Genética: A Matriz tem a solução para o maior mistério sôbre causas das doenças ?

Começou uma grande corrida nos anos 90 para mapear o código genético porque se acreditava no famoso lema: um gene mutado, uma doença. Um consórcio entre govêrnos começou o Projeto Genoma mas a meio caminho tiveram notícia que um cara meio louco, Craig Venter, estava tambem no páreo correndo atrás do mapa, uma iniciativa privada. Ganhou Venter, o mapa foi obtido antes do prazo previsto e todo mundo voltou-se para o mapa: agora é só ver cada gene que produz cada doença e acabar com todas elas. Na  cerimonia inicial estavam até o então Presidente Bill Clinton e o Primeiro Ministro Tony Blair, enquanto Venter era o herói do dia. Claro: iríamos acabar com os inimigos da humanidade, como o cancer, a diabete, a anemia, etc. 
 
Mas já se vão dez anos depois do Projeto Genoma e nenhuma droga foi feita para acabar com nenhuma doença. Porque?! 
O DNA é matreiro e aguardava surprêsas: não existe esse negócio simples de um gene produzindo uma doença, mas sim, cada doença é produzida por vários genes formando um grupo. E os 30,000 genes podem formar bilhões, trilhões, de diferentes grupos…
E agora? Voltamos à estaca zero, a coisa era muito mais complexa do que nossa vã filosofia imaginava.
Um perverso vírus, um reles pequeno amontoado de átomos, pode derrubar um ser humano, po-lo na cama gritando de dor por meses, anos, e finalmente mata-lo. Como é o caso da Aids.  É esse o verdadeiro maior terrorista que temos de - por todos os meios - caça-lo e elimina-lo, e não o Bin Laden.
Os cientistas das Ciências Biológicas dedicados ao método reducionista não têm a menor idéia nem de como começar a desenvolver uma idéia para esta caça. Não tem como ver como e quando a força que produz a diabete sai daquele amontoado de 30,000 genes, e que grupo de quais genes são a fonte daquela perversa força.
Estamos definitivamente derrotados? Vamos ser obrigados a ver um amado parente ou uma criança recem-nascida gritando de dor e morrendo sem nada poder fazer? Mas ela não tem culpa de nada, nasceu ainda agora e não pode sequer se defender… 
E ainda tem gente que diz que esse mundo foi desenhado por um Deus de amor…
Mas…
Existe uma possibilidade! A fórmula da Matriz!
Estes genes se reunem em grupos formando sistemas. E só quando existe um sistema existe matéria produzindo algo. E tôda a matéria, portanto todas as moléculas genéticas, tendem a formar um sistema no modêlo da Matriz. Portanto a solução do problema não é mais um caso para o método reducionista resolver e sim para a abordagem sistêmica, visão de conjunto. E nunguem melhor do que aquêles que possuem a fórmula do sistema universal perfeito – o diagrama da Matriz Universal – pode fazer comparações entre os diversos subsistemas que compõem o DNA e encontrar os êrros de duplicação dos genes, as causas de cada doença.
  
Sabendo disso, o que deve estar acontecendo dentre os genes quando produzem doenças?
Vejamos uma analogia. A bala de hortelã é consumida pelo Raimundo  brasileiro da cidade de Araçá, pela filipina Grishik da cidade de Fujitsum, pelo alemão Fritz da cidade de Stonvagen, etc. Cobertura de caramelo é preferido por Joe dos Estados Unidos, por Beth da Inglaterra , por David de Blangadesh… Portanto, a bala de hortelã faz aparecer um grupo – o grupo de consumidores da bala de hortelã – formado por 10 milhões de pessoas esparramadas no meio de 6 bilhões.
Como identificar e isolar este grupo?
O diabete é assim produzido por um certo numero de genes esparramados entre 30.000. O cancer, outro grupo de outros genes…
Mas o DNA é uma pilha de bilhões de tijolinhos, os quais, bem ou mal, são imitações da Matriz. São bilhões de derivados de um sistema-matricial. Do qual temos a fórmula. E a fórmula é dividida em partes, as quais são “funcões”, de maneira que, observando um gene, é possivel saber qual função ele executa em qualquer grupo a que pertença. Ele é uma das sete partes, e identificando-o pela sua função dá para procurar qual outro gene executa as duas funções vizinhas, E tendo três, pode-se identificar a quarta, a quinta… o sistema completo. O grupo que causa uma determinada doença.
Isto é teoria. Teorias podem não valer nada na pratica. Ou podem ser a solução para um problema. O problema aqui é Aids, diabete, cancer, paralisia, trombose, etc…
 
A seu ver, estes “probleminhas” aí em cima, justificam investir algo numa teoria que pode ser a solução?
Não espere pegar um cancer ou uma Aids para responder…
Qual outra alternativa no momento? Ninguem sabe. O que sabem é explicar o tamanho do problema como diz o texto abaixo:
               
“Hoje, um teste de comparação de um gene com outro em uma rede de 5 mil genes analisando dados de microrray leva apenas alguns segundos. Mas, para fazer a correlação de trios, a demora chega a seis meses. Já para comparar quartetos, seria necessário esperar 824 anos. “Isso dá uma ideia de como é inviável sair testando todas as possibilidades de combinação”, explicou Marcondes.”
Texto obtido no site:
http://inovabrasil.blogspot.com/2010/12/software-identifica-genes-que-podem-ser.html
Sob o titulo:
Software identifica genes que podem ser alvos potenciais de terapias para o tratamento de doenças e pode ser aplicado também em redes sociais
E então? Para 5,000 genes, um grupo de apenas quatro vai demorar 824 anos! Então, para 30.000 genes, um grupo de 200 apenas vai demorar 10 milhões de anos. Dez milhões de anos  a mais, com Aids, diabetes, alzheimer, sinozites…
Vamos esperar dez milhões de anos ou vamos sair de bandeira nas ruas em passeata exigindo que imediatamente dêem chance para a Matriz trabalhar?!
Você decide agora. Espero não encontra-lo no Purgatório dizendo que morreu de trilombite cinco anos antes da Matriz descobrir o remédio que cura trilombite.
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