ATP Sintase: Como a Terra Copiou do Céu esta Extraordinária Engenharia!

Um Motor na Célula Explica o Motor Rotacional das Galáxias?

(Versão dêste artigo em Inglês:  http://theuniversalmatrix.com/en-us/articles/The Cellular ATP Motor came from the Galaxies’ Rotational Motor?!)

Expressando sua admiração pela engenharia  apresentada pela Natureza no processo da ATP sintase o bioquímico e Prêmio Nobel  Paul Delos Boyer exclamou:  “Tôdas as enzimas são de uma engenharia maravilhosa, mas ATP sintase é uma das mais belas, como é também das mais importantes.”

Conhecer o complexo motor sintetizador de energia química que existe dentro da mitocondria na célula vital e assistir  um filme com ele funcionando (veja-o em http://vcell.ndsu.nodak.edu/animations/atpgradient/index.htm ) nos deixam boquiabertos! É um verdadeiro micro-motor, construído dentro da célula!

Veja tambem este excelente vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=XI8m6o0gXDY

Mas… construído por quem, ou pelo que?! Como?! De onde a matéria burra da Terra tirou a idéia para desenvolver tecnologia de motores? Se homens com inteligência existiram durante 10.000 anos fazendo fôrça como cavalos sem se despertarem para essa idéia? Estas questões nos atormentavam em nossa infância e bem antes de descobrir-mos a Matriz olhávamos para todo o Universo e seu passado antes da origem da Vida e não víamos em nenhum lugar nada existente parecido com as coisas que víamos na superficie terrestre, nem mesmo que fosse na forma de protótipos muito simples.  Teria a matéria da Terra inventado isto sózinha? Pelo método do “trial and error” onde todas as possibilidades possiveis de resultados emergentes das misturas ao acaso, num belo dia aconteceu a criação, pela primeira vez no Universo?! Ou haveria alguma fôrça paranormal inteligente atuando na matéria terrestre?! Hoje descobrimos que as duas alternativas são meio erradas e meio certas: a Terra produziu isto porem a Terra é muito mais complexa do que pensávamos e, sim, existe uma fôrça de procedência mentalizada atuando no meio da matéria terrestre, porém, não é uma entidade paranormal, mas sim tão natural como nós somos.

Observe a ilustração abaixo, um desenho artístico do Complexo Motor:

ATP Sintase

Claro que o instinto natural não pode construir arquiteturas tão polidas e perfeitas assim, pois a Natureza trabalha com matéria rebelde cujo intento é alcançar o eterno equilíbrio termodinamico e não ficar trabalhando como escrava produzindo energia para crocodilos e humanos existirem. Portanto a Natureza tem que forçar esta matéria a se especializar numa profissão,  trabalhar, e assim permanecer acessível ao desenrolar da Evolução que desenvolve um processo universal de reprodução genética. Veja como é na realidade, montado com moléculas rebeldes, o tal motor:

Estrutura do Complexo do ATP Sintase

Compare as duas figuras e perceba como a Natureza faz algo e o homem artista aplica sua estética ao representa-la num quadro ou num computador. A ATP sintase é o nome genérico dado a proteínas que sintetizam ATP (adenosina trifosfato) a partir de ADP (adenosina bifosfato) e de Pi (fosfato inorgânico), utilizando para isso alguma forma de energia. A sequência da reação, coordenada pela presença do íon magnésio, é a seguinte:

ADP + Pi → ATP

Mas acho que Paul Boyer subiria nas paredes de tanta emoção se tivesse descoberto que no passado, a bilhões de anos antes das origens da Vida e do ATP,  ainda nos tempos da  Evolução Cosmológica, nos céus ocorria o protótipo do mecanismo que viria a evoluir e construir essa engenharia! De fato ficamos estupefatos com a sugestão da Matriz de que êsse processo é uma cópia feita na matéria terrestre de processos astronômicos ocorrendo no espaço sideral!

A Teoria da Matriz faturou mais esta. Nos seus modelos da anatomia de LUCA – The Last Universal Common Ancestral – surge um motor (ver aqui artigo sôbre motor a vapor), e agora descobrimos, igualzinho ao motor da célula! Desde que LUCA é  um ser astronômico e existente muito antes da “Vida” aparecer na Terra, agora respondemos a pergunta acima: “A matéria burra da Terra – como não poderia deixar de ser – não inventou coisa alguma, e a Natureza tambem não criou nada que ela não tinha antes informação para fazê-lo. O motor molecular é simplesmente mais um normal e natural passo evolutivo que acontece dentro dêste enorme processo de reprodução genética que está ocorrendo desde que o Big Bang deflagrou a origem dêste Universo. Reprodução genética de um sistema natural, vivo e auto-consciente, extra-universal, é o que a Matriz está sugerindo.

Pois a forma e a funcionalidade do motor celular é a mesma forma e funcionalidade de um aparato que bombeia e perpetua os building blocks dos sistemas astronomicos. Mas se a matéria da Terra da superfície terrestre não cria nada do nada, ela presta um grande serviço à evolução porque ela aprimora as arquiteturas ancestrais! A Terra se parece com o japonês que diz: “Garantido japonês imita tudo que outros fazem mas japonês faz ainda melhor né? Sayonara!” Seus pais também fizeram o mesmo quando fizeram você e nossa geração também vai imitar o que fizeram, porém tentando fazer nossos filhos melhores do que fomos.

Na dimensão astronômica, a energia que sustenta o crescimento e maturação de um astro  fornecendo  a fôrça para a dinâmica que resulta no ciclo vital dos astros, é elaborada,  numa primeira fase e na infância dos astros, pela Função Sistêmica Universal N.1, através das ferramentas que ela construiu e constituem o nucleo (um quasar envolvendo um buraco negro), e numa segunda fase, na adolêscencia dos astros, pela Função 4, através de sua ferramenta naquela posição a qual é um pulsar emissor de corpos energéticos: os cometas.  Quando LUCA – o proto-sistema astronômico – tentou se reproduzir com a matéria da Terra houve um amalgama das duas funções, resultando na mitocondria para a célula animal. E como na célula vegetal êle têve maior sucesso reprodutivo, ligou às duas funções anteriores mais algumas propriedades da Função N. 6, através de sua ferramenta ali, que é o cloroplasto. De maneira que a produção de energia quimica ATP na célula nada mais é que uma reprodução das reações nucleares que ocorrem dentro de uma estrêla e de um pulsar, as quais produzem a energia estelar tal como a dadivosa energia do Sol que alimenta nossas vidas neste planeta.

Vejamos primeiro o modêlo teórico do que acontece e acontecia já antes das origens da vida no nucleo do proto-sistema astronômico. O desenho abaixo, feito a 30 anos em precárias condições na selva era o resultado do modelo obtido pela projeção das semelhanças e diferenças entre a primeira célula viva completa e o ultimo mais elaborado sistema natural que a Natureza tinha obtido até os momentos antes das origens da Vida, ou seja, a galaxia. Este modelo seria o link evolucionario que está faltando entre a galaxia e a criatura que ela gerou de si mesma.  Óbviamente este modelo não coincide com o modelo teórico acadêmico de uma galaxia, pois trata-se do building block de sistemas astronomicos assim como o DNA é constituido de building blocks denominados nucleotideos.

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Sistema-Elo Entre os Sistemas Naturais Não-Vivos e os Sistemas Biológicos

Esta é a anatomia interna do criador que paira no céu. Vejamos como essa anatomia foi transmitida com algumas mutações devido ao novo ambiente para a criatura gerada na Terra:

ATP Sintase no Corpo de LUCA

Na primeira figura do lado esquerdo acima temos a região do corpo de LUCA construída e operada pela Função Sistêmica Universal N.1 que é a responsável pelo nascimento dos sistemas naturais (para ver melhor, por favor, clique na imagem. Prometo que assim que tiver tempo farei uma figura melhor). A poeira e o material degradado de uma estrêla morta sob a rotação da galáxia torna-se um vórtice espiral que denominamos “buraco negro”, circundado pelo material que sobra e que é iluminado pela fornalha nuclear, o qual denominamos “horizonte de eventos” ou “quasar”. Dêste complexo são emitidos os bebês astronômicos, os quais em linguagem literal são corpos energizados na forma de esferas incandescentes. Da segunda figura em diante tentamos dar uma idéia de como o motor que produz ATP dentro da mitocondria já tinha sua forma anatômica projetada na Era Astronômica. Impressionante, não? Como uma Função Universal é um artista que dá sempre o mesmo toque e apresenta o mesmo estilo em qualquer obra que cria, seja na Terra, no céu, ou dentro de uma pequenina célula! Assim como um chinês irá sempre construir sua casa com aquêles estilos de teto curvo piramidal, seja na Terra, na Lua, ou nalgum lugar além do Universo.

Mas se tivessemos os recursos técnicos da NASA ou eu fôsse um perito em web designer nossa figura ficaria mais parecida com esta:

Cosmos

– “Espera aí, não tente me enganar! Essa figura aí é sôbre o nascimento, as origens do Universo, não tem nada a ver com as origens de quasares e buracos negros…”

-“Amigo(a), aprenda a raciocinar com a Matriz. Essa figura tem tudo a ver, o denominador comum entre os dois eventos – seja do Universo ou de uma minhoca na Terra – é o significado sistêmico, ou seja, os dois representam “nascimento”: sempre quando vai haver um nascimento ou inicio de reciclagem de um sistema natural, a Função Universal N.1 entra em ação construindo seu corpo onde ela vai encarnar para operar naquêle ponto evolucionário do espaço tempo. Conhecer e entender a Matriz dos Sistemas Naturais e suas sete Funções Universais é a chave para entender tudo o que faz a Natureza, seja aqui na Terra ou nos tempos do Big Bang. Veja por exemplo como a Função N.1 constrói seu corpo numa outra situação, quando gera tornados na Terra:”

Tornado – Diagrama

Bem, vamos ver algumas ilustrações da parafernália existente dentro de uma mitocondria e dos processos envolvidos na produção do ATP. Fonte dos desenhos: http://vcell.ndsu.nodak.edu/animations/home.htm

Mitocondria

A  ATP sintese acontece dentro de uma mitocondria, uma espécie de usina como as bilhões que você tem no seu corpo. (Uau! Você é usineiro e eu não sabia! Além disso você é muito rico sendo o dono de bilhões de usinas produzindo energia química! Quer vender um milhão delas a um dolar cada?)

Complexo da ATP Sintase

Na figura 2 nós vemos o complexo da ATP sintase (aquela espécie de bomba ao lado direito) acompanhada de outros complexos, incutidos na membrana interna da mitocondria. Há mais um trabalho a fazer aqui: aquêles objetos à direita parecem representar o material degradado proveniente de uma estrêla morta (partes da Função N.7), por isso teremos que investigar o que são, como são formados, etc. (Quem se habilita a fazer isso?)

Proton Gradiente

Na figura 3 observe o Gradiente de Proton formado pela elevada concentração de íons de hidrogênio acima da membrana interna da mitocondria e a baixa concentração abaixo da membrana.  As partículas espalhadas em tôrno do motor não te lembram a massa de detritos formando o horizonte de eventos?

ADP e Pi em tôrno do Complexo de ATP

Na figura 4 vemos os outros elementos, ou substratos,  que vão compor o produto final: ADP e Pi. Justamente, estes elementos lembram a massa degradada que fica no fundo do buraco negro esperando os cometas carregados de energia nova para com eles comporem o astro-baby. É algo como os nutrientes que devem ter no líquido amniótico dentro de um óvulo esperando ser fecundado por um espermatozóide.

Proton entrando no Complexo da ATP Síntase

Na figura 5 vemos os primeiros prótons entrando no complexo da ATP Síntase, iniciando a linha de montagem. Aqui temos outro bom exemplo para entender como a Natureza funciona. Os protons são partículas com carga de energia positiva. Êles vem do espaço exterior, passam pela membrana e entram no motor. Esta cena é idêntica à cena onde cometas contendo energia radiante na forma de magmas expelidos pelos super-vulcões do pulsar se aproximam do nucleo, passam pelo horizonte de eventos e entram no buraco negro. Mera coincidência de cenas? Mas tôdas as cenas observadas dentro de uma célula corresponde a cenas observadas no ciclo vital de qualquer astro. Portanto não pode ser mera coincidência. O mais racional é aceitar a lógica da evolução. Isto é importante por que, além dos modêlos teóricos astronômicos nos ajudar a descobrir e entender as causas e mecanismos dos fenômenos naturais aqui na Terra, podemos utilizar os fatos aqui conhecidos para deduzir como são os elementos e os mecanismos dos fenômenos naturais astronômicos que não temos como observar. Por exemplo, diz a Teoria Nebular Acadêmica que “Os núcleos cometários são compostos de gelo, poeira e pequenos fragmentos rochosos.” (Wikipedia). Óbviamente esta afirmação está cientificamente errada, imprópria, pois a Ciência só pode afirmar fatos realmente constatados que podem ser demonstrados. E ninguém nunca viu ou ao menos fotografou o nucleo de um cometa. O texto devia dizer: “Segundo a teoria mais aceita hoje em dia, o nucleo cometário “deve ser”…”. Bem, a Teoria da Matriz já reuniu muitas evidências sugerindo que o nucleo de um cometa recém-formado, novinho em fôlha, é um bólido de magama energético. Acontece que cometas são os espermatozóides do espaço e dentre milhões de espermatozóides apenas alguns alcançam seu alvo final. A grande maioria que se perde no espaço sideral vai ficar vagando até se decompor. Ora, isto em têrmos astronômicos pode demorar milhões de anos. Nêsse meio tempo os cometas inférteis vagam no meio de poeira estelar congelada, a qual pode se agregar à sua superfície. O nucleo chamejante se apaga, magma torna-se rocha, provavelmente férrea, congelando quando se distancia de estrêlas e aquecendo-se quando se aproxima muito delas. Êstes cometas “mortos” batem com a descrição da teoria nebular, mas o desconhecimento da história tôda conduz a teoria tôda a erros crassos. E o pior: o ser humano está dias e noites, anos a fio, observando no microscópio o interior celular, vendo a cena da produção do ATP, mas chega ao absurdo de acreditar que tôda aquela engenharia fantástica é produto do acaso! Mas acho que quem está conduzindo-o ao êrro é a equivocada teoria astronômica, cuja descrição dos astros e suas funções equivocadas jamais vão permitir ao pesquisador descobrir o verdadeiro processo da evolução.

ATP e o Inicio da Rotação

A parte de cima do Complexo Motor da ATP Síntase gira quando cada novo próton entra no complexo. Justamente como calculei qual seria o segrêdo de manter o vórtice buraco negro em rotação no espaço sideral. É visível que o campo eletro-magnético dentro de uma galáxia rotatória faça com que todos os corpos girem também, porém, isto produziria uma velocidade de giro muito lenta, insuficiente para acender a fornalha e misturar os elementos. Restava apenas a alternativa de que quando os cometas energizados adentrem o vórtice imprimam mais uma fôrça rotatória elevando a velocidade de giro do vórtice, pois cometas vem conduzidos pela espiral rotatória da galáxia e em alta velocidade. Assim vamos transplantando os detalhes que vemos aqui na Terra para entender os detalhes do que acontece no céu.

ATP e a Combinação entre protons, ADP e Pi

 

O Complexo Motor gira como um liquidificador para misturar e combinar os ingredientes produzindo como que uma Vitamina!

Depois que a parte de cima do complexo girou três vêzes, os protons são combinados com ADP e Pi na parte de baixo do complexo para formar ATP. Exatamente como no espaço sideral nasce um novo astro!

É preciso entender que quando a Natureza faz um corpo completo dotado de energia e com autonomia de movimentos ela está inserindo um novo elemento energético pré-programado por ela para executar uma missão especifica num meio ambiente. Esta seria uma definição mecanicista para explicar a função por exemplo de cada novo bebê humano na biosfera terrestre. Mais tarde a Natureza vai precisar que êsse corpo receba mais uma carga de energia específica que é para se reproduzir e assim garantir a perpetuação de tôdo processo: por isso quando um bebê humano nasce ele já possui genes pré-programados para atuarem quando o corpo atinge a fase da adolescência e construírem todo o aparato da reprodução sexual. Assim devemos entender o significado da existência do ATP, uma molécula portadora de energia quimica para desempenhar uma missão no meio ambiente químico de uma célula animal.

Mas a Natureza não queria na Terra que essa molécula entrasse na segunda fase recebendo a segunda carga de energia, pois isto seria o mesmo que reproduzir o sistema fechado de LUCA, inibidor da Evolução. Ela conseguiu evitar essa eterna reciclagem na célula animal impedindo que os genes de LUCA relacionados com a segunda carga entrassem no DNA da célula animal. Mas não conseguiu isso com a célula vegetal onde os genes de LUCA construíram os cloroplastos, êstes fizeram a fotossíntese, que é a face química do processo reprodutor e assim fecharam às plantas as portas da Evolução.

A frase acima expressando a admiração de Boyer, se baseia nos fatos de que quase todas atividades celulares (como o metabolismo) que envolvem gasto de energia requerem ATP; a síntese de ATP é a reação química mais ocorrente no mundo biológico; ATP sintase é a mais abundante proteína na terra, tendo preservado mais de 60% de sua configuração da unidade ao longo da evolução; na escala molecular, sómente o flagelo bacteriano, além da ATP sintase, são conhecidos como motores rotatórios.

É incrível a capacidade de previsão da Teoria da Matriz. Juro que a 20 ou 30 anos atrás nada sabia do motor na célula, apenas sabia que na mitocondria era produzida energia ATP. Quem, não sendo bioquimico, se lembra daquelas aulas no primário? Naquela época no meio da selva sem ter consciência disso, sem jamais pensar em ATP, riscando papeis sobre joelhos na selva, a Matriz me conduziu a desenhar o motor, porém, flutuando no espaço sideral. Lá na selva a 30 anos atrás eu nem sonhava que existiria Internet, através da qual só vim a ver este motor celular pela primeira vez a 3 dias atrás naquele belíssimo filme que pode ser visto no link dado acima. Mas a teoria já havia pré-anunciado que existe uma arquitetura assim na Natureza!

(O tema ATP Sintase deve ser investigado em relação aos outros complexos para desenvolver este estudo)

FIM

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