Design Inteligente: Sugestão Naturalista da Matrix/DNA para Mantê-lo Vivo

Artigo baseado em:
Homologous Legs
http://www.naontiotami.com/2011/08/does-the-intelligent-design-movement-need-to-be-demolished-and-rebuilt/

No Blog “How To Debate Evolution”, o autor pro-Design Inteligente, EvoGuide, num artigo intitulado “Towards a better version of ID – A Manifesto”, está bem explicada a atual posição derrotista do movimento.

As evidências na Natureza indicam que as espécies se transformaram, do mais simples para o mais complexo, e o conhecimento destas evidências conduziu pessoas a comcluírem lógicamente que os autores da Biblia mentiram quando disseram que Deus disse ou inspirou êles a dizerem que Êle teria criado as espécies uma a uma separadamente, e aqui na Terra. Êsse discurso passava enquanto o homem só podia ver fatos naturais a ôlho nu, mas depois que inventou o microscópio e viu o DNA de tôdas as espécies, o texto biblico se revelou como uma farsa. Mas isso não é motivo para se descartar a possibilidade do Intelligent Designer. Os que o fazem se baseiam no que pode ser outra grande farsa: a de que tôdas as espécies seriam derivadas de um unico cêpo comum, orgânico/biológico que teria existido na Terra e ao qual denominam de LUCA. A diversidade de espécies pode ter surgido na Terra separadamente na forma inicial de organismos microscópios se tirar-mos LUCA da Terra e eleva-lo aos céus para trazer seus pedaços em meteóritos e restos de cometas, ou simplesmente através da irradiação de informações por fótons estelares. Estudando o passado dêsse LUCA astronômico chegamos e somos bloqueados no Big Bang. A partir daí não existem evidências científicas para se afirmar coisa alguma, como por exemplo negar a possibilidade de um Intelligent Designer.

Racionalmente falando, a queda de escritores humanos de fábulas e lendas não prova que a possibilidade da existência de Deus tambem caiu. Se Deus existe, Êle não tem nada a ver com essa mentira nem com brigas entre humanos. Alem do microscópio o homem tambem inventou o telescópio e a visão do Universo foi transformada. Essa visão foi ampliada quase ao infinito e portanto seria necessário que os crentes num Deus tambem transformassem a crença de seus primitivos ancestrais em um Deus reduzido às dimensões do céu a ôlho nu, ampliando a dimensão de Deus. Um Deus assim ampliado não pode ter seus pensamentos hard-wired como humanos. Aos humanos é impossível alcançar como seria o pensamento e portanto os objetivos de tal Deus. E com um Universo dêste tamanho, com sua moderna cosmologia totalmente transformada, as descobertas de que moléculas da Vida podem estar vindo do espaço sideral e portanto tôdas as possibilidades indicando que deve existir formas de vida em qualquer outro lugar, tudo indica racionalmente que um Deus acima disto tudo não poderia estar aqui nêste pontinho insignificante e perdido do Cosmos criando espécies uma a uma, ou envolvido com a vida de humanos.

Há que devolverem a Deus a dimensão de sua grandeza e enquanto os crentes velhos não adaptarem seus dogmas, rituais e doutrinas, ao ritmo da evolução do conhecimento do cérebro humano, estarão desviando os novos jovens que nascerem hard-wired com tendência à crença em Deus e perdendo-os para sua ideologia.

Eu não sei se Deus existe ou não, minha sofrível condição de existência me faria antes condenar e confrontar que temer ou amar Deus se êle existir, mas não aprecio e não aprovo que matem a possibilidade da existência de Deus perante as nossas crianças. Eu nada sei sôbre a existência do mundo, sou como um cego, então como eu poderia assumir tamanha responsabilidade de codicionar a mente de crianças na direção de um tipo de visão do mundo? Eu seria um reles covarde, desonesto e uma serpente tão daninha como a da fábula do Paraíso do Éden. Por isso me coloco no meio contra os evolucionistas e os criacionistas. Por isso estou sempre me beliscando para nunca esquecer que a visão de mundo que penso ter descoberto é apenas uma teoria, e tenho que pisar duro no freio da consciência quando me empolgo falando dela, para não influenciar pessoas.

A visão da Matrix/DNA está sugerindo que espécies se transformam e no sentido da complexificação, o que significa, evolução. Com essa pista em mãos saio a procurar mais e me deparo que no conhecimento humano existe a teoria darwinista da evolução evoluida agora com o acréscimo do DNA para a “nova síntese”. Mas a evolução da nova síntese, não é a evolução sugerida pela Matrix/DNA, apesar de existirem muitos pontos em comum. Uma breve busca de onde está a diferença e descubro que a causa da diferença está num êrro de Darwin e seus camaradas modernos de crença. É exatamente o mesmo êrrro dos criacionistas! Reducionismo. A teoria de Darwin foi elaborada sob a visão antiga de um Universo pequeno, estagnado, imóvel, e mesmo depois que descobrimos que o Universo é muito maior e tambem em evolução, os darwinistas se recursam a aplicar a própria evolução à suas crenças. A nova síntese da teoria da evolução precisa devolver ao Universo a sua real dimensão e sua vitalidade. Tanto as mentes dos criacionistas como a mente dos evolucionistas precisam acompanhar os passos do conhecimento humano, se transformarem, se ampliarem, adequarem mesmo que dolorosamente a forma como seus neurionios estão conectados ao modêlo como as coisas e eventos do Universo estão conectados.

Não é racional separar a cadeia de movimentos das causas e efeitos da Evolução da Natuereza antes do aparecimento dos sistemas biológicos na Terra, da cadeia de causação que se seguiu até o presente momento. As três variáveis reais que se tornaran os três postulados básicos da Nova Síntese ainda baseadas na tradição darwinista – o famoso VSI, Variação, Seleção e Inheritance – são variaveis visiveis no imediatismo do aqui e agora biológico, mas os telescópios e microscópios revelaram que existem mais variáveis que atuam a nível de tempo astronômico sôbre as transformações biológicas, ao menos quatro, se queremos entender o que é evolução na sua dimensão real, universal. E quando temos consciência da ação destas sete variaveis, retorna a possibilidade da existência de uma inteligência existente anterior e superior à nossa, porem, natural, sem capacidade para mágicas para tipo tirar algo do nada, e sem estar aqui presente controlando e vigiando nossas ações. E percebemos então como funciona a crença dos criacionistas, erradamente, impregnando de valores humanos algo que possivelmente existe, porem muito distante da personalidade humana. O resultado dêste êrro está na figura imaginaria a que dão o nome de Deus. E quando descobrimos a possibilidade da existência de sete variaveis ao invés de três entendemos como está erroneamente hard-wired os neuronios de ateus, devido teimarem em manter a visão do Universo reduzido de Darwin, mesmo que o Universo real moderno em sua descomunal dimensão os está cutucando a todo momento que se voltam para os fatos e eventos reais da cosmologia.

Para mim, o conflito entre criacionistas e darwinistas é um conflito de cobra engolindo cobra. Cobras, serpentes, porque ambos tentam influenciar e condicionar a mente de crianças inocentes para seus interêsses materiais inconfessáveis e até mesmo, inconscientes. Deixem nossas crianças livres! Apesar que temos de mostrar a elas tambem os mundos invisiveis a olho nu, através dos telescopios e microscopios, para que percebam que tambem na Natureza existe o estado de ordem como está revelando a verdadeira aparencia do Cosmos, temos que permitir à Natureza, mesmo essa aqui que parece dominada pelas fôrças do caos, que Ela conecte os neurônios das crianças à sua maneira. Não existe postura mais sensata e honesta dos adultos, que esta. Deixem as crianças entregues à sua natureza, mais os telescópios e os microscópios. Para tentarem ajuda-las a vencerem os vícios do ócio mental, nesta era dos video-games irrestisiveis, e motivarem-nas na busca do conhecimento, falem de suas teorias mas de modo interrogativo nunca afirmativo, mais pedindo ajuda na busca da compreensão do mundo que impondo uma visão que, por tôdas as razões, com certeza é incompleta.

No seu artigo, EvoGuide diz que a teoria do Intelligent Designer está morta. Que ela foi uma proposta de se investigar cientificamente a Natureza para encontrar os fatos reais que provassem a crença criacionista, de que existiu um Deus e vindo aqui criar coisas, para atuar contra os materialistas que estavam desviando as crianças de suas igrejas e seu conveniente sistema social. A Teoria da Matrix/DNA sugere que a evolução universal é um processo composto por uma série de ciclos transformadores de um unico sistema natural, transformadores no sentido de tornar 6esse sistema de uma forma inicial simples para formas cada vez mais complexas, vindo desde iniciais vórtices vazios e imateriais passando pela forma de átomos, galaxias e chegando à forma humana. Mas quando ela descreve essa História, percebemos que é exatamente a mesma história da formação intra-uterina de um corpo humano. A gestação de um embrião desde o momento inicial da fecundação até seu nascimento é uma história de etapas evolutivas. Mas a soma de tôdas estas etapas, tôda essa evolução, não significa que a evolução é o movimento absoluto no mundo. Êsse processo em sua totalidade ondica com maior lógica que o movimento absoluto neste mundo é a “reprodução”.

Mas reprodução de que? Ou…de quem? Ao diabo o homem que perder tempo com esta pergunta. Nosso cérebro está dentro do Universo e Godel definiu claramente com seus teoremas – mas não precisava êle ter apelado á matemática, pois qualquer o simples raciocinio lógico pode ver isto – que nada nem ninguem dentro de um sistema pode conhecer a verdade dêste sistema e conhecer o que existe antes ou alem dele. Nossos cerebros não podem ir alem deste Universo, nossas mentes, sejam lá o que forem, não podem ir antes do Big Bang. Portanto ao diabo quem tenta responder essa pergunta.

Mas tem um fator irresistivel apontando uma forte possibilidade, uma unica pista, do que deve ter existido antes e deve existir alem deste Universo material. Se isto aqui é o que o nosso racionalismo indica ser – um processo de reprodução a nivel universal – e se temos certeza que aqui surgiu esse fenomeno que é a inteligencia, e esta inteligencia surgiu neste sistema unico que vem sendo o corpo da reprodução, a conclusão inevitavel ao nosso tipo de raciocinio é que seja lá o que for que está sendo reproduzido aqui, já tinha – e deve ter – inteligencia. Mas não como a humana. não hard-wired como as unidades, os building blocks materiais do circuíto base da inteligencia humana. Porque a imensidão do Universo, as novidades vistas pelos telescópios a cada dia de fenômenos no Cosmos indicando que não temos modêlo cosmológico algum que retrate a realidade do Cosmos, as quais vão transformando nossa inteligencia, indica que nossa inteligencia é apenas uma forma primitiva e provisória de algo que terá uma forma muito diferente no futuro. Mas é esta forma do futuro que será idêntica à forma que deve ter existido antes e deve existir alem do universo materlal e que está sendo reproduzida embrionáriamente. Portanto, a palavra “inteligente” no nome “Designer Intelligent”, não faz sentido.

Por outro lado, existe uma segunda forte possibilidade, porem dividida ao meio. A reprodução de bebês é um processo natural, ou seja, não foi constatado nenhuma influencia super-natural neste processo. O movimento do Universo se revela igual ao movimento do processo reprodutivo, portanto o processo da reprodução universal deve ser um processo natural. Se é de fato um processo natural, isto significa que seja lá o que for que aqui esteja sendo reproduzido, é essencialmente natural. Não existem bases lógicas para se contorcer este postulado lógico de maneira que se invente na imaginação um Deus Mágico e presente dentro do utero onde se desenvolve sua cria. Portanto, racionalmente estabelecido está que o Universo e nossa inteligencia sejam produtos naturais, ainda não significa que esse produto tenha sido inteligentemente pré-desenhado. Girafas se reproduzem sem aplicar inteligencia. Humanos inteligentes não aplicam inteligencia no processo da reprodução.

Mas tambem não prova que não o tenha sido. A existencia do DNA, que é um fenomeno biológico à imagem e semelhança do computador, composto de hardware e um comando de instruções sistêmicas como um software, fomenta a possibilidade de que esta Natureza seja universalmente composta de hardware e software. E por trás de nossos softwares forçosamente existe uma intelifgencia. Fica então racionalmente aberta a possibilidade de que a coisa que aqui está sendo construída, não seja nem mesmo uma reprodução. mas apenas o efeito de uma forma de inteligencia que cria softwares vivos ou brinca de criar softwares geradores de universos , o que é possivel se usar vórtices quanticos como unidades de informação. Então a palavra “designer” no nome Ïntelligent Designer” tem 50% de possibilidades de ser real e 50% de não o ser.

O movimento do ID não pode morrer, assim como a morte de uma cobra vencida pela outra faz com que uma cobra domine o território. Êle está perdendo o combate, temos que pedir tempo ao juiz e pensar suas feridas, ensina-lo novas estratégias e re-alimenta-lo. A estratégia de combate estava errada e quem apontou o êrro foi EvoGuide: os materialistas só podem ser combatidos com fatos cientificos, os quais são os fenômenos e eventos naturais reais, portanto, a ocupação dos correligionarios do movimento tem que ser exclusivamente a das mangas arregaçadas vasculhando a Natureza e testando os fatos cientificos apresentados pela oposição. Coma experiência daMatrix/DNA indo ao micro e macrocosmos e retornando com idéias de experimentos práticos que desbancariam a crença dos materialistas, temos uma idéia de que tipo de alimento o combatente necessita para se refortalecer. Como o autor disse, se desviaram dêsse caminho. As mentes ocupadas nos calculos teóricos de efeitos de uma causa imaginaria, como o é a causa do deus mágico, desvia a motivação do trabalho pratico para o assento da escrivaminha com ar condicionado. Portanto, tenho que ter em mente que, se quero evitar o mundo das crianças inocentes dominado por serpentes, tenho que me dedicar o maximo possivel ao telescópio, ao microscópio e retornar ao inferno da Natureza virgem e desmistificada da selva amazônica.

Vejamos o artigo de EvoGuide:

Somewhat more recently, among creationists, the realization emerged that what was needed was a more “scientific” version of creationism. So as a result, they came up with “Intelligent Design” or ID. To bystanders like myself, those were exciting times. At last, creationism would finally become an actual scientific theory that would go toe to toe with evolution. We even had our champion, Michael Behe, who had already baffled evolutionists with his concept of “Irreducible Complexity.” The sky was the limit to what would be accomplished.

But instead IDers devoted themselves to loosing [sic] silly and embarrassing court cases (endorsing textbooks where the word “God” was search and replaced with “id”). And Michal [sic] Behe? Well, he seems to have resigned himself to authoring books and collecting royalties.

To all my fellow evolution skeptics out there, I’m sad to tell you that creationism and ID are dead. And it’s not even as if ID entered the ring with evolution and got its butt kicked all over the canvas. Then at least, it would have died in honor. Instead, its more as if, for all these years, it has not yet even been able to figure out how to climb into the ring.

I believe that if there is any hope for “Design” as a concept to survive the next century, we need a whole new version of Intelligent Design altogether. In fact, I wouldn’t even call it Intelligent Design anymore for all the bad memories.

This new ID should:

1) Sever all ties with any religious or political organization, any religious or political agenda.
( 1) Romper todos os vinculos com qualquer organização politica ou religiosa, qualquer agenda politica ou religiosa.)

2) Cease all efforts to gain influence through court trials and legislation.

3) Stop trying to make changes to the public school curriculum.

Comentário da Matrix/DNA:

Curriculins escolares geralmente mudam quando existe revisões oficiais sob as opiniões da comunidade cientifica. Mas me parece que está havendo uma falha com caráter tendencioso no curriculum que o ID não está percebendo, e aqui sim, creio que qualquer comunidade de pais, professores, educadores, poderiam exigir a aplicação da devida correção nos textos.

O ID tem se limitado a requerer que as teorias atuais sejam sejam ensinadas ao lado da teoria dêles na classe de ciência. A falha que penso ter notado nos curriculuns é que, por exemplo, a matéria sôbre a teoria do Big Bang inicía mencionando a palavra teoria, mas a partir de certo ponto o texto passa a ser afirmativo e a palavra teoria é suprimida. Então a origem do Universo pelo Big Bang teria produzido uma nebulosa de átomos que “se condensaram” em estrêlas ( note como a teoria começa a se tornar afirmação, pois a frase deveria continuar usando o verbo no condicional = as quais teriam se condensado). De repente quando o texto começa a falar de estrêlas ele afirma que as estrêlas surgem daquela maneira. Por exemplo: “Os átomos mais pesados surgem assim porque como vimos as estrêlas surgem assim e assim…). Ora, o aluno fica com a ultima parte do texto na memória e sai do texto “acreditando” que a Ciência resolveu o problema das origens das estrêlas. Quando na verdade sabemos que uma estrêla para se formar numa nebula de moraria se não bilhão, milhões de anos, o que significa que a espécie humana nunca viu de fato a formação de uma estrêla e portanto não pode afirmar que elas surgem desta ou daquela forma. O texto tem que ser refeito do meio para o fim sempre acrescentando-se a lembrança “ainda segundo a teoria…”. O leitor pode testar o que digo perguntando ao filho ou qualquer estudante que estudou com este texto na escola: “Como surgem as estrêlas…” claro que a resposta cientifica correta será: “Não se sabe ainda, porem a teoria preferida hoje é…”

Qual o problema? Se os curriculuns escolares da Idade Média afirmassem assim que a vida surge por geração espontanea de qualquer pano suado ou lixo no canto, todos os estudantes seriam doutrinados, concidionados a crerem nisso e não teria existido um Pasteur para duvidar e fazer experimentos para testa-la… E em quantos séculos nossa ciência e tecnologia genética teria atrasado?…

Assim como o pensamento materialista acreditou por dois mil anos na geração espontânea da vida, assim agora quando a Humanidade está começando a entrar no Cosmos, está acreditando na geração espontanea dos astros. Mas depois se descobriu que por trás do nascimento de uma môsca existe uma longa história, desde as primeiras formações de aminoácidos. E quem nos garante que por trás do nascimento de um astro tambem não exista uma longa história ainda desconhecida? Veja-se por exemplo o modêlo cosmológico da Teoria da Matrix/DNA. Aqui os astros nascem depois de um longo processo praticamente genético. Acreditar em origens espontaneas e ao acaso quando se questiona pela primeira vez um fenômeno natural é a primeira fase do desenvolvimento da mente coletiva, é sinal de que ela ainda está na infancia…

4) This new ID will need to find a way to do one of two things:

a) Either invent a new scientific method, one that is at least as effective as the current one at studying the natural world but which can also allow for and has ways to study the supernatural (highly unlikely) or,

b) Find a way to work within the confines of the current scientific method.

Comentário da Matrix/DNA:

Ao menos dois fenômenos – o código no DNA e a mente humana – me parece que nunca vão ter suas origens explicadas pelo atual método cientifico. Sei que os materialistas defendem que isto está explicado, e sei como é a explicação, mas ela não convence e nunca foi comprovada experimentalmente. Mas tambem não faz sentido apelar para a imaginação, do que nunca se comprovou como faz o ID, apresentando a explicação supernatural, igualmente nunca comprovada experimentalmente. Restaria ao ID se apegar na hipótese desajeitada de que a vida aqui teria sido semeada por bio-engenheiros de uma inteligência extraterrestre, porem os extraterrestres teriam vindo de uma origem que invocaria atuação do supernatural. Assim conservariam no ar a idéia do tipo de Deus que defendem.

Mas acho que existe sim, uma oportunidade para a Ciência explicar êstes dois fenômenos. Na verdade a Humanidade ainda nào tem uma Ciência completa, apenas metade dela. Pois uma Ciência completa seria composta do método atual, reducionista, mais o método que nunca foi desenvolvido, o sistêmico. Existe um fenômeno abstrato intangível na Natureza, do qual sabemos apenas porque dêle emana uma fôrça que influencia a matéria. Trata-se da quantidade de informações próprias de um sistema natural que não está presente em nenhuma de suas partes, em lugar algum. É crerto que isso ainda é teoria, porem, válida. A neurologia está por todos os meios tentando encontrar a conexão entre neuronios e pensamentos. Mas ainda não encontrou. Quem pode garantir que os pensamentos são informações intrinsecas à qualquer região material do cérebro? As informações intrinsecas das partes do cérebro existem e operam o sistema nervoso automático, que controla o corpo sem o concurso da mente. O cérebro pode até mover o corpo na direção de um alimento, pelo cheiro, ou afastar o corpo do fogo. Mas as informações que possuem a força que fazem as mãos de um desenhista desenhar um projeto, ou uma pessoa mover o corpo para rezar uma missa, não creio que sào as mesmas dos impulsos naturais. Como o DNA está conectado ao comando de instruções de seu código? Como o computador está conectado aos diagramas de software que a mente do Bill Gates está elaborando para o próximo Windows? Mas é esta faixa abstrata da Natureza que tem uma força material que desce sôbre tôdas as partes, todos os objetos do Universo, imprimindo-lhes mudança em suas direções e comportamentos. Se não conhecemos o sistema não conhecemos a verdade de um objeto, de uma parte. Por isso ainda estamos às voltas com as doenças mortais antigas, apesar do método reducionista ter conhecimento da menor particula de qualquer parte do corpo humano. Falta conhecer e entender a parte invisivel que é a prórpia definição de sistema. E isso só se consegurá pelo método cientifico sistêmico.

O abstrato resvala no supernatural. O supernatural é a bandeira do ID. Mas o abstrato existente pertence à alçada do método cientifico sistêmico. O qual foi começado por Bertalanffy, Fritjof Capra,Lynn Margullis, etc. mas foi desviado, interrompido, pela matemática e cibernática. Basta “googlar”a palavra sistema e perceber que tudo o que se faz hoje a respeito de sistemas se referem aos artificiais, os naturais só são mencionados poéticamente pelos ecologistas. Se o ID quer se salvar, retorne onde Bertalanfy parou e recomece por aí. Dar uma olhada na fórmula universal de sistemas da Matrix/DNA pode ser uma valiosa alavanca.

5) Once a basic framework for scientific study is agreed upon, effort should be made to gain consensus for this new framework among as many IDers and Creationists as possible. We are already more than a century behind and need all the help we can get. But more importantly, it will be very difficult for a theory of ID to gain ground if every little group of IDers has its own private version of the theory.

Vai ser dificil conseguir isso reunindo numa sala católicos, judeus, muculmamos… Vão ficar debatendo teologia ao invés de arregaçarem as mangas e praticarem Ciência sob um consenso cientifico.

6) Not just this, but this new ID should seriously invest in bright young people who have an interest in the subject and sponsor their education and advanced studies at the best possible schools in order to develop a new generation of scientists that are highly skilled in their fields.

7) Then, such ID should first focus on contributing to science. A theory of ID as described above would overlap in many instances with the theory of evolution. ID scientists should choose first, areas of study where they share a common interest with evolutionary scientists and publish scientific papers that contribute to the overall advancement of science. They should thus develop a good reputation and respect within the scientific community.

8) Lastly, ID scientists should not be focused on competing with or defeating Darwinism. Even when their work might take them in direct opposition to what is commonly agreed upon in evolutionary circles, the focus should not be to disprove evolution but rather to do good science.

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