Como os Sistemas Sociais Capitalista e Comunista imitam o DNA-LIXO e o fim das espécies

O DNA tem apenas 10% de genes trabalhando no sentido de carregar a evolução natural para a frente. Os outros 90% de genes não codificam ou expressam proteínas nem caracteres genéticos hereditários e já foi chamado por biólogos mecanicistas de DNA-Lixo.

Pois  hoje a fórmula da Matrix/DNA me fez perceber mais uma destas fantásticas manifestações da Natureza.

Todos os sistemas sociais criados pelos humanos até agora imitaram/imitam exatamente o que eu assistia na selva bruta. Estes sistemas são divididos em três classes sociais: 1) a classe mais rica, composta dos grandes predadores parasitários; 2 ) a classe dos predadores menores – ou médio predadores – que suportam administrativamente a classe acima, vive das migalhas que sobram e  tambem parasitam a terceira classe; 3) a classe da grande massa, as ovelhas e prêsas, cuja unica ocupação na vida é trabalhar transformando grama em carne suculenta para a colheita das duas classes acima.

Mas o pior é que não apenas a humanidade ainda está sendo reflexo de sua herança animal e praticando as mesmas regras dos animais nas selvas. Ainda se expressa na genética a nível psicológico as características que vem lá das origens da vida, desde a formação do DNA.

O que os materialistas mecanicistas chamam de “lixo”, no DNA, nada mais é que a manutenção dos registros da História Natural antes das origens dos sistemas biológicos, ou seja, da Vida. São genes registrando ou recordando o antepassado do DNA biológico quando faziam átomos e depois galaxias, ou seja, a estrutura, o esqueleto, que viria mais tarde a ser o suporte da Vida. Ora, vemos nos sistemas sociais humanos, tambem cerca de 90% dos indivíduos apenas suportando, produzindo o suporte dos outros 10%. Então  provavelmente temos mais um exemplo da história se repetindo, ou seja, mais uma pista de como funcionam os micro-ciclos da macro-evolução.

Mas isto é demasiado preocupante. Pois vemos no reino animal que os 10% de predadores sempre seguiram o caminho errado e acabaram sendo condenados à extinção. Isso é fácil entender porque. Forma os seus corpos uma matéria cujo supremo sentido de existência é buscar o estado de equilíbrio termodinâmico para seu aspecto massa enquanto mantem seu aspecto energia em elevado frenesi. Isso se traduz em termos humanos para o objetivo supremo de conseguir uma propriedade que seja um palácio-paraíso e poder sobre seus escravos, o qual é o caminho  trilhado por todos os humanos até hoje – tenham ou não  conseguido este objetivo. Assim, sua tendencia é se tornar um sistema fechado em si mesmo. Mas as galaxias já conseguiram este estado antes e delas herdamos o tal gene egoísta, o qual justamente representa este supremo objetivo.

É preocupante porque vemos em todos estes sistemas sociais os humanos trilhando o mesmo caminho das espécies que foram condenadas à extinção. Ao invés dos 10% escolherem serem o suporte carregador da evolução natural como são os 10% do DNA, eles se acomodam super-especializando num modo de existência – apenas almejando aumentar seu poder e riqueza e manter este status – tornando-se conservadores de uma forma provisoria da evolução, tentando assim fecharem as portas à evolução. Uma alternativa para evitar este destino macabro seria entenderem e assimilarem os valores morais que emanam da cosmovisão da Matrix/DNA,pois assim, todos seriamos salvos.

E quanto aos 90%? É uma sina pré-determinada que eles tem de existirem e manterem-se nessa absurda condição de existência? Como se suportaria a vida no espaço sideral sem os átomos e a s galaxias? Como se suportariam os inventores e antenas intelectuais da espécie humana sem a comida e as casas feitas pelos 90%? Esta questão é importante e vou mante-la sob pesquisa, mas desde já me se apresenta uma alternativa: A espécie humana é diferente de tudo o que a Natureza fêz até hoje porque ela é mentalizada. Isto pode significar que nós não temos que repetir o passado, mas como consciência que emerge de dentro da Natureza, devemos encetar um novo  salto mutativo evolutivo, gerando um sistema social que não precise ser nem 1% lixo.

 

 

 

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