Forte Magnetismo nas Rochas da Lua: Outra Previsão Acertada Pela Matrix/DNA?

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Rochas colhidas pelos astronautas da Apollo na LUA surpreenderam os cientistas: estiveram fortemente magnetizadas! Mas na teoria reinante não existe explicação como a Lua, a 4 bilhões de anos atrás, na sua formação, possuía um forte campo magnético, e muito menos explicação para o fato de que êle desapareceu. Porem, correndo a olhar o modêlo cosmológico da Matrix/DNA, sôbre a formação dos astros, para o caso dos tipos como as luas, êle sugere claramente que elas nascem fortemente magnetizadas e logo perdem o magnetismo. A tôda hora, a todo dia, estamos sendo bombardeados com evidências comprovando êste modêlo e estas mesmas descobertas obrigando a comunidade astronomica a refazerem o modêlo oficial. Até quando?!

A seguir, dados sôbre o artigo, um breve comentário explicativo da Matrix/DNA, e por fim, um comentário nosso enviado ao divulgador do artigo.

LUA

What Stirred Up the Moon’s Ancient Magnetic Field?

By: Jenny Marder

SCIENCE — November 15, 2011 at 12:10 PM EDT

http://www.pbs.org/newshour/rundown/2011/11/what-stirred-up-the-moons-ancient-magnetic-field.html

PBS NEWSHOUR

http://www.pbs.org/newshour/

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Explicação do Modêlo Cosmológico da Matrix/DNA

Todos os astros são concebidos e desenvolvidos até sua forma embrionária pelo e dentro do Vórtice que é formado pela rotação da poeira estelar de uma estrêla ou sistema estelar morto, desfeito. Visualize esta expliçação nas figuras abaixo: o Vórtice é a Função 1, a estrêla ou sistema morto é a Função 7, e a poeira estelar resulta da fragmentação de F7 e circunda F1.

O Vórtice é altamente magnetizado pois o que causa a rotação são as linhas de fôrça magnéticas da espiral galáxia, êsse magnetismo passa a matéria incandescente dos astros em formação. Ao serem ejetados do Vórtice, ou mesmo ao se verem livres no espaço porque o Vórtice se desfaz, estas esferas incandecentes se encontram em meio à poeira restante circundante, a qual os vai cobrir e formar as camadas de rochas geológicas. Entramos na Função 2. Mas em cada ninhada de astros, alguns abortam prematuramente, outros tardiamente, outros ainda defeituosos, como ocorre em qualquer ninhada de aves ou animais na Terra. Êstes restos, quando são poeiras e pequenos blocos de rochas, vão formar cinturões nas fronteiras do novo sistema, como é o Cinturão do Sistema Solar. Se são maiores, recebem as primeiras coberturas de poeira congeladas mas não possuem massa suficiente, ou por outro motivo qualquer, para orbitarem a estrêla e estacionam sendo capturados numa órbita de algum planeta. Formam o que denominamos de Luas. Se tivessem desenvolvido normalmente, como o planeta Terra, que rapidamente se alinhou em órbita ao redor da estrêla, a energia desta alcança seu nucleo, ativa suas reações nucleares, e o magnetismo nuclear é mantido influenciando mais as camadas próximas do nucleo. No caso das Luas, a falta do estimulo da energia estelar faz o nucleo tambem congelar ou se solifdificar e morrer, sendo que o seu magnetismo inicial praticamente se evapora, com uma parte dêle ficando incorporado nas rochas de superficiie, Foi isso que os astronautas da Apollo encontraram.

Como digo no comentário abaixo, enquanto os homens e mulheres que exercem autoridade acadêmica sôbre as Ciências Naturais Humanas desta época não entenderem que quem fêz a Vida aqui na Terra foi a própria Terra e sua estrêla e portanto só podem terem feito o primeiro sistema celular à imagem e semelhança do sistema que êstes astros pertencem, enquanto não descobrirem que pais de peixinho, peixes parecerão, … estaremos f…. com bilhões de crianças nos bancos escolares tendo suas indefesas e ingênuas mentes sendo desviadas da verdadeira natureza dêste mundo, até acabar-mos com o planeta porque não soubemos o que fazer com êle porque não o conhecíamos de fato! A não ser que você desperte e não me deixe nessa luta sózinho…

Raios! A Terra, o Sol e a Lua dêles jamais poderia ter gerado a Vida aqui. Tanto que êles se perdem totalmente quando inquiridos a explicar as origens da Vida. Enquanto isso, a minha Terra, o meu Sol e a minha Lua não podiam ter outro destino evolutivo senão o de gerar a Vida na Terra. Estão aí os calculos, os desenhos de suas anatomias, até o croquís da mente que mais tarde aqui criaram, as suas histórias, os seus ciclos vitais completos, desde seus nascimentos às mortes de seus ancestrais. Como qualquer um pode ver, a minha Galáxia é a cara e o fucinho do primeiro nucleotideo do primeiro RNA, e tem a mesma forma da sua neta, a célula vital. Até a face humana, com nariz, boca, dois olhos, orelhas em espiral, está claramente visivel na forma da minha galáxia. Inclusive o olho esquerdo da galaxia, um astro luminoso porem pequeno, recem-nascido, é tão míope como o da maioria dos humanos, porque seu olho direito, muito maior, luminoso e potente que é uma estrêla exuberante está projetado como o olho direito saudavel humano. o que precisa mais? O que querem mais ainda? Não sabem nem explicar como é e como funciona a galáxia dêles como sistema…

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Comentário Postado pela Matrix/DNA no artigo:

From: Louis Morelli

The process of origins of astronomic systems was ancestral to the process of origins of biological systems. Them, the process is the same, same laws, same mechanisms. The schollar scientific cosmological model must be wrong because there is no evolutionary link between the state of the astronomical world and the biological systems they produced. The Universal Matrix/DNA Theory about 30 years ago already calculated a cosmological model in this way and yes, the model did the prevision that moom must had a strong magnetic field. But, the causes are very surprising…

Matrix/DNA em Galaxias, Nucleotídeos e Células Vitais

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