TEORIA DE DARWIN

(Tema em construcao, aberto a sugestoes)

Baseado no artigo “Darwin was wrong” (Darwin estava errado), da revista NewScientist, n.2692, January 24-30, 2009, por Grahan Lawton.

Como estou sem tempo agora para traduzir e comentar item por item sob a perspectiva da Matriz, mas preciso deixar registrado este importante assunto, farei apenas um brevissimo comentario.

Os modelos da Matriz sugerem existirem varios novos mecanismos ainda desconhecidos por quem nao conhece a Matriz, relacionados com a macro-evolucao. Com estes mecanismos se pode ver, prever e entender os novos fenomenos naturais relacionados relacionados a micro-evolucao biologica que foram observados depois de Darwin. Nao vamos ter que derrubar arvore nenhuma. Como ja vimos em varios casos, as bases da teoria de Darwin sao solidas, permanecerao como parte da teoria da macro-evolucao, apenas sera’ em muito extendida e complexificada. Por exemplo, a formula fundamental de Darwin, VSI, com tres variaveis, descreve apropriadamente os ciclos micro-evolucionarios que compoem a macro-evolucao, porem, o verdadeiro processo da Evolucao Natural Universal, ou macro-evolucao, acrescenta mais quatro variaveis, complexificando em muito a teoria, mas beneficiando-a quando por exemplo explica os gaps atualmente desconhecidos. Da mesma forma, o simples diagrama feito as pressas por Darwin que recebeu o nome de Arvore da Vida, tambem mantera’ a infra-estrutura na forma de arvore, mas a ela teremos que acrescentar mais detalhes reais da paisagem onde uma arvore floresce, como o solo e o ceu, para que comporte o peso das quatro novas variaveis e explique definitivamente a historia dos seres vivos.

A evolucao biologica nao poderia ser apenas vertical, como pensou Darwin, ou seja, toda especie resultante de uma especie localizada abaixo e antes dela. Isto significaria determinismo absoluto aplicado como efeito tunelamento sobre as forcas primordiais, nem mesmo a grande diversificacao contendo as especies descartadas poderiam existir. Claro!

Na Teoria da Matriz vemos que a Evolucao se move vertical e horizontalmente, mas tambem se move lentamente no tempo, do passado para o futuro, intermediando os ciclos com inversoes do tempo em periodos rapidissimos, tao rapidos que nao quebram a sucessao normal de causa e efeito e nos nao a captamos sensorialmente. E isto precisa ser acrescentado ao diagrama da arvore.

O  darwiniano LUCA ( the Last Universal Common Ancestor) nao era microscopico e nem viveu na superficie da Terra como razoavelmente pensou Darwin. Mas o diagrama tem que representa-lo tambem, para que seja verdadeiro. Os genes do LUCA nao foram transmitidos como ocorre nos ciclos micro-evolucionarios, ou seja, encerrados dentro de pacotinhos cromossomicos, mas sim, chegaram e continuam chegando `a Terra dispersos em relacao ao espaco, como tambem em relacao ao tempo. O que significa que caem em diferentes momentos e lugares. As informacoes para mutacoes dos sistemas biologicos nao casuisticas, estao no ar, livres, e podem ser ou nao serem captadas e assimiladas por um sistema terrestre. Por isso e’ facil deduzir que uma determinada “raca” que se encontra na posicao dominante dentro da sua especie, digamos, na Africa e hoje, pode de repente estancar sua evolucao, seja porque se acomodou no superespecialismo conservador inacessivel pelas novidades, seja porque aquela regiao e seu tempo nao foi devidamente semeada com os genes retrogrados de LUCA.

Enquanto isso, uma raca localizada, digamos, na Asia e a milhares ou milhoes de anos atras, menos evoluida e portanto mais necessitada e carente de mudancas, ou ainda sujeita a um bombardeio genetico mais intenso, pode ter sido acessivel `a mutacao programada no software de LUCA, e hoje estaria se apresentando no topo evolucionario da especie toda, rumo a fixar-se no tronco da Arvore da Vida.  Mais ou menos isto deve ter acontecido com os repteis, quando os dominantes dinossauros superespecializados perderam para o lagarto ou lagartixa que se transformou em mamifero.

O DNA de LUCA esta ainda sendo desenrolado, da ponta do fio que vai se fragmentando vem grupos de genes com informacoes diferentes, pois o Sol queima de fora para dentro e a Terra de dentro para fora. Cada regiao nova atingida pela radiacao emitem fotons-bits que contem uma parte especifica das informacoes do proto-sistema ancestral. Ja estava previsto a 30 anos atras, por uma simples analise dos modelos da Matriz, que alem de vertical e temporal, a micro-evolucao biologica teria que ser tambem horizontal e com reversao do tempo.

Mas a Arvore da Vida que amamos quando a conhecemos na escola nao pode cair como imagem da Historia da Evolucao porque ela ‘e parte do diagrama indicado como software matricial que melhor retrata a figura do hardware em termos de processo temporal. Explico com uma analogia: arvores sao descendentes da celula vegetal que foi a que melhor copiou a imagem do ceu, por isso as arvores ainda mantem a aparencia do buiding block astronomico, assim como nos ainda mantemos algo da aparencia dos gorilas. O tronco da arvore representa o eixo vorticial astronomico; os ramos da arvore representam o que denominamos de “bracos da galaxia”; as frutas pendentes destes ramos, principalmente quando estao amarelas, representam as estrelas penduradas naqueles bracos da galaxia. Diria que nem os planetas foram esquecidos, pois o que dizer das folhas? O fluxo do circuito astronomico que “sobe e desce” continua com sua caracteristica sendo transmitida geneticamente, na forma dos dois fluxos internos aos troncos da arvore. Ora, vimos que a forma do diagrama do software e’ sempre a forma do hardware, pois eles se auto-constroem retroactivamente.  Vimos que no ciclo vital nao se ve o sistema porque o tempo e invisivel, mas ele e’ visto no software. Portanto, se o hardware tem a forma de arvore, o software obrigatoriamente tambem a tera’. E o que Darwin intentou representar quando teve a ideia da arvore, senao justamente o processo da evolucao no tempo?

Nao sejamos precipitados em afirmar que Darwin estava errado, que os criacionistas nao comecem a fazerem alarde arrastando esta descoberta como mais um de seus argumentos contra a teoria da evolucao. Vamos procurar um tempo para re-estudar os modelos da Matriz, desenhar as figuras calculadas pelos mecanismos da macro-evolucao, vamos novamente aplicar o metodo vitorioso da anatomia comparada que nos levou `a Matriz, agora comparando arvores com redes de teias ou webs, para tracar um retrato falado do diagrama-elo entre os dois, o qual possivelemente enriquecera em muito o diagrama de Darwin, a arvore estara salva, porem, no seu devido habitat, com ceus e terras ao seu redor. Que Deus (…ops!!!) nos ajude a conseguirmos o tempo que precisamos para fazer isso, dando uma forcinha para ganharmos na loteria e assim poder-mos arrumar um trabalho part-time…                

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