O que Da Vinci e Deus tiveram em comum

Preciso registrar rapidamente esta nota como excelente argumento para The Matrix/DNA Theory obtida no website:

TED Ideas Worth Spreading

no enderêço:

http://www.ted.com/talks/richard_dawkins_on_militant_atheism.html

E na seção comentários, vê-se esta jóia racional:

Rafael Jr Gaid (-4) -2

“In what way does evolution disprove the existence of God? If I can show you scientifically that the monalisa painting is made up of thousands of brush strokes with different chemicals all following some complex math does it mean Da Vinci does not exist? To me Genesis is not a story of our origin. It is a story about our purpose of existence and that someone is always interested in our lives no matter how “lowly” we appear to be to other people. That’s it. Period. It is not a document on how life started and therefore there shouldn’t be an “evolution vs creation” debate in the first place.”

Comentário da Matriz:

O segrêdo da Natureza é justamente êste: matéria adquirindo um sem número de formas, sendo misturadas com diferentes métodos (químicamente, biológicamente, eletro-magnéticamente) resulta em surpreendente complexas arquiteturas, tais como o corpo humano. Se temos um resultado final aparentemente ordenado e acreditamos que tudo começou do caos não ordenado, é sensato suspeitar que existe algum oculto propósito. Caso contrário teria continuado tudo desordenado. Desde que surgimos no mundo temos visto o deserto na sua simplicidade onde os grãos de areia são movidos por tempestades, misturados aleatóriamente e podemos jurar que se o planeta inteiro não mudar aquilo vai continuar assim eternamente. O mesmo podemos dizer da superfície de Marte, Jupiter, etc. Então, não suspeitar de algum propósito oculto presente na época do Big Bang é não ter o cérebro “hard-wired” racionalmente, lógicamente. Aqui na Terra, os ventos, as marés  e contra-marés parecem terem funcionado como as pinceladas de Da Vinci no meio material. Os pincéis foram produzidos e manipulados por seres humanos logo pela lógica os ventos e as marés podem terem sido produzidos e manipulados por algo.

Quando os modêlos da Matriz apontaram que êste Universo é uma genética reprodução, desvelou-se um propósito, simplesmente natural.

 Mas existe uma flagrante diferença entre a Monalisa e as arquiteturas naturais.

A obra final de Da Vinci é harmonica, transmite ordem e paz final, parece realmente matemáticamente executada. Isto nos conduz a  concluir que existiu uma mente inteligente dirigindo todo o processo de criação. Porém a obra final da Natureza, ao menos nêstes tempos e nesta região do Universo – a mente humana, ou antes, o corpo humano – é evidentemente um “bad design”. Tão frágil que pode ser vencido, derrotado, aniquilado, por simples vírus. Tão mal projetado que basta pensar nas dores de dente. Ou então na mente humana conduzindo o corpo de um assassino a matar e esquartejar o corpo de outro ser humano. Finalmente, se existe um propósito, com ou sem um autor portador de um aparato produtor de inteligência, esta inteligência não é a mesma que conhecemos nos seres humanos. Pode até ser uma inteligência, porém não produzida e ligada a um cérebro carnal como o nosso, talvez seja um cérebro eletro-magnético ou confeccionado com ferro e aço, resultando daí uma espécie de inteligência fria, maquinal, alheia ao complexo sensorial e emotivo humano. Portanto, se existe um “Deus” com um propósito dirigindo a evolução, êle não pensa como Da Vinci pensava. Um irresponsável teria sido Da Vinci se tivesse alardeado que sabia o que Deus pensa, o que fêz, como fêz, o que disse ou não disse, como alardearam os imaginativos autores da Bíblia.

Alguém poderia argumentar que a comparação do Rafael não é válida porque a Monalisa é uma obra acabada, por isso, harmoniosa, enquanto a obra de Deus através da natureza ainda está sob evolução, inacabada, portanto ainda imperfeita. Tal argumento não faz sentido: o método de Da Vinci era inteligente, harmonioso, enquanto o método da Evolução inclui eventos onde crianças são devoradas horrivelmente por leões. Um método porco!

O Rafael no post acima foi de uma felicidade  brilhante. Mas logo a seguir êle cai na mesma situação de tôdos nós, seres humanos, ou seja, sem informações das sequências posteriores dos fatos êle conjectura errado. Ao menos é o que sugere os modêlos da Matriz.

“To me Genesis is not a story of our origin. It is a story about our purpose of existence and that someone is always interested in our lives no matter how “lowly” we appear to be to other people. That’s it. Period. It is not a document on how life started and therefore there shouldn’t be an “evolution vs creation” debate in the first place.” – diz êle.

 Pois para mim, Gêneses retrata fielmente um evento termodinâmico no passado de nossa ancestralidade, quando as fôrças da matéria/hardwire dos corpos de nossos ancestrais buscando o eterno equilíbrio termodinâmico para o qual necessita que o vórtice spin right esteja conectado e amalgamado com o spin left numa troca com fricção vibrante de energia, se tornaram dominantes em detrimento das fôrças do software-intelecto. O propósito da existência escolhido pelos nossos ancestrais da época não foi o propósito para nossa existência permitido pela Natureza, esteja algo inteligente por trás dela ou não. Isto precisa ser esclarecido para que não cair-mos novamente no mesmo êrro construindo o paraíso falso aqui, o Admirável Mundo Novo de Huxley, onde perderíamos nossa liberdade mental.

Mas o problema que Rafael deveria juntar-se a nós, ou nós juntar-mo-nos a êle, para tentar esclarecer com a grande massa da população é que os crentes religiosos não pensam como Rafael. Êles acreditam piamente no sentido literal deturpado da fábula nas suas escrituras ditas sagradas. Por isso é necessário sim o debate “evolução x criação” (porém que os evolucionistas se equipem melhor com as extensões proporcionadas pelos modêlos da Matrix/DNA Theory.)

(tema under correction and construction)

Tags: , ,