Diferenças entre cérebro masculino e feminino causa repercussão e debate. Mas o resultado fôra previsto há 30 anos pela Matrix/DNA

O documento cientifico que alega ter encontrado fundamental diferenças nas conexões internas dos cérebros entre homens e mulheres teve grande repercussão e levantou criticas de muitos outros especialistas em neurologia, psicologia, etc. Para quem fala Português e quer ver o artigo, aconselho ir no link abaixo da Folha de São Paulo. Por meu lado, digo que as explicações para as diferenças dos cérebros não estão dentro dos cérebros, mas fora deles, na longa historia das origens e desenvolvimento evolucionista. Ao re-escrever a Historia Natural Universal nos seus 13, 7 bilhões de anos, baseando-me na interpretação dos modelos teóricos da Matrix/DNA, vi esta diferença em todos os momentos desta Historia, e como elas chegaram às atuais formas destas diferenças. Aqui mostro como estava diferença na era das galaxias, com a formula a seguir:

Explicação: Este diagrama retrata a forma em que se encontra o Sistema Natural Universal no estagio evolutivo de building blocks de galaxias. Aí percebemos que o circuito do fluxo de energia/informação funciona exatamente igual a como viria funcionar 3 bilhões de anos mais tarde os cromossomas sexuais masculino e feminino. O circuito divide o sistema em duas partes, e isto viria a ser mantido quando o Sistema natural Universal chegou a forma de cérebro humano, dividido em duas partes. O cromossoma feminino herdou esta característica de retratar o fluxo inteiro esférico, integrando as duas partes, apesar de que sempre expressa como dominante a parte direita. Enquanto isso, o cromossoma masculino, apesar de também conter as informações da totalidade do fluxo, sempre apresenta como dominante o fluxo da parte esquerda. A parte direita não é anulada, continua no registro, porem, não se expressava. O quadro desta formula se assemelha com o quadro obtido por fMRI dos cérebros masculino e feminino, e isto significa o obvio:  continua a mesma logica evolutiva, das galaxias à especie humana, apenas mudando os materiais segundo os diferentes ambientes em que a formula esteja operando e aumenta sempre a complexidade.

Minha Conclusão: “A fisionomia e anatomia dos cérebros humanos é uma projeção evolucionaria fiel da fisionomia e anatomia contida nos seus cromossomas sexuais. Enquanto que a fisionomia e anatomia do conteúdo dos cromossomas sexuais é uma projeção evolucionaria da fisionomia e anatomia dos building blocks das galaxias desde a 10 bilhões de anos atras.”

Existe apenas uma pequena diferença entre a previsão auferida da observação desta formula com o resultado apresentado agora pela equipe cientifica: enquanto a Matrix/DNA esta sugerindo que o elemento masculino tem operação cerebral muito forte no hemisfério esquerdo e muito fraca no hemisfério direito, pelo que estou entendendo da interpretação cientifica do fMRI, ela sugere que que as duas intensidades são iguais ( ao menos é o que estou deduzindo das figuras abaixo). Mas eu suspeito que, ou os cientistas não deram importância e não mencionaram esta diferença, ou estão interpretando o resultado errado. Pois acho que é sobejamente conhecido que usamos muito mais o hemisfério esquerdo que o direito, ao menos, os homens). Outro detalhe que vamos agora estudar é as diferenças relacionadas ao cerebelo. Mas desde já adianto que a 30 anos atras eu escrevia o resultado das minhas interpretações onde os dois sexos apresentavam anatomicamente detalhes físicos que expressam as metades não dominantes dos dois cromossomas, ou seja também, dos dois fluxos na formula. Isto explicava as origens dos seios nas mulheres e dos “dois “ovos” nos homens. Agora me parece que vou dar um grande salto no conhecimento do cérebro graças à informação desta equipe cientifica, pois estou prevendo que o cerebelo representa aquela metade não expressada porem registrada. Eu nunca havia notado isto antes, devido estar ainda muito atrasado no levantamento da anatomia cerebral devido minha falta de tempo.  

Portanto, a Matrix/DNA é a unica que entra no debate trazendo esta perspectiva evolucionaria e sua universal explicação. Vejamos figuras publicadas como resultado do fMRI:

 

 

Cérebros masculino e feminino | Foto: PA

Creio que nesta figura, os dois cérebros superiores com linhas azuis sejam masculino e os dois inferiores sejam femininos.

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Mas vamos agora expor na Historia Natural Universal esta particularidade da evolução que se iniciou com o Big Bang e chegou aqui e agora como diferenças anatômicas e funcionais entre cérebros masculino e feminino.

Em primeiro lugar, um observador racional que consegue pensar como não-humano, ou seja situando-se fora do objeto estudado, vai inquirir como a matéria natural e não inteligente deste pequeno planeta perdido na imensidão cósmica, ou quiçá, da totalidade deste Universo observável,  conseguiu fazer com que dois corpos separados no espaço sejam tão perfeitamente simétricos e complementares em relação a forma física e tão assimétricos e não-complementares em relação as tendencias do caráter. E ao se fazer esta pergunta, se o observador tiver seu conhecimento no nível do atual conhecimento cosmológico humano (principalmente o modelo da cola nuclear do Físico e Prêmio Nobel, Hideki Yukawa), vai imediatamente se lembrar que a mesma situação, em todos os seus detalhes, ocorreram em outro tempo e lugar muitos distantes e com elementos muito diferentes. Refiro-me aos eventos das origens do Universo. Quando um segundo após o Big Bang, pipocavam neste espaço, vórtices fantasmagóricos ( a Física chegou a conclusão que ao se dividir a matéria em suas partes cada vez mais minusculas, chega-se ao ponto em que tudo se parece com vórtices abstratos, que podem surgir de vibrações no vácuo),  os quais, alem de serem todos diferentes entre si em algum minimo detalhe, tal como os 7 bilhões de humanos hoje diferem entre si em algum minimo detalhe, os vórtices eram divididos em dois grupos, um girando para a direita (spin right) e o outro girando para a esquerda (spin left).  A outra diferença fundamental dentre os dois grupos eram serem simétricos entre si na forma ( os dois grupos tinham a mesma forma de vórtices), porem assimétricos nas tendencias ( vórtices apresentam todas as sete forças brutas naturais, mas os de spin left apresentam-nas negativas e os spin right apresenta-as positivas, em linguagem da Física) . O que quero dizer é que o quadro geral do Universo nos instantes das suas origens é exatamente igual ao quadro geral da ultima arquitetura resultante aqui e agora, ou seja, a especie humana!  – depois de uma historia evolutiva de 13, 7 bilhões de anos! Incrível mera coincidência?! Nada tem a ver uma coisa com a outra? Isto é mera ocorrência ao acaso?! Ora… ilógico seria se fossem diferentes os dois quadros. Se fosse mera coincidência, se fosse produto do acaso, ou se uma coisa ocorreu totalmente independente da outra, is to significaria terminantemente que houve alguma interferência sobrenatural na longa cadeia de causas e efeitos em que se constitui a Historia Natural Universal. E para quem recusa-se a aceitar tal possibilidade, sô existe uma resposta racional: tinha que ser assim. O masculino é a forma atual do vórtice girando num sentido, e o feminino é a forma atual do vórtice girando no outro sentido. É claro então que tem de existirem diferenças fundamentais, poucas simétricas (como tamanho, complementaridade dualística sexual, etc.), e muitas assimétricas (como as conexões internas), entre o cérebro do homem e da mulher, pois suas naturezas são diferentes, elas se apresentaram diferentes e separadas mo momento da origem do Universo ( apesar de que, como explico abaixo, a Matrix/DNA sugere que estavam juntas num só corpo, num só sistema, antes do Universo).

A questão da complementaridade é um tema de fundamental importância para se entender a existência do Universo e mesmo a nossa, porem ela é muito complexa, pois sua explicação final jaz alem deste Universo, no sistema desconhecido que o gerou. Ela se relaciona ao fenômeno da dualidade presente em todos os sistemas e que produz os conflitos e equilíbrios entre forças naturais. Ao se tentar entende-la, inevitavelmente caímos na metafisica, pois emerge a visão do sistema criador como tendo um conflito interno e que a razão da existência do Universo e da alma humana nele é justamente resolver, aniquilar este conflito, pois do embate quase eterno entre as duas facções, termina resultante num equilíbrio que se denomina “sabedoria”, a qual esta acima das duas diferenças. Ao se tentar entende-la descobrimos mais um mecanismo fluindo na natureza de extrema importância, que resumidamente seria assim: “no inicio, os dois eram opostos entre si, contrários em tudo, todos os gostos, preferencias, tendencias. Se um dizia que o melhor caminho é para o sul, o outro imediatamente discordava dizendo que o melhor caminho é para o norte. Com isso se entrechocavam, se combatiam, mas o combate produzia o caos a sua volta, ambiental. O caos enfraquecia os dois, que caiam lado a lado desfalecidos, e assim, pela primeira vez, começavam a perceber que sua guerra não fazia sentido, já que seriam ambos sempre os perdedores.  Terminavam por entrar num acordo onde seus caráteres duros amoleciam e um cedia 50% de sua verdade ao outro e assimilava os outros 50% da verdade do outro e assim finalmente se complementavam. Desta união surgia uma terceira figura, como filha dos dois, nem positiva, nem negativa. Emergia a paz e harmonia, trazendo a ordem ao ambiente. Porem com o passar do tempo os caracteres da terceira figura voltam-se a se dividirem, tem inicio os conflitos, o caos, o ciclo se repete, ate que finalmente emerge a nova figura transcendental. Esta tem sido a historia das partículas que transcenderam quando compuseram o sistema atômico, dos astros quando compuseram a galaxia, dos animais quando chegaram a forma humana. Assim caminha a evolução.

Assim como aconteceu com as religiões, intuitivamente aclamando uma luta entre o bem e o mal, ou entre Deus e Lúcifer, etc., assim também nos vemos sendo levados nesse raciocínio, por isso tenho evitado avançar neste estudo, pois, não será o meu pequenino cérebro que irá encontrar soluções para alem do Universo. A proposito vem a calhar a frase seguinte: “O pesquisador Ruben Gur, que integrou o grupo responsável pelo estudo, afirmou: “É surpreendente como os cérebros das mulheres e dos homens podem ser complementares”.

Claro, para tal observador hermafrodita e alienígena pensar nisto tudo ao ver pela primeira vez um corpo hermafrodita separado em dois corpos fisicamente auto-complementares ele precisaria conhecer a formula e visão de mundo da Matrix/DNA e alguns aspectos teóricos fundamentais da Física.

Mas antes de expor os detalhes e conclusões da Matrix/DNA, pretendo levantar os artigos e debates relacionados, estuda-los. registrando links e comentários aqui:

1) Paper Original: PNAS – December 2, 2013,

Sex differences in the structural connectome of the human brain

http://www.pnas.org/content/early/2013/11/27/1316909110.full.pdf+html?sid=896da6d3-01c3-4ee2-980d-a4c1a796b4e2

2) Pharyngula – Pz Myers

A cautionary note about fMRI studies

http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2013/12/09/a-cautionary-note-about-fmri-studies/#comments

http://scienceblogs.com/pharyngula/2013/12/09/a-cautionary-note-about-fmri-studies/

3) Wired Magazine

Getting in a Tangle Over Men’s and Women’s Brain Wiring

http://www.wired.com/wiredscience/2013/12/getting-in-a-tangle-over-men-and-womens-brain-wiring/?cid=co15298434

4) Folha de São Paulo – Folha Ciências

Homens e mulheres têm conexões diferentes no cérebro, diz estudo

http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2013/12/1379901-homens-e-mulheres-tem-conexoes-diferentes-no-cerebro-diz-estudo.shtml

5) BBC BRASIL

Cérebros de homens e mulheres têm ‘conexões diferentes’

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2013/12/131203_cerebros_homens_mulheres_lgb.shtml

(Obs.: continuar vendo a lista no Google e ver onde posso inserir comentarios)

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Inicio da Pesquisa da Matrix/DNA sobre o Método, Denominações e Atuais Conhecimentos da Ciência Humana:

Primeiro vamos conhecer o método pelo qual os cientistas chegaram as conclusões em seu “paper”:  fMRI

Wikipedia:

Functional magnetic resonance imaging (fMRI) –

Researcher checking fMRI imagesResearcher checking fMRI images

Functional magnetic resonance imaging or functional MRI (fMRI) is a functional neuroimaging procedure using MRI technology that measures brain activity by detecting associated changes in blood flowThis technique relies on the fact that cerebral blood flow and neuronal activation are coupled. When an area of the brain is in use, blood flow to that region also increases.

The primary form of fMRI uses the Blood-oxygen-level dependent (BOLD) contrast,[2] discovered by Seiji Ogawa. This is a type of specialized brain and body scan used to map neural activity in the brain or spinal cord of humans or other animals by imaging the change in blood flow (hemodynamic response) related to energy use by brain cells. Since the early 1990s, fMRI has come to dominate brain mapping research because it does not require people to undergo shots, surgery, or to ingest substances, or be exposed to radiation. Other methods of obtaining contrast are arterial spin labeling and diffusion MRI.

The procedure is similar to MRI but uses the change in magnetization between oxygen-rich and oxygen-poor blood as its basic measure. This measure is frequently corrupted by noise from various sources and hence statistical procedures are used to extract the underlying signal. The resulting brain activation can be presented graphically by color-coding the strength of activation across the brain or the specific region studied. The technique can localize activity to within millimeters but, using standard techniques, no better than within a window of a few seconds.

FMRI is used both in the research world, and to a lesser extent, in the clinical world. It can also be combined and complemented with other measures of brain physiology such as EEG and NIRS. Newer methods which improve both spatial and time resolution are being researched, and these largely use biomarkers other than the BOLD signal. Some companies have developed commercial products such as lie detectors based on fMRI techniques, but the research is not believed to be ripe enough for widespread commercialization.

(Continuar a ler o extenso artigo da Wikipedia)

Wikipedia:

Haemodynamic response :

In response to performing physical activities, the body must adjust its blood flow in order to deliver nutrients such as oxygen and glucose to stressed tissues and allow them to function. Haemodynamic response (HR) in the context of neurobiology consists of the rapid delivery of blood to active neuronal tissues. Since higher processes in the brain occur almost constantly, cerebral blood flow is essential for the maintenance of neuronsastrocytes, and other cells of the brain. ( continuar a ler esta definição)

Intervenção da Matrix/DNA:

O melhor “biomaker” a ser usado para entendimento da funcionalidade e operações do cérebro é a formula para sistemas naturais perfeitos, pois o cérebro é uma nova forma evolutiva de sistema natural e sua forma se projeta como forma das suas regiões internas, incluindo os grupos diferenciados de neurônios e as sinapses resultantes de suas conexões, tudo funciona pelo mesmo tipo de circuito universal. Tendo-se fixado a formula para sistema perfeito, torna-se mais fácil identificar dentre as operações internas os sub-sistemas, suas conexões e assim, pela anatomia comparada, identificar o detalhe especifico que torna o sub-sistema diferente de todos os demais, assim como o ponto no circuito do sub-sistema que seja diferente do circuito padrão da formula, identificando-se assim as anomalias e causas das doenças ou disfunções mentais. Esta técnica seria aplicada criando-se um software com o diagrama da formula em estado de funcionamento animado, inserindo-a no computador e dirigindo o computador a identificar no emaranhado de sinapses e fluxos sanguíneos, etc, que ocorrem no cérebro, os sub-circuitos sistêmicos internos iguais ao circuito da formula. No inicio a produtividade do computador deve ser pequena ou quase nula devido a quantidade de milhões ou bilhões de indivíduos-exemplares a serem identificados, por isso pesquisadores ao lado dessa operação tentariam faze-lo manualmente, também. Infelizmente eu ainda não possuo os equipamentos para realizar pesquisas por fMRY, não tenho acesso a tais equipamentos nas instituições e não tenho poder de comunicação para alcançar e convencer os pesquisadores sobre este novo método de abordagem deste fenômeno natural.     

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Sobre as dificuldades desta tecnologia, PzMyers nos alerta (os grifos e cores são meus para posterior pesquisa):

” First, let’s all be really careful about the overselling of fMRI, ‘k? It’s a powerful tool, but it’s got serious spatial and temporal resolution limitations, and it is not, as many in the public seem to think, visualizing directly the electrical signaling of neurons. It’s imaging the broader physiological activity — respiration, oxygen flux, vascular changes — in small chunks of the brain. If you’re ever going to talk about fMRI, I recommend that you read Nick Logothetis’s paper that cooly assesses the state of affairs with fMRI.

The limitations of fMRI are not related to physics or poor engineering, and are unlikely to be resolved by increasing the sophistication and power of the scanners; they are instead due to the circuitry and functional organization of the brain, as well as to inappropriate experimental protocols that ignore this organization. The fMRI signal cannot easily differentiate between function-specific processing and neuromodulation, between bottom-up and top-down signals, and it may potentially confuse excitation and inhibition. The magnitude of the fMRI signal cannot be quantified to reflect accurately differences between brain regions, or between tasks within the same region. The origin of the latter problem is not due to our current inability to estimate accurately cerebral metabolic rate of oxygen (CMRO2) from the BOLD signal, but to the fact that haemodynamic responses are sensitive to the size of the activated population, which may change as the sparsity of neural representations varies spatially and temporally. In cortical regions in which stimulus- or task-related perceptual or cognitive capacities are sparsely represented (for example, instantiated in the activity of a very small number of neurons), volume transmission— which probably underlies the altered states of motivation, attention, learning and memory—may dominate haemodynamic responses and make it impossible to deduce the exact role of the area in the task at hand. Neuromodulation is also likely to affect the ultimate spatiotemporal resolution of the signal.

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