As 10 empresas que controlam o mundo

A economia, a posse das terras e dos bens, a renda do trabalho, etc., é o tema que mais deve interessar ao ser humano que nasceu como filho da necessidade. Por isso, a economia em geral deve ser administrada e regulada por leis decididas em assembéias/plebicistos em que participem tôdas as pessoas do mundo, sem uma unica excessão. Não se pode delegar isso a terceiros, a ninguém. Mas o sistema social atual dominante na maioria dos países do mundo permite que algumas pessoas exerçam todo o poder de decidir sôbre a economia mundial, e com isso afetam todos os habitantes do planeta. Ora, com isso não existe democracia pois democracia é o govêrno principalmente da economia pelo povo para o povo. É uma das missões da “Grande causa da Humanidade” sugerida pela cosmovisão da Matrix/DNA acabar com isso. A suprema meta da “grande causa da Humanidade” é fazer com que cada cérebro humano tenha toda oportunidade para se alimentar de informações e evoluir. O trabalho rotineiro, forçado, escravo, de mais de 30 horas semanais, a manipulação mental para o consumismo, as táticas para manter a apatia social, são os principais problemas contra a evolução dos cérebros humanos e isso tem que acabar. E estas doenças da sociedade são principalmente criadas e propagadas pelas pessoas que dirigem o atual sistema de capitalismo selvagem, por trás destas corporações. Devagar vamos colhendo informações, precisamos saber como se realiza no planeta cada operação financeira que ultrapasse um salario minimo (que deve ser o numero sagrado da economia sob o qual tudo o mais deve girar, porque o salario minimo está diretamente atrelado ao trabalho real e produtivo), quem o realizou e para onde foi o dinheiro, etc. queremos todas as contas e operações bancarias, financeiras de qualquer modo, transparentes, na Internet, para que todos os seres humanos possam fiscalizar e denunciar ou apoiar.

Nêste artigo inicial, por exemplo, citamos um documento tipo PDF, com 36 paginas, que deverá ser por nós estudado item por item pois ele contem a metodologia de investigação dêsse fenômeno. O PDF nos chegou ás mãos através de um artigo publicado em:

As 10 empresas que controlam o mundo

Mas segundo o artigo, fala-se em 174 empresas. Porem, a nós não interessa titulos de fachadas e slogans que encobrem nomes de pessoas. Queremos saber, conhecer, quem são as pessoas por trás destas empresas. Não adianta lidar com placas com nomes, e sim, pessoas. temos que levantar tudo sôbre estas empresas, e me parece que cada uma delas começa por serem apresentadas na Wikipédia. Portanto abaixo de cada nome iremos colocar informações da Wikipedia e “googlar” estes nomes alem de acompanhar sempre que apareçam nos noticiarios.

Não é teoria da conspiração, são fatos: uma análise das relações entre cerca de 43.000 empresas multinacionais feita pelo Instituto Federal de Tecnologia da Suíça concluiu que 174 empresas (na maioria bancos) têm um poder desproporcional em relação ao resto do mundo. Esses 174 empreendimentos são considerados “superentidades” que controlam 40% da economia mundial. Isso não quer dizer necessariamente concentração de dinheiro e sim de poder (empresas que têm ações de outras empresas ou que as administram). Elas estão tão conectadas entre si, de forma tão intrínseca, que, se uma se desestabiliza, afeta todas as outras em cadeia.

Também ficou alarmado? Então, já pode se juntar ao movimento Occupy Wall Street (ou Occupy São Paulo, Occupy Rio de Janeiro, enfim: Occupy o mundo todo) para tentar mudar essa governança do 1% de poderosos sobre os 99% de “outras pessoas”. Ou simplesmente entender porque este movimento virou assunto fácil nas redes sociais nas últimas semanas.

Conheça aqui as 10 maiores donas do mundo e saiba quem controla de verdade a nossa economia.

10. Merrill Lynch & Co Inc – EUA
É um banco de Investimentos estadunidense que hoje faz parte do Bank Of America. É a maior corretora de ações do mundo.

9. UBS AG – Suíça
Empresa suíça de serviços financeiros. Atua como banco privado e banco de investimentos e é o segundo maior gestor de riquezas particulares do mundo (ou seja: eles cuidam da grana dos bilionários do planeta).

8. Vanguard Group Inc – EUA
Uma das maiores companhias de fundos de investimentos do mundo. Ela oferece recursos financeiros imediatos para investidores particulares ou para empresas e administra aproximadamente 1,6 trilhões de dólares. Trilhões.

7. Legal & General Group PLC – Reino Unido
Companhia de seguros, pensões e investimentos, com operações no Reino Unido, Holanda, França, Alemanha, EUA, Egito, Índia e Emirados Árabes.

6. JP Morgan Chase & Co – EUA
Uma das maiores instituições bancárias dos EUA, é uma holding (sociedade gestora de participações sociais), ou seja: ela administra conglomerados empresariais. É considerada pela revista Forbes a maior empresa do mundo.

5. State Street Corporation – EUA
Também é uma holding. Administra duas instituições financeiras: o banco State Street Bank and Trust Company e a consultoria de investimento State Street Global Advisors.

4. AXA – França
Empresa que atua tanto como seguradora quanto como administradora de investimentos. É a nona maior multinacional do mundo, segundo a Fortune Global 500.

3. FMR Corporation – EUA
A Fidelity Investments é (adivinha?) uma instituição financeira que atua como administradora de fundos familiares (gente rica!) e fundos mútuos (empresas que reúnem dinheiro de vários investidores para investir).

2. Capital Group Companies Inc – EUA
Agrupamento de várias empresas de administração de investimentos. Alguns dos “pequenos” membros do grupo: Bayer (companhia química e farmacêutica alemã), Volkswagen (fabricante alemã de carros), Telekom Austria Group (provedor austríaco de internet e telefonia fixa e celular) e BYD (fabricante chinesa de carros e baterias recarregáveis).

1. Barclays PLC – Reino Unido
Instituição de serviços financeiros com operações em mais de 50 países espalhados por todo o mundo e mais de 48 milhões de clientes. Se envolveu em diversos episódios controversos, como o apartheid na África do Sul e o financiamento do governo do presidente Robert Mugabe, no poder no Zimbabwe desde 1980, além de ter sofrido acusações de lavagem de dinheiro.

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Sôbre o PDF:

http://arxiv.org/PS_cache/arxiv/pdf/1107/1107.5728v2.pdf

The network of global corporate control
Stefania Vitali1, James B. Glattfelder1, and Stefano Battiston1?
1 Chair of Systems Design, ETH Zurich, Kreuzplatz 5, 8032 Zurich, Switzerland,
?corresponding author, email: sbattiston@ethz.ch

Extratos do PDF:

Network Control Concentration

8.1 Control of Financial Institutions

One meaning of control in the corporate finance literature is the frequency by which a shareholder
is able to influence the firm’ strategic decision during the official voting [12]. Differently, in
this work, by control we mean how much economic value of companies a shareholder is able
to influence. Moreover, we did not limit our focus on the control of a shareholder of a single
firm. Instead, we look at the control each shareholder has over its whole portfolio of directly
and indirectly owned firms. As a result, the shareholders with a high level of control are those
potentially able to impose their decision on many high-value firms. The higher a shareholder’s
control is, the higher its power to influence the final decision. In this sense, our notion of control
can be related to Weber’s definition of “power”, i.e. the probability of an individual to be able to
impose their will despite the opposition of the others [13].

In the literature on corporate control there is a debate on weather financial institutions really
exert the control associated with their ownership shares. On the one hand, they are not supposed
to seek an active involvement in the companies’ strategies. However, some works argue that
institutional investors, including banks and mutual funds, do exert control to some extent [14, 15,
16, 17]. In particular, the outcome of votes can be influenced by means of informal discussions,
in which pro-management votes are used as a bargaining chip (e.g., in exchange of business
related “favors” or in negotiating the extension of credit)x.
On the contrary, [18] and [19] find
that mutual funds, which typically hold large blocks of shares, vote against the management (i.e.,
in favor of corporate governance proposals) only 33% of the times (in the case of Fidelity Fund).
However, they do so in more than 60%, on average, in other 11 cases analysed. These results are
suggested to originate mainly from a conflict of interest, where the benefits of providing pension
plan management to client corporations outweighs the possible benefits gained from increased
shareholder value. However, while some mutual funds are reticent to exercise their power during
voting mainly in the US, an activist stance is observed for some smaller funds and when operating
outside the US [19]. In any case, in our study US mutual funds represent only a small fraction of
all global financial institutions. In general, 49 mutual funds, identified by the NACE code 6714,
are among the 737 top power-holders (see main text, Sec. Concentration of Control).

Table S1: Top 50 control-holders. Shareholders are ranked by network control (according to the
threshold model, TM). Column indicate country, NACE industrial sector code, actor’s position in
the bow-tie sections, cumulative network control. Notice that NACE code starting with 65,66,67
belong to the financial sector.
Rank Economic actor name Country NACE code Network Cumul. network
position control (TM, %)
1 BARCLAYS PLC GB 6512 SCC 4.05
2 CAPITAL GROUP COMPANIES INC, THE US 6713 IN 6.66
3 FMR CORP US 6713 IN 8.94
4 AXA FR 6712 SCC 11.21
5 STATE STREET CORPORATION US 6713 SCC 13.02
6 JPMORGAN CHASE & CO. US 6512 SCC 14.55
7 LEGAL & GENERAL GROUP PLC GB 6603 SCC 16.02
8 VANGUARD GROUP, INC., THE US 7415 IN 17.25
9 UBS AG CH 6512 SCC 18.46
10 MERRILL LYNCH & CO., INC. US 6712 SCC 19.45
11 WELLINGTON MANAGEMENT CO. L.L.P. US 6713 IN 20.33
12 DEUTSCHE BANK AG DE 6512 SCC 21.17
13 FRANKLIN RESOURCES, INC. US 6512 SCC 21.99
14 CREDIT SUISSE GROUP CH 6512 SCC 22.81
15 WALTON ENTERPRISES LLC US 2923 T&T 23.56
16 BANK OF NEW YORK MELLON CORP. US 6512 IN 24.28
17 NATIXIS FR 6512 SCC 24.98
18 GOLDMAN SACHS GROUP, INC., THE US 6712 SCC 25.64
19 T. ROWE PRICE GROUP, INC. US 6713 SCC 26.29
20 LEGG MASON, INC. US 6712 SCC 26.92
21 MORGAN STANLEY US 6712 SCC 27.56
22 MITSUBISHI UFJ FINANCIAL GROUP, INC. JP 6512 SCC 28.16
23 NORTHERN TRUST CORPORATION US 6512 SCC 28.72
24 SOCIÉTÉ GÉNÉRALE FR 6512 SCC 29.26
25 BANK OF AMERICA CORPORATION US 6512 SCC 29.79
26 LLOYDS TSB GROUP PLC GB 6512 SCC 30.30
27 INVESCO PLC GB 6523 SCC 30.82
28 ALLIANZ SE DE 7415 SCC 31.32
29 TIAA US 6601 IN 32.24
30 OLD MUTUAL PUBLIC LIMITED COMPANY GB 6601 SCC 32.69
31 AVIVA PLC GB 6601 SCC 33.14
32 SCHRODERS PLC GB 6712 SCC 33.57
33 DODGE & COX US 7415 IN 34.00
34 LEHMAN BROTHERS HOLDINGS, INC. US 6712 SCC 34.43
35 SUN LIFE FINANCIAL, INC. CA 6601 SCC 34.82
36 STANDARD LIFE PLC GB 6601 SCC 35.2
37 CNCE FR 6512 SCC 35.57
38 NOMURA HOLDINGS, INC. JP 6512 SCC 35.92
39 THE DEPOSITORY TRUST COMPANY US 6512 IN 36.28
40 MASSACHUSETTS MUTUAL LIFE INSUR. US 6601 IN 36.63
41 ING GROEP N.V. NL 6603 SCC 36.96
42 BRANDES INVESTMENT PARTNERS, L.P. US 6713 IN 37.29
43 UNICREDITO ITALIANO SPA IT 6512 SCC 37.61
44 DEPOSIT INSURANCE CORPORATION OF JP JP 6511 IN 37.93
45 VERENIGING AEGON NL 6512 IN 38.25
46 BNP PARIBAS FR 6512 SCC 38.56
47 AFFILIATED MANAGERS GROUP, INC. US 6713 SCC 38.88
48 RESONA HOLDINGS, INC. JP 6512 SCC 39.18
49 CAPITAL GROUP INTERNATIONAL, INC. US 7414 IN 39.48
50 CHINA PETROCHEMICAL GROUP CO. CN 6511 T&T 39.78

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