Astronomia: Cometa contradiz as teorias da formação do Sistema Solar e dos Cometas

Uma pedra no meio das rochas que formam as orlas dos oceanos não tem para nós o mesmo significado de uma pedra que faz parte do Coliseu de Roma. Esta toma os ares de sagrada e parece conter os espiritos da História. Da mesma forma é um cometa visto pelos astronomos modernos munidos da sua Teoria Cosmológica Nebular e o mesmo cometa visto por um filósofo naturalista vivendo no meio da selva amazônica e influenciado pelo espirito da Natureza selvagem: o cometa move-se como um espermatozóide, seu conteudo torna-se semen, ele está levando uma mensagem reprodutora do espaço ou estrêla onde foi formado. Quem estará mais próximo da Verdade Ultima do cometa? Porque um cometa, assim como qualquer outra estrutura material, fazem parte de um sistema natural, o qual existe numa pirâmide hierarquica de sistemas que vai dos quarks ao universo e quiçá, além. Assim como a pedra que se exibe por séculos como orgulhosa e misteriosa parte do ciclo da História Humana no Coliseu de Roma, impregnada do sangue de imaginarios e lendários gladiadores como Colossus, mas sendo feita da mesma matéria da pedra ignorada e jamais vista nos penhascos do Oceano Índico, tem a sua verdade Ultima definida pelo sistema de mais elevado nível de complexidade dentre a hierarquia de sistemas no qual ela existe. Será a Verdade Ultima do Cosmos o mero reino das Leis da Física mecanicista como quer Stephen Hawking ou o reino intermediário da evolução onde suas galaxias estejam organizadas sob o reino das Leis Biológicas? Ou até mesmo por um reino de substância mental inteligente? Como suspeita este semi-macaco saído das regiões virgens e intocadas da selva e que desembarcou em New York para gritar e protestar contra a destruição do seu habitat natural? 

Vejamos qual verdade sugere a cosmovisão da civilização moderna e o confronto desta com os fatos que são os ultimos juízes da História.

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Cometas se parecem com asteróides

                         Cometa
Depois de dois anos de estudos das partículas de um cometa, capturadas de sua cauda pela sonda espacial Stardust, os cientistas descobriram que os cometas podem ser muito mais parecidos com os meteoros do que se imaginava. Em 2006, a equipe que estuda as minúsculas partículas, capturadas em uma espuma de aerogel, anunciaram que os resultados da missão exigiriam que se refizesse a teoria sobre a formação do Sistema Solar. Parece que agora também as teorias sobre os cometas, sua formação, composição e classificação, terão que ser igualmente repensadas. Ao invés de pequenos blocos de gelo, como os cientistas esperavam, a maioria das micropartículas capturadas na cauda do cometa Wild 2 se formou muito próximo ao jovem Sol e foi alterada pelos materiais do sistema solar que apenas nascia.

As partículas do cometa também não possuem ingredientes que se esperava encontrar na poeira de um cometa. A conclusão é que o cometa Wild 2 é muito mais parecido com um meteorito vindo do cinturão de asteróides do que com um antiquíssimo bloco de matéria praticamente inalterado desde a formação do Sistema Solar, como prediziam as teorias.

“O material é muito menos primitivo e mais alterado do que os materiais que nós temos coletado por meio de capturas de alta altitude em nossa própria estratosfera, a partir de vários cometas”, diz o pesquisador Hope Ishii. “Como um todo, as amostras parecem muito mais asteroidais do que cometárias.” …

Hoje, um corpo celeste é definido como um cometa quando ele apresenta uma cauda formada por materiais congelados que se vaporizam pela ação do Sol. Sob esse aspecto, o Wild 2 é definitivamente um cometa. Mas pela sua formação ele não deveria ser. “Isto é um lembrete de que nós não podemos fazer distintições do tipo ‘preto ou branco’ entre asteróides e cometas”, diz Ishii. “Há um continuum entre eles.”

Nota: Essa notícia interessante acaba reforçando outra teoria (a do grande bombardeamento). Segundo essa hipótese, bem descrita no livro Uma Breve História da Terra, do geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Jr., há fortes indícios de que planetas e satélites do sistema solar sofreram intenso bombardeio de meteoritos algum tempo atrás, possivelmente provenientes da fragmentação de um planeta que teria existido entre Marte e Júpiter, lugar onde hoje está o cinturão de asteróides. Essa chuva intensa de meteoritos poderia ter sido um dos fatores desencadeadores do dilúvio global. Com essa nova teoria sobre os cometas, pode-se supor que eles seriam os “restos” dessa catástrofe cósmica.[MB]

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