Vida Após a Morte? Dois Neurocientistas tem Opiniões Diferentes.

Nêste artigo vamos iniciar a abordagem dos temas:  cérebro, mente, auto-consciência, alma(?), espirito(?) – sob o ponto de vista da Teoria da Matriz/DNA. Temos dois artigos de pesquisadores de laboratório já comentados aqui e a seguir algumas definições e imagens. Categorias:cérebro, mente e consciência, …)

 

Cérebro

O artigo abaixo nos passa a impressão de que os emocionantes e esperançosos mistérios a longo tempo relatados por pessoas que tiveram experiências próximas do estado de morte foram destruídos pelo método reducionista da Ciência.  O cientista é nobre pois apenas relata os fatos e não inculca suas opiniões no leitor: cada qual tira suas próprias conclusões. mas o segundo artigo nos deixa perceber que o primeiro cientista comete o equívoco cientifico não de inferir hipóteses sôbre dados ainda incipientes, mas de iniciar a abordagem com prévias tendências de personalidade, inclinando-se á crença “materialista-ateismo”. Eu, tentando ver o quadro todo a partir do ponto de vista da Matriz/DNA, inicialmente tenho a seguinte opinião ( a qual não deve influenciar ninguém pois eu não sei se a Matriz é verdade ou não): 

“A Matriz sugere que exista um sistema-matriz universal que organiza a matéria em formas de sistemas as quais são as formas de um ciclo vital normal e assim êste unico sistema vem evoluindo desde antes do Big Bang. E que êsse sistema universal, portanto todas as suas formas evolutivas, é constituído de hardware e software. Assim, a Teoria da Matriz/DNA está sugerindo que o software seja a mesma visão oriental quando diz que “a alma dorme no átomo, sonha na galáxia, acorda no animal e desperta no homem” – sendo que é trocada a palavra “alma” pela palavra “software”.

 A Ciência ainda está lidando efetivamente apenas com hardwares,  enquanto a outra face da Natureza, o software, não está visivel, e não foi tocada, mas é perceptível. Se o software existe de fato, os atuais equipamentos científicos ainda não são capazes de detectá-lo. Enquanto é super-válido e necessário continuar-mos as pesquisas sôbre o hardware, a presença da formula-software da Matriz/DNA nos conduz à busca de evidências e de ferramentas cientificas, ou outras,  para alcança-la.” 

NEWSCIENTIST:

http://www.newscientist.com/blogs/culturelab/2011/01/near-death-neurologist-dreams-on-the-border-of-life.html 

Near-death neurologist: Dreams on the border of life

11:00 4 January 2011

Amanda Gefter, CultureLab editor

Neurologist Kevin Nelson explains how the brain slips into a strange state of hybrid consciousness during a near-death experience

Amanda: How common are near-death experiences (NDEs)?

Kelvin Nelson: A 1997 survey reported that 18 million Americans had had one. When my team surveyed people who have had them, we found that some occurred during cardiac arrest but the vast majority were during fainting. Thirty-seven per cent of all Americans will have fainted at one point in their life, so I suspect NDEs are common.

In your book The Spiritual Doorway in the Brain you talk about borderlands of consciousness. What are they and how do they relate to NDEs?
We have three states of consciousness: awake, non-REM sleep and REM sleep. (see definitions below) . But there aren’t absolute dividing lines between them – they can blend with one another, most commonly REM and waking. Twenty to 25 per cent of people at some point experience some kind of blending, a borderland of consciousness. What I have discovered is that the switch in the brainstem that regulates these three states functions differently in people who have had NDEs. These people are more likely to get stuck between the REM state and waking. So it looks like some people are prone to having these kinds of experiences. Interestingly, it tends to run in families.

Does that mean NDEs are a kind of lucid dream?
Lucid dreams are among the closest things we know of to an NDE. They are very similar. Brainwave measurements show that lucid dreaming is a conscious state between REM and waking. During REM consciousness, the dorsolateral prefrontal cortex is turned off. (see definitions below). As that’s the executive, rational part of the brain, this explains why dreams are so bizarre. But if the dorso-lateral cortex turns on inside a dream, you become aware that you are dreaming. It is like waking up in your dream. When the body is in crisis during an NDE and the brain is slipping from consciousness to unconsciousness, it can get momentarily stuck in a borderland between REM and waking, just like a lucid dream.

But unlike dreams, NDEs tend to feature some specific images, such as seeing a tunnel with a light at the end.
The tunnel actually has nothing to do with the NDE – it’s to do with what’s happening to your vision. During fainting, for instance, there’s a blackout because the eye isn’t getting enough blood, so the eye begins to shut down even though the brain is still going. As it shuts down first from the sides and then into the centre, it’s like looking through a tunnel.

( Parece-me que a muito tempo atrás lí num livro de Carl Sagan ( acho que era “Cosmos”) que ele explicava essa visão do tunel como uma regressào da pessoa na hora da morte ao seu estado perinatal intra-uterino,onde, quando o embrião está nascendo veria um tunel e a luz do mundop real… quem está certo? nenhum dos dois? A Matriz sugere que tôda passagem de estados ou dimensões começa pela Função 1 a qual é um vortex como um tunel envolvido por luz…)

The light that people tend to see has a few sources. To start with, the eye might only be capable of seeing smudges of light because of the tunnelling and lack of blood flow. Then, as the brain enters REM consciousness, the visual system becomes strongly activated – that’s the rapid eye movement that defines REM consciousness. When the visual system is activated, you get light.

People often report having out- of-body experiences during NDEs.
These come about because the temporoparietal region of the brain is turned off, so the brain is no longer able to map the body’s position in space. A Swiss researcher named Olaf Blanke was able to use electrodes to turn the temporoparietal region of a woman’s brain on and off, making her feel like she was floating up out of her body and then returning. It was like flipping a light switch. REM consciousness turns the temporoparietal region off, so if you are semi-conscious in a borderland between waking and REM, you can easily have an out- of-body experience. These are extremely common during lucid dreams, narcolepsy, fainting and sleep paralysis – all borderland states. I have never had one, though. I wish I could!

You often hear people claim that these experiences happened during minutes when they were declared clinically dead. How could that be?
This is an incredible misconception that has arisen because people use the term “clinical death” when they really mean cardiac arrest. When your heart stops and you lose blood flow, you don’t lose consciousness for another 10 seconds and brain damage doesn’t occur until 30 minutes after blood flow is reduced by 90 per cent or more. So when experiencing an NDE, you are not dead.

( Veja  no artigo abaixo – Espiríto, Consciência e Cérebro – o que diz um autor igualmente neurocientista, porem, criacionista: “Quando há parada cardíaca, o cérebro deixa de funcionar depois de cerca de 10 a 20 segundos. Ora, muitos pacientes em estado de parada cardíaca parecem inteiramente capazes de experimentar processos mentais. Esse fenômeno demonstra que o espírito e a consciência não são gerados pelo cérebro.”

Vamos ver isso direito. Um diz que o coração pára, a consci6encia continua por mais 10 segundos e o cérebro “disfunciona” devido a falta de sangue após 30 minutos. O outro diz que o coração pára, a consciência continua a fundionar… (até aqui os dois concordam)… e o cérebro deixa de fiuncionar depois de 10 a 20 segundos. Afinal o cérebro sente o impacto e começa a “disfuncionar” em 20 segundos ou 30 minutos? É muita distancia de tempo para haver esta discrepancia entre os dois cientistas. Como pode isso? Se os dois são neurocientistas?! Parece-me mais um caso em que a personalidade e crenças do cientista é colocado à frente da Ciência. E  o comentário abaixo do leitor Kimberly, lança mais confusão ao assunto.

Mas o criacionista parece estar cometendo um êrro grosseiro: “Ora, muitos pacientes em estado de parada cardíaca parecem inteiramente capazes de experimentar processos mentais. Esse fenômeno demonstra que o espírito e a consciência não são gerados pelo cérebro.” Sim, pois o processo mental está mais ligado ao funcionamento do cérebro do que á parada cardíaca. Êle trocou as bolas, devia dizer: depois da disfuncionalidade cerebral os pacientes continuam a experimentar processos mentais. Portanto, este êrro invalida a “demonstração” de que a consciência não seja gerada pelo cérebro. E mencionar a palavra “espirito” aqui… não é ética científica. Mas tambem não é uma hipótese invalidada pela Ciência. O problema agora para nós é buscar mais informações sôbre estas disparidades de tempo acima.) 

People like to say that these experiences are proof that consciousness can exist outside the brain, like a soul that lives after death. I hope that is true, but it is a matter of faith; there is no evidence for that. People who claim otherwise are using false science to engender false hope and I think that is misleading and ultimately cruel.

Do your findings undermine religious belief?
There’s no conflict. I’m interested in how the brain works during spiritual experience, I’ll leave the “why” to others. I’m a “big tent” guy. I think a dispassionate, non-judgemental view is important.

( Muito bom! Parabéns, doutor! assim deveria se comportar todos nós quando estamos no campo em real pesquisa. Penso que respeitei isso quando estava na selva de onde saíram os modêlos da Matriz/DNA. Ou não?… )

Kevin Nelson is a neurophysiologist at the University of Kentucky. His book The Spiritual Doorway in the Brain is published in December in the US by Dutton, and will be published in the UK as The God Impulse by Simon and Schuster in March

Mas veja que existem contestadores às conclusões do Dr. Kelvin como o comentário a seguir postado no artigo:

Kimberly on January 5, 2011 11:45 PM

I am puzzled by his statement,

This is an incredible misconception that has arisen because people use the term “clinical death” when they really mean cardiac arrest. When your heart stops and you lose blood flow, you don’t lose consciousness for another 10 seconds and brain damage doesn’t occur until 30 minutes after blood flow is reduced by 90 per cent or more. So when experiencing an NDE, you are not dead.

If he is writing on this topic, he must surely know that many NDE’s have taken place while the patient not only had no pulse, but had fixed dilated pupils, no breathing, and a flat EEG trace (emphasis on flat EEG trace). Efforts to monitor deep brain activity during an NDE have also shown that the patient had no trace of brain activity even at the deepest levels. In other words, there was nothing happening in there to produce the recording of auditory or visual observations. Of special interest to myself are those NDEs where the patient is able to make detailed observations from coordinates outside of where occupied by their eyes, while being clinically dead with a flat EEG trace and where the observations were corroborated by the attending medical personal. Kevin Nelson’s theory does not address these observational NDEs that took place during flat EEG traces. I’m also puzzled by his statement that brain damage does not occur until 30 minutes of zero(?) blood flow (is he implying that ‘zero’ is included in ’90 percent or more’ reduction in blood flow?). I have collected papers published over the past 20 years on this phenonemon, focuing on observational NDEs and I’m afraid that Nelson’s theory fails to adequately address it. Finally, fainting is an entirely different type of situation and should not be mixed in with NDEs (especially observational NDEs) that occur during death (flat EEG trace).

(E agora? Quem está certo?

E aqui segue comentários postados no artigo que dão idéia de como esta matéria pode ser usada ideológicamente:

Willi H Bleimeister on January 4, 2011 2:45 PM

Great! Years ago, when I foolishly believed in the reality of UFOs, I became rational by studying borderline states of consciousness as induced by pain, meditation, drugs & near death experiences. Had I known more about the function of blood flow to the eye, I would have been able to convince the Mysticists that physiology trumps pulling ideas out of one’s butt. However, despite the misapprehension of the NDE, many people will still consider this the major transformative experience of their lives, But this is sociology…

( Êste está com prévias tendências ateístas muito afoito em seus julgamentos. Aposto que êle não vai ler o livro do opositor abaixo)

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Artigo relacionado: (ler o livro abaixo, para ver se existe trabalho cientifico suportando a tese)

Espírito, consciência e cérebro

 Revista Cult – UOL

Publicado em 02 de dezembro de 2010

http://revistacult.uol.com.br/home/2010/12/espirito-consciencia-e-cerebro/

Livro de neurocientista canadense apresenta um debate em favor da dissociação entre os fenômenos da consciência e as estruturas cerebrais

Publicado em 02 de dezembro de 2010
 Juvenal Savian Filho

 Tem sido muito comum encontrar na literatura científica defensores de uma identificação entre o funcionamento cerebral e os fenômenos da consciência humana, incluindo as experiências espirituais. Chegou-se mesmo a defender a existência de um gene de Deus, ou seja, um gene que predisporia o indivíduo à crença, à espiritualidade. É o caso do geneticista americano Dean Hamer, autor do livro O gene de Deus. Certamente Hamer não quer defender que o cérebro humano é quem “cria” Deus, mas muitos de seus seguidores chegaram à conclusão de que Deus é uma invenção, ligada à ação da serotonina, a molécula do bem-estar.  Na contracorrente dessa posição está o neurocientista canadense Mario Beauregard, que encontra também em pesquisas neurocientíficas bases para dissociar os fenômenos da consciência humana, sobretudo referentes à espiritualidade, dos meros mecanismos cerebrais. Suas pesquisas o levaram a falar na existência da alma como princípio imaterial e pensante de toda entidade dotada de vida. Mario Beauregard é membro do Centro de Pesquisa em Ciências Neurológicas e do Centro de Pesquisa em Neuropsicologia Experimental e Cognição da Universidade de Montreal. Ele respondeu às questões propostas pela CULT em passagem pelo Brasil, onde foi lançado seu livro O cérebro espiritual – Uma explicação neurocientífica para a existência da alma (Editora Best Seller). 

Baauregard: “Para mim, a alma é o princípio pensante de toda entidade dotada de vida”CULT – Seu livro faz menção aos limites do materialismo científico. O senhor poderia resumir a ideia central do materialismo?
Mario Beauregard
– A ideia central do materialismo consiste em que tudo o que existe tem uma causa material, isto é, uma causa governada pelas forças da natureza tais como compreendidas pela física clássica. Segundo o materialismo, a consciência e o espírito (quer dizer, os processos mentais) não podem existir independentemente do cérebro; e a crença numa vida após a morte seria absurda. Além disso, todas as crenças e experiências referentes a Deus e a mundos espirituais seriam fruto de superstições ou alucinações; o livre-arbítrio, ainda, seria uma ilusão.

( Êrros: A Teoria da Matriz/DNA foi elaborada por uma metodologia exclusivamente materialista. Mas não havia essa predisposição á busca da causa de tudo que existe, isto seria ingenuidade, e muito menos havia a crença em que a matéria seria a causa inicial de tudo. Simplesmente não se pensava em causa primeira e sim a ultima causa do fenômeno imediato que tinha em mãos. Localizada esta, aí sim, nos permitiamos fazer calculos inferindo a cuasa daquela causa, e depois a causa daquela causa da causa, e assim por diante.

Segundo: não existia essa crença  das forças da natureza governada tais como compreendidas pela física clássica. E nen crença em governo algum, assim como crença ferrenha de que não existe algum govêrno. Por isso, por êsse agnosticismo, por essa incerteza, descobrí o inusitado: a possibilidade de que existe uma cobertura biológica sôbre os fen6omenos físicos da Natureza, inferida pela análize dos modêlos teóricos da Matriz/DNA. E êsse êrro cientifico em dizer: “a consciência e o espirito, processos mentais…” . Ora não existem registradas provas cientificas de “espirito”é um processo mental e muito menos de que existe “espirito”. Mas o autor está certo na sua crítica ao materialismo ateu. De fato estão crendo religiosamente que as forças da natureza sejam governadas e exclusivamente pelas leis da fisica classica. Tambem é um 6erro do materialismo ateu afirmar que a cnsci6encia não exista independentemente do cérebro. Não existe experimentos cientificos comprovando isso, nem o contrário. Os teoremas dos matemáticos Tarsky, Godel, e mesmo Turin, indicam que um fenômeno material como o cérebro não possa dar o salto evolutivo para gerar a sua auto-consciência. Mas já que se trata de matemática apenas, tambem não são confiáveis tais teoremas.) 

Quais elementos o senhor encontra nas neurociências para afirmar que o materialismo não é suficiente para bem interpretar a vida cerebral?

Interesso-me particularmente pelos trabalhos em neurociência que visam compreender as relações entre o espírito, a consciência e o cérebro. Alguns desses trabalhos referem-se à experiência de morte clínica durante uma parada cardíaca. Quando há parada cardíaca, o cérebro deixa de funcionar depois de cerca de 10 a 20 segundos. Ora, muitos pacientes em estado de parada cardíaca parecem inteiramente capazes de experimentar processos mentais. Esse fenômeno demonstra que o espírito e a consciência não são gerados pelo cérebro. 

Poderíamos falar de alma?
Para mim, a alma é o princípio imaterial e pensante de toda entidade dotada de vida. A alma faz parte integrante da Fonte (Deus) de tudo o que existe no universo. 

Quando uma pessoa diz ter vivido uma experiência espiritual e captado aspectos não materiais da realidade, como podemos saber se isso que ela viveu não é uma criação de sua própria imaginação? O que nos leva a pensar que essa pessoa teve realmente a experiência de algo exterior, diferente dela mesma?

As experiências espirituais autênticas produzem frequentemente uma transformação psicológica marcada e positiva nos experienciadores. Uma tal transformação é acompanhada de uma maior capacidade de amar incondicionalmente, de não julgar o outro e de sentir a interconexão profunda com tudo o que existe. Efeitos benéficos como esses, e a longo prazo, não são associados ao imaginário ou a alucinações. É por isso que afirmo que as pessoas que vivem tais experiências entram em contato com uma realidade transcendente.

( Gostaria de ver o que o autor tem para mostrar como “experiências espirituais autênticas”. Por isso preciso ler seu livro. Porem, eu tenho observado várias ocorrências onde “parece” haver presença “espiritual”, as quais me deixam confuso, porem como não sei o que o cérebro é capaz de fazer ou não, seria imprudência acreditar que exista espirito, ou não.) 

As neurociências podem fornecer um apoio para a afirmação da existência de Deus?
As neurociências englobam todas as disciplinas que estudam a anatomia e o funcionamento do sistema nervoso. Essas disciplinas procuram estabelecer ligações (ou correlatos) entre o sistema nervoso e as funções mentais (por exemplo, consciência, memória, atenção, emoções). A questão da existência de Deus não pode ser resolvida pela identificação de correlatos entre a atividade cerebral e a atividade mental. 

O que o senhor pensa sobre a hipótese do “gene de Deus”?
Os resultados de numerosos estudos em genética indicam que os traços de personalidade e os comportamentos humanos implicam uma grande quantidade de genes. Assim, falar de um “gene de Deus” não tem sentido no plano científico e representa uma forma extrema de pensamento reducionista. É preciso precaver-se contra a tentativa de buscar uma explicação simples e única para todo fenômeno mental complexo; principalmente no que concerne à espiritualidade.

( Concordo, mas também – se trocar-mos “um gene” , por “vários genes” obtemos um nivel de complexidade bem maior na dimensão dos genes que pode aproxima-la da complexidade mental.)  

 

O cérebro espiritual – Uma explicação neurocientífica para a existência da alma
Mario Beauregard
Trad. : Alda Porto
Editora Best Seller
444 págs. – R$ 49,90                                                                            XXX

A seguir o inicio de nossa pesquisa:

Wikipedia: REM

Rapid eye movement sleep (REM sleep) is a normal stage of sleep characterized by the rapid movement of the eyes. 

REM sleep in adult humans typically occupies 20–25% of total sleep, about 90–120 minutes of a night’s sleep. During a normal night of sleep, humans usually experience about four or five periods of REM sleep; they are quite short at the beginning of the night and longer toward the end. Many animals and some people tend to wake, or experience a period of very light sleep, for a short time immediately after a bout of REM. The relative amount of REM sleep varies considerably with age. A newborn baby spends more than 80% of total sleep time in REM. During REM, the activity of the brain’s neurons  is quite similar to that during waking hours; for this reason, the REM-sleep stage may be called paradoxical sleep. This means there are no dominating brain waves during REM sleep. REM sleep is physiologically different from the other phases of sleep, which are collectively referred to as non-REM sleep (NREM sleep). Vividly recalled dreams mostly occur during REM sleep.

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Dorsolateral prefrontal cortex

Function

DL-PFC serves as the highest cortical area responsible for motor planning, organization, and regulation. It plays an important role in the integration of sensory and mnemonic information and the regulation of intellectual function and action. It is also involved in working memory. However, DL-PFC is not exclusively responsible for the executive functions. All complex mental activity requires the additional cortical and subcortical circuits that DL-PFC is connected with.

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Cerebral Cortex

The cerebral cortex is a sheet of neural tissue that is outermost to the cerebrum of the mammalian brain. It plays a key role in memory, attention, perceptual awareness, thought, language, and consciousness. It is constituted of up to six horizontal layers, each of which has a different composition in terms of neurons and connectivity.

Algo nesta definição eu não sabia e de repente deu um estalo: o cortex cerebral é constituido de seis camadas sendo que cada qual tem uma diferente composição em termos de neuronios e conexões! Isto imediatamente lembra os modelos de átomos e astros da Matriz: as camadas eletronicas dos atomos como primordiais e potenciais órgãos sistêmicos, as camadas geológicas dos astros contendo diferenciadas informações sôbre seus ciclos vitais e portanto tambem sôbre os órgãos do proto-sistema astronomico. Isto tudo sugere que o cortex é uma evolução racional de uma fórmula que vem desde o modêlo atômico passando pelo modêlo astronomico. Então devemos urgente rever o que os modêlos atomicos e astronomicos dizem sôbre cada função, cada novo mecanismo e processos que eles sugerem, e com eles ir para o cortex cerebral tentando entendê-lo como fruto dessa evolução.

 

 
 
 

Cérebro como a fórmula da Matriz

Estamos começando a estudar o cérebro tendo por base a teoria da Matriz. À primeira vista nota-se nesta imagem a fórmula da Matriz: a Função 1 seria a semi-esfera escurecida central (hipocampo), as demais funções começam da esquerda para a direita no sentido horário e percebe-se bem as divisões entre elas. Assim, onde está o “lingual gyrus” seria parte da função 7, o “cuneus” seria a função 2, o “paracuneus”a função 3, o “paracentral lobule”, a função 4, o “sup frontal gyrus” a função 6… É preciso notar que esta é a figura apenas do hemisfério esquerdo, o que deve insinuar que no direito exista a mesma figura e que cada parte de um se relaciona com a mesma parte do outro. Importante será achar quem executa a função 5, porque esta, além de ser a ponte entre os dois hemisférios deve também ser o canal por onde fluem os sinais entre o cortex e o hipocampo. Mas não se deve procurar o elemento dessa função na figura acima, pois ele deve aparecer numa imagem frontal, entre os dois hemisférios.

Estou precisando urgente de imagens que expliquem estas seis camadas do cortex. Procurando na Internet… 

 

 
 
 

 

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