Pesquisa Mostra o Fim Próximo das Religiões. A Nova Geração Será Uma Nova Espécie de Humanos. Mas qual?!

“Do total das pessoas ouvidas este ano nos USA, 44% afirmaram ter “bastante confiança” nas igrejas. Em 2002, esse percentual foi de 45% e em 1973, quando começou essa série de pesquisa, foi de 66%. De lá para cá, houve, portanto, queda de 22 pontos percentuais.”

Portanto, contra fatos não existem argumentos: os fatos indicam que as crenças religiosas serão expulsas de mente humana. Isto vai mudar muita coisa, principalmente vai cair o nivel de obediência das populações aos seus govêrnos que eram sustentados pela força da moral produzida pelas crenças religiosas. Os templos religiosos, as igrejas, hoje ainda nos centros das cidades, serão utilizados para alguma outra coisa. Penso que é um tema demasiado importante, por isto abro êste capitulo, para registrar as informções que vierem aparecendo e continuar uma pesquisa. Por enquanto, fica registrado o artigo com o link abaixo, e a seguir meu comentário que seria postado no artigo.


Paulo Lopes Blog:

Continua em queda confiança dos americanos nas igrejas, diz Gallup

Leia mais em http://www.paulopes.com.br/2012/07/confianca-na-religiao-continua-em-queda-nos-eua.html#ixzz20XDkPMox

SEXTA-FEIRA, 13 DE JULHO DE 2012

xxx
O que postei:
Luois Morelli:
” Bem, ou estou com um problema de convulção para a escrita ou o problema está na plataforma de seu blog, pois é-me impossivel comentar tal tema dentro do limite de 4096 caracteres.
O planeta Terra foi dominado pela espécie humana, esta dirige destinos de acordo com o que vai em sua “psique”, e esta é modelada por fatores como visões do mundo, as quais podem ser distorcidas por crenças religiosas ou equivocados/incompletos conhecimentos materialistas. Então o tema “queda das religiões” é fundamental, deve ser parte ativa nas nossas reflexões e planejamentos de vida. Não é assunto para ser comentado e debatido pela parte da atual geração das palavras sem vogais e frases curtas. É um assunto e uma oportunidade para pensadores registrarem publicamente seus pensamentos desordenados tentando ordená-los perante uma critica coletiva.
A minha alternativa foi abrir um capitulo no meu website para registrar a matéria, registrar minha confusão de dados e informações relacionados, e continuar una pesquisa.
No entanto vai uma questão: penso que o imaginario humano é uma camada nebulosa no cortex,formada por relampagos das sinapses e seus plasmas iluminados imitando as nuvens. Essa camada é um apêndice avançado de um acessório que está se firmando enquanto a evolução está gerando esta nova forma de sistema natural, a auto-consciência. Mas um apêndice avançado não é ainda usado e pode se atrofiar por desuso. Então é onde entra a utilidade das fantasias, sejam as das crianças fantasiando o mundo real, seja da humanidade-criança fantasiando através de mitos e religiões.
Estarei errado nesta teoria sôbre o imaginario? Se não, a que nova espécie de humanos conduzirá a queda das religiões? Existe ou existirá outro tipo de fantasia da qual a psique necessita para manter o instinto da sobrevivencia de uma condição de vida absurda?”
xxx
E o que deveria ter postado:
Louis Morelli:
” Êstes fatos indicam que os deuses serão definitivamente expulsos do imaginário humano.Mas os humanos das próximas gerações serão destituídos do imaginário? Ou haverá outros tipos de fantasias para mantê-los? A que destino se dirigiria uma Humanidade totalmente materialista? Em que tipos ela transformará seus sistemas sociais? Não seria o imaginario um fator imprescindível para os humanos manterem ideais altruistas, como o sacrificio no trabalho,obediência a uma ordem moral, etc.? E não seria o imaginario um apêndice natural e indispensável da mente atual na sua evolução para uma próxima forma,algo mais complexo? Se sim, não estaria a morte das fantasias que alimentam e suportam o imaginario, tornando a humanidade num novo beco sem saída, como foram todos os grandes animais ancestrais?
A morte das fantasias com o avanço do poder tecnológico tende a nos conduzir a humanos felizes e satisfeitos no Admirável Mundo Novo sob o contrôle do Big Btrother? Uma espécie em que a evolução da consciência é bloqueada tornando-se debilóide, apesar de fisicamente feliz? Isto nos conduziria a instalar um sistema fechado em si mesmo, a Humanidade tendo si encerrada sua finalidade? Haveria motivações para debilóides se prestarem aos sacrificios da aventura espacial abrindo possibilidades para outros destinos?
A Natureza por si só, e seus encantamentos, seria uma eterna fonte de reabastecimento do imaginario e de uma moral existencialista? E a crença numa visão exclusivamente materialista forneceria uma gama de valores subjetivos suficientes para que os individuos suportem uma ordem social?
Podemos fazer algo agora enquanto as religiões agonizam para planejar um curriculum educacional de maneira que os novos nascidos sejam encaminhados para rejeitarem as tentações do Admirável Mundo Novo, sejam abastecidos com informações que mantenha um estado psicológico propicio à evolução fisiológica do cérebro e evolução cósmica da consciência, mantendo esta livre antes que seja definitivamente entorpecida e aprisionada? Ou nada podemos fazer agora e nos resta observar como o mundo conduzirá nosso destino, com a esperança que êle tenha algo escondido que será apropriado no momento certo? Como talvez uma nova porta aberta para a evolução mental pelas misteriosas vibrações quanticas no vácuo sideral?
Talvez a minha experieência anormal nessa existência sirva de base para pensar-mos êste futuro. Tambem comecei minha vida acreditando num Deus, mas os revezes da vida somados ao bombardeio de informações cientificas sôbre a realidade natural foram aos poucos dilapidando essa crença. Assim imitei no micro e no individual o fenômeno que está ocorrendo no macro e no coletivo.Então o que aconteceu comigo após a queda da crença, pode tambem imitar o que vai acontecer com o coletivo.
Tive que procurar um novo porto onde ancorar o instinto da sobrevivência, pois passei a oscilar entre a submissão à tortura no dia seguinte ou o término de tudo pelo suicidio agora.Aqui parece-me que a humanidade será dividida em dois grupos: os ricos dos pobres. Os ricos tenderão a manter êste instinto simplesmente porque a vida lhes dá prazer. Mas e os pobres? Qual a razão em manter uma existência sob tortura? Até agora essa “razão” tem sido justamente a ausência dela
no imaginario devido as fantasias religiosas e suas promessas de esperanças. Numa classe média baixa tem sido a esperança no enriquecimento o suporte dêsse instinto.Mas apenas existe esperança no enriquecimento enquanto a economia estiver em boa situação. A crise atual conduzindo milhões às ruas entre paises pobres e ricos ilustra bem como a vida perde valor no imaginario se enfraquecer a esperança no enriquecimento material.
Enfim, êsse tema é importante porque provavelmente êle nos afetará ainda em vida se as religiões continuarem a cair no atual passo. Eu gostaria de ver um espaço na Internet aberto para os pensadores de plantão debaterem o tema, e aqui, nessa acolhedora casa virtual do Paulo Lopes, seria uma opção.
Antes de finalizar preciso trazer mais um detalhe importante. Todas as metrópoles dos países ricos estão cercadas por bolsões de imigrantes, minorias éticas, constituindo a gama dos trabalhadores nos serviços “sujos”.A êstes tem sido assustador o acréscimo dos novos milhões de cidadãos que perderam suas casas como nos USA, ou agora aposentados que perdem parte de suas aposentadorias na Grécia,Espanha, etc. Então me lembro como foi o fim da Idade Média e queda do Império Romano. As ordas se revoltaram e incendiaram as cidades. Contra essa fôrça interna de nada valem as bombas atômicas na modernidade. Penso que o que tem mantido e pode manter a ordem social é um imaginario desviado da razão pelas fantasias, como as religiosas. Mas com o fim destas, e no evento de uma crise economica maior, o que impediria a destruição da elite imperial na Idade Moderna?!

Êstes fatos indicam que os deuses serão definitivamente expulsos do imaginário humano.Mas os humanos das próximas gerações serão destituídos do imaginário? Ou haverá outros tipos de fantasias para mantê-los? A que destino se dirigiria uma Humanidade totalmente materialista? Em que tipos ela transformará seus sistemas sociais? Não seria o imaginario um fator imprescindível para os humanos manterem ideais altruistas, como o sacrificio no trabalho,obediência a uma ordem moral, etc.? E não seria o imaginario um apêndice natural e indispensável da mente atual na sua evolução para uma próxima forma,algo mais complexo? Se sim, não estaria a morte das fantasias que alimentam e suportam o imaginario, tornando a humanidade num novo beco sem saída, como foram todos os grandes animais ancestrais?
A morte das fantasias com o avanço do poder tecnológico tende a nos conduzir a humanos felizes e satisfeitos no Admirável Mundo Novo sob o contrôle do Big Btrother? Uma espécie em que a evolução da consciência é bloqueada tornando-se debilóide, apesar de fisicamente feliz? Isto nos conduziria a instalar um sistema fechado em si mesmo, a Humanidade tendo si encerrada sua finalidade? Haveria motivações para debilóides se prestarem aos sacrificios da aventura espacial abrindo possibilidades para outros destinos?
A Natureza por si só, e seus encantamentos, seria uma eterna fonte de reabastecimento do imaginario e de uma moral existencialista? E a crença numa visão exclusivamente materialista forneceria uma gama de valores subjetivos suficientes para que os individuos suportem uma ordem social?
Podemos fazer algo agora enquanto as religiões agonizam para planejar um curriculum educacional de maneira que os novos nascidos sejam encaminhados para rejeitarem as tentações do Admirável Mundo Novo, sejam abastecidos com informações que mantenha um estado psicológico propicio à evolução fisiológica do cérebro e evolução cósmica da consciência, mantendo esta livre antes que seja definitivamente entorpecida e aprisionada? Ou nada podemos fazer agora e nos resta observar como o mundo conduzirá nosso destino, com a esperança que êle tenha algo escondido que será apropriado no momento certo? Como talvez uma nova porta aberta para a evolução mental pelas misteriosas vibrações quanticas no vácuo sideral?
Talvez a minha experieência anormal nessa existência sirva de base para pensar-mos êste futuro. Tambem comecei minha vida acreditando num Deus, mas os revezes da vida somados ao bombardeio de informações cientificas sôbre a realidade natural foram aos poucos dilapidando essa crença. Assim imitei no micro e no individual o fenômeno que está ocorrendo no macro e no coletivo.Então o que aconteceu comigo após a queda da crença, pode tambem imitar o que vai acontecer com o coletivo.
Tive que procurar um novo porto onde ancorar o instinto da sobrevivência, pois passei a oscilar entre a submissão à tortura no dia seguinte ou o término de tudo pelo suicidio agora.Aqui parece-me que a humanidade será dividida em dois grupos: os ricos dos pobres. Os ricos tenderão a manter êste instinto simplesmente porque a vida lhes dá prazer. Mas e os pobres? Qual a razão em manter uma existência sob tortura? Até agora essa “razão” tem sido justamente a ausência dela      no imaginario devido as fantasias religiosas e suas promessas de esperanças. Numa classe média baixa tem sido a esperança no enriquecimento o suporte dêsse instinto.Mas apenas existe esperança no enriquecimento enquanto a economia estiver em boa situação. A crise atual conduzindo milhões às ruas entre paises pobres e ricos ilustra bem como a vida perde valor no imaginario se enfraquecer a esperança no enriquecimento material.
Enfim, êsse tema é importante porque provavelmente êle nos afetará ainda em vida se as religiões continuarem a cair no atual passo. Eu gostaria de ver um espaço na Internet aberto para os pensadores de plantão debaterem o tema, e aqui, nessa acolhedora casa virtual do Paulo Lopes, seria uma opção.
Antes de finalizar preciso trazer mais um detalhe importante. Todas as metrópoles dos países ricos estão cercadas por bolsões de imigrantes, minorias éticas, constituindo a gama dos trabalhadores nos serviços “sujos”.A êstes tem sido assustador o acréscimo dos novos milhões de cidadãos que perderam suas casas como nos USA, ou agora aposentados que perdem parte de suas aposentadorias na Grécia,Espanha, etc. Então me lembro como foi o fim da Idade Média e queda do Império Romano. As ordas se revoltaram e incendiaram as cidades. Contra essa fôrça interna de nada valem as bombas atômicas na modernidade. Penso que o que tem mantido e pode manter a ordem social é um imaginario desviado da razão pelas fantasias, como as religiosas. Mas com o fim destas, e no evento de uma crise economica maior, o que impediria a destruição da elite imperial na Idade Moderna?!”

Tags: , ,