Matrix/DNA Geral Cosmovisão

( êste texto está sob construção, apenas sendo publicado na esperança que apareça algum critico para ir apontando suas falhas. Nem têve seus êrros de grafia corrigidos ainda)

Esta obra é o resultado atual dos meus calculos que começaram com as perguntas: O que eu sou? O que estou fazendo aqui? Existo, sinto que sou e existo, mas para quê? O que é êsse mundo? Como, diabos, tudo isso começou? E como tudo vai terminar? Ou tudo é infinito?

Para investigar isso de maneira lógica, digamos, cientificamente, seria preciso que a matéria, em seu conjunto denominada Natureza, e no estado evolutivo que algumas de suas porções chegaram hoje – o humano (ao ponto de começar a ter a consciência que existe, mas sem saber de onde veio, como nasceu) – e sómente ela, recordasse sua História desde o mais distante possível no espaço/tempo, e com essa História real estabelecida, tentasse visualizar seus significados, sentidos e os projetasse num quadro: a figura resultante conteria um modêlo, téorico mas lógico, guiando-a mais eficientemente na busca de sua comprovação. Sei que mesmo assim não se garante a Natureza que ela vai se explicar, mas não vejo outra alternativa, outro método mais lógico, e 6este fornece a possibilidade para a Natureza desenvolver sua conscência.

Mas a maior eficiência d6este quadro teórico depende da exatidão da História, da retidão da memória da Natureza. E esta consciência recem emergida é de uma substancia atabalhoada que sai fora dos fluxos naturais de causa e efeito e parece se refugiar em espaços vazios fora de seu corpo material e desta situação erege coisas com sua própria substancia, como qualquer criança sonha e cria fantasias de papai noel, fantasmas com quem conversar, etc. Não devia ser assim pois essa consciência veio do animal, como o tigre na selva, o qual não cria fantasias. Acho que o que produziu êsse desvio foi o ócio obtido com a agricultura aliado ao agrupamento social produzindo coisas como familia e sociedade.

Mas existe ainda uma oportunidade para a Natureza em sua forma de consciência obter sua História correta: se ela surgir e existir como o animal, sem ócio por não dispor da agricultura, sem existir num agrupamento social, e portanto sem familia, sociedade. Êste é quase o caso desta consciência que produziu esta obra aqui. Houve desvios n6este exemplar – momentos de ócio por obter na sorte os frutos da agricultura, momentos de inserção na sociedade, momentos em que a familia fantasma distante a capturou. Porem, mesmo assim essa consciência obteve uma História inédita dentre as bilhões de consciências mais desviadas pelo social e vale a pena conhecer esta História.

Por ter me criado na rua sem nada meu, nem um metro quadrado meu para descansar meus ossos à noite, nunca me apeguei a nada dêste mundo e nem a mim mesmo. Viví um constante desejar de morrer imediatamente. Assim eu não fui, não sou, sinto-me apenas um fantasma alienado que existe para observar e pensar no porquê das coisas que vejo. E minha unica vontade, minha unica atividade é a de um fantasma cutucando pessoas para que ouçam a sua mensagem, o contar de sua História. O fantasma que é apenas uma mensagem, calcula, que assim, as pessoas vão continuar investigando esta sua História cada vez mais profundamente, e assim preencher sua meta que é completar sua auto-consciência natural. Êste texto é mais uma cutucada e emissão da mensagem.

Qualquer método escolhido pela consci6encia natural para esta investigação tem que tter como ponto de partida o aqui e agora, baseando-se no maximo possível do que vê do seu estado de existência atual. E tem que começar de dentro para fora, de si para o mundo, e não o contrário. Como essa consci6encia está localizada numa porção de matéria denominada ser humano, ela ‘tem como ponto de partida o ser humano.

Esqueça a imagem aparente que v6es de um ser humano. veja-o em sua essencia intima e funcional, seu signidficado. assim surge outra imagem do ser humano. A de uma figura parecida um girino, o filhote dos sapos. A figura do cérebro com seu cilio, seu rabo, que desce pela medual óssea. Isso na realidade é o ser humano em essencia material. O resto são acessórios criados por esse cérebro, nas suas formas evolutivas anteriores. E é esta evolução que a consciência natural persegue regredindo o maximo possível no tempo para tentar rememorizar sua História. É como quando tentamos recordar nossa infancia o mais distante possivel, desde o momento em que fomos concebidos, inclusive tentando recordar como nos sentíamos quando estavamos dentro de um utero, quando éramos um feto, etc. E éramos alguma coisa antes disso? Se conseguissemos avançar no passado, dando um salto sôbre o momento de nossa concepção, nos veriamos dentro dos corpos de nossos pais, sendo nossos pais, ou nos veriamos flutuando como um consciência-espirito? Calma: aqui a consciência já está saindo a vagabundear, criando hipóteses fanrtasaiosas para as quais não tem registro no quadro do mundo aqui e agora que ela vê. êste estado de auto-poliamento em vigilancia constante nesta investigação é impreescindivel.

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