A Juventude Brasileira Sob o Domínio da Matrix Pela Cultura Virtual

Baseado no interessante artigo de Roberto Lima:

Pequenas memórias alienadas

http://www.brazilianvoice.com/bv_colunista/bv_roberto_lima/44543-Pequenas-memrias-alienadas.html

Roberto Lima

E minha resposta publicada no BrazilianVoice:

Louis Charles Morelli ·  Top Commenter · Queens

Surpresa! Alem de poeta o Roberto agora se revela como filosofo, uma antena do povo brasileiro captando alguns sinais de uma dimensão mais global. Ele descobriu agora que sua geração nasceu condenada a ser dominada, mas cometeu um deslize que demonstra não ter ainda captado sinais da ultima dimensão no topo da piramide brasileira. O deslize esta aqui: ” E que os contentes eram os homens vestidos de verde oliva.” Não, Roberto estes eram apenas os capatazes, paus mandados. A prova vem com sua resposta a essa pergunta: era o patrimônio dos militares que os revolucionários queriam distribuir? Não, os revolucionários eram ameaça as famílias dominantes desde quando dividiram entre si o Brasil em capitanias hereditárias, que colocaram membros de seu clã como generais do exercito, que legislaram o controle dos recursos naturais do sub-solo e mais tarde da atmosfera, como as faixas de ondas, que sempre mantiveram o trabalho escravo segurando o salario minimo, que montaram o esquema do dinheiro fabricado na maquina e indo direto para seus bancos privados, e por fim montaram este esquema de manter seus membros como maiorias no ramo politico, no judiciário e legislativo. Estes eram e continuam sendo os mais contentes com a existência do Brasil.

Mas estes deslizes e a maioria dos outros – como a crença dos pobres que as pessoas do Brasil estão juntadas numa sociedade assim determinada por Deus e não por aquelas famílias vindas de Portugal – tem como fonte primeira a cultura virtual. Esta é a estrategia maquiavelista para se dominar as massas. A cultura virtual deu nomes aos fenômenos e eventos naturais, a estes nomes vem ligadas as suas definições, registradas no grande dicionario, mas são todas diferentes das definições e dos nomes científicos dados aos mesmos objetos. Por exemplo, nos cantávamos o Hino Nacional, que é uma coletania interligada destes nomes ou símbolos gramaticais que conduzem a mente dos incautos a um êxtase de fantasia, totalmente fora da sua realidade. Cantar o Hino tinha a intenção de manter um estado de fé na população que os faria serem soldados contra um inimigo vindo de fora que tentasse se apoderar dos recursos naturais. Ora, o que iria mudar para nos se fossem portugueses, holandeses ou marcianos os donos do que nunca foi nosso?
A cultura virtual vem de longe, desde os judeus que escreveram a Bíblia distorcendo a realidade de tudo que faz parte da nossa Vida. Esta cultura virtual é a Matrix que vivemos dentro dela, mas a Matrix é um sistema criado pelo homem. Eu era na época um pouco mais velho, geração de 50, comecei jogando bolinha debaixo das patas dos cavalos dos soldados mas logo me desliguei da turma da Dilma porque não concordavam comigo que na época já falava em combater essa Matrix. Eles preferiram uma causa perdida e desinteligente, a ditadura nunca caiu, a divisão entre predadores e presas continua igualem 500 anos, e desaminado resolvi como escravo fugir da senzala para o mato, vivendo solitário no meio da selva amazônica, onde arrumei uma namorada, uma orangotanga chamada Marilyn. Na selva fiz o que o filosofo devia fazer para tentar derrubar a Matrix: aproveitei que ali tinha todos os objetos, todos os fenômenos naturais, intactos e virgens, estudei-os buscando suas realidades segundo meus cinco sentidos, dei outros nomes para tudo com suas novas definições. Mas quando fiz isso percebi que a definição real da Natureza nos leva a rever a Historia Natural Universal desde o Big Bang, e isso mostrou que uma visão mais racionalista do mundo é totalmente daquela ensinada nas universidades do mundo inteiro. Esta visão resumida no meu website ” A Matriz/DNA Universal dos Sistemas Naturais” mostra que não é apenas a Matrix no Brasil que precisa ser desmascarada e derrubada, mas a global, do planeta. Você como poeta é macaco velho em entender como se se da nomes diferentes aos objetos, por metáforas, e o poeta faz isso da perspectiva dos nobres sentimentos humanos. Mas a cultura virtual deu os seus nomes a partir da perspectiva dos predadores, como a serpente que encanta e hipnotiza a presa antes de devora-la. Pena que as nossas gerações não afiaram mais suas antenas para focalizarem melhor quem ou o que é o nosso verdadeiro inimigo. Mas o mais triste é ver que a ultima geração se mantem sem antena. Veja estes protestos agora no Brasil. Totalmente combatendo o inimigo errado, no quintal errado. O que é um roubo de alguns milhões de reais de um politico corrupto, ou um salario anual de 300.000,00 reais perto dos bilhões que saem do sub-solo na forma de ouro, minério de ferro? Dos trilhões gerados pelas faixas de ondas que estão no ar que respiramos, que atravessam nossos corpos, portanto deviam ser nossas, jamais entregues a alguém em particular? Agora não estão atacando os capatazes armados e uniformizados de verde, estão atacando os chefes do departamento pessoal, travestidos de políticos e juristas. Veja suas pautas de reivindicações! Nenhuma sobre o sistema econômico, tudo desviado para a virtual politica. Os lobos e seus territórios continuam intocados. Espero que sua antena o faca notar a Matrix, ajude a desmascarar esta cultura virtual, que sua antena filosófica esteja mais presente nos seus próximos escritos. Abraços… Louis Morelli.

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