Doenças Mentais:Cientista Nega que as Causas São Genéticas e a Matrix/DNA Sugere Que São Conflitos Entre Duas Diferentes Configurações Cerebrais

Mental Illness: It’s Not in Your Genes

http://bigthink.com/devil-in-the-data/mental-illness-its-not-in-your-genes

About Devil in the Data
13 POSTS SINCE 2013

Paradoxically, few areas of human endeavor are as wedded to dogma as science. Time to crash the wedding.

Devil in the Data deconstructs the latest findings in fields as diverse as neuroscience and sociobiology to arrive at a data-first view of emerging knowledge, the assumption being that competently done science produces first-rate questions, not answers.

Minha opinião extraída da minha leitura dos modelos da Matrix/DNA

(faltando a correção ortográfica deste meu teclado que so fala inglês, sem acentuação)

Me desculpem a insistência  o fato é que eu tenho aplicado um método de investigação inédito e muitos temas, como este de doenças mentais, são vistos por uma diferente perspectiva que me parece ser a correta para chegar-mos as soluções de curas. O cérebro foi criado pelas forcas naturais, portanto o produto do cérebro  que e o pensamento, também tem que ser algo desenvolvido na mesma cadeia de causas e efeitos naturais. Desta forma, a natureza tem suas fontes de informações (que são exclusivamente a respeito de seus fenômenos naturais) a serem registradas nos neurônios  e tem seu modelo especifico de configuração por conexões destes neurônios  e tudo isto, produz um padrão especifico de sinapses, as quais resultam nos pensamentos.

Porem, quando os seres humanos se reuniram em famílias, tribos, sociedades (que são “sistemas”), os humanos mais fortes, buscando privilégios, forcaram estes sistemas humanos a regras que eles inventaram, as quais não existiam naquela cadeia de causas e efeitos. Por consequência, toda nova criança já se deparava com um conflito cerebral: enquanto a natureza a dirige para pensamentos naturais, as novas regras sociais, cujo conjunto vamos chamar aqui de “cultura”,  dirige a criança para pensamentos artificiais, virtuais, ou seja, não-naturais.  Obviamente esta criança e o adulto dela desenvolvido vai existir num estado doentio. Assim como seu corpo, dentro das regras sociais, vai ser mutilado na sua impulsividade natural e obrigado a se mover de forma não natural, assim devera ocorrer com as sinapses entre neurônios. Por pressão e condição sine qua non para sobrevivência, a configuração natural do cérebro é desfigurada e um alienígena modelo de configuração se impõe. Ora, o choque entre as novas sinapses e a memoria natural, construída com informações naturais, causa um estado mental tao confuso que o opressor não consegue condicionar o oprimido para produzir o que ele deseja (isso aconteceu entre europeus e os nativos das Américas, nunca se estabelecendo um regime de escravidão). Então o opressor aprimora suas táticas, atacando agora as informações naturais registradas nos neurônios. Ele precisa arranca-las e nos neurônios inserir informações e criar conexões entre neurônios que leve os pensamentos a se adaptarem as regras de seu comando, para que o cérebro chegue a configuração final que lhe e conveniente. E como se faz isto?

Todo ser humano quando nasce nada entende das origens e conexões dos objetos que rodeiam o seu berço. Devido a isso, mas tendo uma necessidade inata de manipular estes objetos, ele imagina origens e conexões, estado que denominamos de fantasias infantis. I baby tem amigos invisíveis com os quais conversa, os objetos adquirem personalidades, as quais, obviamente, não vão corresponder aos seus significados naturais. Apenas com seu desenvolvimento através de experiencias com a realidade aquelas distorções fantasiosas vão sendo corrigidas, aos poucos. Pois foi aqui que o opressor encontrou sua nova tática. Basta prolongar aquele estado inato de fantasia enquanto o corpo se transforma para adolescência, puberdade, estagio adulto, etc. Nunca deixar as informações naturais reais serem inseridas nos novos cérebros. Por motivos e e causas não bem explicadas, as fantasias infantis quando re-enforçadas pelo opressor, parecem adquirir personalidades próprias, como se fossem entidades fantasmagóricas, que parecem falar de dentro do cérebro ao próprio cérebro assim manipulado. Surgem então as experiencias ditas “misticas”, estas personalidades intimas se tornam ” espíritos”, sendo notórias as dos negros africanos criando as religiões como o candomblé, e nos nativos americanos, com uma diferença… a de que os espiritos são representantes de forcas naturais cujas origens são desconhecidas, como a chuva, o vento, as tempestades, etc. Ora, se o opressor tem como meta escravizar os mais fracos membros da tribo, e desde que ele fala a mesma linguagem da tribo, e ainda, desde que ele é o mais velho que recebe as novas crianças da tribo, fica fácil realizar seus intentos se ele re-enforçar as fantasias infantis. Assim ele destrói as informações naturais nos neurônios e insere informações falsas, artificiais, as quais, as próprias crianças apreciam, devido aquela fase inicial mental de ignorância da realidade. Os objetos exalam informações exclusivamente naturais, que evem ser captadas e assimiladas por cérebros saudáveis, quando se repete por varias vezes e maiores períodos de tempo, o toque dos sensores cerebrais nos objetos. Mas a mente recém-nascida, quando abre os olhos, repentinamente se depara com uma infinidade de objetos que suas mãos nunca tocou, seu paladar nunca experimentou, suas narinas nunca cheirou. Ora, as operações do pensamento se dão a um ritmo muito mais veloz que os movimentos da maioria dos objetos, que muitos são ate inertes, e assim o pensamento pula a frente das sensações e constrói suas próprias interpretações, as quais são as informações que primeiro chegam aos neurônios virgens. Se for negado a esse cérebro o toque continuo e livre, independente, dos objetos, nunca a experiencia dos toques irão fornecer a natural informação sobre o objeto. Quando aprisionado num sistema social, os objetos tem dono e a liberdade de toque é oprimida, re-direcionada, as interpretações são fornecidas pelos donos, informações que são prolongações das fantasias infantis, e assim se cria a cultura social virtual. a verdadeira Matrix.

Mas nenhum ser humano, nem mesmo a Humanidade como um todo, conseguiria se apossar de uma forca natural qualquer, de forma que a manipule eternamente, porque as forcas naturais precedem a existência humana e vem de fontes poderosas que transcendem a pequenez humana.  Lentamente, mas inexoravelmente, as forcas naturais que modelam cérebros de acordo com informações naturais atuam contra as informações invasoras, de alguma forma, enfraquecendo-as, ate expulsarem-na por completo. É  neste estagio da batalha entre as forcas naturais e as informações artificiais invasoras que se apresentam as doenças mentais. devem serem vários estágios diferentes da batalha, o que resulta nos diferentes tipos de doenças mentais, desde o autismo, Alzheimer, esquizofrenia, etc. Por esta ótica,o doente mental é um humano mais naturalista e saudável que o humano considerado normal, sadio mentalmente. Porque o doente tem anti-corpos lutando contra o invasor, esta a caminho de sua autocura, enquanto o individuo normal ainda não desenvolveu estes ante corpos. E toda vez que anti-corpos atuam contra invasores o corpo se torna febril, doente.

Mas a primeira objeção a esta interpretação das doenças mentais, seria a de que, os instintos ou impulsos humanos foram herdados dos animais, e devem serem combatidos pelas regras sociais, caso contrario uma sociedade humana não pode existir. Primeiro, os modelos teóricos da Matrix’DNA estão sugerindo que o cérebro humano, diferente dos cérebros de todos seus ancestrais, não produz sozinho os pensamentos. Este fenômeno de uma arquitetura natural produzir fenômenos para os quais ela não tem informações intimas, existe, e pode ser visto em varias etapas da evolução. Ele acontece quando um sistema atinge um limite na capacidade de assimilar informações do ambiente imediato, se esforça em transpor o ambiente imediato, e nisso se torna acessível a penetração de informações de sistemas mias complexos, os quais são constituído de novos estados ou novas substancias. É o que se chama de “salto transcendente”. Um pálido e imediato exemplo seria este em que a sociedade humana consegue aterrizar um robot em Marte, mas nenhum humano sozinho o fez e provavelmente nunca o faria. Um humano é uma forma de sistema natural, uma sociedade de humanos e outra forma de sistema, mais complexa. Porem, quando este sistema mais complexo é visto e sentido por um ser humano. ele recebe tantas novas informações causando-lhe um avanço, um salto evolutivo. Feed-back.  Poderia buscar muitos outros exemplos na Natureza, principalmente nas sociedades de insetos como abelhas e formigas, mas isto alongaria muito este artigo.

Os animais nunca tiveram nenhuma informação sobre sistemas atômicos, astronômicos, da dimensão quântica, das novas operações mentais decorrentes do conhecimento da relatividade geral, e principalmente, da Matemática. Os humanos não estão tocando com seus sensores naturais, como o tato, o paladar, o cheiro, estas novas dimensões da realidade. Quem mais os estão tocando são instrumentos mecânicos, ópticos, que são extensões dos nossos sensores naturais. Mas estes sensores artificiais são construídos com outros materiais que não carne e osso, nem possuem código genético. Eles não podem interpretar as informações naturais emitidas por estas dimensões, como um cérebro natural tocando-os com seus sensores próprios as interpretaria. Novamente uma cultura virtual vem se somar a já deturpada cultura virtual inventada pelos predadores sociais. O mundo é interpretado pela Física fria e mecanicista, ouvido pela linear linguagem matemática, tudo diferente do que deve ser as interpretações por um cérebro natural.

É fato que a psicologia animal, não apenas a mamífera, mas também e ainda a reptiliana, deve se expressar com forca no cérebro humano. Mas o fato que babies não nascem perseguindo ratos e ovelhas para lhes darem dentadas e comerem-nos, mostra que uma diferença significativa entre cérebros humanos e seus ancestrais existe. Esta diferença apenas mostra e prova que uma nova direção cultural somada a um nodo diferente ambiente, uma nova fonte de informações, pode substituir ou corrigir antigas informações naturais. Pois, é possível que os bebes humanos primitivos ainda se portavam como aninais mordendo ratos vivos. E o que mudou estes comportamentos instintivos foi uma inserção de regras sociais mais a constante mudança de um ambiente sempre mais produzido pelo homem para a acomodação do predador humano.

Mas com esta prova nas mãos, posso agora avançar em dimensões mais sutis da Natureza, mais amplas em termos de tempo e espaço, e em processo da evolução, de onde talvez vamos visualizar só princípios de como serão os instrumentos de cura das doenças mentais. Mas isto o faço baseado numa cosmovisão especifica, uma forma de interpretar informações naturais, o que pode significar erros. A unica opção é os testes, experimentos, observação de resultados. Segundo esta cosmovisão, a organização da matéria no mundo dos nossos ancestrais, animais, insetos, etc., não foi uma ação de uma forca natural autentica. Esta biosfera se apresentou com seus elementos se conflitando em estado de caos, o dito “mundo selvagem”, a luta fria e mecânica pela sobrevivência, onde existem trituradores e triturados., maquinas e matéria-prima. Mas quando levantamos os olhos para o espaço mais amplo astronômico e estudamos a natureza aprendendo eventos de tempos mais remotos, vai-se descortinando um mundo do passado aparentemente em estado de ordem. O sistema solar, que ate prova em contrario foi o produtor desta biosfera, funciona como um perfeito relógio, uma precisão absoluta, e isto é estado de ordem. Portanto, dizer que deixar o cérebro humano livre as simples informações naturais causam impulsos, comportamentos que não permitiriam uma sociedade organizada, não é uma tese sustentável.

Mas o fato mais espetacular aqui é que agora temos a formula do mundo organizado naturalmente no estado de ordem absoluta. E esta formula é o building block de todas as pecas, ou órgãos, do cérebro. Bastaria então comparar o circuito energético de sistema perfeito da formula, com as sinapses de cada região do cérebro, para detectar as sinapses imperfeitas, e forca-las a se configurarem de acordo com a formula perfeita. Mas uma breve analise da formula, do significado de um sistema em perfeição harmônica absoluta, nos causa um mal-estar e logo nos mostra que não devemos desejar isso para a especie humana. É o reino da maquina, da estupidez absoluta, pior ainda que as doenças mentais.

Se o estado de ordem, que é o modelo de sistema fechado em si mesmo, e o estado de desordem, que é o modelo de sistema aberto, não são ideias para o ser humano, o que fazer? Aprendemos como fazer as curas das doenças mentais, mas esta cura apenas é alcançada matando o individuo, destruindo sua personalidade individual. O que fazer? Ora, em tudo que tenho visto na Natureza, notando aquela eterna dicotomia entre os extremos, tenho visto que nada vem apenas com as duas alternativas extremas. Sempre tem uma terceira alternativa, a qual não e vista nem percebida pelos nossos sentidos naturais, mas que emerge e floresce apenas com o uso da nossa inteligencia. E uma alternativa de meio-termo, de equilíbrio, mas não como o eixo estanque da gangorra, e sim como um equilíbrio sob evolução, ou seja, ela sempre se torna uma alternativa em si mesma, com personalidade própria, como tem suas personalidades próprias os sistemas fechado e aberto. Essa invisível alternativa transcende o nível onde jazem as duas alternativas do extremo. Talvez, por ter personalidade própria, essa alternativa seja uma nova forma da formula universal para sistemas, e nisso estou empenhado agora, tentar descobrir como seria ela. Mas talvez esta alternativa seja simplesmente isso: sistema nenhum, ou seja, ausência de sistema.

E então, onde esta a utilidade pratica de todo esse novo tipo de bla-bla-bla…? De que adiantaria desvendar mais dados da Natureza, do mundo, se isso tudo apenas se torna cultura inútil, não tem como aplica-la para nosso beneficio, aqui e agora?

Uma pergunta: a quanto tempo existem as doenças mentais? Os aborígenes americanos tinham doenças mentais? de qualquer forma, como dissemos acima, a forca natural que insere informações naturais no cérebro e constrói a configuração de sinapses das quais emergem os pensamentos naturais, é muito lenta para nossa visão de tempo, ela vem atuando a milhares de anos e parece quase nada ter avançado. Sera possível a nos, humanos, realizar esta proeza em curtíssimo espaço de tempo? Curando um doente mental dentro dos seus ínfimos oitenta anos de existência? Mas quais humanos iriam descobrir este método de cura, se os humanos normais são os mais e reais doentes mentais?!

Por paradoxal que possa parecer, a solução viável que desponta deste dilema, é simplesmente irônica: não são os normais a curarem os doentes mas os doentes estão mais capacitados a se curarem e curarem os normais. PORQUE ELES SÃO OS REBELDES! ELES TEM ALGUNS ANTI-COPROS! NELES AINDA EXISTE A REAL NATUREZA. Cambaleante, TROPEÇANDO, SE AUTO-MUTILANDO, MAS NELA E A NOSSA NATUREZA SE EXPRESSANDO EM SUA AUTENTICIDADE, OU AO MENOS, TENTANDO SE EXPRESSAR. É QUASE CERTO QUE UM ALTISTA, UM ESQUIZOFRÊNICO, NÃO CONSEGUE SOBREVIVER POR SI MESMO SE FOR DEIXADO LIVRE E AUTÔNOMO A MANIPULAR OS OBJETOS NATURAIS. MAS ISTO OCORRE PORQUE NA FRENTE DE UM OBJETO OS PENSAMENTOS VIRTUAIS GUERREIAM CONTRA OS PENSAMENTOS NATURAIS E NÃO TEM OPORTUNIDADE PARA TRATAR OS OBJETOS. É UMA MENTE NULA, CONFUSA, SEM CONTROLE DOS MEMBROS, DAS MÃOS.

Se eu pudesse, criaria um experimento, um novo método de experimento. Criaria um ambiente menos artificial que o moderno, mas sem os perigos dos ambientes primitivos naturais.  Ali teriam cobras tambem, mas com suas presas venenosas arrancadas. E ali soltaria os doentes mentais. Claro, com câmeras de vigilância em todos os pontos, para uma intervenção rápida se um doente se tornasse ameaça para outro doente. Nada de educação social. Nenhuma linguagem que usa nomes cujas definições são deturpações virtuais das informações reais dos objetos. Com isto, poder-se-ia enfraquecer a cultura virtual e fortalecer a natural. Aos poucos se aumentariam os fatores de riscos no ambiente, cada vez mais aproximando-o da realidade natural. Mas isto teria que ser ainda diferente. Com isto, estaríamos curando o doente mental, mas substituindo a doença mental pelo animalismo selvagem, caótico. Então a experiencia seria mais custosa e complexa. Ao lado do ambiente natural, teria que se criar um ambiente totalmente artificial, em ordem perfeita, nos modelos do Brave New World, de Huxley. Dirigido por um ditador, o Grande Irmão, de Orwell. E os doentes mentais seriam alternadamente trocados de ambientes. Assim eles retornariam ao principio animal mas não estacionaria ai, prosseguiriam ao antes, ao estado cósmico, astronômico. Da maquina perfeita, extremamente corpo saudável e acomodado, mas onde suas mentes impulsivas, selvagens, naturais iriam espernear, criando repulsa ao lugar, desejando liberdade. Talvez deles emergisse a TERCEIRA DESCONHECIDA ALTERNATIVA.  Eu suspeito que ela existe, e que ela jaz numa dimensão inimaginável, algo como ima mente cósmica, alem do bem ( o estado mecânico de ordem, o falso paraíso), e do mal ( o estado de caos, o reino selvagem). E então, eles retornariam a nossa sociedade, para nos curar.

Enquanto isso, se pudermos suportar financeiramente este método de tratamento, todo doente mental deve ser cada vez mais deixado livre a manipular fenômenos, objetos naturais e cada vez mais distante da nossa cultura virtual, inclusive dos nomes e interpretações da nossa cultura moderna. E uma possibilidade de que a doença não seja transmitida entre gerações.

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Meu primeiro post na seção comentários.

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Excuse me but I need insert here the suggestion from a different world view, based on Matrix/DNA Theory. Since that the plaques formation in Alzheimer’s is exactly the same image of – this is weird! – a building block of galactic systems attacked by entropy, I have tried to understand the brain as a complex structure developed from non-living  thermodynamic systems. Then, the first suggestion from this method is that mental diseases are not genetics, but about systems as a whole. It is happening that the human brains are focus of a war between two models for synapses connections, which should resulting into two different kinds of thoughts.  One configuration should be built purely by Nature. The information that emerges from natural phenomena should be the ones inserted into neurons, and the circuits of natural processes should be the model for neuronal connections. But this natural configuration has being substituted by non-real informations, produced by this virtual culture that began with primitive tribes and has been developed till now. And the connections that produces synapses has been modeled by this virtual culture. So, the “normal” human being is really the sick, because he has no antibodies fighting the invaders. Those considered mental sick are the ones that has some anti-bodies, the war is going on, no configuration is at the control of the body, then, the non normal behaviors. But, things from this view-point is far more complex, so, it is the solution that it are suggesting for cures, I would need a entire book for explaining it. And since it is a theory, could be that I am wrong also. If my  model of formula for perfect natural system is right, neurology could advance by comparing the map with the images of synapses, identifying sub-systems, and non-functionality.

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COMENTARIOS INTERESSANTES e minhas respostas publicadas no artigo: 

 

Alex • an hour ago

It would be nice, Kas, if there was a precise, tidy gene for everything in our life. Biology class would be a lot easier. You’ve looked at a huge pile of data and controversy and picked a side- just like all those presumptuous researchers. Publish or perish, right?
Amateur.

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At least, Kas has not been a presumptuous writer. He doesn’t affirm that he knows the causes of mental illness. The amateurism in Science is the scientist that lets to be indoctrinated by the academic temporary beliefs. His research will be fault, due the bias that drives the research. There was this belief that diseases are products of genes, then all research has been performed looking for data that are inserted in one dimension of this natural phenomena. There are a pile of data, but all of them are showing the wrong face. I belief that these diseases are products of systemic dysfunctions, so, till DNA I have trying to understanding as a system. My investigation revealed that the knowledge about natural systems in modern universities is practically non-existent. Reductionism dominates, diseases are believed to be resumed to genes, but genes are pieces of a system, so, diseases are about systems. And for beginning to understand the brain, is necessary to known the universal formula that Nature has applied organizing matter into systems. A good suggestion for the model of this formula is at Matrix/DNA Theory.

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Minha intrpretacao deste post: Enquanto Kas sugere que nao existe diferentes genes responsaveis por diferentes doencas, Alex vem contra-atacar ironizando que seria muito mais facil se existisse um unico gene caisador de todas as doencas. E arr emata dizendo que Kas estudou uma pilha de dados e suas controversias e escolheu um lado – justamente como fez todos os presincosos pesquisadores. Isto porque tambem Kas esta sob a lei da sobrevivencia no ramo, ou seja, publique ou pereceras. Assim Kas seria um amador.

Bem, de certa forma Alex tem razao porque Kas critica mas nao sugere onde esta a causa das doencas. So diz que nao e genetica.

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Craig Hof • 15 hours ago

Mental health/unhealth are not biological criteria, they are theoretical constructs based on human behaviors as in “good” and “evil”. In the delicate ballet of molecules in neurons, a misstep, too many of one or another molecule, or the shape and location of charged centers on cell membranes will all affect behavior but may defy linkage to this or that DNA sequence.
If you expose one million bacterial cells to a small dose of ionizing radiation, some small number will survive just by chance. Yet the susceptibility to ionizing radiation is fully programmed into the bacterial DNA.
You have to love random chance.

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I can’t love random chance because, 1) it is a suggestion for us stop doing Science; 2) the final results of my personal investigation suggests that everything here and now are merely products of a long chain of causes and effects, so, there are no events outside this chain, which would be chance. If you says that ” mental health/unhealthy are not biological criteria…” why have you used bacterial cells for evidence, if bacterial cell is biological?! But you have a point when saying: ” they are theoretical constructs”. Theory is a human produced property at the level of thoughts, which are produced by synapses. Which are not touchable, visible. So, my suggestion is that mental health/unhealthy is related to the invisible identity of natural systems, a identity that results from the sum of informations of all its parts more the informations created by transverse connections among different parts. Should be clear that the identity of the brain as a system could control the functions of all its parts, what should be resulted in mental health. But in human societies the individual identity was substituted by the social identity, which is not result from the collective identity, but from a few humans predators of its own kind. Religions, economic systems, etc. are all virtual culture created by those predators. This virtual culture is inserted by force into kids, like in The Brave New World. It needs a non natural configuration of brain’s system. In another hand, the force from the long natural chain of causes and effects are still flowing, through genetics, human beings, social systems, and it is expressed more strong at some babies. The internal conflict between two such different configurations of systems, two different identities, results into null or mental illness. The mental ill is more health than the big mass of slaves. I can’t love this virtual culture that produces such concepts as that natural architectures, such human brains, could be built by random chance.

Tonny • 4 hours ago

In later stages of alcoholism people may develop a type of dementia called Korsakoff syndrome. It is caused by severe deficiency of vitamin B1, thiamine. Likewise, recreational drugs also lead to brain damage and behavioural problems. Chronic depression sufferers often come from families with these backgrounds. Mental illnesses may be of a hereditary nature, even if no such gene/s are discovered. The devil is in a detail. The amount of damage to the body of a substance abuser varies from person to person. Such abuse permanently weakens the body organs. This condition is passed through genes on their offspring. The risk of inheriting such a gene increases if both parents have a long history of some type of addiction.So, while it may be true that genes for mental illnesses don’t exist, genes can weaken, and deteriorate to a point where they become defective and in such a way tendencies towards such outcomes are increased. Unfortunately not many studies were ever conducted, often because many of us don’t have extensive records of our ancestors that dates back three or four generations.

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This is a sample of two different approaches: the reductionist method and the systemic method.

While RM says: ” In later stages of alcoholism people may develop a type of dementia called Korsakoff syndrome. It is caused by severe deficiency of vitamin B1, thiamine”…,  clearly suggesting that the mental illness is caused by biochemical causes, the SM method begins saying that “alcoholism is a mental disorder and its effects can be Korsakoff syndrome if alcoholism causes deficiency of vitamin b1, etc.”  The biological mechanisms that cause alcoholism are not well understood. Social environment, stress, mental health, family history, age, ethnic group, and gender all influence the risk for the condition. Significant alcohol intake produces changes in the brain’s structure and chemistry… I think that pression from social/familial culture/economics, is clear the first cause that results in alcoholism, Kosrsakoff syndrome… It is more a job for social scientists than biochemical research and psychiatrists.

When RM says: ” The amount of damage to the body of a substance abuser is…”, the SM method should say: ” There was, long time ago, a health and powerful family, maybe the Emperors of Rome. They feed or created a culture with specific values (with results in modelling the configuration of synapses in a brain) and tried to impose it socially. Maybe a war or natural tragedy broken the family and entropy began to attack a closed system (the selfish brain configuration). Then, let`s go to the Matrix/DNA formula of closed systems and watching the effects of entropy. First, the most superficial parts, or organs, begins to deteriorate. This deterioration causes fragmentation of organs in its smallest bits-information ( at biological systems it is called free radical), and they are driven towards the nucleus of the system. But, sometimes, those bits meets other organs at their way, then, they are aggregated to these organs (sample: plaque formation around neurons causing Alzheimer’s disease). Now, let’s go back to the alcoholic’s brain as a system.

The event was a high shock into their virtual cultural culture and beliefs that had configured the brain abnormally. Entropy happened over this configuration, at the mental level. The distress of those next generations at bad conditions was unsupportable, alcohol helped them to be alive, feeding the system with more energy because entropy was sucking a lot of brain’s energy. Which regions of the brain were first attacked? It is missing systemic research here. Maybe the fragments were aggregated at internal brain’s parts, which produces vitamin b1 and thiamine? There is a method for stopping brain’s configuration entropy that is causing genetic and organs deterioration in this family…And so on…

What I mean is that a new entire approach to mental illness is waiting for us. Since that the used approach at all cultures and methods had not solved the problem by millenniums, the problem is about approaches.

A Matrix/DNA formula of Natural Closed System:

Circuíto Sistêmico ou "Software" extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Circuíto Sistêmico ou “Software” extraído da fórmula da Matrix/DNA, Revelando o aspecto Hermafrodita

Zachary Stansfield

Casting doubt on the entire enterprise is a needlessly superficial and counter-productive effort.

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Hominid  Zachary Stansfield • 5 hours ago

The doubt is cast by humanists for ideological and political reasons.

While the affirmation that there are genetic bases to neuropsychiatric disorders  is cast by humanists following a millennial ideological and political purpose. The very fact is “trial and error”. Millenniums and all cultures approaches has not solved the problem, it means that we must learn that the used approaches does not works. Genetics disorders (must due mutations) and biochemical reactions are not the first causes of mental disorders, they are consequences – this is a new hypothesis. The systemic approach, never tired before, is suggesting that brain’s connections configuration plus changes in the environment or life’s status are the causes of these genetic mutations and biochemical events. Brains connections are built by either, Nature and virtual social culture, or by dominance of one over another. Systemic vision is suggesting that virtual social culture or the practiced mindset, is the dominant factor today. The cure should be about the deconstruction of this virtual culture, making it collapsing to natural roots and building a more scientific interpretation of natural phenomena and eradication of traditional human values. Is it impossible, I know, it is a ideological, political, but, meanly, economic issue. The entire enterprise did over genetic and biochemistry fields are not bad thing, it has the value for adding more knowledge to the issue. The psychoanalysts professions are not at risk because their job has helped avoiding bad consequences. I am sorry by those honest psychoanalysts that are grasping the true, but can’t go against the system. But… we need know that with the reductionist method we are going nowhere.

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Conrado Machado (Facebook) – Sobre Doenças Mentais, por Jung

“Cada vez que um acontecimento numinoso faz vibrar fortemente a alma, há perigo de que se rompa o fio em que estamos suspensos. Então o ser humano pode cair num ‘sim’ absoluto ou num ‘não’ que também o é! ‘Nirdvandva’ (‘livre dos dois’) diz o Oriente. Não esqueci tal coisa! O pêndulo do espírito oscila entre sentido e não-sentido e não entre verdadeiro e falso. O perigo do numinoso é que ele impele aos extremos e então uma verdade modesta é tomada pela Verdade e um erro mínimo por uma aberração fatal. Tudo passa: o que ontem era verdade, hoje é erro, e o que antes de ontem era considerado um erro será talvez uma revelação amanhã… e isto é ainda mais válido na dimensão psicológica, acerca da qual, na realidade, sabemos pouquíssimo. Muitas vezes negligenciamos isto e estamos longe de levá-lo em conta: que nada, absolutamente nada existe, enquanto uma consciência, por restrita que seja (luz efêmera), não o advirta.”

Carl Gustav Jung – Memórias, Sonhos e Reflexões

A sugestão de Jung sobre a consciência ser uma luz efêmera bateu exatamente com a minha interpretação quando penso na formula da Matrix/DNA Theory. Ela sugere que este Universo material iniciou pela invasão de ondas de luz, em cujo espectro eletromagnético representado numa tela de computador revelando as diferentes frequências e períodos penso ter descoberto o principio dos ciclos vitais e portanto, a luz conteria o código da vida (podes ver a figura deste espectro no meu website). Ora, a minha atual ideia sobre o que seria a “mente” é a de um quadro semelhante a uma tempestade, onde nuvens (um plasma gerado pela eletricidade no cérebro) são cortadas por raios (as sinapses) produzindo clarões, relâmpagos (pensamentos). Como a mente ainda é um embrião em formação, os flashes de luz não se fixam e um sistema não se estabiliza, mas a consciência sera, ao abrir seus próprios olhos, formada, luz modelada pela formula da Matrix. Assim, a luz quena sua forma mais simples, como ondas, deu inicio a tudo, torna-se o produto final da evolução natural universal na forma de uma consciência universal, por isso, a formula sugere que este Universo é mero palco de um processo de reprodução genetica e aquilo desconhecido que o gerou seja um sistema auto-consciente. Segundo esta minha interpretação da formula, cada ser consciente no Universo hoje, seja em qual planeta estiver, é um gene inconsciente, uma informação unica, especifica, que apenas ele contem, uma mensagem intransferível e uma missão a cumprir, que as vezes pode se expressar ou não, por isso, a ideia de Jung como luz efêmera me agrada e com muita alegria. Quanto a dicotomia ” sentido e não-sentido” do numinoso nas palavras de Jung, a formula da Matrix sugere que isto ocorre devido a universal hierarquia dos sistemas naturais (sub-sistemas dentro de sub-sistemas dentro de sistemas,etc) de maneira que para um observador localizado num sistema não possa imaginar a configuração de sistemas superiores, pois a torção e complexificação na escala evolutiva é tal que as leis de um se tornam suas assimétricas leis em outro. Quanto a imagem de um pendulo pendendo entre os extremos a formula da Matrix registra-a, explicando que por isso o DNA tem o formato de hélice, ao registrar numa certa época e espaço de um estagio evolucionário, na haste direita o que o observador considera como bom e correto e na haste esquerda o que seria ruim e errado. Mas na secção seguinte o DNA se torce e a a haste direita passa a ser esquerda, quer dizer, o que era certo no estagio seguinte se torna errado. A evolução é resultante das interações entre duas secções, a qual produz a secção seguinte num grau mais evoluído, ou mais complexo. Assim, agradeço estas informações sobre Jung, um autor que li quando adolescente porque minha tia trouxe este livro da universidade para casa e nunca mais tive a oportunidade de estuda-lo. Incrível como batem duas conclusões vindas de tao extremos diferentes caminhos, uma vindo da Europa e a outra da selva amazônica…he…he…he… ( por isso ultimamente estou desesperado buscando tudo o que é informação sobre luz natural, pois esta me parecendo que nela estão as respostas mais profundas e que as ondas de luz branca são os espermatozoides enquanto as de luz negra (dark energy, que no gráfico tem o sentido oposto) são os óvulos… de Deus!  Achas que estou precisando de um tratamento a la freudiana?… Você consegue assimilar o meu quadro teórico e acha certo esta tentativa de conectar o nível quase metafisico de Jung aos seus extratos no nível naturalista, material, da Matrix/DNA? De que outra maneira vamos descobrir os métodos que realmente curem as disfunções mentais?

“Naturalmente, as pessoas que nada sabem da natureza são neuróticas, pois não estão adaptadas à realidade. São ainda demasiado ingênuas, como crianças, e têm necessidade de que lhes ensine que são humanas como todas as outras. Entretanto, este conhecimento não basta para curar as neuroses; só recobrarão a saúde se conseguirem sair da lama quotidiana. Mas se comprazem demasiadamente no que antes fora recalcado. E de que maneira poderiam sair disso se a análise não as desperta para a consciência do que é diferente e melhor? Se a própria teoria as atola na neurose e só lhes abre como solução a decisão racional ou “razoável” de abandonar enfim as infantilidades, o que lhes restará? Pois é isso, precisamente, aquilo de que são incapazes; e como poderiam tornar-se capazes não se descobrindo algo que possa servir-lhes de ponto de apoio? Não se pode abandonar uma forma de vida sem mudá-la por outra. Uma conduta de vida razoável sob todos os pontos de vista é, em regra geral, impossível; a experiência o prova, principalmente quando, como o neurótico, se tem a tendência natural de ser desrazoado.

Compreendi, então, porque a psicologia pessoal de Freud me interessava tanto. Minha necessidade era saber, de qualquer maneira, em que consistia sua “solução razoável”. Para mim, isso era uma questão vital e me sentia pronto para grandes sacrifícios, a fim de obter a resposta. Comecei a ver claro. Ele mesmo sofria de uma neurose, de uma neurose fácil de diagnosticar, com sintomas muito incômodos, tal como pude descobrir por ocasião de nossa viagem à América. Nessa época, ele me ensinara que todos são algo neuróticos e que é preciso, portanto, ser tolerante. Entretanto, esta afirmação não me contentava; eu queria saber de que maneira se poderia evitar uma neurose. Vira que nem Freud, nem seus discípulos podiam compreender a importância que tinha, para a teoria e a prática da psicanálise, o fato de o próprio mestre não poder sair de sua própria neurose. Quando ele manifestou a intenção de identificar teoria e método para fazer disso uma série de dogmas, senti que não poderia continuar a colaborar com ele. Nada pude fazer senão me afastar.”

“O maior feito de Freud foi, sem dúvida, tomar a sério seus doentes neuróticos e se haver consagrado ao que sua psicologia tem de individual e de particular. Ele teve a coragem de dar a palavra à casuística, penetrando dessa forma na psicologia individual do doente. Poder-se-ia dizer que via com os olhos do doente, chegando assim a uma compreensão mais profunda da doença que até então não tinha sido possível. Neste ponto, não tinha qualquer ideia preconcebida e era extremamente corajoso. Isto permitiu-lhe ultrapassar uma multidão de preconceitos. Tal como um profeta do Antigo Testamento, tentou derrubar os falsos deuses, abrindo a cortina que velava uma quantidade de desonestidades e hipocrisias, trazendo à luz, sem qualquer piedade, a podridão da alma contemporânea. Não teve medo de assumir a impopularidade de tal empreendimento. Fazendo isso, deu um acesso ao Inconsciente. Reconhecendo o sonho como a mais importante fonte de informações sobre os processos do inconsciente, arrancou ao passado e ao esquecimento um valor que parecia irremediavelmente perdido. Provou empiricamente a existência de uma psique inconsciente, que antes era apenas um postulado filosófico nas filosofias de Carl Gustav Carus e Eduard von Hartman.

Não é exagero dizer que a consciência da civilização que reina hoje em dia, na medida em que reflete sobre si mesma filosoficamente, ainda não aceitou a ideia do inconsciente e de suas consequências, se bem que esteja confrontada com ele há mais de meio século [nota: esse livro foi escrito em 1957]. É ainda uma tarefa do futuro integrar a noção geral e básica de que nossa existência psíquica tem dois pólos.

Carl Gustav Jung – Memórias, sonhos e reflexões

Louis Charles Morelli – Conrado, boa esta oportunidade de consultar alguém formado pela universidade em Psicologia. Pois ontem ainda estive estudando este tema e participando de um debate (podes ver http://theuniversalmatrix.com/pt-br/artigos/?p=6446e ir no artigo da Big Think sobre doenças mentais). Qual a solução razoável que Freud não encontrou? Jung a encontrou? O que é inconsciente, como se o define, de que substancia é feito? Ele tem uma forma inteligível? Teria o inconsciente vindo da besta fera, ou seja, nossos ancestrais animalescos, mas então como justificar as boas acoes praticadas em sonhos, se este inconsciente evé o campo do sonho? Não teria sido boa ideia se Freud tivesse concordado em deitar no diva e ser analisado por Jung, e vice-versa, já que todos são neuróticos? Acho que a neurose de Freud era devida a um ódio pela elite da Austria que humilhou desde infância sua classe social de judeus inferiores, por isso ele se motivou a invadir os porões do cérebro humano e de la arrancar a besta fera, para mostrar que também a elite vem do inferior. Falta ainda alguém que tente o mesmo método, porem, agora, procurando no porão o Anjo Sagrado. Onde tem demônio tem que ter santo. Acho que a cosmovisão da Matrix/DNA, e a sua versão da Historia Universal da Evolução, explica para mim as causas e origens das doenças mentais, e um pouco desta explicação coloquei nos posts do debate no artigo da Big Think. Em todo caso, eu penso que vocês, na área da psicologia, são privilegiados e tem promissor futuro, pois o cérebro humano e este fenômeno mental esta ainda cru, faltando tudo por fazer. Basta lembrar que as doenças mentais existem a milênios e nunca se encontrou curas. E as ciências biológica/neurologia estão saindo do páreo, pois a velha teoria deles de que doenças mentais teriam causas casuísticas relacionadas a genes e reações bioquímicas esta desacreditada, como podes ver no artigo da Big Think. A teoria do inconsciente ainda é muito fraca, devido a falta de evidencia concreta, pois lembre-se, extraordinárias teorias requerem extraordinárias evidencias. Abraços…

 

 

 

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