Evolução:Extinção dos Dinossauros por Acaso ou pela Lei da Matriz?

Depois dos modêlos da Matriz passei a suspeitar da tão propalada teoria de que a grande extinção dos animais gigantescos a 60 milhões teria sido causada por impacto de um meteórito. Pois ao contrario do que a teoria da micro-evolução de Darwin sugere – que a complexidade é acrescentada por um movimento de competição entre os protagonistas, e o ambiente seleciona os que melhor se adaptam, possibilitando o aumento de sua prole, tornando-os os mais fortes e capazes – esta teoria da macro-evolução sugere que tornar-se mais forte e impor-se pela competição é uma armadilha fatal. A espécie que está no tôpo evolucionario (como estavam os répteis antes dos mamiferos, ou como estão os humanos agora) gira ao sabor do circuito do software-matriz, significando que quando a espécie alcança a Função 4 a evolução descarta-a como carta fora do baralho e lança um fluxo paralelo, o qual vai conduzir exemplares daquela espécie para as devidas mutações (na Função 1) e transcêndencia para a forma superior. A partir daí o fluxo lateral é que vai constituir o tronco e fazer a árvore crescer, enquanto os demais exemplares vão constituir um galho que seca e se extingue (indo para as funções entrópicas 6 e 7), podendo ainda permanecer na arvore por milhões de anos. Vejamos novamente o software-matriz:

origem-astronomica-dos-cromossomas-sexuais.jpg

 Não sei ainda qual é o sinal do momento a ser lançado o fluxo lateral, mas deve ser algo relacionado com o comportamento individual ser ainda acessivel ou não a assimilação pelo organismo de novas informações.

O fato é que a vitória de alguns que não devida à sincronia com o ritmo natural ao invés de leva-la à complexificação, leva-a ao aumento da gordura, do crescimento corporal, do aumento do poder sôbre outros grupos, e isto é cavar a própria sepultura. Isto leva a criatura a se super-especializar num modo de existência, tornando-se um sistema fechado em si mesmo, tornando-se um beco sem saída, termo-dinamicamente acomodado, podando sua energia interna e fechando as portas à evolução até que a inevitável mudança do ambiente ou alguma grande catastrofe planetaria (pouco provavel) a extinga completamente. Quando isto acontece, a Natureza faz o conveniente retorno. A Evolução caminhou dos répteis pequenos, como lagartos, lagartixas, e continuou daï na direção dos dinossauros, porem a certa altura retornou para um réptil menor, talvez uma espécie de lagarto (dizem agora chamar-se cyanodonts), para se redirecionar na direção dos mamíferos. Não era preciso grandes catástrofes para acabar com os gigantes répteis, tal como para estar diminuindo o reinado dos gigantes gatos (leões, tigres) e dos grandes animais marinhos (como a baleia), ou das aves (águias), a natureza não está recorrendo a castastrofes ou esperando outro meteórito. 

Portanto, o novo aliado nesta suspeita, um renomado cientista é promissor, apesar de que, como alternativa ele sugere outra catastrofe planetaria, com a qual tambem não simpatizo. Vejamos o breve excêrto abaixo:    

Summary: Paleontologist Peter Ward of the University of Washington discusses his latest book, entitled “Gorgon: Paleontology, Obsession, and the Greatest Catastrophe on Earth”. Unterview at

Astrobiology Magazine

http://www.astrobio.net/interview/922/the-greatest-catastrophe-on-earth

AM: You say in your book that while an asteroid impact has been suggested as a cause of the P-T extinction (Permian/Triassic extinction) , follow-up studies have not been able to support that claim.

PW: I do not think that asteroid impact was a cause. There is a new paper just out that suggests that explosive volcanism can look like the remains of asteroid impact. The paper, by J. Phipps Morgan, et al., says that explosive volcanic eruptions are sometimes able to generate the shocked quartz, microspherules, and other geologic traces commonly attributed to large extraterrestrial impacts, while also triggering a mass extinction event.

Ward comes to a different conclusion:

Ward believes that a lowering of atmospheric oxygen caused the P-T extinction. These low oxygen conditions continued on through the Triassic and most of the Jurassic, influencing the development of animals that evolved during this time. Birds, for instance, developed their unique air-sac respiratory system because of this extremely low oxygen environment.

The reason the atmosphere lost its oxygen, Ward suggests, was because ocean levels dropped, exposing anoxic organic materials to the atmosphere. The newly-exposed materials oxidized, pulling oxygen out of the air, and the iron in these materials rusted, creating the red rock layers that are so distinctive in post-Permian geology. Explosive volcano eruptions from Siberia may have contributed to this loss of oxygen as well, expelling huge amounts of carbon dioxide, carbon monoxide, methane, and other gases into the atmosphere. Whatever happened in the P-T, it happened on a geologically fast time scale, within 50,000 years or less.

AM: The ancestors of mammals are the cynodonts, which survived the P-T extinction. Why wouldn’t mammals have retained the cynodont capacity to exist at lower O2 levels?

PW: Mammals survived only at very low size. There were no large mammals until oxygen went up again.

We don’t know about mammals with low O2 capacity, except for those that live at the highest elevations. For instance, the South American alpacas and llamas. They have special respiratory capabilities – they have very big chests and big lungs – and their blood has more hemoglobin. There’s no way to tell from the fossil record how much hemoglobin an organism had. We can tell whether they had big chests, though.

AM: Has a direct link been established between the mammal-like reptile cynodonts and modern day mammals? Or could mammals have evolved independently as an example of convergent evolution?

PW: No, we are definitely part of the surviving stock going back to mammal like reptiles – there are just too many similarities in head and bone anatomy for it to have been convergent evolution

                                            Nosso ancestral, o cynodont ?

                                                    cynodont

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