ESTUDO ALIMENTA QUESTÕES SÔBRE AS ORIGENS DAS SUPERNOVAS ((Bom para Matrix/DNA Theory)

Veja em: ScienceNews de Wednesday, February 17th,2010  http://www.sciencenews.org/_Study raises questions about supernova originsX-ray observations of the explosions could shift dark energy measurementsBy Ron Cowen  New X-ray findings appear to have blown a hole in the leading model for the origin of stellar explosions called type 1a supernovas. (Leia inteiro artigo no link acima)Eu estou postando aqui meus arquivos torcendo para que ninguém os leia, pois eu tenho vergonha dêles. E não gostaria de me deparar com alguém que os lesse e me fitasse sarcasticamente revelando que acredita estar vendo um louco cujo lugar certo que eu deveria estar era no manicômio. Essa quase-certeza de que perdí mesmo o contrôle da minha mente vem principalmente quando consulto a fundo os desenvolvimentos das atauis teorias cientificas.  por exemplo, faço questão de anexar abaixo e explicação da teoria cientifica atualmente aprovada sobre a origem das supernovas, para eu mesmo repensar no absurdo do que minha teoria está propondo. mas o fato é que não evitar a continuar este trabalho, o ódio contra este mundo frio e irresponsavel que dividiu a historia da natureza em dois blocos sem qualquer conexão lógica entre os dois e deixando nossa vida e existencia flutuando numa dimensão sem qualquer alicerce sólido, enquanto por outro lado não consigo terminar com a minha paixão por um mundo sonhado onde nào existiria estas divisões, onde minha exist6encia tivesse um proposito e um significado misteriosos vindo lenta,memte desde antes do Big Bang a se desemvolver cada vez melhor, ond eminha exist6encia  estivesse firmemente apoiada no outro bloco da histoeria que seria representada pelas estrelas que vejo no ceu e que penso elas tambem estarem vendo-me com simpatia e torcendo pelo meu suceeso pois como descendente delas eu carregaria a alma delas rumo a um infinitop sublime. Cintinuo rejeitando a realidade e vivendo o mundo inexistente que sonhei, e me justifico dizendo que meu mindo sonhado é mais lógico por isso ele é o real, enquanto o mundo dos homens acad6emicos é que seria o irreal.  Bem… deixe-me voltar a brigar pelo meu mundo irreal real. Êste mesmo enrêdo está sendo repetido quasde todos os dias: novos dados ou novas fotos contrariam o acadêmico astronômico modêlo. Está chegando às raias do absurdo a teimosia da Academia de Astronomia, parece que as mentes dos seus dirigentes estão paralizadas! Ninguém se toca que os fatos contrarios à teoria já somam mais que os fatos a favor, ninguém faz uma pausa para pensar e rever os fundamentos desta teoria, a pensar no que levou os seus criadores a desenvolverem estes modêlos teóricos, procurar o que eles tinham realmente de fatos concretos quando criaram esta teoria.  Veja só abaixo se isto tem nexo:Progenitor de SupernovasProgenitor de SupernovasOlhe bem a sequência acima e imagine vocês assistindo estas cenas. Por favor, saia láfora se for noite e o céu estiver estrelado, respire fundo, feche os olhos, limpe a mente de tudo o botaram nela, e abra os olhos e contemple o céu estrelado. Agore lembre-se da cena teorizada acima e tent ever isto tudo acontecendo naquêle céu que você está vendo. Qual sua idéia? Você acha perfeitamente possível que ocorra no seu céu o que o quadro acima está dizendo que acontece a cada 50 anos nesta galáxia e está acontecendo aos montes a todo momento nas infindáveis galáxias existentes?Se você respondeu sim, me desculpe, não deves nem continuar a ler este artigo. Se você disse sim é porque temos nossos cérebros hard-wired diferentemente e nesta encarnação nunca vamos chegar a um acôrdo e pode ser que você esteja correto e eu esteja totalmente fora de foco. Porque minha resposta é “não”. Do jeito que sinto o céu estrelado em tôdas estas noites que o observo sentado numa pedra, num tôco ou trepado numa árvore, ouvindo o canto da cutia, o coaxar do sapo, os urros ao longe do jaguar e tento conectar este céu como o progenitor de todos nós vivos que compomos esta biosfera… não consigo ver como meu céu amazônico poderia criar bombas termonucleares e fazer aqueles pontos luminosos lá em cima explodirem e zarparem velozmente. Mas como disse… antes que você e os astronomos que calcularam este quadro estejam errados… é mais provável que o homem-quase–macaco o esteja.Mas também sou teimoso e vou continuar defendendo o quadro que resultou dos meus calculus, totalmente diferente disso que aí está. Tôdas as diferenças entre a visão da Academia e a minha fpode serem resumidas a uma: a motivação, a intenção, que nos move a construir modêlos cosmológicos teóricos. Eu não sei qual a causa, o que se passava na cabeça dêles quando se predisporam a desvendar os fenômenos do céu, apenas tenho uma tese: suas mentes estavam alicerçadas nas Ciências Físicas e Matemáticas e sem se preocuparem com o que iriam encontrar fizeram um software cujas instruções que fariam as informações obtidas pela interpretação dos spectros e elementos atômicos captados pelos sensores como os térmicos e os ópticos das naves espaciais e/ou dos observatorios fixados em terra, se movimentarem para frente ou para traz calculando even tos passados ou futures, e sempre que viam a coisa se distorcendo divan uma corrigida nas instruções, porfim obtendo isto que é uma simulação computacional. Errei muito ou passei perto? Daqui da selva sem nunca ter visto uma nave ou um observatório, é possível que minha meditação que força minha visão entrar dentro deles e pensar como os cientistas trabalham pode estar também fora de foco. Enfim, resumindo, a face da existência que predominou no processo em que eles criaram aqueles modelos foi a face fria, mecanicamente lógica, excessivamente complexa, sem meta ou propósito algum de pré-determinar a Verdade, e foi a face da exist6encia percebida não pelo complex sensorial humano –pois o Cosmos não é alcançavel poe este – mas sim pelo complex sensorial conectado a um cérebro eletro-mec6anico. Não tenho nada contra êste processo, ao contrário, aplaudo-o – é melhor fazer na base da tentative e 6erro que sofridamente sempre leva a um ac6ero cada vez maior a êrros cada vez menores, que não fazer nada, como outras civilizações e a maioria do povo hoje nunca fizeram.Eu foz meus modêlos movido por uma tendência, uma prévia intenção que iria influenciar nos resultados finais: o Cosmos teria que revelar suas forces físicas que criaram a organic ordem de fenômenos na Terra e reveler sua propriedades vitais, que se projetaram aqui organizando esta material na forma de sistemas vivos. Em outras palavras: as mentes edicadas nas universidades peocuram o Cosmos fisico como ele é, sem elo com a exist6encia do micro-cosmos vivo que surgiu dentro dêle, e eu procure o Cosmos ancestral deste micro-cosmos, os elos evolutivos que vieram de lá e produziram o que existe aqui. Às vêzes penso que fui idiota ou estou louco… onde se viu, primeiro desenhar o quadro final e depois querer que na marra os fatos se encaixem neste quadro! Mas estou neurinialmente para pensar com esta lógica e a elegancia que penso ver nos meus quadros fizeram apaixonar-me  por êles e assim, talvez, reajo descabidamente com a teimosia inconsequente própria dos apaixonados.Não posso fazer um quadro agora de como surgem estes corpos celestiais que ambos, eu e eles, chamanos de supernovas, apesar que no meu retrato de LUCA a coisa está bem explicada. No meu quadro também existe a primeira parte do quadro acima, quando uma estr6ela central e velha é orbitada por um pulsar. Tambem existe a segunda parte quando a estrela velha começa a se desfazer em poeira. Mas as coincid6encias terminam aqui. No meu quadro a poeira nunca alcança o acompanhante pulsar, pois se ela está se distanciando da estrela, o pulsar está se distanciando numa velocidade ainda maior, haja visto que de dentro para for a seu nucleo, através da reação nuclear, vem comendo o teor energetic das suas camadas externas e já emitindo tambem ao espaço os magmas que rotrnam os cometas, tudo into contribuinfdo para que ele vá perdendo pêso já que está tendo sus massa cpnsumida e com isto escapulindo do abraço gravitacional da estr6ela que está morrendo e quer arrasta-lo junto para viverem eternamente em seu tunulo. – “ Eu hein? Sinto muito, te amo mas, nessa não posso ir… Estou fora, pernas para que te quero” – diria o pulsar. bem, na verdade a relação entre pulsar e sua acompanhante estr6ela sempre foi uma relação familiar entre pais e filhos e não aceito que uma mãe ou um pai sabendo que está morrendo se agarre aos filhos querendo leva-los junto. Na teoria a cad6emica, acontece isto: o pulsar quando recebe o jato de poeira da estrela acompanhante parece que igna seus motores como um foguete para se lançar longe no espaço.No meu quadro não existem astros celestes como bombas termo-nucleares explodindo. O meu lindo e calmo céu da Amazônia não iria me trair dêste jeito. Supernova é um evento que de fato acontece, mas é o evento ancestral, o mesmo processo, do evento que vejo aqui quando uma flor desabrocha, uma semente se abre e revela seu interior iluminado. É ironico, mas o macaco é mais romântico do que os homens modernos de avental branco lá dentro do Monte Palomar. Apesar de que o macaco também se puxa a prória orelha quando se vê romantizando demais para acordar e pensar de acôrdo com a norma fria e violenta da selva.E o banho de ducha fria vem correndo me acordar quando relembro as leituras dos textos cientificos. Estão tão bem estruturados, consumiram tanto tempo e tantas gerações nestes calculos, que sôa impossivel estarem errados. A voz da selva tambem não me ajuda, não afirma que estão errados, mas afirma que meus modêlos estão certos. Como? Se um é a antítese do outro? A não ser que os dois estão dizendo a mesma coisa e eu que não o estou percebendo. Afinal, a Teoria Nebular, prosseguindo o cerne da idéia do método reducionista, lída extensivamente com os detalhes minimos, o interior dos corpos, e passa ao largo da conjuntura exterior que liga os corpos à imensidão do tempo e do espaço, por isso não conectam o que acontece com aqueles corpos com o que está acontecendo com os nossos corpos, nós estamos num tempo distante a bilhões de anos daqueles corpos e suas origens. Não se detêm a pensar em significados dos eventos, enquanto meus modelos passam ao largo dos detalhes minimos e quase não olha para o interior dasqueles corpos apressado que estou em conecta-los à imensidão do todo e extrair seus significados. Quem sabe se um esforço em unir os dois modelos chegasse a um resultado que de repente revelasse que meus modelos não são loucos? Pois acho que é isso que estou fazendo e vou morrer tentando fazê-lo, tentar provar que o mundo real dos acadêmicos tem 50% de êrros e 50% de acêrtos enquanto o meu mundo dos sonhos também tem no minimo  50% de acêrtos apesar dos 50% de êrros. E que justamente os meus êrros foram acertados por êles e os erros deles foram acertados por mim de maneira que ajuntando as duas metades certas teriamos alcançado a Verdade Ultima!  

O Texto abaixo revela os fundamentos da atual Teoria Nebular sôbre a formação das supernovas, foi copiado da Wikipédia portanto acho que tem peer review.

 Type Ia

Formation of a type Ia supernovaMain article: Type Ia supernovaThere are several means by which a supernova of this type can form, but they share a common underlying mechanism. If a carbonoxygen[nb 2] white dwarf accreted enough matter to reach the Chandrasekhar limit of about 1.38 solar masses[4] (for a non-rotating star), it would no longer be able to support the bulk of its plasma through electron degeneracy pressure[36][37] and would begin to collapse. However, the current view is that this limit is not normally attained; increasing temperature and density inside the core ignite carbon fusion as the star approaches the limit (to within about 1%[38]), before collapse is initiated.[4] Within a few seconds, a substantial fraction of the matter in the white dwarf undergoes nuclear fusion, releasing enough energy (1–2 × 1044 joules)[39] to unbind the star in a supernova explosion.[40] An outwardly expanding shock wave is generated, with matter reaching velocities on the order of 5,000–20,000 km/s, or roughly 3% of the speed of light. There is also a significant increase in luminosity, reaching an absolute magnitude of -19.3 (or 5 billion times brighter than the Sun), with little variation.[41]One model for the formation of this category of supernova is a close binary star system. The larger of the two stars is the first to evolve off the main sequence, and it expands to form a red giant.[42] The two stars now share a common envelope, causing their mutual orbit to shrink. The giant star then sheds most of its envelope, losing mass until it can no longer continue nuclear fusion. At this point it becomes a white dwarf star, composed primarily of carbon and oxygen.[43][44] Eventually the secondary star also evolves off the main sequence to form a red giant. Matter from the giant is accreted by the white dwarf, causing the latter to increase in mass.Another model for the formation of a Type Ia explosion involves the merger of two white dwarf stars, with the combined mass momentarily exceeding the Chandrasekhar limit.[45] A white dwarf could also accrete matter from other types of companions, including a main sequence star (if the orbit is sufficiently close).Type Ia supernovae follow a characteristic light curve—the graph of luminosity as a function of time—after the explosion. This luminosity is generated by the radioactive decay of nickel-56 through cobalt-56 to iron-56.[41] The peak luminosity of the light curve was believed to be consistent across Type Ia supernovae (the vast majority of which are initiated with a uniform mass via the accretion mechanism), having a maximum absolute magnitude of about -19.3. This would allow them to be used as a secondary[46] standard candle to measure the distance to their host galaxies.[47] However, recent discoveries reveal that there is some evolution in the average lightcurve width, and thus in the intrinsic luminosity of supernovae, although significant evolution is found only over a large redshift baseline.[48]

[edit] Type Ib and Ic

Main article: Type Ib and Ic supernovaeSN 2008D, a Type Ib[49] supernova, shown in X-ray (left) and visible light (right) at the far upper end of the galaxy. NASA image.[50]These events, like supernovae of Type II, are probably massive stars running out of fuel at their centers; however, the progenitors of Types Ib and Ic have lost most of their outer (hydrogen) envelopes due to strong stellar winds or else from interaction with a companion.[51] Type Ib supernovae are thought to be the result of the collapse of a massive Wolf-Rayet star. There is some evidence that a few percent of the Type Ic supernovae may be the progenitors of gamma ray bursts (GRB), though it is also believed that any hydrogen-stripped, Type Ib or Ic supernova could be a GRB, dependent upon the geometry of the explosion.[52]

[edit] Type II

Main article: Type II supernovaThe onion-like layers of a massive, evolved star just prior to core collapse. (Not to scale.)Stars with at least nine solar masses of material evolve in a complex fashion.[53] In the core of the star, hydrogen is fused into helium and the thermal energy released creates an outward pressure, which maintains the core in hydrostatic equilibrium and prevents collapse.When the core’s supply of hydrogen is exhausted, this outward pressure is no longer created. The core begins to collapse, causing a rise in temperature and pressure which becomes great enough to ignite the helium and start a helium-to-carbon fusion cycle, creating sufficient outward pressure to halt the collapse. The core expands and cools slightly, with a hydrogen-fusion outer layer, and a hotter, higher pressure, helium-fusion center. (Other elements such as magnesium, sulfur and calcium are also created and in some cases burned in these further reactions.)This process repeats several times; each time the core collapses, and the collapse is halted by the ignition of a further process involving more massive nuclei and higher temperatures and pressures. Each layer is prevented from collapse by the heat and outward pressure of the fusion process in the next layer inward; each layer also burns hotter and quicker than the previous one—the final burn of silicon to nickel consumes its fuel in just a few days at most.[54] The star becomes layered like an onion, with the burning of more easily fused elements occurring in larger shells.[55][56]In the later stages increasingly heavier elements with higher binding energy undergo nuclear fusion. Fusion produces progressively less energy, and also at higher core energies photodisintegration and electron capture occur which cause further energy loss in the core, requiring a general acceleration of the fusion processes to maintain hydrostatic equilibrium.[54] This escalation culminates with the production of nickel-56, which is unable to produce energy through fusion (but does produce iron-56 through radioactive decay).[57] As a result, a nickel-iron core[58] builds up that cannot produce further outward pressure on the scale needed to support the rest of the structure. It can only support the overlaying mass of the star through the degeneracy pressure of electrons in the core. If the star is sufficiently large, then the iron-nickel core will eventually exceed the Chandrasekhar limit (1.38 solar masses), at which point this mechanism catastrophically fails. The forces holding atomic nuclei apart in the innermost layer of the core suddenly give way, the core implodes due to its own mass, and no further fusion process is available to ignite and prevent collapse this time.[36]

[edit] Core collapse

See also: Gravitational collapseThe core collapses in on itself with velocities reaching 70,000 km/s (0.23c),[59] resulting in a rapid increase in temperature and density. The energy loss processes operating in the core cease to be in equilibrium. Through photodisintegration, gamma rays decompose iron into helium nuclei and free neutrons, absorbing energy, whilst electrons and protons merge via electron capture, producing neutrons and electron neutrinos, which escape.In a typical Type II supernova the newly formed neutron core has an initial temperature of about 100 billion kelvin (100 GK), 6000 times the temperature of the sun’s core. A further release of neutrinos carries away much of the thermal energy, allowing a stable neutron star to form (the neutrons would “boil away” if this cooling did not occur).[60] These ‘thermal’ neutrinos form as neutrino-antineutrino pairs of all flavors, and total several times the number of electron-capture neutrinos.[61] About 1046 joules of gravitational energy—approximately 10% of the star’s rest mass—is converted into a ten-second burst of neutrinos, which is the main output of the event.[54][62] These carry away energy from the core and accelerate the collapse, while some neutrinos may later be absorbed by the star’s outer layers to provide energy to the supernova explosion.[63]The inner core eventually reaches typically 30 km diameter,[54] and a density comparable to that of an atomic nucleus, and further collapse is abruptly stopped by strong force interactions and by degeneracy pressure of neutrons. The infalling matter, suddenly halted, rebounds, producing a shock wave that propagates outward. Computer simulations indicate that this expanding shock does not directly cause the supernova explosion;[54] rather, it stalls within milliseconds[64] in the outer core as energy is lost through the dissociation of heavy elements, and a process that is not clearly understood[update] is necessary to allow the outer layers of the core to reabsorb around 1044 joules[nb 3] (1 foe) of energy, producing the visible explosion.[65] Current[update] research focuses upon a combination of neutrino reheating, rotational and magnetic effects as the basis for this process.[54]Within a massive, evolved star (a) the onion-layered shells of elements undergo fusion, forming an iron core (b) that reaches Chandrasekhar-mass and starts to collapse. The inner part of the core is compressed into neutrons (c), causing infalling material to bounce (d) and form an outward-propagating shock front (red). The shock starts to stall (e), but it is re-invigorated by a process that may include neutrino interaction. The surrounding material is blasted away (f), leaving only a degenerate remnant.When the progenitor star is below about 20 solar masses (depending on the strength of the explosion and the amount of material that falls back), the degenerate remnant of a core collapse is a neutron star.[59] Above this mass the remnant collapses to form a black hole.[56][66] (This type of collapse is one of many candidate explanations for gamma ray bursts, possibly producing a large burst of gamma rays through a hypernova explosion.)[67] The theoretical limiting mass for this type of core collapse scenario was estimated around 40–50 solar masses.Above 50 solar masses stars were believed to collapse directly into a black hole without forming a supernova explosion,[68] although uncertainties in models of supernova collapse make accurate calculation of these limits difficult. Above about 140 solar masses stars may become pair-instability supernovae that do not leave behind a black hole remnant.

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