Sensacional a explicação do porque temos um ôlho menor que outro!

( artigo em construção)

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A formula universal da Matrix/DNA continua nos surpreendendo a cada hora, agora por exemplo nos explicando como a face humana já tinha seus princípios desenhado nas estrelas antes das origens da vida e como foi sua evolução. 

É dito geral, desde os tempos de minha avó, que todo mundo tem um ôlho menor que o outro, e inclusive um tem menas eficiência visual(ainda não tive tempo de pesquisar o que a Ciência diz a respeito). Mas se o povo notou isto, também surgiu uma questão que intriga os pensadores: porquê? Desde que nossa face apresenta a universal simetria bi-lateral, isto não faz sentido. As orelhas são iguais, as duas cavidades no nariz são simétricas, as bochechas estão na mesma altura e proporções, os olhos parecem iguais…, mas apenas por fora. Na sua anatomia interna e funcionalidade tem algo diferente.

A bi-lateral simetria é outro fenômeno que intriga os pensadores. Nesta Natureza evidentemente incerta, caótica, onde coisas novas surgem apenas porque coincidiu de se encontrarem no mesmo tempo e local certas forças e elementos naturais, construir o lado direito da face exatamente igual o lado esquerdo parece ser obra inteligente, coisa de projeto de engenharia. Porem, a existência da formula da Matrix/DNA fluindo através de toda a Natureza tem si a força para produzir coisas engenhosas. Já foi notado que muitos fenômenos naturais que apresentam bi-lateral simetria como flores, conchas de moluscos, etc., ao serem medidas pelo homem este descobre que todas as distancias apresentam sempre um mesmo numero, chamado “Phi = 1,618… “, e uma razão crescente, a sequencia de Fibonacci (1,2,3,5,8…). Mas sem nunca terem descoberto como e porque a natureza aplica estes princípios matemáticos de engenharia, acreditaram em poder mistico, dando-lhe o nome de sagrada geometria, ou a razão divina, etc.  Ora, a formula da Matrix/DNA rapidamente matou a charada: trata-se de uma de suas funções sistêmicas que é responsável pela reprodução dos sistemas e ela faz isso iniciando a construir o lado esquerdo e depois copia-o como esquerdo, assim como se duplica o DNA. E o ponto geométrico desta função na formula é exatamente 1,618, A Razão de Fibonacci ocorre porque a formula é uma espiral e esta razão já é definida na razão de distancias dos ameis circulares da espiral (isto vai explicado aqui no artigo: http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=235 )

Mas então, se esta’ determinado na Natureza, que em todo sistema natural existam duas meias-faces laterais e na aparência sejam iguais, porque esta diferença de poder de visão entre os dois olhos? Ora, a formula da Matrix/DNA explica: a igualdade ocorre apenas na aparência externa, porque sempre na face esquerda flui a energia crescente e na face direita flui a entropia, energia decrescente. Esta questão me surgiu hoje quando lia as perguntas no Yahoo Respostas e deparei-me com uma questão do usuário denomionado “Super Intrigante”, que é a seguinte:

POR QUE TODO MUNDO TEM UM OLHO BAIXO E O OUTRO NORMAL?”

E então ali tem a brilhante resposta de uma menina, cognominada “Desejo Dôce”, que transcrevo a seguir:

“Achei que era só eu que tinha… Você descobre isso quando você une as mãos à sua frente bem no meio do seu rosto, com o braço esticado, deixa um espaço entre as mãos, e olha para um ponto, dai você fecha um olho, tem um dos olhos que vai continuar com o foco igualzinho de quando estava olhando com os dois olhos. O outro quando você fecha vai mudar o ponto que você estava olhando com os dois olhos.”

Menina esperta essa, hein?

Porque os olhos foram feitos diferentes? Acho que se os evolucionistas buscarem a resposta nos primitivos animais, procurar em qual deles houve uma mutação para pior e a partir dêle esta mutação teria sido permanente em tôdas suas descendências, inclusive no homem, não vão descobrir nada, porém, devem tentar. Por nosso lado, estamos em paz com êsse fenômeno. A fórmula da Matriz não tem falhado nunca e também aqui fornece uma explicação, fantástica é certo, mas de uma beleza lógica e racional que nos causa alegria admirando a engenharia oculta na Natrureza.

A construção da cabeça dos seres do reino animal é uma longa e lenta obra que começa lá com a célula, passa pelos pequenos organismos e desabrocha na sua plenitude na forma do Tom Cruise masculino e da Marylin Monroe feminina. Mas quando os primeiros seres multicelulares começaram a alongar sua membrana externa e projetar um protótipo da cabeça, estava na verdade sendo desenvolvido uma nova forma derivada de sistema natural, portanto, mais uma vez a Natureza sacou de seus bolsos a fôrma do diagrama de software do sistema matriz, com a qual ela produz tôda a matéria deste Universo e organiza esta matéria em peças, partes, corpos, e finalmente, sistemas. Portanto, temos que entender que a cabeça humana deve ser o ápice, o produto final possível de mais uma operação da formula da matriz, que a cabeça é um sistema “de per se”.

Ora, se é assim, vamos correndo examinar a fórmula-software buscando entender as origens, o desenvolvimento e os significados de cada detalhe do nosso rosto. Não vamos agora desvendar o nariz (o que já foi entendido, pois basta ver o cone da Função Número 1 para ver de onde veio a forma do nariz e basta observar como o cone na formula funciona para ver que existem dois buracos que fazem algo como a respiração), assim como não vamos estudar orelhas (pois já o fiz, e basta ver a forma espiralada da orelha para já ir entendendo a cópia exata da matriz em sua forma de espiral galáctica). Baixemos a fórmula software da Matriz no seu estado de sistema fechado perfeito, portanto:

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

E o desenho do circuito do fluxo interno de informação da fórmula da Matrix/DNA na sua versão de sistema perfeito fechado, na forma de diagrama de software

The Universal Matrix/DNA Formula

Nesta formula acima primeiro de tudo lembremo-nos o que significa aqueles F1, F2, etc.: são as Funções sistêmicas universais, cujas origens coincidem com as origens das partículas no Universo. Das duas, uma: ou o Universo foi criado por algum ser que apenas espalhou um pequeno software num espaço que continha uma substancia inerte, ou o Universo nada mais e’ que um útero cósmico, as galaxias formando uma especie de placenta, e o Big Bang ocorreu quando um sistema desconhecido natural, vivo e consciente, ejetou seu genoma cuja membrana explodiu no centro deste espaço na forma do Big Bang. Tudo o que existe de conhecido hoje e aqui foi explicado pela Matrix/DNA como resultado de evolução que vem desde o Big Bang, mas a formula não diz o que existia antes, apesar de apontar com firmeza na direcao destas duas possibilidades. 

 

, que vinham numa forma estranha como uma bolha vista por fora contendo um rodamoinho interno.   sete tipos de forças físicas naturais em doses duplas, ou seja, uma sendo tendencia de girar para a direita e seu par para a esquerda, uma com tendencia a crescer de tamanho e a outra com a tendencia a encurtar, e assim por diante dando inicio `a dualidade, a constante diferença entre os opostos. Estas forças poderiam serem definidas como os obreiros da matéria desde o Big Bang, que ali apareceram como sete conceitos ideais, sete forcas brutas constantes de um vórtice quântico – spin right ou left, tendência ao movimento retilineo uniforme ou ao movimento curvelíneo circular, etc. (vide a tese sôbre Funções Universais). Sabendo-se que a F1 produziu a bôca e o nariz, somos imediatamente levados a procurer a função que produziu os olhos considerando as posições dos olhos na face. Ora, salta aos olhos imediatyamente que estas funções foram a F2 e a F6 (e/ou F7). A F2 é a função de elevação do circuito e a F6, a função da estabilização do circuito e mais tarde o inicio da entropia, enquanto a F7 tem estabelece definitivamente a entropia. Agora vamos à contraparte material dêste estado evolucionario da Matriz como sistema fechado, o qual é a forma de proto-sistema astronomico, ou mais exatamente, nosso ultimo ancestral não-terrestre, denominado LUCA.

LUCA - The Last Common Ancestral

Observamos que neste estado do sistema universal, a F2 construiu como ferramente para poder operar sua obra, o astro-baby, ou, como podemos chamar também, a semente de uma nova estrêla. O astro-baby recém-saído fda fornalha nuclear é uma esfera de energia incandescente, portanto deve ser muito luminoso. Agora procuremos a F6, e vamos ver que aqui a função universal construiu como seu corpo material para operar na matéria, a forma da estrêla, mais exatamente a de supernova recém-transformada desde um pulsar. O primeiro detalhe óbvio é que este corpo também é luminoso. Ora, então a diferença fundamental que une F2 a F6, em confront com as outras formas de Astros, é que seus corpos brilham, enquanto ops demais são opacos. Começa a delinear-se o segrêdo do mistério: visão é um fenômeno facial relacionado à luz, e Astros-babies e estrêlas são fenômenos astronomicos ancestrais relacionados à luz. Mas observe em LUCA que o astro-baby é a forma do corpo astral mais pequena que existe, parece estar num nivel mais baixo que F6 se consideramos a formula num plano horizontal, enquanto a supernova é a forma do corpo astral mais grande que existe, e parece estar num nivel mais alto que o astro-baby se considerado o mesmo plano horizontal…Está matada a charade? Sim. Sabemos que a história da evolução biológica na Terra nestes 3.5 bilões de anos tem sido a história do processo embrionãrio da reprodução de LUCA, o que implica dizer… reprodução da face da LUCA.Temos um olho menor e mais fraco que outro. Qual o problema? A vida é assim, todos os babies são menores e mais fracos que os adultos. Nosso olho esquerdo foi produzido pelo mesmo artista que faz os babies astronomicos no céu, e nosso olho direito foi feito pelo mesmo obreiro universal que faz estrêlas gigantes no céu. ë assim que dada função sistêmica universal precisa fazer seus corpos e neles encarnar para operar com maior plenitude e eficiência. A questão da menor eficiencia de um olho não é causada por um péssimo design da Natureza, pois se nossa fasce fosse simplesmente uma obra obediente e fiel á formula de sistema perfeito, o conjunto dos dois olhos resultariam na maxima eficiência da visão. Mas acontece que LUCA se meteu a Bêsta dominado pelo selfish gene, quis ser eterno e egoisticamente isolado em seu paraizinho privado, forçou uma mutação da perfeição, a qual se revelou como uma mutação para pior, e nós, como seus herdeiros genéticos, pagamos o pato. Mas com o conhecimento agotra dessa histótria tôda, e como somos homens e não sacos de batata, vamos sim desenvolver uma tecnologia e consertar isso: nossas futuras gerações terão os dois olhos na sua maxima capacidade operative, sem diferenças entre si, numa perfeita bilateral simetria, ou se descobrir-mos que o sistema facial trabalha melhor nos moldes do software, onde estas duas diferenças existem porque se complementam num circuito por onde fluem os sinais luminosos ( o que está a requerer uma nova abordagem tecnológica), manteremos assim o que foi feito de melhor.

Pois bem, hoje você aprendeu que seu olho esquerdo é como um bebê engatinhando e seu olho direito é como um adulto a todo vapor. Mas não vá fazer como eu:  lavo o baby-olho esquerdo com leite e o adulto-olho direito com uísque, para ver se assim ambos ficam mais satisfeitos.

 

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  • Denise

    Meu olho direito sempre foi menor, e a sombrancelha mais baixa também. Principalmente nas fotos a diferença é notável. O olho esquerdo sai arregalado. Tenho astigmatismo em um olho, e miopia em ambos. Muito interssante, no teste mencionado o meu olho direito vê o mesmo que ambos, mas o esquerdo sozinho vê mais a direita!