Pensamentos na vida real (1)

Pensando em coisas da vida pratica percebí duas coisas importantes pela primeira vez: A – A explicação do porque os executivos, principalmente judeus, estão dominando a economia mundial; B – A diferença da vida entre os trabalhadores do Brasil e  dos USA. A – No geral, as grandes companhias  de hoje foram iniciadas por um  individuo mais  ambicioso que o  normal. Apesar  de ter  a tendencia inata de manter o aspecto “moleque” – estar sempre jogando,competindo, querendo maliciosamente ganhar dos colegas – e com isso explorando os trabalhadores da companhia, ele apresenta uma dose de humanismo em relação aos empregados mais velhos que o  acompanharam por 20, 30 anos. Muitos foram seus vizinhos na infância, outros eram desconhecidos mas que vieram trabalhar muito próximo a ele a ponto  de partilharem de festas caseiras familiares, etc. Estes empregados vão se tornando cansados depois de 10 anos  fazendo  a mesma coisa ou estando na mesma companhia, tornando-se obesos, lentos, acomodando-se porque são amigos do dono. Este se enriquece e  tambem diminui sua índole de grande e  maior predador, não  mais forçando tanto que a companhia dê o máximo lucro  possível. Com isso a companhia entra num estado de equilíbrio nas contas,  porque ela  se tornou lenta, obesa, pesada, porque este é o estado de 30% de seu grupo de trabalho, 30% estes que na maioria são  chefes de  secção  tambem amolecendo na  exigência de maior produção dos outros 70% dos empregados. O dono  muitas vezes está  ganhando muito  dinheiro na aplicação de  capital em outros negócios e passa a negligenciar a margem de lucro no inicio, desejando apenas que a companhia  se mantenha estável pois ali ele  tem muito capital. Enquanto isso novos super ambiciosos  mais jovens estão sempre emergindo e fundando companhias com correntes com sangue novo, 100% do grupo de trabalho explorado  no máximo lucro possível. Com os concorrentes crescendo e tomando mercado da velha companhia, esta passa a entrar na zona perigosa do vermelho, mas tanto o dono quanto os chefes de seção estão cada vez mais desejando descanso. Então é onde  entra Wall Street. Um grupo de sentados operadores de computadores, geralmente judeus formados em economia, bufando inquietos atrás de riqueza e poder, acompanham com  avidez os balanços  de todas as companhias do mundo e conseguem saber primeiro quais companhias estão balançando. Ficam desesperados para adquirirem a companhia combalida mas como não possuem o  dinheiro suficiente e fundam os fundos de investimento, uma operação que consiste em convencer o maior  numero de médios ou grandes capitalistas cansados a participarem da compra da companhia apresentando argumentos do porque a  companhia  está mal e quais as medidas que ele, na presidência administrativa da companhia, vai adotar  para re-ergue-la. Ao adquiri-la, a primeira coisa simples que o novo administrador faz é cortar fora aqueles 30% de empregados antigos e obesos, enquanto obriga os 70% a produzirem a mesma  quantidade da companhia pelo  mesmo salario anterior e ainda cortado em vários benefícios trabalhistas. Ora, a queda de  custo em  30% da mão de obra faz estes 30% reverterem em lucro e uma companhia que estava no vermelho de repente está dando lucro de novo. A seguir o novo administrador  continua apertando  os parafusos,  exigindo mais  e mais  produção dos 70% para aumentar mais os lucros. É o capitalismo selvagem que provoca choro e ranger de dentes nos velhos empregados  e mais ainda nos novos. B – A diferença da vida dos trabalhadores americanos em relação aos brasileiros é no minimo, farta em ensinamentos e muito interessante.  Trata-se da opção dos empregadores entre soltar dinheiro pagando no ato os empregados ou segurar a metade do dinheiro para paga-los na  velhice. No  Brasil o empregador paga um  salario minimo de 350 dólares no ato e outros 350 são recolhidos pelas leis trabalhistas para o sistema poupador previdenciário que pretende devolver essa outra metade ao trabalhador  na sua  velhice. Nos USA o empregador paga os 750 dólares de imediato e nada mais. O governo se encarrega de descontar até 30 por cento deste salario para o sistema poupador previdenciário. Qual  o melhor sistema para empregadores e  empregados? Bem… a meu  ver esta pergunta não deveria existir porque antes de analisar este sistema econômico teríamos que ver suas causas, origens e contexto no mundo e ao fazer isto concluo que a causa está toda errada e assim tambem está tudo errado o sistema como efeito daquela causa. mas cada cabeça uma sentença e a maioria das pessoas não são filósofos como eu que precisa descer às raízes para entender a arvore e decidir sobre o que fazer com a arvore: a maioria simplesmente usa arvore, seus frutos, sombra e depois sem pestanejar as cortas para usar sua madeira…para que por a cabeça nisso?