Ocorrências Astronômicas Ameaçando o Planeta Terra, Campo Magnético Desaparecendo e a sugestão da Matrix/DNA

Nossos modêlos sugerem que nas origens das galáxias, planetas se transformaram em pulsares e depois em estrêlas. As preocupantes informações nos artigos citados abaixo sôbre a Terra e Vênus nos faz lembrar êstes modêlos: explosão na atmosfera de Vênus, enfraquecimento da camada protetora da magnetosfera terrestre, aumento das tempestades solares. A grande questão para nós é saber qual foi a evolução do processo de formação de galáxias para a formação de sistemas solares. Terá a evolução atuado nêste processo como atuou nas origens da Vida, quando a primeira célula surgiu por simbiose de moléculas e micro-organismos separados ( como surgiu a primeira galáxia, segundo nossos modêlos) e depois aprendeu a se reproduzir mais fácil e rápido por auto-divisão (como depois o building block de galaxias pode ter aprendido a se replicar por reciclagem, como sugerem nossos modêlos)? Enquanto não resolver-mos esta questão, não teremos uma previsão do que vai acontecer com o nosso planeta. Êle vai se extinguir devido a velhice do Sol (antes do Sol morrer ou depois?) ou vai antes se transformar num pulsar? A explosão em Vênus segundo o artigo abaixo, a violação do nosso campo magnético como no outro artigo, e a constatação que o magnetismo da Terra está diminuindo são indicios que servem para as duas hipóteses, portanto êles não resolvem nossa questão. Mas deve ficarem aqui registrados, para nosso prosseguimento desta investigação.

Algumas primeiras idéias:

- Resumindo a noticia: Às vêzes o sol emite ventos solares ( energia radiada) para o espaço, que viajam a um milhão de milhas por hora e as que vem em nossa direção são barradas na nossa magnetosfera a 44.000 milhas de distancia da nossa superficie. Magnetosfera é a coroa circular formada pelo campo magnético da Terra. Às vêzes alguma dessa energia penetra na nossa atmosfera causando preocupantes efeitos climaticos. Em relação a Vênus, o planeta não tem campo magnético, portanto não tem barreira contra a tempestade de energia que vem do Sol. Mas para compensar isto, Vênus tem uma atmosfera muito mais densa que a nossa e é 100 vêzes mais quente, quer dizer, as coisas de sua superficie já resistem mais ao calor. Então, quando o vento solar se encontra com essa atmosfera densa, ocorrem reações que podem resultar numa explosão, na atmosfera, quer dizer, acima do solo do planeta. Algo quase como acontece nas nossas nuvens com os relampagos seguidos de estalos e trovões.

- Antes que os arautos do apocalipse saiam correndo para alarmar opovo que a explosão em Vênus é um sinal que o mundo está acabando em 2012, já vamos lembrando que a explosão aconteceu em 8 de Março de 2008. Só está sendo noticiada agora porque foi o tempo dos pesquisadores trabalharem.

- A Terra tem um campo magnético e Vênus não tem. Pelos nossos modêlos, campos magnéticos são resultantes principalmente dos efeitos do nucleo planetário, e se o nucleo é um magma de ferro incandescente o campo será mais forte. Mas quando o nucleo que é um germe estelar vai se ampliando, vai se tornando menos denso e portanto menos forte seu campo magnético. Isto pode sugerir que Vênus é planeta mais velho e pode estar se transformando em pulsar.

- Se o campo magnético de Vênus é mais fraco do que o da Terra, e o da Terra está enfraquecendo, isto sugere que Vênus é mais velho que a Terra. E seugere que o tipo de campo magnético de um astro pode ser usado para calcular sua idade.

- O campo magnético é uma barreira que contem a energia solar. Mas ao enfraquecer ou ser violado, aberto em brechas, essa barreira vai enfraquecendo e com isso a energia do Sol poderia atingir o nucleo terrestre. Isto viria a favor dos nossos modêlos que sugerem que no nucleo dos planetas hiberna o germe de estrêla e tal como ocorre com a maioria das sementes vegetais, se a luz solar alcançar o nucleo a estrêla desperta e começa a germinar. Já sabemos que a energia solar tem alcançado o nucleo do nosso planeta pelo fluxo de descidas e subidas de substancias através das fendas terrestres, mas isto seria um processo muito lento. Talvez o verdadeiro estopim venha de ocorrências anormais como as citadas acima.

- Segundo nossos modêlos, planetas de sistemas estelares modernos tambem contem em seus nucleos o germe de uma estrêla. Êste fato é derivado dos mesmos processos que fazem com que dentro da célula, as organelas chamadas mitocondrias tambem contem DNA. Mas nas células modernas as mitocondrias não se reproduzem apesar de terem o DNA para tal. Por isso, nos sistemas estelares como o nosso é provavel que os planetas tambem não ativem seus germes e se tornem estrêlas.

- Meu Post postado no artigo da DailyGalaxy.com em:

Posted by: Louis Morelli | March 07, 2012 at 01:26 PM

“Understanding what the HFAs do in the non-magnetized Venusian environment, of course, would require direct observations that the current data sets from Venus Express do not provide.”

So, we are in the reign of theories. We need studying these phenomena because it is very important for understanding the climate change at our own planet and making better previsions about its future. It is possible that the event at Venus is more complex than Collinson has figured out. I am testing the previsions of a different cosmological model from The Universal Matrix/DNA and several questions arising here.

Maybe the explosion is result from de repulsion of same energy (energy coming from Sun and energy coming from Venus nucleus). If my models are right, the fact that Venus does not have magnetic field indicates that it is older than Earth. If it is older, my models suggest that it could became a pulsar. But there is a question not solved by my models: the formation of modern stellar systems like our solar system happens by the same process of primordial stellar systems or this process had evolved like evolved the process of cell system formation? My models suggests that the primordial galaxies were formed by the process of life cycle that is encoded into natural light and passed to matter given dynamics to inertial matter. This process makes that an initial body is transformed acquiring different shapes. After that, the shapes are arranged in the same sequence into a working system. Then, each kind of astronomical bodies are derivations of a unique primordial body.

This process is the same applied over the formation of first original cell system, when molecules and micro-organisms became organelles and were organized into a system by symbiosis. But, the cells learned how to replicates fast and easier. Has It happened the same at astronomical systems? If our solar system was produced by the first phase of this process, each planet has as nucleus a germ of a new star. The germ of these stars should working like vegetable seeds where the germ flourishes when it is reached by solar energy. If this process is continuing at astronomical level, Venus is being transformed in a pulsar. If our solar system obeys the second phase of this process, the germs as stars seeds will not flourish, like in the cell system the mitochondria also has DNA but mitochondria does not replicates themselves. A better understanding in Venus will be a better understanding here. Great job, Mr. Collision!

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Giant Breach in Earth’s Magnetic Field Discovered

Dec. 16, 2008: NASA’s five THEMIS spacecraft have discovered a breach in Earth’s magnetic field ten times larger than anything previously thought to exist. Solar wind can flow in through the opening to “load up” the magnetosphere for powerful geomagnetic storms. But the breach itself is not the biggest surprise. Researchers are even more amazed at the strange and unexpected way it forms, overturning long-held ideas of space physics.

“At first I didn’t believe it,” says THEMIS project scientist David Sibeck of the Goddard Space Flight Center. “This finding fundamentally alters our understanding of the solar wind-magnetosphere interaction.”

The magnetosphere is a bubble of magnetism that surrounds Earth and protects us from solar wind. Exploring the bubble is a key goal of the THEMIS mission, launched in February 2007. The big discovery came on June 3, 2007, when the five probes serendipitously flew through the breach just as it was opening. Onboard sensors recorded a torrent of solar wind particles streaming into the magnetosphere, signaling an event of unexpected size and importance.

“The opening was huge—four times wider than Earth itself,” says Wenhui Li, a space physicist at the University of New Hampshire who has been analyzing the data. Li’s colleague Jimmy Raeder, also of New Hampshire, says “1027 particles per second were flowing into the magnetosphere—that’s a 1 followed by 27 zeros. This kind of influx is an order of magnitude greater than what we thought was possible.”

The event began with little warning when a gentle gust of solar wind delivered a bundle of magnetic fields from the Sun to Earth. Like an octopus wrapping its tentacles around a big clam, solar magnetic fields draped themselves around the magnetosphere and cracked it open. The cracking was accomplished by means of a process called “magnetic reconnection.” High above Earth’s poles, solar and terrestrial magnetic fields linked up (reconnected) to form conduits for solar wind. Conduits over the Arctic and Antarctic quickly expanded; within minutes they overlapped over Earth’s equator to create the biggest magnetic breach ever recorded by Earth-orbiting spacecraft….”

http://science.nasa.gov/science-news/sci…antbreach/

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Strange, Colossal Explosions Observed on Venus

http://www.dailygalaxy.com/my_weblog/2012/03/odd-colossal-explosions-known-as-hot-flow-anomalies-hfas-fueled-by-solar-energy-detonate-just-above-the-surface-of-venus.html

March 06, 2012

O artigo foi postado como tópico num forum e os comentários a seguir são proveitosos:

http://lunaticoutpost.com/Topic-Strange-Colossal-Explosions-Observed-on-Venus?page=1

Strange, Colossal Explosions Observed on Venus
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Relacionado tem o artigo da:

NationalGeographic

Earth’s Magnetic Field Is Fading

http://news.nationalgeographic.com/news/2004/09/0909_040909_earthmagfield.html

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