Cometa Wild 2 a favor da Teoria da Matriz e contra a Teoria Nebular?

Comet Wild2’s ParticlesAs partículas do cometa sendo analizadas por técnicos da NASA

Eu não quero acreditar que um individuo nascido raquitico e miserável, tendo sido menor abandonado e quando adulto tornou-se um homem das cavernas vivendo isolado na selva amazônica, tenha descoberto o segrêdo do mundo, o código do Universo. Eu retornei da selva porque fui de lá retirado em estado de coma malárica por nativos que chegaram à fronteira e me entregaram à civilização do homem branco num vilarejo. E quando acordei no hospital a primeira coisa que fiz foi arrancar do cós da bermuda um amarrotado papel contendo um tôsco desenho e bramando para a enfermeira:– “ Ei… o espirito da selvas me contou… eu descobri… uma coisa muitissimo importante que está nesse papel, se eu morrer você entrega ele na universidade prá mim?”Vendo que eu estava no delirio do estado de coma a enfermeira condescendente perguntou: – “E o que você descobriu, senhor Luís?”– “ É a formula que a Natureza vem usando a bilhões de anos para produzir a matéria e organizar essa materia nos sistemas, desde universos a corpos humanos,.. o nosso corpo! Isso é a mão do seu Deus que você acredita, é o código genetico do Universo! Isso vai nos a dar… – `a nossa espécie humana – o maior poder sobre o mundo para resolver todos estes problemas bêstas tal como aniquilar com estes virus que me pegaram. Isso é muito importante, eu fiz minha missão, faça a sua, apenas entregue êsse papel a um professor qualquer na Universidade.”A selva é o inferno e a gente sai de lá delirando mas já é passado o tempo para eu acordar e perceber que essa descoberta e naquele lugar seria impossivel, que o mapa do tesouro não vale nada, tenho me esforçado ao maximo para esquecer a matriz e ter a cabeça pronta e eficiente para sobreviver neste mundo, mas o que fazer se tenho o vício irrestivel de todo dia logo ao acordar correr ao computador e checar as novidades do Journal Nature, do website da NASA, da AAAS, e todo dia ver que um novo fato descoberto vem acompanhado das frases – “ este fenômeno não é ainda bem conhecido em seus mecanismos”, ou,  “o novo fato tem provocado controvérsia nos meios cientificos necessitando rever-se a teoria”, etc. – enquanto, por meu lado, imediatamente que vejo o fato entendo-o perfeitamente, vejo seu significado, vejo os mecanismos que o suportam, vejo sua inteira história desde suas ancestralidades nas origens do Universo até seu estado atual e ainda faço as previsões do que ele será no futuro? Bem, na verdade não é bem assim, os mapas e modelos da Matriz ainda não tão poderosos, mas quase… Se forem provados como sendo verdadeiros, eles lançam uma mente humana a milhares de anos a frente! Por exemplo, essa noticia no site da NASA, missão Stardust. Descobriram que num cometa existem partículas muito velhas, tão velhas que remontam às origens do nosso sistema solar ( e quando vejo essas palavras “origens de sistemas” minhas orelhas já pulam e ficam de pé, atentas para o que vem a seguir) mas que tais partículas só poderiam ter sido produzidas num ambiente sob elevadas temperaturas, contrariando totalmente os modelos da teoria official acadêmica sobre origens de cometas, mas caindo como uma luva linda de morrer sobre meus modelos… como saio dessa? O que você faria sob esse bombardeio todo dia, todo dia, e jà vem isso acontecendo a 25 anos? Pô, coincidencias existem, mas milhares de repetições do mesmo tipo de coincidencia?! Um modelo de algo impossivel existir porem engolindo tudo o que existe, e suavemente goela abaixo!? Bem, vamos lá a ver mais essa nova descoberta e ver a controvérsia entre os modelos teóricos feitos pelos espiritos do asfalto e pelo espirito selvagem da Amazônia:         A ORIGEM DOS COMETAS REVISITADAUma poeira invisível a olho nu e que pesa menos de um centésimo de miligrama está ajudando a reescrever a história do Sistema Solar. Essas partículas foram recolhidas do cometa Wild 2, visitado pela nave Stardust há quase três anos. Os primeiros resultados da análise desses fragmentos, feita com os mais modernos equipamentos disponíveis no planeta, acabam de vir a público, e estão surpreendendo os astrônomos. Esta é a primeira vez que material de um astro que não a Lua é trazido para análise na Terra. O estudo das amostras envolveu quase duzentos cientistas em nove países.“As partículas coletadas pela Stardust devem ser do mesmo material que se aglutinou com gelo para formar os cometas há 4,57 bilhões de anos, quando o Sol e os planetas estavam se formando”, afirma o artigo principal que apresenta os resultados. O estudo dessas partículas diminutas mobilizou uma vasta gama de instrumentos de alta tecnologia na Terra, alguns dos quais chegavam a ter quilômetros de diâmetro. E os resultados preliminares mostram que é preciso rever algumas teorias sobre a origem dos cometas. Acreditava-se, por exemplo, que os cometas de período curto, como o Wild 2, eram constituídos de rochas formadas no gélido Cinturão de Kuiper, situado além da órbita de Netuno (o Wild 2 se formou nos confins do Sistema Solar e depois teve sua trajetória desviada para regiões mais centrais).No entanto, as análises das amostras trazidas pela Stardust revelaram a presença de um tipo de mineral cuja formação só seria possível em altas temperaturas, nas regiões mais próximas do Sol. Esse resultado indica que materiais formados perto do Sol foram transportados até o Cinturão de Kuiper, onde foram incorporados aos cometas que ali se formaram.
O artigo pode ser visto em português em: Ciência Hoje On-line 14/12/2006 por Bernardo EstevesOu no site da NASA, Stardust Mision http://stardust.jpl.nasa.gov/science/index.htmlComentário da Teoria da Matriz/DNA(obs. – êste comentário foi feito baseado numa rápida e precária consulta aos modelos e por isso podem conter erros de interpretação  e ser revisado)Estamos observand0o que toda vez que se obtem dados novos, concretos, sem serem interpretações de imagens e sensores do cérebro eletro-mecânico, os acadêmicos se surpreendem, porque os modelos da Teoria Nebular não sugeriam que as coisas fossem assim. E sempre ocorre a mesma reação, nas palavras deles: “As teorias terão que serem revisadas.” Mas com algum tempo, como não conseguem transpor a barreira do materialismo místico magicista que povoa e domina a mente do racionalista moderno, os mais fervorosos defensores da Teoria Nebular acabam arrumando um jeito de torcer as interpretações e encaixarem apertadamente o novo fato no modelo da Teoria Nebular, a qual torna-se assim uma espécie de Leito de Procusto, a que tudo aceita.Os modelos da Matriz absorvem mais este fato com um sorriso aquiescente, piscando furtivamente um olho matreiro para a dona natureza que a tudo testemunha. A presença num cometa de um tipo de mineral cuja formação só seria possível em altas temperaturas, é exatamente o que se deveria deduzir da teoria da Matriz sôbre as origens e constituições dos cometas: quando um planeta cai na órbita de uma estrêla, ocorre com ele a mesma coisa que ocorre com uma semente quando semeada em solo fértil (aliás, na Terra só existe este fenômeno de sementes e sendo semeadas e desabrochando porque tudo isto é mera reprodução de um processo que já ocorria nos céus a bilhões de anos anters das origens da vida). A radiação da luz da estrêla acaba alcançando o germe dormente no nucleo do planeta. Tem inicio as reações nucleares, estas vão se alimentando do material à volta que constitui as camadas geológicas ou placas têctonicas, a pressão interna dos vapores aumenta, cria-se valvulas de escape que se tornam vulcões, os quais vão se tornando cada vez mais poderosos, as erupções cada vez maus violentas, de maneira que o magma acaba sendo lançado no espaço sideral quando a diminuição da massa do planeta o faz ir-se distanciando, escapando da gravidade da estrêla, e este magma na forma de esferas tornam-se os cometas, enquanto tal planeta, mais esburacado por vulcões que um queijo suíço, torna-se um pulsar. No interior dos cometas portanto vai o material incandescente formado na alta temperatura interna ao pulsar e portanto momentos antes das origens de um novo astro, que vai constituir um novo sistema estrelar. Não temos o menor problema com a nova informação, esta sim, real, concreta, e a qual, muito pelo contrário, vem nos alegrar por ser mais uma das evidências que vamos acumulando em favor dos modelos da Matriz/DNA.No entanto, não quero cair no mesmo ardil que parece estarem caindo os estudiosos modernos, não quero também torcer este fato e acomodá-lo em nenhum falso Leito de Procusto, a teoria continua sob suspeita e sendo testada. Poderemos amanhã voltar aqui e retificar isso. Mas que parece mais uma brilhante vitória no sentido de confirmar nossos modelos, isso ninguém pode negar , certo?E o novo dado é suculento material para novos desenvolvimentos dos modelos pois algo aqui mostra que não tratamos ainda desse detalhe: como (?), no conserto das galáxias, se comportam cometas que não fecundaram o vórtice no centro da nébula de poeira resultante de uma estrela morta, de maneira que continuam a perambular no meio dessa nébula mesmo até depois que já se formou novo sistema? Isto aqui está precisando de mais “hard work”.  “A Stardust trouxe-nos muito alimento para o espírito”, afirma em comentário na Science o astrônomo Michael A’Hearn, da Universidade de Maryland (EUA). Para eu, solitáriamente e daqui do meu pequeno lado do mundo, também. Claro que eu gostaria de estar lá excitado e comemorando esta nova grande façanha da NASA, mas eu iria causar muito ruído sendo uma voz única a defender uma idéia estranha para eles e sugerindo novas maneiras de avançar nesta pesquisa.

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