Malaria, Debate Entre Criacionistas e Ateus Sobre Mutações no P. Falciparum e Resistencia À Cloroquina

Evolucionistas x Criacionistas: Como e Porque Ambos Estão Equivocados.

Baseado no artigo:

Quote-mined by Casey Luskin! – by PZ Mayers

http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2014/07/17/quote-mined-by-casey-luskin/
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Venho lendo uma série de recentes discussões devido recentes novas descobertas no campo da Biologia, entre cientistas e professores ateus e religiosos. Aqui a seguir vou inserir os links para tais artigos e dos “papers”, ou publicações cientificas que suscitam estes debates. Cada qual entendeu que cada descoberta veio reforçar sua teoria e desbancar a do outro. E aí começa um show de conhecimentos técnicos profundos sobre química, biologia molecular, etc., todos arrolados como argumentos para cada parte.Uma destas descobertas, sobre a evolução do parasita da malaria na sua resistência às drogas, como  a cloroquina, ou “chloroquinone”, o cientista criacionista aponta que duas mutações teriam que ter ocorrido num mesmo individuo e simultaneamente, o que é impossível matematicamente segundo a teoria evolucionista de Darwin. Portanto seria um ponto fundamental a favor do criacionismo. Para que a Teoria de Darwin funcione, é preciso extensos períodos de tempo, contados em milhões ou bilhões de anos, durante os quais todas as possíveis misturas possam acontecer ao acaso, obedecendo os cálculos estatísticos das probabilidades. Por seu lado, o cientista ateu aponta que a Teoria Darwinista não tem problemas com duas ou mais mutações acontecendo numa mesma espécie, e não foi provado que as duas mutações ocorreram no mesmo individuo e simultaneamente. Para eles, aconteceu na espécie, mas em largas porções do tempo.

Como sair dessa?! Quem está certo, quem está errado? Ninguem, tendo por base o real conhecimento cientifico atual, pode garantir nada aqui.

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O parasita da malaria, plasmodium falciparum

Mas o simples fundamento da controvérsia – a questão do tempo – é suficiente para mostrar que mais uma vez estamos assistindo a um processo natural que vem desde o Big Bang, a eterna dualidade entre dois opostos toda vez que surge um novo sistema natural, primeiro se defrontando, se guerreando, criando o caos à sua volta, e depois, o mesmo caos derruba os dois contendores, quando ambos, caídos e moribundos, começam a perceber que o mais inteligente é pararem de se oporem e reunirem esforços, dando as mãos um ao outro, e dessa fusão nasce um terceiro elemento, o qual será mais complexo e evoluído. Isso aconteceu nas origens do Universo entre os balões-rodamoinhos de Yukawa, com spins contrários, depois aconteceu com sistemas atômicos, com sistemas astronômicos ( a guerra entre estados de sistemas fechados e sistemas abertos), e agora acontece na psicologia de humanos, entre ateus e criacionistas.  Do confronto entre o super-quente e o super-frio no zero absoluto surge o temperado…a temperatura onde nos sentimos melhor. A batalha inicial do confronto entre dois opostos, dois extremos, de um detalhe qualquer particular da Natureza, e quando constatamos a presença de dois opostos extremos, podemos já ter certeza que os dois estão errados e o certo está numa terceira alternativa, ainda desconhecida, que se encaixa como meio-termo, ou ponto de equilíbrio. E quando procuramos essa invisível alternativa, que explique o que aconteceu com o parasita causador da malaria, encontramo-la dentro de uma terceira visão do mundo, a Teoria da Matrix/DNA.

Sei que parece evidente que perdi o juízo, afirmando que eu, um mero semi-macaco recém saído das selvas, tenho a resposta certa, ou seja, no meio desta luta entre gigantes, o pequeno Davi estaria levando a melhor. Mas o que posso fazer? Contra fatos não há argumentos.Primeiro de tudo, é preciso lembrar que de ambos os lados os contendores são cientistas de laboratórios, guarda-pó branco e ar condicionado, enquanto eu, apesar de não ter o conhecimento especifico cientifico, mas sim uma visão generalizada de todas as áreas das Ciências Naturais e Humanas, como se requer de um filósofo naturalista, fiz minhas pesquisas para chegar à visão de mundo da Teoria da Matrix/DNA, durante sete anos vivendo isolado no meio da selva amazonica, e eu mesmo, experimentando no próprio corpo o tal parasita, quando peguei os dois tipos de malaria – Falciparum e Vivax – simultaneamente. Eu busco conhecer os detalhes obtidos pelos cientistas dentro dos laboratórios com seu método reducionista e leva-los ao meio da selva, onde o espirito malvado e troceiro selvagem se apodera do meu cérebro e me dirige na tentativa de montagem daquelas peças do quebra-cabeças tendo como pano de fundo a Natureza real. Bem-vindo ao novo mundo da Matrix/DNA.

De fato, a teoria evolucionista não aceita que duas mutações numa mesma linha evolucionaria possa ocorrer num mesmo individuo, o que, em termos de tempos biológicos, seriam dois eventos simultâneos. Porque isso significaria que o resultado final de tais mutações teria sido pré-planejado e guiado por forças ocultas tendo um propósito. Bem ao gosto dos criacionistas que tentam provar que cada espécie foi criada separadamente por Deus, portanto, o mosquito que teve as duas mutações, não as teve, mas sim teria sido criado dessa forma. Os evolucionistas tem uma grande dificuldade em relação a rápidas e consecutivas mutações em curto período de tempo. Por outro lado, ninguém consegue fazer a mente de um criacionista aceitar e calcular o que pode a evolução fazer em períodos de bilhões de anos. Pois para eles, o Universo e a Terra não tem mais que seis ou dez mil anos. Como se resolve o caso deste parasita?

Simples. Existe a evolução… porem não existe evolução. Ãnh?…Que?!

Observe o período de 9 meses de gestação de um novo ser humano, como se fosses uma partícula dentro de um atomo localizado dentro do óvulo, assistindo a sucessão de eventos após a fecundação. Cada particula vive apenas milionésimos de segundos, é preciso muitas gerações de partículas para completar um dia, de maneira que apenas se tiverem uma cultura transmitida pela escrita vão saber que o a forma de mórula dos tempos antigos se transformou na forma mais complexa – a blástula – portanto, existe evolução. Mas para quem está assistindo fora do útero, como nós, sabemos que não se deve chamar aquele processo de evolução, pois é apenas um pequeno passo dentro de um processo muito maior, chamado “reprodução”. Toda reprodução só existe quando feita por uma sucessiva série de evoluções, dos mais simples para os mais complexos. Desde que a Matrix/DNA descobriu que neste Universo está ocorrendo um processo de reprodução genética (daquele ou daquilo que gerou este Universo), nós somos as partículas assistindo os movimentos dentro do Universo e vendo realmente a evolução… mas na realidade, para quem esteja fora do Universo, o que está ocorrendo é mera reprodução. Estás vendo os dois extremos ( um é o ateísta “existe evolução e o tempo dela é muito longo”, e o outro é o criacionista “não existe evolução, e o tempo das origens das formas foi curtíssimo, magico”)? Ambos estão errados, esta é mais uma questão relativística, que depende de onde o observador se situe no ponto do tempo/espaço, pois em cada ponto se tem uma visão ilusória e daí uma crença errada. O cérebro de quem foi doutrinado desde criança pelas religiões, as quais ensinaram que o homem, enquanto observador, está no centro do mundo e da criação, foi configurado, “hard-wired”, para ver o mundo como partícula; por outro lado, quem foi doutrinado desde criança nos bancos escolares pelas teorias do Big Bang, abiogenismo, darwinismo, etc., tem mais a tendencia de se colocar como observador fora do palco de eventos, alem do Universo, uma situação de extrema leveza intelectual quase insustentável. O certo está numa terceira alternativa, que supera estes dois extremos, um cérebro que conhece e considera ambas as posições extremas mas se deixa configurar ao sabor da Natureza, quando então, na analise de qualquer fenômeno natural, a mente aprende a fazer um zig-zag na velocidade da luz, indo do Alfa ao Omega e retornando pelo caminho contrario, vendo num relance a origem e a inteira evolução cosmológica até chegar naquele ponto especifico sendo observado. Não é possível matar a charada do parasita da malaria em sua resistência às drogas se não considerar-mos inclusive a galaxia onde tal processo está ocorrendo – por estranho que isso possa parecer. Mas apenas assim surge e se impõe finalmente uma terceira alternativa, como o meio-termo, onde está o ponto do equilíbrio evolutivo. Acima dos opostos, inclusive acima do bem e do mal, vem a Sabedoria.

As duas mutações no mesmo parasita podem ter ocorrido, como quer o criacionista, mas não no curto tempo de uma magica criadora de espécies separadas, como também quer o criacionista.. As duas mutações podem ter ocorrido, na mesma espécie do parasita, ao nível de população e não individual, e num longo tempo, como querem os ateus, mas não como produtos do acaso cego, como tambem querem os ateus. E sim produzidas por um elemento criador, que tinha um propósito, sem ter um propósito consciente. Assim como quando uma girafa trepa com um girafo e produz uma girafinha sem que a mamãe girafa tenha que pegar lápis e papel e elaborar um projeto arquitetônico inteligente de como será a aparência da girafinha. Tudo ocorre pelo livre curso da genética, um movimento universal, cosmológico. Esta seria a alternativa do meio-termo.

Mas como ela seria possível?! O parasita foi “criado”, devido um prévio propósito, mas não por uma entidade inteligente, magica, e sim pela Natureza não-inteligente, e ao sabor do acaso, mas ao mesmo tempo, obedecendo as leis da hereditariedade genética?! Se foi acaso, não pode ter havido prévio propósito…

Ledo engano.

Basta, para solucionar o problema, posicionar o criador num horizonte espacial e temporal bem mais amplos do que os pequenos horizontes alcançados por criacionistas e evolucionistas. Basta erguer os olhos para o céu… e enxergar a Verdade. Basta ultrapassar a evolução biológica, alcançar a evolução cosmológica e observar os nossos ancestrais que jazem no céu. Este sistema solar, esta galaxia…este Universo. Tanto a primeira forma das primeiras gerações do parasita, como a segunda forma depois da primeira mutação, e ainda a terceira forma, depois da segunda mutação, todas estas formas são “pedaços” visíveis dentro de um sistema maior, a galaxia, que foi a real criadora de tudo que há de biológico aqui. Criadora sem lápis e papel, sem prévios desenhos inteligentes… mas com um propósito, o de se “auto-reproduzir” aqui.

No céu paira um nosso ancestral, o qual produziu fornecendo todos os elementos e informações,  esta biosfera terrestre, e dentre as varias formas nesta biosfera, estava possível a do tal mosquito. As informações vindas do grande e esquecido ancestral tentam reproduzir aqui o ancestral, através da longa história desta biosfera. Nesta biosfera vemos evolução, mas quem esta alem dela, vê reprodução… do ancestral que está no céu. As informações vem espalhadas no tempo e espaço, por isso a enorme diversidade gerada aqui. E todas as formas existentes estão incompletas, portanto, suscetíveis de receber informações que faltam, e com elas, mudarem de forma. Mudanças que ocorrem através de mutações, genéticas. Que podem ocorrer vagarosamente numa espécie, mas quase simultaneamente em outras dependendo de que informações estão no ar ou nas rochas, ao redor. Alias, um evolucionista, chamado Stephen Gould, já percebeu isso e criou o chamado “punctuation equilibre”, ou seja lá que nome for em inglês.

Briguem, meus filhos, mas briguem assim, apenas por palavras e se esforçando cada qual em buscar na natureza mais conhecimentos para provar suas crenças. Isto não é apenas salutar, mas é uma condição necessária sem a qual não se transcende, encontrando a resposta que leva à transcendência e superação destas duas formas extremistas. Enquanto isso, o macaco assiste tudo do alto da montanha e os aguarda de braços cruzados, para quando chegarem lá, fazer-mos uma grande festa de confraternização…

Links e comentários dos artigos: 

Quote-mined by Casey Luskin!

How we got here

http://freethoughtblogs.com/pharyngula/2014/08/04/how-we-got-here/Pesquisa pela Matrix/DNA:

Effects de la Chloroquine sur les activités adénylate cyclasique et phosphodiestérasique de plaquettes humaines

SUMMARY:

chloroquine has no effect on phosphodiesterase activity, but it inhibits the adenyl cyclase activity, of lysed platelets and intact platelets, only when adenine is used as a precursor. Furthermore, it inhibits the effects of thrombin and collagen on adenyl cyclase activity.
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Cloroquina

Observar que a massiva presença de N ( nitrogênio) e mais o cloro ( um elemento que vem da função sistêmica responsável pela “limpeza interna interna dos sistemas” ), indica ativa presença da face entrópica da Matrix, o que indica que, esta fórmula deve copiar e se encaixar paralelamente à fórmula genética do parasita, mas como na droga é acrescentado o elemento inibidor entrópico, quando as duas formulas se tocam, a do parasita deve ser inibida… e até destruída, por isso a droga elimina a doença. Mas para afirmar isso preciso conhecer a formula genética do parasita. Isto tambem indica que sob tal ataque, a fórmula genética do parasita deve buscar elementos quimicos que reenforcem a sua face esquerda da Matrix, para anular a dominancia da face direita, e isto se entende por “evolução pela resistencia”.

Meu comentário postado no Pharyngula:

 

louismorelli

 


The strong presence of N (nitrogen) in chloroquine,  exposed in parallel with the genetic make up of Plasmodium, explains why and how an unicellular organism can, quickly, search and captures chemical elements for re-enforcing itself, evolving resistance – if we considers the Matrix/DNA Theory formula. The debate between these two world views –  Pz Myers x Behe – is again the repition of a eternal natural process of evolution, where everytime that Nature develops a new shape of systems, first appears the strong expression of two opposites, creating war, environmental chaos, till both coming to an agreement and creating a third new more evolved and complex world view. It is possible that two sequential mutations occurs inside a population of same species -as want Pz Myers – but, only if there is a natural selector agent acting with a purpose – and this, does not want Pz Myers. It is possible that an invisible creator is acting behind the two sequential mutations for creating a new species – as want Behe – but not under an intelligent abrupte and magical act of a divine God, and so, under a merely genetic process coming from a natural bigger and ancestral system – as does not want Behe… if we see the problem under the Matrix/DNA world view.  

I, myself, got simultaneously, the two species of malaria, Falciparum and Vivax, when at the hell of Amazon jungle doing the research that lead me to the Matrix/DNA worldview ( despite the fact that everyday, at 4:00 PM – the time that the mosquitoes comes from the rivers- I was taking a big capsule of chloroquine, as prevention against the malaria). It was under the mortal fever of malaria that I discovered the Matrix/DNA formula. Before that time I had no conclusions, my mind was a big conflict between atheism and creationism, occurring under the chaos of the salvage jungle, and the final result is a nowaday suspicion that the real thru is neither one, neither other, but something in between.

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