Para Aquêles que Acreditam em Algo e Pensam que Sabem: Explique Êstes Três Grandes Momentos Misteriosos do Universo

Como Tudo Apareceu?! Os Três Grandes Momentos Misteriosos do Universo

Num certo momento estavam planetas nus e estéreis movendo-se lentamente em volta de uma estrêla. O resto era puro silêncio e uma eternidade estabelecida. Este local era copiado muitas vêzes igual, e é o que se via alem, apenas mais planetas, estrelas, galaxias eternas. Num outro momento a seguir êste planeta tinha sua superficie coberta de movimentos de vida, os continentes cobertos de plantas verdes e com os oceanos, povoados de animais. Nos ares moviam-se animais voadores. No meio das folhagens das selvas os animais moviam-se comendo uns aos outros, grandes e pequenos, nos mares tambem.

Comparo os dois momentos, as duas imagens. E me pergunto: “Como isto tudo brotou na superficie de um planeta nu e estéril?! Como tudo isto aconteceu?

Vamos descer ao passado, procurando a resposta.

Num certo momento havia apenas escuridão, sentia-se que havia um espaço a perder de vista porque sentia-se fluir uma espécie de brisa, algo como o ar, um éter. Nada mais. Num outro momento havia claridade, estrêlas, planetas, galáxias, a perder-se de vista.

Comparo os dois momentos, as duas imagens. E me pergunto: “Mas de onde veio tudo isso?! Como isso brotou da escuridão e daquela brisa?!”.

Indo ao passado aumentou mais o mistério. Então vejamos o que dá indo ao futuro.

Num dado momento êste planeta tem continentes cobertos de plantas verdes e no meio delas, animais se movem de lá para cá, irracionais, bêstas vivendo apenas para si em seus momentos.. Nos oceanos tambem, animais pequeninos, animais gigantes,movem-se nadando nas águas como acima dêles os animais alados movem-se voando nos ares. Num outro momento êste mesmo planeta está coberto de asfalto, prédios de comento, no meio dos quais movem-se maquinas, umas arrastando-se no solo, outras voando nos ares, outras navegando nas águas. E no meio de tudo um tipo de animal novo que não havia na cena anterior, animal êste que está em todo lugar, espalhou-se em tudo.

Comparo os dois momentos, as duas imagens. E me pergunto: Mas como isso brotou no meio daquelas plantas e daquelas bêstas?! De onde veio êsse animal tecnológico que faz passaros de ferro?!

É… Indo ao futuro apenas piorou nossa situação: aumentou ainda mais o mistério. E vamos ter que suportar êste mistério nêste tamanho porque não há mais para onde correr?

Talvez ainda tenhamos mais uma chance. Houve um quarto momento misterioso. Vejamos:

Num dado momento, nos corpos dos animais dêste planeta, estavam cérebros como massa simples, cinzenta. Num outro momento, nêstes cérebros estava um elemento meio invisivel, meio abstrato, estocando imagens abstratas de coisas invisiveis, macroscópicas e microscópicas. Porem o curioso é que estas imagens abstratas batem exatamente como é o mundo, o universo! Por isso, a esta reflexão, denominamos “auto-consciência”.

Comparo os dois momentos, as duas cenas. E me pergunto: como êsse armazem de imagens do Universo surgiu naquêles cérebros simples cinzentos?!

Porque o Universo está se sintetizando em um todo imagérico abstrato e convergindo para dentro dêstes cérebros?

Aumentou mais o mistério. Vamos parar por aqui senão meu cocuruto vai fundir…

Ôpa! Existe mais um quinto caminho que ainda não esperimentamos. Vamos ao passado fundido com o presente! Vamos botar a Causa Primeira face a face com o Ultimo Efeito?

Num dado momento estava a escuridão e sentia-se que havia espaço apenas porque se movia algo como uma brisa. Num outro momento surgiram imagens abstratas de algo que não estava naquela escuridão, uma… “auto-consciência”. Caramba!

Porque?! Para que?! Não vejo explicação. Apenas aumentou ainda mais o mistério. Por favor não me venha falar que existe um sexto caminho. Chega! Sou o armazem de imagens abstratas que está escrevendo isso aqui, vejo-me refletido em coisas concretas para todo lado que olho, cópias de mim, me pergunto como tudo isso apareceu, e não sei explicar como eu mesmo aparecí naquela escuridão. Preciso de uma vêla acesa e não de mais caminhos escuros. Preciso procurar na escuridão, naquela brisa, o que eu era, onde estava, como foi munha infancia que nada recordo. Você pode me ajudar de fato?

– “Uai… a parte que você não recorda da sua infancia foi aquela quando estava na barriga da sua mãe… E lá era tudo escuro.”

Bôa essa! Estas pessoas comuns da rua não tomam jeito, não crescem! Eu aqui falando em infancia cósmica, pensando que estão entendendo, e êsse aí está pensando que falo na infancia na barriga da minha mãe… Grrrrrrr…

Mas… espere aí…! Não é que o macaco pode estar certo? Talvez o que está encima é igual ao que está embaixo, a palavra do passado será sempre a palavra do futuro…

– “Uma mãe… Mães são feitas à nossa imagem e semelhança. Uma mãe constituida de imagens abstratas?! Sêo… cachorro! Filho de uma égua! Você piorou minha situação! Aumentou mais o mistério… Estás rindo de que?”

– “Simples. Tire uma foto do que você é. Enfie um tubo com uma camera pelas orelhas até a região do cortex visual. Vai aparecer um monte de quadros superpostos com figuras, imagens. A sua mãe é parecida com você. Aí espalhe esta foto por todos os lugares, jornais, televisão, cole-as nos postes das ruas. “Procura-se minha Mãe!” Mande uma cópia para o FBI. Êste com certeza vai se interessar em procurar o paradeiro de sua mãe. E sabe o que vai acontecer?”
– “Claro. Não vào encontrar nada.”
– “Não aposte nisso. O FBI vai no caminho certo, vai chegar no suspeito numero um: Deus. É o unico que estava lá naqueles tempos. E o FBI vai trazer Deus algemado para contar sua história na Justiça.”
– “Ora. Não me faça perder meu tempo. Essa lenda de Deus não existe.”
– “Hummm… está explicado o mistério do porque você tem um mistério a te atormentar, que eu não tenho…”
– “Mas como é que você tem certeza que êsse Deus existe, se eu tenho certeza que a imagem dêle não está no meio das imagens que é você?!”
– “Bem… hummm…quer dizer…”
– “Ninguem sabe nada!”

De todo mundo que opina, a fórmula da Matrix/DNA é a que melhor tem se saído. Ela explica dentro de uma mesma linha evolutiva lógica como tôdas as cenas seguintes surgiram das cenas primeiras. Mas ela tem o mesmo problema de tôdas as religiões, tôdas as teorias cientificas, todas as filosofias: o famoso salto no escuro desconhecido do inicio. A primeira cena. Antes do Big Bang. Ela sugere um quadro parecido com essa “mãe/pai constituido de uma auto-consciência constituida de imagens do mundo”… Mas ela diz que fluindo através dessa cena e tôdas as posteriores existe uma luz pura original que se espalha em ondas, cuja figura está em meu website. Mas ela não diz qual a fonte dessa luz. Quando pergunto, ela salta essa parte, dançando o hula gula na minha frente. Ninguem sabe…?

xxxx – Você acha que errei em algum ponto na lógica dêste raciocinio? Onde? – xxxx

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